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sábado, 14 de maio de 2016

Bento XVI no Porto: tudo se define a partir de Cristo

       No dia 14 de maio de 2010, Bento XVI, na Viagem Apostólica a Portugal, Festa de São Matias...


       "...pelo mesmo amor que criou o mundo, a novidade do Reino surgiu como pequena semente que germina na terra, como centelha de luz que irrompe nas trevas, como aurora de um dia sem ocaso: É Cristo ressuscitado. E apareceu aos seus amigos, mostrando-lhes a necessidade da cruz para chegar à ressurreição.


       "Meus irmãos e irmãs, é necessário que vos torneis comigo testemunhas da ressurreição de Jesus. Na realidade, se não fordes vós as suas testemunhas no próprio ambiente, quem o será em vosso lugar? O cristão é, na Igreja e com a Igreja, um missionário de Cristo enviado ao mundo. Esta é a missão inadiável de cada comunidade eclesial: receber de Deus e oferecer ao mundo Cristo ressuscitado, para que todas as situações de definhamento e morte se transformem, pelo Espírito, em ocasiões de crescimento e vida. Para isso, em cada celebração eucarística, ouviremos mais atentamente a Palavra de Cristo e saborearemos assiduamente o Pão da sua presença.


       "Nada impomos, mas sempre propomos, como Pedro nos recomenda...

       "...hoje a Igreja é chamada a enfrentar desafios novos e está pronta a dialogar com culturas e religiões diversas, procurando construir juntamente com cada pessoa de boa vontade a pacífica convivência dos povos.


       "Sim! Somos chamados a servir a humanidade do nosso tempo, confiando unicamente em Jesus, deixando-nos iluminar pela sua Palavra...

       "Tudo se define a partir de Cristo, quanto à origem e à eficácia da missão: a missão recebemo-la sempre de Cristo, que nos deu a conhecer o que ouviu a seu Pai, e somos nela investidos por meio do Espírito na Igreja. Como a própria Igreja, obra de Cristo e do seu Espírito, trata-se de renovar a face da terra a partir de Deus, sempre e só de Deus!
       Queridos irmãos e amigos do Porto, levantai os olhos para Aquela que escolhestes como padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição...

Homilia de Bento XVI, na cidade do Porto: BentoXVIemPortugal.

Salmo 112 - Missa com Bento XVI, no Porto

       Estivemos lá.
       14 de maio de 2010, Eucaristia presidida pelo Papa Bento XVI, no Porto, no âmbito da Viagem Pastoral a Portugal. Magnífica interpretação do Salmo 112, na Festa de São Matias. Apesar do som menos conseguido, derivado à captação, vale a pena escutar...

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Ali perto... Bento XVI

       Também estivemos lá, em festa, no meio da multidão, a rezar, a cantar, num encontro de fé, de alegria, de esperança...


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Bento XVI sobre a Viagem Apostólica a Portugal

       “A peregrinação a Portugal foi para mim uma experiência tocante e rica de muitos dons espirituais”, afirmou Bento XVI na audiência geral das Quarta-feira, no Vaticano, dias depois de ter estado em Portugal, no dia 19 de maio de 2010.

       “Agradeço a Deus que me deu a possibilidade de prestar homenagem àquele povo, à sua longa e gloriosa história de fé e de testemunho cristão”, disse o Papa.
       “Enquanto permanecem vincadas na minha mente e no meu coração as imagens desta inesquecível viagem, o acolhimento caloroso e espontâneo e o entusiasmo das pessoas, dou graças ao Senhor porque Maria, aparecendo aos três Pastorinhos, abriu no mundo um espaço privilegiado para encontrar a misericórdia divina que cura e salva”, referiu Bento XVI.
       Depois de recordar que a viagem ocorreu “por ocasião do décimo aniversário da beatificação dos pastorinhos Jacinta e Francisco”, Bento XVI afirmou sentir-se “espiritualmente sustentado” pelo seu “amado predecessor, o venerável João Paulo II”, que por três vezes se deslocou a Fátima, “agradecento àquela ‘mão invisível’ que o salvou da morte no atentado de treze de Maio [de 1981], aqui, nesta Praça de São Pedro”.
       Bento XVI afirmou que confia a Deus os frutos que a viagem “trouxe e vai trazer à comunidade eclesial portuguesa e a toda a população”.


