segunda-feira, 30 de junho de 2014

Tabuaço: Festa do Pai-nosso - 2014 - 2.º ano de Catequese

       A Solenidade do martírio dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, 29 de junho de 2014, foi o dia escolhido para mais uma festa da catequese, a última deste ano catequético, a Festa do Pai-nosso, com os meninos do 2.º ano de catequese. Fotos de alguns momentos da celebração da Eucaristia, com a alegria e a simplicidades das crianças, ressalvando-se o trabalho dedicado das catequistas, deste ano e de todos os anos de catequese:
      Para visualizar outras fotos disponíveis,
visite a página da Paróquia de Tabuaço no Facebook.

Segue-Me e deixa que os mortos sepultem os seus mortos

       Vendo Jesus à sua volta uma grande multidão, mandou passar para a outra margem do lago. Aproximou-se então um escriba, que Lhe disse: «Mestre, seguir-Te-ei para onde fores». Jesus respondeu-Lhe: «As raposas têm as suas tocas e as aves os seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça». Disse-Lhe outro discípulo: «Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai». Mas Jesus respondeu-Lhe: «Segue-Me e deixa que os mortos sepultem os seus mortos» (Mt 8, 18-22).
        Na solenidade do martírio dos apóstolos São Pedro e de São Paulo um dos textos sugeridos é o da aparição de Jesus aos discípulos, depois de Ressuscitado, em que pergunta a Pedro pelo amor, pela cumplicidade, pela disposição para amar, para entregar, para gastar a vida por Jesus Cristo. Jesus não pergunta por capacidades, ou por diplomas, ou pelas circunstâncias presentes, pergunta pela disponibilidade para O acolher, para O amar, para o viver, para O levar ao mundo.
       Na volta também não promete grande coisa, promete a VIDA ETERNA. Porquanto o que promete poderá deixar-nos inquietos, incomodados. O Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça, Ele próprio é a nossa herança, a nossa vida. O seguimento implica-nos totalmente, até deixar que os mortos fiquem na morte, para prosseguimos com os vivos na vida de Jesus.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Leituras - ANTÓNIO REGO - A Ilha e o Verbo

ANTÓNIO REGO (2014). A Ilha e o Verbo. Dos vulcões da Atlântida à Galáxia digital. Lisboa: Paulinas Editora. 288 páginas.
       O Padre António Rego é bem conhecido do público português. É também conhecido como o Padre Televisão, precisamente pela presença nos ecrãs de televisão ao longo de muitos anos. Completando 50 anos de sacerdote, grande parte dos quais comprometido com os meios de comunicação social ligados à Igreja Católica em Portugal, chega-nos agora esta biografia-entrevista, com um ou outro texto sobre temas fundamentais do Pe. António Rego. 50 anos de vida sacerdotal. Tempo de agradecer. Olhar para trás, revendo como Deus vai guiando a vida e a história. Agradecendo, para continuar a trabalhar em prol da Igreja e da sociedade.
       Natural dos Açores, pouco tempo depois virá para o continente, ficando para sempre ligado ao Patriarcado de Lisboa, iniciando o compromisso com a Rádio Renascença, mas também comprometido com o trabalho paroquial. Projetos como Renascença, colaborações na RTP e na RDP, programas como 70x7, Ecclesia, Fé dos Homens, Secretariado Nacional das Comunicações Sociais, TVI, o canal atribuído à Igreja Católica, mas passando progressivamente para grupos financeiros, mantendo-se a presença da Igreja Católica e do Pe. Rego nomeadamente com a transmissão da Eucaristia dominical, com o programa 8.º Dia. Alguns dos projetos foram continuados por outros, mas têm o impulso inicial do Pe. António Rego, ou pelo menos a sua colaboração, como a transmissão da Eucaristia na RTP.
       No projeto TVI, de que foi também Diretor de Informação, criou como que uma escola de jornalistas para uma tratamento humanista das notícias e onde o religioso tivesse tratamento igual a outros âmbitos, prevalecendo com um lugar próprio, pois o espiritual e o religioso fazem parte do desenvolvimento do ser humano.
       As entrevistas são conduzidas, de forma inteligente, pelo bem conhecido Paulo Rocha, Diretor da Agência Ecclesia, integrando o Secretariado Nacional das Comunicações Sociais e colaborou em muitos projetos do Pe. António Rego.
       Na parte final, textos assinados pelo Padre/Cónego António Rego, Grandes Temas: Mar, Liberdade, Concílio Vaticano II, Meios de Comunicação Social, Arte, Açores, Oração.

