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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Tabuaço: Padre Victor em concerto acústico

No dia 18 de novembro de 2017, a Paróquia de Tabuaço, no âmbito e de acordo com o seu Plano Pastoral Paroquial, promoveu um concerto acústico com o Padre Victor Silva, pároco de Samodães e de Avões, com a banda que o acompanhou, no Auditório do Centro de Promoção Social de Tabuaço.

Algumas imagens, em formato de videoporama, com dois temas musicais do último Álbum do Padre Victor, Faces:

sábado, 12 de novembro de 2016

Paróquia de Tabuaço: calendarização pastoral 2016-17

       D. António Couto, Bispo da mui e nobre Diocese de Lamego, a que pertencemos, tem insistido numa dinâmica missionária da Igreja diocesana, correspondendo ao mandato de Jesus, "IDE E ANUNCIAI O EVANGELHO A TODA A CRIATURA" (Mc 16, 15), à sensibilidade do Papa Francisco que deseja uma Igreja em saída, em busca da ovelha perdida, ou melhor, em busca das 99 ovelhas que estão fora, preferindo uma Igreja acidentada por sair que uma Igreja doente por estar centrada em si mesma.
       Ao longo dos anos, o envio missionário: IDE. O IR liberta-nos da autorreferecialidade, para nos centrarmos em Jesus Cristo. O discípulo é simultaneamente missionário. Na intuição da Teologia da Libertação ou Teologia da Salvação, compromisso refletido e assumido na América Latina, de onde é originário o Papa Francisco, a evangelização há de ser uma constante, de todo o cristão, de todas as comunidades, em todo o tempo. Foi o proceder de Jesus: vamos a outras povoações anunciar o Evangelho, foi para isto que Eu vim (cf. Mc 1, 38). São Paulo, que no dizer de Bento XVI é "modelo de cada evangelizador", rearfirma a cada passo a necessidade de evangelizar: "Ai de mim se não evangelizar" (1 Cor 9,16).
       Jesus vem da parte de Deus, vem da eternidade, faz-Se um de nós, um connosco. Traz-nos Deus. traz-nos o Céu. Traz-nos a Palavra de Deus. Melhor, Ele é a Palavra que Se faz carne. N'Ele a Palavra tem substância, consistência, tem Corpo, tem vida. Ele é a Palavra, a Sabedoria, o Rosto de Deus no meio dos homens.
       Desde o início do Seu pontificado que o Papa Francisco tem insistido na necessidade de ir às periferias não apenas geográficas mas também existenciais, como Jesus, ir ao encontro dos mais frágeis, dos pobres, dos excluídos, das comunidades e dos povos em maior dificuldade, distantes dos bens da criação, da cultura, da educação, do acesso aos cuidados de saúde. Quem está no centro e vive na comodidade corre o risco de se esquecer dos sofrimentos dos outros e das suas dificuldades. Daí a insistência reiterada no proceder de Jesus, em ser seus discípulos, imitando-O na preferência pelos mais desfavorecidos.
       Com efeito, Jesus fez-Se pobre para nos enriquecer com a Sua pobreza. Para fundamentar a Teologia da Libertação e para que esta não corresse o risco de se converter em mais uma ideologia ao lado de outras, o então Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação da Doutrina da Fé, durante a maior parte do pontificado de João Paulo II, apontou Jesus Cristo como a referência fundante da opção preferencial pelos pobres. Na verdade, Jesus Cristo encarnou, assumiu as dores da humanidade, as suas limitações. Como rezará Maria, no Magnificat, esse é o proceder de Deus, levantar os caídos, restituir a vida e a dignidade aos pobres, exaltar os humildes. O proceder de Jesus há de ser o nosso proceder. Somos Seus discípulos. Aprendamos d'Ele e com Ele. Convém que não nos coloquemos à Sua frente, escondendo-O atrás de nós ou pela opacidade da nossa vida, para que O transpareçamos, sejamos Suas testemunhas, como alerta o nosso Bispo na Carta Pastoral para este ano de 2016-2017.
       Os discípulos são missionários. Não à vez. Mas em simultâneo. O discípulo de Jesus Cristo, transparece-O, é missionário, é apóstolo. Também esta terminologia é muito latino-americana, visualizável sobretudo na Assembleia do Episcopado Latino Americano e Caribenho, em Aparecida, em 2007. Em Aparecida, estavam os dois últimos Papas, isto é, Bento XVI e o então Cardeal Jorge Mario Bergoglio, atual Papa Francisco. Bento XVI no discurso de Aparecida sanciona em definitivo a opção preferencial pelos mais pobres e o compromisso do discípulo missionário, mostrando que quanto mais próximo de Jesus for o discípulo tanto mais motivado para ser missionário. Não se compreende que existam discípulos que não sejam missionários, mas também não é possível missionários que não sejam (sempre) discípulos, aprendizes de Jesus e do Seu Evangelho de serviço, de perdão, de amor. O Cardeal Bergoglio foi o Relator Presidente desta Assembleia, com a sensibilidade latino-americana de acolher o contributo de todos e de promover uma evangelização, não a partir do exterior ou a partir de cima, mas a partir das bases. A libertação-salvação deve envolver todos, a começar por aqueles e aquelas que se encontram fragilizados, excluídos, à margem. Serão também agentes e atores do seus destino e não apenas destinatários ou espetadores.
       A Diocese de Lamego, sob o pontificado de D. António Couto, vive em dinâmica missionária, com a incidência em mais oração, mais formação, mais encontros, mais proximidade, escolas de vivência da fé, encontro com Jesus, tempos de reflexão e de confraternização. Uma Igreja de portas abertas, para quem sai ao encontro dos outros, para quem entra e para quem quer regressar. Igreja, Casa e Escola da Fé e do Evangelho, onde se constrói com mais amor a família de Deus, INDO e anunciando a todos, em todo o tempo, o Evangelho da Caridade e da Misericórdia.
       A Paróquia de Tabuaço, inserida nesta Diocese de São Sebastião de Lamego e no Arciprestado que engloba as Zonas Pastorais (concelhos) de Moimenta da Beira, Sernancelhe e Tabuaço, procurará responder aos desafios do nosso Bispo a toda a Diocese, comprometendo-nos todos com todos, INDO a toda a parte, anunciando o Evangelho sempre, em todas as circunstâncias. Comprometidos com a nossa identidade batismal, procuraremos valorizar os tempos de oração, continuar a aprofundar a vivência da fé, através de momentos de reflexão e de formação como as escolas da fé. No nosso Arciprestado, além da CAMINHADA DO ADVENTO E NATAL e da CAMINHADA DA QUARESMA E DA PÁSCOA, a iniciativa "UM SANTO MISSIONÁRIO POR MÊS", com a proposta de em cada mês apresentar um santo missionário, entregar uma pagela com o santo do mês, divulgar a sua biografia através das folhas dominicais, centrando as escolas da fé no testemunho do santo missionário do mês, deixando-se motivar e envolver, imitando os santos, ou melhor, imitando Jesus que transparece na santidade destes cristãos de todos os tempos.
       A comunidade paroquial, no seu tempo, é o primeiro agente de pastoral e de evangelização. É agente e destinatária. Depois cada batizado, cada grupo, catequese e catequistas, zeladoras da Igreja, associados do Apostolado de Oração, Conselhos Pastoral e para os Assuntos Económicos, Grupos corais, Grupo de Jovens e Grupo de Acólitos, Movimento da Mensagem de Fátima, Mordomas de Nossa Senhora da Conceição, Guias e Escuteiros da Europa, Ministros Extraordinários da Comunhão, Pároco, Seminarista. Através de diferentes meios e oportunidades, do Boletim Paroquial, do Boletim Dominical, páginas da Internet, celebrações, tempos de formação e/ou de oração, festas da Catequese, ano litúrgico no seu conjunto, coração a coração, passar a mensagem e a alegria do evangelho a quem encontramos, na família, na vizinhança, no local de trabalho, convidando, informando, desafiando, entregado a reflexão dominical, ou alertando para um convívio ou um festa. Tendo no Lar da Santa Casa um lugar de encontro para visitar e partilhar a vida da comunidade paroquial, a vivência da fé, o anúncio da alegria e da paz do Evangelho.
       Um dos momentos aglutinadores para a comunidade é e continuará a ser a Festa da Padroeira, Nossa Senhora da Conceição, a 8 de dezembro, com a NOVENA que a precede, em retiro aberto, este ano terá como pregador o Pe. Joaquim Proença Dionísio, Diretor da Voz de Lamego e Reitor do Seminário Maior de Lamego, mobilizando os grupos eclesiais, Bombeiros Voluntários e as autoridades autárquicas, a GNR...
       Para se envolver, participando, a CALENDARIZAÇÃO PASTORAL, com algumas datas, celebrações, momentos, já definidos. Tendo acesso à Internet, procure/a estar atento à página oficial (www.tbcparoquia.com) ou à página da Paróquia no Facebook (@tbcparoquia), ou inscrevendo-se no Grupo facebokkiano "Paroquianos". Indo à Missa, esteja/está atenta/o ao Boletim Dominical. Não indo, peça/pede que lho/to tragam.