       O Papa passou em revista os vários momentos da visita, nas três cidades por onde passou, começando por Lisboa, onde, "no encantador cenário do Terreiro do Paço”, presidiu a uma missa que contou com “uma assembleia litúrgica de festa e de esperança, animada pela participação jubilosa de numerosos fiéis”.
       Depois de recordar que de Lisboa partiram ao longo dos séculos muitos missionários para levar o Evangelho a outros continentes, o Papa recordou que encorajou a “Igreja local a uma vigorosa acção evangelizadora nos diversos ambientes da sociedade, para serem semeadores de esperança num mundo muito marcado pela desconfiança”.
       No encontro com o mundo da cultura, que ocorreu no Centro Cultural de Belém, a 12 de Maio, Bento XVI assinalou que sublinhou “o património dos valores com os quais o cristianismo enriquecer a cultura, a arte e a tradição do povo português”.
       “Nesta nobre terra, como em outros países profundamente marcados pelo cristianismo, é possível construir um futuro de fraterna compreensão e de colaboração com as outras instâncias culturais”, realçou.
       Na sua catequese, em italiano, Bento XVI disse ter ido a Fátima “movido especialmente por um sentimento de reconhecimento para com a Virgem Maria”.
       No Santuário, assinalou, Nossa Senhora “transmitiu aos seus videntes e aos peregrinos um intenso amor pelo sucessor de Pedro”.


       Em Fátima, onde é perceptível “de maneira quase palpável” a presença de Maria, Bento XVI disse ter-se feito “peregrino com os peregrinos”, no Santuário que é “o coração espiritual de Portugal e meta de uma multidão de pessoas provenientes dos lugares mais diversos da terra”.
       Neste Ano Sacerdotal prestes a terminar, Bento XVI afirmou ter encorajado os padres a dar prioridade à escuta da Palavra de Deus, ao conhecimento “íntimo” de Cristo e à “intensa” celebração da missa, tendo ainda consagrado ao “Coração Imaculado de Maria, verdadeiro modelo de discípula do Senhor, os sacerdotes de todo o mundo”.
       À noite, “com milhares de pessoas”, Bento XVI participou na oração do Rosário, que “encontrou em Fátima um centro propulsor para toda a Igreja e para o mundo”; “Podemos dizer que Fátima e o Rosário são quase um sinónimo”, realçou.
       Para o Papa, o ponto mais alto da visita a Fátima foi a missa a que presidiu a 13 de Maio, “aniversário da primeira aparição de Maria a Francisco, Jacinta e Lúcia”, ocorrida em 1917.
       No entender de Bento XVI, a mensagem de Fátima está centrada “na oração, na penitência e na conversão, que se projecta para além das ameaças, dos perigos e dos horrores da história”, convidando “o homem a confiar na acção de Deus, a cultivar a grande Esperança, a fazer a experiência da graça do Senhor”, fonte “do amor e da paz”.
       Durante a tarde de 13 de Maio, aquando do encontro com representantes da Pastoral Social e de organiszações de apoio aos mais carenciados, o Papa salientou que “muitos jovens aprendem a importância da gratuidade” em Fátima, que é “uma escola de fé e de esperança”, bem como “de caridade e de serviço aos irmãos”.
       A reunião com os bispos de Portugal, que se seguiu, “foi classificada por Bento XVI como “um momento de intensa comunhão espiritual”, durante o qual se agradeceu a Deus pela “fidelidade” da Igreja portuguesa e se “confiou à Virgem” as expectativas e preocupações pastorais.


       No Porto, a 14 de Maio, perante uma “grande multidão de fiéis” congregada na Avenida dos Aliados, “recordei o compromisso de testemunhar o Evangelho em todos os ambientes, oferecendo ao mundo Cristo ressuscitado, a fim de que todas as situações de dificuldade, de sofrimento, de medo sejam transformadas, através do Espírito Santo, em ocasiões de crescimento e de vida”, assinalou Bento XVI.
       O Papa voltou a agradecer ao presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e às autoridades do Estado pela “cortesia” com que o acolheram.
       Agradecimento extensivo aos Bispos de Portugal, pela “preparação espiritual e organizativa” da visita, em particular ao Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, ao Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, e ao Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, bem como aos “vários organismos da Conferência Episcopal”, presidida por D. Jorge Ortiga.

