sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Senhor, se quiseres, podes curar-me

       Estando Jesus em certa cidade, apareceu um homem cheio de lepra. Ao ver Jesus, caiu de rosto por terra e suplicou-Lhe: «Senhor, se quiseres, podes curar-me». Jesus estendeu a mão e tocou-lhe, dizendo: «Eu quero; fica curado». E imediatamente a lepra o deixou. Jesus ordenou-lhe que a ninguém o dissesse, mas acrescentou: «Vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela tua cura o que Moisés ordenou, para lhes servir de testemunho». Cada vez se divulgava mais a fama de Jesus e reuniam-se grandes multidões para O ouvirem e serem curados dos seus males. Mas Jesus costumava retirar-Se em lugares desertos para orar (Lc 5, 12-16).
       Ao longo da vida pública de Jesus, são muitos os encontros, muitos os gestos de atenção, delicadeza, de intervenção positiva a favor sobretudo dos mais desfavorecidos. Jesus encontra multidões que O seguem, O escutam, querem ser seus discípulos. Mas a multidão não é impessoal, não dilui o encontro com pessoas concretas, Jesus vê o coração, e a necessidade das pessoas, descobre-as entre a multidão. Muitas pessoas que se juntam a Jesus e de repente Ele para, traz para a luz os que estão apagados, nas trevas, com mazelas físicas, espirituais, psicológicas, e dá-lhes brilho, luz, paz, saúde, faz-lhes ver como são queridos, amados, que para Deus são tudo.
       As doenças são inevitáveis em organismos sujeitos às leis da natureza, da temporalidade e do espaço, mas é possível que mesmo no meio da dor e do sofrimento haja vida, e a pessoa se encontre consigo e com Deus. A cura é um desafio à fé. É a certeza que todas as pessoas contam. E, por outro lado, o compromisso de combater todo o mal que está ao nosso alcance combater...

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