Paróquia de Tabuaço: calendarização pastoral 2016-17

       D. António Couto, Bispo da mui e nobre Diocese de Lamego, a que pertencemos, tem insistido numa dinâmica missionária da Igreja diocesana, correspondendo ao mandato de Jesus, "IDE E ANUNCIAI O EVANGELHO A TODA A CRIATURA" (Mc 16, 15), à sensibilidade do Papa Francisco que deseja uma Igreja em saída, em busca da ovelha perdida, ou melhor, em busca das 99 ovelhas que estão fora, preferindo uma Igreja acidentada por sair que uma Igreja doente por estar centrada em si mesma.
       Ao longo dos anos, o envio missionário: IDE. O IR liberta-nos da autorreferecialidade, para nos centrarmos em Jesus Cristo. O discípulo é simultaneamente missionário. Na intuição da Teologia da Libertação ou Teologia da Salvação, compromisso refletido e assumido na América Latina, de onde é originário o Papa Francisco, a evangelização há de ser uma constante, de todo o cristão, de todas as comunidades, em todo o tempo. Foi o proceder de Jesus: vamos a outras povoações anunciar o Evangelho, foi para isto que Eu vim (cf. Mc 1, 38). São Paulo, que no dizer de Bento XVI é "modelo de cada evangelizador", rearfirma a cada passo a necessidade de evangelizar: "Ai de mim se não evangelizar" (1 Cor 9,16).
       Jesus vem da parte de Deus, vem da eternidade, faz-Se um de nós, um connosco. Traz-nos Deus. traz-nos o Céu. Traz-nos a Palavra de Deus. Melhor, Ele é a Palavra que Se faz carne. N'Ele a Palavra tem substância, consistência, tem Corpo, tem vida. Ele é a Palavra, a Sabedoria, o Rosto de Deus no meio dos homens.
       Desde o início do Seu pontificado que o Papa Francisco tem insistido na necessidade de ir às periferias não apenas geográficas mas também existenciais, como Jesus, ir ao encontro dos mais frágeis, dos pobres, dos excluídos, das comunidades e dos povos em maior dificuldade, distantes dos bens da criação, da cultura, da educação, do acesso aos cuidados de saúde. Quem está no centro e vive na comodidade corre o risco de se esquecer dos sofrimentos dos outros e das suas dificuldades. Daí a insistência reiterada no proceder de Jesus, em ser seus discípulos, imitando-O na preferência pelos mais desfavorecidos.
       Com efeito, Jesus fez-Se pobre para nos enriquecer com a Sua pobreza. Para fundamentar a Teologia da Libertação e para que esta não corresse o risco de se converter em mais uma ideologia ao lado de outras, o então Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação da Doutrina da Fé, durante a maior parte do pontificado de João Paulo II, apontou Jesus Cristo como a referência fundante da opção preferencial pelos pobres. Na verdade, Jesus Cristo encarnou, assumiu as dores da humanidade, as suas limitações. Como rezará Maria, no Magnificat, esse é o proceder de Deus, levantar os caídos, restituir a vida e a dignidade aos pobres, exaltar os humildes. O proceder de Jesus há de ser o nosso proceder. Somos Seus discípulos. Aprendamos d'Ele e com Ele. Convém que não nos coloquemos à Sua frente, escondendo-O atrás de nós ou pela opacidade da nossa vida, para que O transpareçamos, sejamos Suas testemunhas, como alerta o nosso Bispo na Carta Pastoral para este ano de 2016-2017.
       Os discípulos são missionários. Não à vez. Mas em simultâneo. O discípulo de Jesus Cristo, transparece-O, é missionário, é apóstolo. Também esta terminologia é muito latino-americana, visualizável sobretudo na Assembleia do Episcopado Latino Americano e Caribenho, em Aparecida, em 2007. Em Aparecida, estavam os dois últimos Papas, isto é, Bento XVI e o então Cardeal Jorge Mario Bergoglio, atual Papa Francisco. Bento XVI no discurso de Aparecida sanciona em definitivo a opção preferencial pelos mais pobres e o compromisso do discípulo missionário, mostrando que quanto mais próximo de Jesus for o discípulo tanto mais motivado para ser missionário. Não se compreende que existam discípulos que não sejam missionários, mas também não é possível missionários que não sejam (sempre) discípulos, aprendizes de Jesus e do Seu Evangelho de serviço, de perdão, de amor. O Cardeal Bergoglio foi o Relator Presidente desta Assembleia, com a sensibilidade latino-americana de acolher o contributo de todos e de promover uma evangelização, não a partir do exterior ou a partir de cima, mas a partir das bases. A libertação-salvação deve envolver todos, a começar por aqueles e aquelas que se encontram fragilizados, excluídos, à margem. Serão também agentes e atores do seus destino e não apenas destinatários ou espetadores.
       A Diocese de Lamego, sob o pontificado de D. António Couto, vive em dinâmica missionária, com a incidência em mais oração, mais formação, mais encontros, mais proximidade, escolas de vivência da fé, encontro com Jesus, tempos de reflexão e de confraternização. Uma Igreja de portas abertas, para quem sai ao encontro dos outros, para quem entra e para quem quer regressar. Igreja, Casa e Escola da Fé e do Evangelho, onde se constrói com mais amor a família de Deus, INDO e anunciando a todos, em todo o tempo, o Evangelho da Caridade e da Misericórdia.
       A Paróquia de Tabuaço, inserida nesta Diocese de São Sebastião de Lamego e no Arciprestado que engloba as Zonas Pastorais (concelhos) de Moimenta da Beira, Sernancelhe e Tabuaço, procurará responder aos desafios do nosso Bispo a toda a Diocese, comprometendo-nos todos com todos, INDO a toda a parte, anunciando o Evangelho sempre, em todas as circunstâncias. Comprometidos com a nossa identidade batismal, procuraremos valorizar os tempos de oração, continuar a aprofundar a vivência da fé, através de momentos de reflexão e de formação como as escolas da fé. No nosso Arciprestado, além da CAMINHADA DO ADVENTO E NATAL e da CAMINHADA DA QUARESMA E DA PÁSCOA, a iniciativa "UM SANTO MISSIONÁRIO POR MÊS", com a proposta de em cada mês apresentar um santo missionário, entregar uma pagela com o santo do mês, divulgar a sua biografia através das folhas dominicais, centrando as escolas da fé no testemunho do santo missionário do mês, deixando-se motivar e envolver, imitando os santos, ou melhor, imitando Jesus que transparece na santidade destes cristãos de todos os tempos.
       A comunidade paroquial, no seu tempo, é o primeiro agente de pastoral e de evangelização. É agente e destinatária. Depois cada batizado, cada grupo, catequese e catequistas, zeladoras da Igreja, associados do Apostolado de Oração, Conselhos Pastoral e para os Assuntos Económicos, Grupos corais, Grupo de Jovens e Grupo de Acólitos, Movimento da Mensagem de Fátima, Mordomas de Nossa Senhora da Conceição, Guias e Escuteiros da Europa, Ministros Extraordinários da Comunhão, Pároco, Seminarista. Através de diferentes meios e oportunidades, do Boletim Paroquial, do Boletim Dominical, páginas da Internet, celebrações, tempos de formação e/ou de oração, festas da Catequese, ano litúrgico no seu conjunto, coração a coração, passar a mensagem e a alegria do evangelho a quem encontramos, na família, na vizinhança, no local de trabalho, convidando, informando, desafiando, entregado a reflexão dominical, ou alertando para um convívio ou um festa. Tendo no Lar da Santa Casa um lugar de encontro para visitar e partilhar a vida da comunidade paroquial, a vivência da fé, o anúncio da alegria e da paz do Evangelho.
       Um dos momentos aglutinadores para a comunidade é e continuará a ser a Festa da Padroeira, Nossa Senhora da Conceição, a 8 de dezembro, com a NOVENA que a precede, em retiro aberto, este ano terá como pregador o Pe. Joaquim Proença Dionísio, Diretor da Voz de Lamego e Reitor do Seminário Maior de Lamego, mobilizando os grupos eclesiais, Bombeiros Voluntários e as autoridades autárquicas, a GNR...
       Para se envolver, participando, a CALENDARIZAÇÃO PASTORAL, com algumas datas, celebrações, momentos, já definidos. Tendo acesso à Internet, procure/a estar atento à página oficial (www.tbcparoquia.com) ou à página da Paróquia no Facebook (@tbcparoquia), ou inscrevendo-se no Grupo facebokkiano "Paroquianos". Indo à Missa, esteja/está atenta/o ao Boletim Dominical. Não indo, peça/pede que lho/to tragam.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Colégio de Arciprestes e novo Ano Pastoral