Notícia: Agência Ecclesia.

terça-feira, 15 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Bento XVI em Portugal - considerações

       Qualquer acontecimento importante na nossa vida deve valer por si mesmo, pelo envolvimento que nos atrai e pelas sequelas que desencadeia. Assim também a Viagem Apostólica de Sua Santidade o Papa Bento XVI a Portugal, nos dias 11 a 14 de maio de 2010, passando por Lisboa, Fátima e Porto.
       Vale por si mesmo, como festa, como celebração, como encontro com o Sucessor de Pedro, que nos confirma na fé, nos conforta na esperança e nos desafia à caridade. Aliás, o Bispo de Roma, é Bispo com os demais Bispos da Igreja, sucessores dos Apóstolos, mas, como a Igreja de Roma, o Seu Bispo preside na caridade ao colégio episcopal e, consequentemente, a toda a Igreja.
      O encontro entre os portugueses e Bento XVI vale como festa, como partilha e celebração da mesma fé, como testemunho de vivência cristã, na fidelidade a Cristo e à Igreja, como compromisso na transformação do mundo em que vivemos e no tempo que atravessamos. A festa deveria ser uma constante na vida do cristão, na certeza de que Ele está connosco, mesmo no meio da adversidade.
       Vale pelos preparativos, sobretudo espirituais. As grandes comunidades de Lisboa, de Fátima, para onde peregrinam comunidades de todo o país e de várias partes do mundo, e do Porto, que já há muito se encaminham para este encontro e para esta festa de fé e de partilha espiritual. Jovens, crianças, adultos, idosos, entidades públicas e privadas, grupos, associações, movimentos eclesiais, comunicação social, são às centenas de milhar as pessoas que desde Outubro se mobilizavam para estes dias.
       Vale pela renovação que se opera (ou pode operar) em pessoas, em comunidades. Pessoas que se deixam tocar pelo testemunho. Algum "clique" que funciona como alavanca para a conversão de vida. Compromisso de grupos e comunidades que se reuniram, envidaram esforços, quiseram participar no encontro com o Sucessor de Pedro e que voltarão a juntar-se para avaliar, para conviver, para aprofundar amizades, para propor e assumir novos momentos de oração, de celebração e de festa.
       É óbvio que pelo meio haverá alguns para quem estes dias foram apenas de folia, para terem uma folga, para faltarem às aulas, para estarem onde outros estavam, mas em todo o caso, mudará a vida de muitas pessoas, a maneira de verem o Papa, de viverem a fé - de uma fé/religião de normas para uma fé de alegria, de encontro, de partilha, de festa - de saborearem a pertença a uma comunidade crente...
       Dois anos passaram, que marcas terá deixado Bento XVI em Portugal?!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Há dois ano: Bento XVI em Portugal!

       O Papa Bento XVI esteve entre nós há dois ano, entre os dias 11 e 14 de Maio, passando por Lisboa, por Fátima, fazendo-se peregrino de Nossa Senhora, e pelo Porto. No Porto também estivemos, no dia 14. Aqui ficam algumas imagens que ilustram a presença do Santo Padre em terras portuguesas com a música do Santuário de Fátima:

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Faleceu D. Armindo Lopes Coelho

Faleceu esta Quarta-feira, 29 de Setembro, D. Armindo Lopes Coelho, Bispo emérito do Porto, com 79 anos de idade.
       Os seus restos mortais estarão na Sé do Porto a partir desta tarde, sendo celebrada Missa Exequial amanhã, Quinta-feira, às 16 horas.
       Em comunicado oficial enviado à Agência ECCLESIA, o actual Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, refere que “o Senhor D. Armindo foi um fiel e generoso pastor da Igreja, com abnegada dedicação à causa do Evangelho em todos os importantes cargos que lhe foram confiados”.
       “A todos nos deixa um grande exemplo de serviço eclesial, que nos cabe agradecer e continuar”, acrescenta, pedindo a Deus “a feliz recompensa dos seus muitos méritos”.
       D. Armindo Lopes Coelho residia na “Casa da Mão Poderosa”, em Ermesinde, pertencente à Diocese do Porto, onde faleceu esta manhã.
       No dia 18 de Outubro de 2006, o falecido Bispo sofreu um acidente vascular cerebral, o que viria a levar à nomeação de D. João Miranda Teixeira como Administrador Apostólico da Diocese.
       A resignação ao cargo foi aceite por Bento XVI a 22 de Fevereiro de 2007, data em que D. Manuel Clemente foi nomeado como novo Bispo do Porto.
       D. Armindo Lopes Coelho nasceu a 16 de Fevereiro de 1931, em Regilde (Felgueiras), Distrito do Porto. Foi ordenado presbítero na Sé Catedral do Porto a 1 de Agosto de 1954. Frequentou a Universidade Gregoriana, em Roma, até 1959, tendo-se licenciado em Filosofia e em Teologia.
       Em 1959, foi nomeado Professor e Prefeito no Seminário Maior do Porto, onde leccionou até 1974. A 10 de Julho de 1970 é nomeado Vice-Reitor do Seminário Maior do Porto com exercício pleno da Reitoria, num período de uma certa agitação e expectativa sobre aquilo que ia ser o Vaticano II.
 Foi também durante alguns anos professor de Religião e Moral no Liceu Rodrigues de Freitas, professor de Moral no Instituto de Serviço Social do Porto e Professor de Teologia Dogmática no Centro de Cultura Católica.
       A 21 de Julho de 1962 foi nomeado Assistente Diocesano da JUC, tendo exercido o cargo até 1965. Dedicou-se também à Pastoral Familiar, às Equipas de Casais de Nossa Senhora e à Escola de Pais Nacional, de que foi co-fundador em Portugal.
       No dia 11 de Abril de 1971 é nomeado Cónego Capitular da Sé Catedral do Porto. Em 19 de Fevereiro de 1975 é nomeado Reitor do Seminário de Nossa Senhora da Conceição (Seminário Maior) do Porto.
(D. Armindo, ao lado de D. Júlio Rebimbas, então Bispo do Porto, e de João Paulo II, na passagem pelo Porto, em Maio de 1982, Mais atrás, o então Cardeal Patriarca, D. António Ribeiro)