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus - ano A

       Depois de termos celebrado a solenidade do Corpo e Sangue de Jesus, é agora o dia de celebrarmos o Seu Sagrado Coração. A acentuação de um ou outro aspeto inserem-se na mesma dinâmica de sublinhar o AMOR que Deus nos tem, cuja plenitude se manifestada no mistério de Jesus Cristo, Encarnação, Vida, Morte e Ressurreição. Jesus doa-Se por inteiro a Deus Pai. Doa-Se por inteiro a favor da humanidade.
       Fixar-nos no Coração de Jesus é reconhecer que n'Ele todos somos bem Amados de Deus. Cabemos todos no Seu coração. Vejamos o que a liturgia da palavra acentua neste ciclo de leituras.
       Na primeira leitura, retirada do livro de Deuteronómio (7, 6-11) a predileção pelo povo, não pela quantidade de pessoas, mas precisamente pela grandeza do amor de Deus:
Moisés falou ao povo dizendo: «Tu és um povo consagrado ao Senhor teu Deus; foi a ti que o Senhor teu Deus escolheu, para seres o seu povo entre todos os povos que estão sobre a face da terra. Se o Senhor Se prendeu a vós e vos escolheu, não foi por serdes o mais numeroso de todos os povos, uma vez que sois o menor de todos eles. Mas foi porque o Senhor vos ama e quer ser fiel ao juramento feito aos vossos pais, que a sua mão poderosa vos fez sair e vos libertou da casa da escravidão... Guardarás, portanto, os mandamentos, leis e preceitos que hoje te mando pôr em prática».
       O salmo 102 (103) acentua a bondade de Deus sobre aqueles que O amam.
       Na segunda leitura (1 Jo 4, 7-16), São João insiste no mandamento do amor, pelo qual conhecemos Deus, pelo qual Deus permanece em nós. Amar a Deus nos irmãos:
Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus; e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Assim se manifestou o amor de Deus para connosco: Deus enviou ao mundo o seu Filho Unigénito, para que vivamos por Ele. Nisto consiste o amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele que nos amou, e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados. Caríssimos, se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e em nós o seu amor é perfeito... Deus é amor: quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele.
       No Evangelho de São Mateus (11, 25-30), Jesus convida-nos para que vamos a Ele e n'Ele encontremos sentido e descanso para a nossa vida. O Seu Coração é manso e humilde, a todos nos interpela, porque a todos nos ama, sem medida, com todas as suas forças, com todo o AMOR do Pai que lhe absorve a vida por inteiro:
Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».
       Lembra-nos que só as pessoas de coração simples, pobre, humilde, poderão acolher o mistério que chega da eternidade.

Leituras e orações: Secretariado Nacional da Liturgia.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

São Josemaria Escrivá

Nota Biográfica:
       Nasceu em Barbasto (Espanha) em 1902 e foi ordenado sacerdote em 1925. No dia 2 de Outubro de 1928 fundou o Opus Dei que abriu na Igreja uma nova via para que homens e mulheres de todas as condições vivessem plenamente a sua vocação cristã, santificando as suas actividades no meio do mundo. O Opus Dei foi erigido como Prelatura Pessoal em 1982. A sua pregação e escritos contribuíram para que inumeráveis fiéis se tornassem conscientes da sua peculiar missão eclesial.
       Faleceu em Roma no dia 26 de Junho de 1975.
Oração (de colecta):
       Senhor, nosso Deus, que, na Igreja, escolhestes São Josemaria, sacerdote, para anunciar a vocação universal à santidade e ao apostolado, concedei-nos, por sua intercessão e exemplo, que, através do trabalho quotidiano, nos identifiquemos com Cristo, vosso Filho, e sirvamos com amor ardente a obra da Redenção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo...