terça-feira, 4 de março de 2014

Quaresma 2014: Mensagem de D. António Couto

IDE ATÉ AO CORAÇÃO DE DEUS E DOS IRMÃOS

       1. Na sua mensagem para esta Quaresma, o Papa Francisco convida-nos a acolher Jesus que, por amor, se fez nosso irmão, descendo ao nosso nível, para nos entregar o amor, a paz, a alegria, a fraternidade e a verdade. Por isso, veio ter connosco. De longe e do alto, só nos podia atirar dinheiro, mas não nos enriquecia. Não tocava nem sarava as nossas feridas, não lavava os nossos pés, não afagava o nosso coração, não tornava mais divina a nossa humanidade. Ele, que é o «rosto humano de Deus e o rosto divino do homem» (Ecclesia in America [1999], n.º 67), desceu ao nosso mundo, fez-se pobre, caminhou e caminha connosco, no meio de nós, para nos enriquecer com a sua pobreza (2 Coríntios 8,9).

       2. Mas como Jesus não veio apenas ao meu encontro para só a mim se entregar por amor e só em mim fazer nascer o amor, mas veio ao encontro de todos e a todos se entregou por amor, então a minha fé é verificada pelo meu amor a Deus e a todos os meus irmãos amados por Deus. Diz bem o Apóstolo: «Quem não ama o seu irmão, que bem vê, não pode amar a Deus, que não vê» (1 João 4,20).

       3. E o Apóstolo insiste em pôr diante dos nossos olhos esta chave de verificação: «Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama, permanece na morte» (1 João 3,14). A verdadeira morte não é então o termo da vida, mas aquilo que, desde o princípio, impede de nascer: o não acolhimento do Deus que vem por amor e por amor se faz pobre, para, por amor, fazer nascer em nós o amor e novas e impensáveis pautas de fraternidade.

       4. Sim, então o amor ou a caridade não cabem, longe disso, naquilo que habitualmente designamos por solidariedade ou ajuda humanitária. O amor ou a caridade desborda sempre dessas realidades, e impele-nos ao anúncio do Evangelho, que é «a primeira caridade» (Evangelii Gaudium [2013], n.º 199; Novo millennio ineunte [2001], n.º 50) e «o primeiro serviço que a Igreja pode prestar ao homem e à humanidade inteira» (Redemptoris missio [1990], n.º 2), e que consiste em mostrar este Deus que vem por amor ao nosso encontro, para nos servir o amor e fazer nascer em nós, como resposta, o serviço humilde, próximo e dedicado do amor.

       5. Por isso, o tempo da Quaresma é um tempo diferente e um tempo em que devemos viver de frente, sem fugas, desculpas, meias-tintas, inverdades, meias-verdades ou mentiras. É tempo de ir até ao coração de Deus e dos irmãos. É tempo de entregarmos a Deus o nosso pó, a nossa cinza, que só Ele sabe transformar em amor (Génesis 2,7) e fazer-nos renascer como seus filhos verdadeiros, e, portanto, irmãos perfeitos no amor.
Toma em tuas mãos, Senhor,
A nossa terra ardida.
Beija-a.
Sopra nela outra vez o teu alento,
A tua aragem,
E veremos nela outra vez impressa a tua imagem.

