sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O Reino de Deus está próximo...

       Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido e o mar já não existia. E vi descer do céu, de junto de Deus, a cidade santa, a nova Jerusalém, já preparada, qual noiva adornada para o seu esposo (Apo 20, 1-4.11  - 21,2).
       Jesus contou-lhes a seguinte parábola: «Reparai na figueira e nas restantes árvores. Quando começam a deitar rebentos, ao vê-los, ficais a saber que o Verão está próximo. Assim também, quando virdes essas coisas, conhecereis que o Reino de Deus está próximo. Em verdade vos digo: Não passará esta geração sem que tudo se cumpra. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar» (Lc 21, 29-33).

       O texto do Apocalipse continua a apresentar-nos a visão/revelação de São João. (Apocalipse = revelação). Anunciam-se tempos de dificuldade, grandes sinais contraditórios, grandes convulsões. Mas o texto sempre conclui com os tempos de salvação. São os novos céus e a nova terra que sofrem as dores da maternidade, mas que logo, ao darem à luz o tempo novo, trarão a alegria e a salvação de Deus.
       Por outro lado, Jesus, no Evangelho, utiliza uma linguagem semelhante, dizendo aos seus discípulos para se não alarmarem, pois o que está para acontecer é oportunidade de salvação, o Reino de Deus está próximo. Os sinais não são de desgraça, mas são sinais que falam da proximidade do Reino de Deus. O reino que se avizinha é um Reino de verdade, de justiça e de paz. Chega com o próprio Jesus Cristo, já está em ebulição. As palavras proféticas do Mestre dos Mestres são um desafio à confiança. Entretanto muitas coisas acontecerão, guerras, conflitos, destruição, morte, mas aqueles que perseverarem salvar-se-ão em Cristo Jesus.
       A Sua vinda é um encontro que nos redime, nos salva, nos insere na comunhão com Deus. Ele ilumina o nosso caminho e as nossas opções. As suas palavras elevam-nos até à eternidade. Por ora é tempo de colocarmos mãos à obra e transformarmos o mundo em que vivemos, cuja responsabilidade Deus nos concedeu.

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