São Josemaria Escrivá de Balaguer, Presbítero

Rumo à Santidade

Sentimo-nos tocados, com o coração a bater com mais força, quando ouvimos com toda a atenção este brado de S. Paulo: esta é a vontade de Deus: a vossa santificação. Hoje, mais uma vez o repito a mim mesmo e também o recordo a cada um e à Humanidade inteira: esta é a vontade de Deus, que sejamos santos. Para pacificar as almas com uma paz autêntica, para transformar a Terra, para procurar Deus Nosso Senhor no mundo e através das coisas do mundo, é indispensável a santidade pessoal. Chama cada um à santidade, pede amor a cada um: jovens e velhos, solteiros e casados, sãos e doentes, cultos e ignorantes, trabalhem onde quer que trabalhem, estejam onde quer que estejam. Há um único modo de crescer na familiaridade e na confiança com Deus: a intimidade da oração, falar com Ele, manifestar-Lhe – de coração a coração – o nosso afecto.
Primeiro uma jaculatória, e depois outra e outra... Até que parece insuficiente esse fervor, porque as palavras se tornam pobres...: e abrem-se as portas à intimidade divina, com os olhos postos em Deus sem descanso e sem cansaço. Vivemos então como cativos, como prisioneiros. Enquanto realizamos com a maior perfeição possível, dentro dos nossos erros e limitações, as tarefas próprias da nossa condição e do nosso ofício, a alma anseia escapar-se. Vai até Deus como o ferro atraído pela força do íman. Começa-se a amar Jesus de forma mais eficaz, com um doce sobressalto.
Mas não esqueçamos que estar com Jesus é seguramente encontrar-se com a sua Cruz. Quando nos abandonamos nas mãos de Deus, é frequente que Ele permita que saboreemos a dor, a solidão, as contradições, as calúnias, as difamações, os escárnios, por dentro e por fora: porque quer conformar-nos à Sua imagem e semelhança e permite também que nos chamem loucos e que nos tomem por néscios. Quando admiramos e amamos deveras a Santíssima Humanidade de Jesus, descobrimos, uma a uma, as suas Chagas. E nesses tempos de expiação passiva, penosos, fortes, de lágrimas doces e amargas que procuramos esconder, sentiremos necessidade de nos meter dentro de cada uma daquelas Feridas Santíssimas: para nos purificarmos, para nos enchermos de alegria com esse Sangue redentor, para nos fortalecermos.
O coração sente então a necessidade de distinguir e adorar cada uma das pessoas divinas. De certo modo, é uma descoberta que a alma faz na vida sobrenatural. E entretém-se amorosamente com o Pai e com o Filho e com o Espírito Santo; e submete-se facilmente à actividade do Paráclito vivificador, que se nos entrega sem o merecermos. As palavras tornam-se supérfluas, porque a língua não consegue expressar-se; o entendimento aquieta-se. Não se discorre, olha-se! E a alma rompe outra vez a cantar um cântico novo, porque se sente e se sabe também olhada amorosamente por Deus a toda a hora.
Com esta entrega, o zelo apostólico ateia-se, aumenta dia-a-dia – pegando esta ânsia aos outros – porque o bem é difusivo. Não é possível que a nossa pobre natureza, tão perto de Deus, não arda em desejos de semear no mundo inteiro a alegria e a paz, de regar tudo com as águas redentoras que brotam do lado aberto de Cristo, de começar e acabar todas as tarefas por Amor.
Que a Mãe de Deus e nossa Mãe nos proteja a fim de que cada um de nós possa servir a Igreja na plenitude da fé, com os dons do Espírito Santo e com a vida contemplativa.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Festa do Município de Tabuaço - São João Batista - 2014

       Festas sanjoaninas de Tabuaço.
       O Município de Tabuaço tem como Padroeiro, e como feriado municipal, São João Batista. O dia solene é a 24 de junho, com a celebração da Eucaristia e da Procissão com os Padroeiros das paróquias e de alguns povos.
       O espaço pastoral que nos está confiado: Paróquia de NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO de Tabuaço, paróquia de acolhimento, Paróquia de SÃO JOÃO BATISTA de Távora, Paróquia SANTA EUFÉMIA de Pinheiros, Paróquia de SÃO SALVADOR de Carrazedo, fizeram-se presente com os respetivos padroeiros e com pessoas que acompanharam de perto as respetivas imagens/andores.
Andor de Nossa Senhora da Conceição
Andor de São Salvador
Andor de Santa Eufémia
Andor de São João Batista