Tu sabes bem, Senhor, que somos frágeis,
Mas que contigo por perto
Seremos fortes e ágeis,
Capazes de abrir estradas no deserto,
A céu aberto.
       6. Por isso e para isso, amados irmãos, insistentemente vos peço que deixeis que Deus renove a vossa vida. Frequentai os Sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação, que nos comunicam a vida divina, e são a nossa verdadeira terapia. Tornemos mais fundo e mais fecundo o caminho da nossa iniciação cristã, não o deixando cair nunca na vala da finalização cristã!
       7. Aos sacerdotes peço encarecidamente que se entreguem à oração e convoquem as comunidades para a oração, para a escuta atenta e qualificada da Palavra de Deus, para a Eucaristia, para a Reconciliação, para a prática da caridade. A todos peço uma maior dedicação ao exercício do sacramento da Reconciliação ou Penitência segundo as normas da Igreja, expressas em tempos recentes, por exemplo, na Misericordia Dei (2002). Que seja proporcionada a todos os fiéis a prática concreta da «confissão pessoal», evitando-se o recurso abusivo à «absolvição geral» ou «coletiva», que arrasta consigo «graves danos para a vida espiritual dos fiéis e para a santidade da Igreja».

       8. A Quaresma convida-nos a dilatar o nosso coração até às periferias do mundo, olhando com um olhar de graça por e para os nossos irmãos de perto e de longe. Façamos um exercício de verdade. Despojemo-nos, não apenas do que nos sobra, mas também do que nos faz falta. Dar o que sobra não tem a marca de Deus. Jesus não nos deu coisas, mas deu a sua vida por nós. O Papa Francisco lembra-nos que a nossa esmola, que é igual à caridade, se for verdadeira, tem de doer! E eu acrescento que tem de doer e de nos encher de alegria (Tobias 4,16). Como em anos anteriores, peço aos meus irmãos de todas as paróquias da nossa Diocese de Lamego para abrirmos o nosso coração a todos os que sofrem aqui perto e lá longe. Neste sentido, vamos destinar uma parte da nossa esmola quaresmal para o fundo solidário diocesano, para aliviar as dores dos nossos irmãos de perto que precisam da nossa ajuda. Olhando para os nossos irmãos de longe, vamos destinar outra parte do esforço da nossa caridade para as missões dos Missionários Combonianos no Sudão do Sul, onde a guerra civil já provocou mais de 10.000 mortos e 700.000 deslocados, e as dificuldades dos nossos irmãos atingem o indescritível. Esta finalidade da nossa Renúncia ou Caridade Quaresmal será anunciada em todas as Igrejas da nossa Diocese no Domingo I da Quaresma, realizando-se a Coleta no Domingo de Ramos na Paixão do Senhor.

       9. Com a ternura de Jesus Cristo, saúdo todas as crianças, jovens, adultos e idosos, catequistas, acólitos, leitores, salmistas, membros dos grupos corais, ministros da comunhão, membros dos conselhos económicos e pastorais, membros de todas as associações e movimentos, departamentos e serviços, todos os nossos seminaristas, todos os consagrados, todos os diáconos e sacerdotes que habitam e servem a nossa Diocese de Lamego ou estão ao serviço de outras Igrejas. Saúdo com particular afeto todos os doentes, carenciados e desempregados, e as famílias que atravessam dificuldades. Uma saudação muito especial a todos aqueles que tiveram de sair da sua e da nossa terra, vivendo a condição de emigrantes.

Na certeza da minha oração e comunhão convosco, a todos vos abraça o vosso bispo e irmão, António.

FONTE: página oficial da DIOCESE de LAMEGO - AQUI.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Plano Pastoral 2013.2014 - IDE e fazei discípulos

«Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos»
(Mt 28, 19-20).
        Após a Ressurreição, Jesus aparece aos seus discípulos e envia-os. Envia-nos.

Ide e fazei discípulos.

       Nunca deixamos de ser discípulos, alunos, aprendizes de Jesus Cristo. Simultaneamente, a missão de comunicar a alegria que recebemos. Ilustrativo o encontro de Maria com Isabel: “Logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio” (Lc 1, 44). Quem recebe a Boa Notícia, não pode fazer outra coisa senão passá-la ao próximo.
http://www.tbcparoquia.com/dlds/calendario_2013-2014.pdf

Ide e fazei discípulos.

       É uma tarefa de sempre. Como os discípulos da primeira hora, temos de viver Jesus, deixando que Ele nos fale e atue em nós, pelo Espírito Santo. Logo nos tornamos mensageiros do Seu amor, da Boa Notícia da salvação.
       Refere São Paulo: “se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar!” (1Cor 9,16).
       O Papa Francisco, em vésperas da Sua eleição, já convocava a Igreja para sair a levar esta boa notícia a todos os recantos: “Evangelizar supõe na Igreja a "parresia" [coragem, entusiasmo] de sair de si mesma. A Igreja está chamada a sair de si mesma e ir para às periferias, não só as geográficas, mas também as periferias existenciais: as do mistério do pecado, as da dor, as da injustiça, as da ignorância e da indiferença religiosa, as do pensamento, as de toda a miséria… Quando a Igreja não sai de si mesma para evangelizar torna-se autorreferencial e então adoece… A Igreja, quando é autorreferencial, sem se aperceber, julga que tem luz própria, deixa de ser o mysterium lunae [mistério da lua]… [que o próximo Papa] …ajude a Igreja a sair de si para as periferias existenciais, que a ajude a ser a mãe fecunda que vive da “doce e reconfortante alegria de evangelizar”.
       O nosso Bispo, D. António Couto, na Carta Pastoral que enforma o ano pastoral e o lema que enquadra a vivência da fé neste chão da Diocese de Lamego, sublinha algumas prioridades, algumas delas constantes: primado da graça; vida de oração; proximidade; amor; Igreja como casa aberta a todos, dando também continuidade ao lema pastoral do ano anterior, "Vamos juntos construir a Casa da Fé e do Evangelho"; missão evangelizadora/missionária da Igreja; acolhimento do Evangelho com alegria, para o comunicar por palavras e com a vida; formação de cristãos conscientes e empenhados.
“Santa Maria, Mãe da Igreja e nossa Mãe, Senhora dos Remédios e de Fátima, [Virgem da Conceição], ícone do primado da graça e da oração, do serviço humilde que gera laços de comunhão e de missão, sê nossa companheira nos caminhos que agora nos propomos percorrer para sabermos melhor levar Cristo aos nossos irmãos e os nossos irmãos a Cristo.
Que Deus nos abençoe e nos guarde,
Que nos acompanhe, nos acorde e nos incomode,
Que os nossos pés calcorreiem as montanhas,
Cheios de amor e de alegria,
Que a tua Palavra nos arda nas entranhas,
E nos ponha no caminho de Maria”.
          (D. António Couto, Carta Pastoral, 24.11.2014)

       O IDE pressupõe o estar com Jesus, alimentar-se d’Ele, escutando a Sua Palavra, acolhendo a Sua mensagem, procurando imitá-l’O nas Suas obras. Deixemo-nos atrair por Jesus, identificando-nos com a Sua vontade e o Seu projeto de conciliação e amor, para depois nos deixarmos fazer ENVIADOS, na expressão do Papa Francisco, sermos verdadeira e simultaneamente discípulos missionários. IDE E FAZEI DISCÍPULOS…

       Pode fazer o download da calendarização pastoral da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição:

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Lamego 2014: Carta Pastoral de D. António Couto

       No Encerramento do Ano da Fé, Dia da Igreja Diocesana de Lamego, Solenidade de Cristo Rei Senhor do Universo, no passado dia 24 de novembro de 2013, o nosso Bispo, D. António Couto, deu a conhecer a toda a Diocese a Sua CARTA PASTORAL para enquadrar o novo Ano Pastoral e o tema que o engloba: IDE E FAZEI DISCÍPULOS.
http://www.tbcparoquia.com/dlds/Carta_Pastoral2014_D.Antnio_J_R_Couto.pdf
        Inicia a mesma com uma citação da Constituição Dogmática, Lumen Gentium (9): «Aprouve a Deus salvar e santificar os homens, não individualmente, excluída qualquer ligação entre eles, mas constituindo-os em povo». Segue o enquadramento bíblico. Eis a página do Evangelho:
«Então os Onze Discípulos partiram para a Galileia, para o monte que lhes tinha ordenado Jesus. E vendo-o, adoraram-no; alguns deles, porém, duvidaram.
E aproximando-se, Jesus falou-lhes, dizendo: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Indo, pois, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a observar todas as coisas que vos ordenei. E eis que Eu convosco Sou todos os dias até ao fim do mundo”» (Mateus 28,16-20).
       A Carta sublinha prioridades, algumas delas constantes: primado da graça; vida de oração; proximidade; amor; Igreja como casa aberta a todos, dando também continuidade ao lema pastoral do ano anterior, "Vamos juntos construir a Casa da Fé e do Evangelho"; missão evangelizadora/missionária da Igreja; acolhimento do Evangelho com alegria, para o comunicar por palavras e com a vida; formação de cristãos conscientes e empenhados.
       O melhor mesmo é dedicar um tempo a ler, a reler, a meditar, a refletir e mastigar as palavras de D. António, para que depois se assume a beleza, a alegria e o compromisso de fidelidade a Jesus Cristo e ao Seu evangelho de perdão e de amor.

Para LER a CARTA PASTORAL:

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Editorial Voz Jovem - Ide e fazei discípulos

       Enquanto aguardámos o lançamento do Ano Pastoral 2013/2014, e a publicação da CARTA PASTORAL de D. António Couto, nosso Bispo, propomos a reflexão que se segue, introduzindo a temática sobre a qual incidirá o próximo Plano Pastoral da Diocese de Lamego - Ide e fazei discípulos.
       Decorre, de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013, solenidade do Cristo Rei e, na nossa Diocese, Dia da Igreja Diocesana, o ANO DA FÉ no qual procuramos acolher, traduzir, viver sob o lema pastoral: [Com MARIA] Vamos juntos construir a Casa da Fé e do Evangelho.
       O lema aglutinador enquadra o ano da Fé e a inevitabilidade da Nova Evangelização, com uma linguagem mais acessível e vivência mais autêntica da Fé, redescobrindo a beleza do Evangelho, deixando-se preencher pela alegria da salvação, tornando-se testemunha, em palavras e gestos, do amor de Jesus Cristo.
       O lema aponta para um movimento, que não tem fim, com a finalidade de edificar a Igreja como Casa onde todos cabem, para onde todos são chamados, onde a Fé e o Evangelho são alimento para a vida quotidiana. Uma CASA com ramificações em todas as casas, em todas as famílias, e em todas as dimensões da vida, como refere o nosso Bispo, D. António, na Carta Pastoral.
       A Casa está em construção permanente. Jesus é a pedra angular. Sólidos alicerces: a graça de Deus, a Palavra, os Sacramentos, a vida em comunidade. Somos pedras vivas deste edifício. As portas estão escancaradas, para ACOLHER e para PARTIR ao encontro dos outros.
       No início de pontificado, em 22 de outubro de 1978, o Papa João Paulo II lançava um desafio aos jovens e extensível a toda a Igreja: “Não, não tenhais medo! Antes, procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo!”
        Bento XVI, no início do seu pontificado, a 24 de abril de 2005, renovava o apelo: “Quem deixa entrar Cristo não perde nada, nada do que torna a vida livre, bela e grande. Não! Só nesta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta. Queridos jovens: Não tenhais medo de Cristo! Ele não tira nada, concede tudo. Quem se dá a Ele, recebe cem por um. Sim, abri, escancarai as portas a Cristo – e encontrareis a verdadeira vida”.
       Na Jornada Mundial da Juventude, na Alemanha, acentua a interpelação: “Atrevei-vos a colocar os vossos talentos e dons ao serviço do Reino de Deus... tende a ousadia de ser santos brilhantes, em cujos olhos e corações reluz o amor de Cristo, levando assim a luz ao mundo…”
        «Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28, 19-20).
       Após a Ressurreição, Jesus aparece aos seus discípulos e envia-os. Envia-nos.
       Ide e fazei discípulos.
       Nunca deixamos de ser discípulos, alunos, aprendizes de Jesus Cristo. Simultaneamente, a missão de comunicar a alegria que recebemos. Ilustrativo o encontro de Maria com Isabel: “Logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio” (Lc 1, 44). Quem recebe a Boa Notícia, não pode fazer outra coisa senão passá-la ao próximo.
       Ide e fazei discípulos.
       É uma tarefa de sempre. Como os discípulos da primeira hora, temos de viver Jesus, deixando que Ele nos fale e aja através de nós, pelo Espírito Santo. Logo nos tornamos mensageiros do Seu amor, da Boa Notícia da salvação.
       São Paulo deixou o mote: “se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar!” (1 Cor 9, 16).
       O Papa Francisco, em vésperas da Sua eleição, já convocava a Igreja para sair a levar esta boa notícia a todos os recantos: “Evangelizar supõe na Igreja a "parresia" [coragem, entusiasmo] de sair de si mesma. A Igreja está chamada a sair de si mesma e ir para às periferias, não só as geográficas, mas também as periferias existenciais: as do mistério do pecado, as da dor, as da injustiça, as da ignorância e da indiferença religiosa, as do pensamento, as de toda a miséria… Quando a Igreja não sai de si mesma para evangelizar torna-se autorreferencial e então adoece… A Igreja, quando é autorreferencial, sem se aperceber, julga que tem luz própria, deixa de ser o mysterium lunae [mistério da lua]… [que o próximo Papa] …ajude a Igreja a sair de si para as periferias existenciais, que a ajude a ser a mãe fecunda que vive da “doce e reconfortante alegria de evangelizar”.
       Estão a decorrer as Avalanches da Fé, uma proposta de D. António Couto, para percorrer todo o chão da Diocese de Lamego, levando Jesus Cristo, com o entusiasmo e a alegria dos jovens, a todas as pessoas e realidades envolventes. A perspetiva entra já neste novo ano pastoral: IDE E FAZEI DISCÍPULOS…

domingo, 16 de dezembro de 2012

Escola da Fé - CREIO EM JESUS CRISTO - Pe. Giroto

       No dia 14 de dezembro, sexta-feira, no Centro Paroquial de Tabuaço, mais um tempo de formação, encontro, reflexão, testemunho de fé e de vida, desta feita com o Pe. António Jorge Giroto.
       Depois da temática - Creio em Deus Pai -, este encontro versava sobre a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.
          O ponto de partida foi o poema de José Régio que se segue:

Ignoto Deo

Desisti de saber qual é Teu nome,
Se tens ou não tens nome que Te demos,
Ou que rosto é que toma, se algum tome,
Teu Sopro tão além de quanto vemos. 
Desisti de Te amar, por mais que a fome
Do Teu amor nos seja o mais que temos,
E empenhei-me em domar, nem que os não dome,
Meus, por Ti, passionais e vãos extremos. 
Chamar-Te amante ou pai…, grotesco engano
Que por demais tresanda a gosto humano!
Grotesco engano o dar-te forma! E enfim, 
Desisti de Te achar no quer que seja,
De Te dar nome, rosto, culto, ou igreja…
— Tu é que não desistirás de mim!
José Régio, Biografia

       Sempre numa toada de grande familiaridade, o Pe. Giroto, servindo-se de alguns documentos importantes paras os cristãos - a Bíblia, o Catecismo da Igreja Católica, os documentos do Vaticano II e um ou outro estudo - ajudou-nos a aprofundar a fé em Jesus Cristo, numa lógica de compromisso com o tempo presente. Numa belíssima imagem, baseando-se no texto dos Atos dos Apóstolos, em que Pedro e João não dão moedas mas pegam pela mão um paralítico e falam-lhe de Jesus... assim também nós, que estamos coxos, precisamos de nos levantar, saltar, dançar, indo à procura de Jesus onde O poderemos encontrar...
       Dentro deste espaço de formação, houve também tempo para perguntas, em jeito de partilha. E uma das questões presentes - como fazer? Desde que nos levantamos, todas as horas que temos pela frente é para viver ao jeito de Jesus Cristo.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Escola da Fé - momentos de oração - Pe. Sousa Lara

       No ANO DA FÉ, e a prosseguir em anos posteriores, uma proposta de formação/reflexão/oração/convívio para pessoas motivadas e a motivar para aprofundar mais a fé, partilhar a vida, reforçar laços de amizade, promover a aproximação de todos, seguindo a ideia de D. António Couto, Bispo de Lamego, e abrindo a ESCOLA DA FÉ. Para já uma aula por mês, no Centro Paroquial de Tabuaço. O primeiro encontro, seguindo o CREDO, no dia 16 de outubro, com o Pe. Ricardo Barroco, centrou-se em Creio em Deus Pai. Foi mais formativo.
       O segundo encontro, no dia 18 de novembro, com o Pe. Duarte Sousa Lara, dedicado sobretudo à oração, louvor, ação de graças, prece, com momentos para cânticos, para leitura/escuta de uma passagem da Bíblia, partilha de experiência, reflexão, exposição e bênção do Santíssimo Sacramento. Um momento de graça.
       Ficam algumas imagens.

Para ver outras imagens da Escola da Fé visite a página da

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Editorial Boletim Voz Jovem - outubro 2012

       No fim de semana de 13 e 14 de outubro iniciámos o ANO DA FÉ na nossa comunidade paroquial, tendo sido inaugurado no Vaticano, pelo Papa Bento XVI, no dia 11 de outubro, 50.º aniversário da abertura do Concílio Ecuménico Vaticano II e 20.º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica, durante a XIII assembleia ordinária do Sínodo dos Bispos, entre 7 e 28 de outubro, sobre a “Nova evangelização para o transmissão da fé cristã”, no qual participa D. António Couto.
       Ao lema pastoral proposto pelo nosso Bispo, acrescentámos, como sufixo, a companhia de Maria. É a nossa padroeira. Será sempre a referência fundamental deste pedaço de Igreja em Tabuaço, sabendo que a Festa da Imaculada Conceição é um dos momentos mais extraordinários de vivência comunitária da fé cristã, com a novena e o dia da festa, com a solene Eucaristia e a Procissão por algumas das ruas da nossa paróquia. É nossa padroeira. É padroeira de Portugal. É padroeira/madrinha dos Bombeiros Voluntários de Tabuaço.
       Sem grande esforço concluímos que Ela sempre caminha connosco, aponta-nos para Jesus Cristo, Seu Filho – Fazei o que Ele vos disser –, é-nos dada por Mãe, somos-lhe entregues como filhos, no alto da Cruz – Eis o teu filho, eis a tua Mãe – (Jo 19, 26-27). Se até ao momento da Cruz, Maria é Mãe de Jesus e modelo de acolhimento da vontade de Deus, depois da morte e ressurreição Ela torna-se a Mãe de todos os crentes, guardiã da esperança e da unidade. É à volta da Mãe que os apóstolos perseveram unidos à espera do Messias morto, e que voltará. Sem Ela seria o descalabro. Desta hora em diante, como discípulos amados do Senhor, levemo-l’A connosco, para casa, para a vida. Deixemos que Ela nos envolva e nos invada com o Seu olhar de Mãe. Fixemo-nos, como Ela, no olhar de Jesus. Vivamos, como Ela, alimentados pelo Espírito de Deus. Confiemos, como Ela, em Deus que é Pai, ainda que vivamos momentos dolorosos.
       Vamos juntos construir… Depois da Visita Apostólica de Bento XVI a Portugal, a Conferência Episcopal lançou um desafio: “Repensar juntos a Pastoral da Igreja em Portugal”. Diz o nosso Bispo, D. António Couto, na Carta Pastoral que nos é dirigida, e a toda a Diocese de Lamego:
“Convoco todos os Padres e toda a Diocese para abrirmos de par em par as portas da escuta qualificada da Palavra de Deus, da formação, da fração do pão, da comunhão e da oração. Escolas de fé, acolhimento, formação da fé, vivência e transmissão da fé constituem o grito que mais se levantou no chão eclesial aquando da auscultação das pessoas no processo sinodal «Repensar juntos a Pastoral da Igreja em Portugal» (n.º 8).
       E juntos vamos construir uma CASA comum, a Casa da Fé e do Evangelho, procurando que cada coração e cada família, cada grupo e cada comunidade, sejam extensão da Casa da Fé e do Evangelho, melhor, sejam parte integrante, ramificações do CORAÇÃO de Jesus que pulsa em nós.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Tabuaço: Plano Pastoral Paroquial