Pode ver o conjunto de imagens da Festa de São João Batista,
mas também as referentes a cada uma das Paróquias deste espaço pastoral:

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Tabuaço: Primeira Comunhão e Corpo de Deus - 2014

       Como habitualmente na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Tabuaço, celebração da Primeira Comunhão dos meninos do 3.º Ano de Catequese, no dia em que se celebra a grande Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus, popularmente reconhecida como Festa do Corpo de Deus. Este ano tivemos 10 meninos a comungarem pela primeira vez.
       Algumas fotos que ilustram vários momentos, ofertório, comunhão, ação de graças, procissão do Santíssimo, oferta de flores a Nossa Senhora, entrega de diplomas, para recordar e para viver no compromisso de fidelidade a Jesus Cristo.
Foto de Grupo
       Os 10 meninos, do 3. ano de Catequese (ordem alfabética): Cláudia Beatriz; Fábio Alexandre; Guilherme; Joana Filipa; João Miguel; João Pedro; João Rafael; Jorge Daniel; Leonor; Rita Alexandra. O Pároco. E as respetivas catequistas: Eva La Salette; Graça Ferraz e Ângela Teixeira.
Outras fotos e outros momentos:
Para outras fotografias visite a página da Paróquia de Tabuaço no Facebook.

sábado, 21 de junho de 2014

Compromisso e envio - 2014 - 9.º ano de Catequese

       Santa Missa com crianças, dedicada especialmente à catequese. 21 de junho: Festa do Compromisso e envio, 9º ano de catequese. Algumas das fotos da celebração, mormente o ato penitencial e ofertório (sal, luz e pão), e no momento de ação de graças, Pegadas na Areia.

ATO PENITENCIAL
– Jesus viu muita gente preocupada apenas em enriquecer, insensível às desigualdades sociais. A sua resposta foi viver pobre e denunciar o culto do dinheiro.
– Jesus viu muita gente que procurava o prestígio, as honras sociais, as vénias dos outros...e Jesus recomendou aos seus seguidores que se comportassem com simplicidade.
– Jesus viu muita gente agarrada ao poder e a exercê-lo despoticamente. E Ele não só fez da sua vida um serviço, como disse aos seus discípulos, que o maior é aquele que mais serve.
– Jesus viu gente desprezada e posta à margem da sociedade...mas Jesus não tem preconceitos, vai ao seu encontro, diz que para eles foi enviado e acolhe-os.
– Jesus viu muito egoísmo coração das pessoas que dava origem a uma sociedade cruel e anunciou uma única lei...o AMOR!
TODOS: "É com Jesus Cristo o nosso compromisso!"
OFERTÓRIO
– Senhor, num mundo sem alegria, queremos ser SAL, que dá um novo sabor à vida, tornando os homens mais felizes!
– Senhor, num mundo onde se multiplicam as trevas do mal, da mentira, queremos ser LUZ, que indica caminhos de felicidade. – Senhor, num mundo que avança para futuros sempre inesperados, queremos ser FERMENTO, que faz levedar um mundo segundo o projeto de Jesus Cristo e que torna os homens irmãos.
AÇÃO DE GRAÇAS
"Pegadas na areia" 
"Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que andava a passear na praia com o Senhor, e, no firmamento, passavam cenas da minha vida.
Após cada cena que passava, percebi que ficavam dois pares de pegadas na areia: um era meu e o outro era do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiados do meu viver. Isso aborreceu-me deveras e perguntei então ao Senhor:
– Senhor, Tu disseste-me que, uma vez que resolvi seguir-Te, Tu andarias sempre comigo, em todos os caminhos. Contudo, notei que durante as maiores atribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque é que, nas horas em que eu mais necessitava de Ti Tu me deixaste sozinha.
O Senhor respondeu-me:
– Minha querida filha, jamais te deixaria nas horas de prova e de sofrimento.
Quando viste na areia apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exatamente aí que peguei em ti ao colo".
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