       O Papa Bento XVI propõe a toda a Igreja a vivência do ANO DA FÉ, com início no dia 11 de outubro de 2012, 50.º aniversário do início do Concílio Vaticano II e 20.º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica, e com o seu termo no dia 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo REI do Universo.
       Cada Diocese procurará responder ao desafio do Bento XVI, enquadrando o ANO da FÉ nos planos pastorais respetivos.
       A DIOCESE de LAMEGO, enquadra o Ano da Fé, a Nova Evangelização, sendo que o nosso Bispo é o respondável da Comissão Epsicopal da Nova Evangelização, partindo do projeto sinodal que a Conferência Episcopal preconiza: "Repensar juntos a Pastoral da Igreja em Portugal". Para este efeito D. António Couto publicou a Sua primeira CARTA PASTORAL, onde faz o enquadramento da proposta à Diocese: VAMOS JUNTOS CONSTRUIR A CASA DA FÉ E DO EVANGELHO.
“Convoco todos os Padres e toda a Diocese para abrirmos de par em par as portas da escuta qualificada da Palavra de Deus, da formação, da fração do pão, da comunhão e da oração. Escolas de fé, acolhimento, formação da fé, vivência e transmissão da fé constituem o grito que mais se levantou no chão eclesial aquando da auscultação das pessoas no processo sinodal «Repensar juntos a Pastoral da Igreja em Portugal» (n.º 8).
       Na paróquia Nossa Senhora da Conceição, acrescentamos uma nuance à proposa de D. António Couto, propondo a referência fundamental de Nossa Senhora, como Padroeira e guia e intercessora:

COM MARIA VAMOS JUNTOS CONSTRUIR A CASA DA FÉ E DO EVANGELHO

       Abaixo poderá fazer o download da calendarização das atividades pastorais da paróquia, na aberura para Diocese de Lamego e suas atividades.
 
Faça o donwload da calendarização pastoral paroquial: AQUI - FORMATO PDF
ou clique sobre as imagens

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Editorial Voz Jovem - maio 2012

       A comunidade de Jerusalém é modelar, ainda hoje, ou sobretudo hoje, para as comunidades cristãs. “Eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fração do pão e às orações… Todos os crentes viviam unidos e possuíam tudo em comum… Como se tivessem uma só alma, frequentavam diariamente o templo, partiam o pão em suas casas e tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração” (Atos 2, 42-47).
       A descrição dá-nos uma ideia da vivacidade dos crentes e das relações solidárias e fraternas entre todos. Funcionam a um só coração, voltados para Jesus Cristo e para a Sua postura de amor, de entrega, de inclusão.
       A partir desta descrição, nestes meses de maio e de junho, mas solidificando o que deve ser sempre a comunidade dos cristãos, sublinhamos três realidades essenciais na vivência da nossa fé e no compromisso com os outros.
       A oração é o ponto de partida e de chegada da nossa fé. Há de ser o nosso alimento. O paradigma é Jesus Cristo. Sempre que se aproximam ocasiões decisivas, Ele afasta-Se para rezar, para escutar a Deus, Seu e nosso Pai. Este afastamento é físico mas não espiritual, pois pela oração tornamo-nos mais próximos uns dos outros. Se todos estamos unidos a Deus nem a realidade espácio-temporal inibe a nossa cumplicidade, a nossa comunhão.
       Por outro lado, há de ser na oração que descobrimos a alegria de sermos cristãos, filhos amados de Deus, abrindo a nossa mente e o nosso coração para acolhermos o Espírito Santo na força da Sua luz e da Sua graça santificante.
       Como fácil se conclui, a oração não nos isola, não nos desliga do mundo das pessoas. Ao invés, a oração une-nos mais radicalmente aos outros e ao mundo. A oração reenvia-nos na missão de testemunharmos a todos e em toda a parte o amor de Deus que experimentamos em nossas vidas, ainda que em momentos de sofrimento, de solidão e de doença, tenhamos mais dificuldade em expressar a alegria e a confiança no Deus da Vida e do Amor, do Encontro e da Festa. 
       Em Jesus, Deus faz-nos para sempre partícipes da Sua vida. Somos filhos no Filho. Somos herdeiros da vida eterna. Somos raça de Deus, portamos em nós as marcas do amor divino. No código de barras, que é cada um de nós, pode ler-se a pertença a Deus, a nossa origem, o nosso chão seguro, a casa do nosso conforto, da nossa confiança. É o amor maior. Somos habitação de Deus. Jesus, o rosto do Pai, e nós, o rosto de Cristo, que nos mostra os sinais da Sua paixão, as marcas do amor que nos devota. O amor que O leva a estender os braços na Cruz, é o mesmo Amor que se desprende da Cruz e nos abraça, terna e longamente. Da Sua à nossa Ressurreição. Até à eternidade.
       Se cada um é filho de Deus, somos todos irmãos. Comunidade. Família. Não são já os laços de sangue que nos identificam com os outros, mas os laços do amor de Deus em nós. A oração provoca-nos para a missão, com o fito de estreitarmos a comunhão entre todos, coração a coração, como repetidamente nos diz o nosso Bispo.
       Não bastam espaços físicos de encontro, é imperioso que nos encontremos nos sentimentos, nas emoções, nas alegrias e nas tristezas, fazendo da Igreja casa de todos e fazendo com que em cada casa brilhe a luz do Evangelho e da fé em Cristo Jesus. Como no princípio, na comunidade de Jerusalém, bata em nós o coração de Jesus.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dia da Igreja Diocesana de Lamego - programa Ecclesia

       Programa ECCLESIA, na RTP 2, no dia de ontem, com três assuntos principais: Viagem Apostólica de Bento XVI a Benim; o novo Bispo de Lamego, D. António Couto, com reportagem no Dia da Igreja Diocesana de Lamego, no passado dia 20 de novembro, com a apresentação do Plano Pastoral da Diocese para o ano de 2011/2012; ordenação do novo Bispo Auxiliar de Lisboa, D. Nuno Brás; apresentação da Campanha "10 Milhões de Estrelas - Um Gesto pela Paz", voltado para a Somália:

domingo, 9 de outubro de 2011

Primeiro dia de Catequese e do Ano Pastoral

       Outubro é o mês de retomar a Catequese Paroquial, bem assim como as diversas actividades e celebrações que dinamizam a vida da paróquia.
 
 
 
       Sábado, 8 de Outubro, voltámos em força ao Centro Paroquial , para num ambiente de festa e alegria nos sentirmos mais próximos uns dos outros. Os jovens, com as catequistas, ajudaram a ambientar os que vieram pela primeira ve, mas também todos os outros, para que o regresso pudesse ser apreciado por todos. Depois de uma parte mais recreativa, a celebração da Eucaristia, parte integrante da Catequese, ou, dito de outra forma, a catequese procura levar o cristão à Eucaristia, e da Eucaristia nasce a melhor e mais autêntica catequese, como vivência, como anúncio, como testemunho de que Jesus Cristo vive em nós, no meio de nós, e Se nos dá na Palavra proclamada e no Pão repartido.
 
       No final do dia, pelas 21h00, reunião com os diversos grupos paroquiais para programar os diversos tempos pastorais, reflectindo sobre a vida comunitária e os momentos mais marcantes ao longo do ano pastoral que agora se inicia. 

       Abaixo as fotos em formato de vídeo do primeiro dia de Catequese, tendo por música de fundo a bonita canção da Fraternidade Verbum Dei, Passo a Passo, Grão a Grão.
Para ver todas as fotos do Primeiro dia da catequese, para lá do vídeo, pode aceder ao facebook.

domingo, 2 de outubro de 2011

Jovens de Tabuaço em Alvite, com SDPJ Lamego

       No início do ano pastoral, o SDPJ de Lamego (Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil) preparou e levou a efeito um encontro de oração, reflexão e convívio, em Alvite, no Concelho/Arciprestado de Moimenta da Beira, para envolver os jovens da Diocese para as diversas actividades pastorais. O lema na base da programação pastoral juvenil é: PERMANECEI NO MEU AMOR (Jo 15,9).
       Aqui ficam algumas imagens do encontro:
 
 
 

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Confirmados na Fé, para viver na Caridade

       A Diocese de Lamego, tal como as demais dioceses portuguesas, vai procurar, ao longo deste ano pastoral, "Repensar juntos a Pastoral da Igreja em Portugal".
       As paróquias são um espaço concreto para ouvir, para reflectir e para viver na dinâmica da pastoral proposta pela Conferência Episcopal Portuguesa. Por um lado, todo o Plano Pastoral deve ater-se às preocupações fundamentais da Igreja Católica, da Igreja em Portugal, da sua Diocese e, por outro, assumir os aspectos específicos do seu meio, das suas vivências, das suas experiências mais importantes.
       Um dos aspectos importantes a ter em conta é a celebração do Sacramento da Confirmação (e da Visita Pastoral), com a presença do Sr. Bispo, D. Jacinto Tomaz Botelho.
        Um primeiro esboço da calendarização do ano pastoral levou-nos a concentrar-nos no lema: "Confirmados na fé, para viver na caridade". Viver a fé de forma mais consciente há-de conduzir-nos à partilha e ao serviço. Repensar a Pastoral, implica naturalmente auscultar as preocupações, os anseios, as necessidades das pessoas e do ambiente em que vivem, sem esquecer esta dimensão importantíssima da fé, da religiosidade que nos caracteriza. O Pastor da Diocese vem para confirmar, isto é, para abalizar das nossas vivência, para desafiar ao aprofundamento da fé, lançando desafios para o futuro.
       No amadurecimento da fé a presença constante da caridade. O cristão vive em atitude de caridade permanente, em cada gesto, em cada palavra, em cada encontro, com cada pessoa. Assim o cristão, assim a comunidade.

Para já o primeiro esboço, clique em PROGRAMAÇÃO PASTORAL.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

E D I T O R I A L - Voz Jovem

1 – Bento XVI no Reino Unido.
       Entre os dias 16 e 19 de Setembro, Sua Santidade o Papa Bento XVI fez mais uma das suas Viagens Apostólicas, desta feita ao Reino Unido, como Chefe de Estado do Vaticano e como Papa.
       A cobertura dos media deixava antever enormes dificuldades. A Viagem só poderia correr mal, com muita oposição e com manifestações anti-papais, num país de maioria protestante, onde impera a Igreja Anglicana, cujo chefe máximo é a Rainha Isabel II.
       Tal como em Portugal tinha acontecido, também no Reino Unido, os súbditos de Sua Majestade, se renderam à presença de Bento XVI, com o seu sorriso natural e com a firmeza das suas palavras, procurando pontes entre as duas igrejas cristãs.

2 – Beatificação do Cardeal Newman.
       Muitos foram os momentos vividos na Viagem Apostólica de Bento XVI: encontro com a Rainha, com as autoridades governamentais, com os luteranos, com as vítimas de pedofilia, encontro com os jovens e com as escolas católicas. Um dos pontos altos, contudo, foi a beatificação do Cardeal Newman, um anglicano que se converteu ao catolicismo.
       Ainda que num ambiente adverso, Bento XVI não deixou de afirmar os valores fundamentais da fé, não fazendo cedências de simpatia. O autêntico diálogo faz-se com dois lados que se mantêm fiéis às suas convicções profundas, procurando realçar o que une. A fé cristã é património comum.

3 – Bem-aventurado John Henry Newman.
       Nasceu em Londres a 21 de Fevereiro de 1801 e faleceu a 11 de Agosto de 1890, em Birmingham. Converteu-se do anglicanismo ao catolicismo aos 44 anos. Foi ordenado padre católico, em Roma, no ano de 1847, regressando a Inglaterra. Já era clérigo antes da sua conversão.
       Como teólogo reconhecido, Newman reflectiu sobre diversos temas, tais como a relação entre fé e razão, a natureza da consciência e o desenvolvimento da doutrina cristã.
       Em 1879, foi criado Cardeal por Leão XIII, tinha então 78 anos de idade.

4 – Repensar juntos a Igreja em Portugal.
       Depois da Viagem Apostólica de Bento XVI a Portugal, o Bispos portugueses acentuaram a necessidade de repensar a eficácia pastoral. Assim, entre outras iniciativas, encomendaram uma sondagem, a nível nacional, realizada pela Universidade Católica, para conhecer melhor a realidade portuguesa, as dificuldades e aspirações dos portugueses e o que esperam da Igreja. É louvável esta iniciativa, permitindo que mais pessoas dêem o seu contributo e que a resposta da Igreja e das comunidades vá de encontro à realidade...

5 – Balanço na Diocese de Lamego.
       D. Jacinto Tomaz Botelho assumiu os destinos da Diocese há 10 anos; tomou posse no dia 19 de Março de 2000, como Bispo Titular. Tendo completado 75 anos no dia 11 de Setembro, este será o último ano do seu pontificado. Por conseguinte, será um ano de balanço pelo caminho feito, lançando propostas para o futuro. A Diocese seguirá o Documento da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), “Repensar juntos a Igreja em Portugal”, procurando, durante o ano pastoral, apresentar-se numa atitude sinodal, perscrutando as comunidades.

6 – Plano Pastoral Paroquial.
       Como em anos anteriores, o Plano Pastoral Paroquial seguirá as preocupações do documento de trabalho da CEP, as orientações da Diocese de Lamego, e as especificidades da paróquia e do Arciprestado. A presença do Sr. Bispo, em Visita Pastoral, com a celebração do Crisma, será uma oportunidade de ouro de crescimento espiritual…
       Aguardamos sugestões que possam dar-nos para melhor servir e o envolvimento de todos.