       Em 19 de Abril de 1975 é nomeado Vigário Episcopal para o Clero e Renovação do Ministério Eclesiástico e em Março de 1976 torna-se Pró-Vigário Geral da Diocese.
       A 5 de Janeiro de 1979 é nomeado Bispo Titular de Elvas e Auxiliar do Porto, sendo a Ordenação Episcopal realizada na Sé Catedral do Porto a 25 de Março de 1979 e presidida por D. António Ferreira Gomes.
       Desde 27 de Outubro de 1982 até 13 de Julho de 1997 foi Bispo de Viana do Castelo. Entre 1997 e Fevereiro de 2007 foi Bispo do Porto, numa tarefa que D. Armindo Lopes Coelho considerava “uma honra”.
       Entre os seus pares era admirado pela sua inteligência, capacidade de diálogo e sentido de humor. Tinha como lema ser "servo de todos para exercer o ministério episcopal".

Notícia: Agência Ecclesia.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Leituras - As escadas do Céu

       Francisco Gouveia é naural de Pinheiros. Na Páscoa de 2006 fez-nos chegar duas obras da sua autoria: "Pietá" e "As escadas do Céu". É este último romance (Edição do Notícias da Beira, 1999) que agora recomendamos como leitura. Tem todos os ingredientes: hsitória portuguesa e duriense, intriga, tradições, usos e costumes, ódio e amor, trabalho e vingança.
       O grande cenário é o Douro, onde as montanhas foram esculpidas com a dedicação, com o suor, com o esforço, com o sangue, com a vida de muitos homens e de mulheres. Trabalho duro, para levar alguns tostões para casa e para o sustento da família. Quando a colheita era boa, todos ganhavam, quando era má, quem mais sofria eram os contratados, que passariam miséria com as suas famílias.
       Alfred Spencer e Mafalda, casados por interesses económicos, mas onde o amor venceu e germinou num fruto chamado Alice. Julião, o feitor que sucede ao pai, e Ana que se torna "aia" da patroa. II Guerra Mundial e Spencer a aventurar-se, quase no fim da guerra, a ir a Inglaterra, visitar a sua terra e as suas raízes, não voltará o mesmo. A desgraça que se abate sobre a quinta e sobre a casa. O sócio que só vê dinheiro e que quer casar o filho, pródigo de vícios, com a filha de Spencer, que entretanto fora dado como morto. Os amores de Alice com o filho do feitor, o Daniel. O casamento de Vítor com Alice, forçado, redunda em desgraça... A guerra no Ultramar e a mobilização dos jovens. de novo a desgraça se abate sobre a quinta... Virá depois a debandada dos que ainda têm força e esperança para França onde ganharão um futuro melhor.
       Em pano de fundo sempre o Douro, com descrições magníficas, que encantam quem nos visita.
       A pergunta de sempre: como foi possível construir com mãos humanas o que tinha sido moldado por Deus e como o homem acentuou a beleza plantada por Deus...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Nuvem de Palavras... no Porto

       A Rádio Renascença, como em outros momentos  da Visita do Papa em Portugal, apresenta nesta imagem, as palavras que Bento XVI mais utilizou na homilia durante a celebração na Avenida dos Aliados, na cidade do Porto.

Bento XVI: acolhimento fidalgo em Portugal

       Bento XVI enviou um telegrama ao Presidente da República ao deixar Sexta-feira o espaço aéreo português, na qual afirma ter deposto aos pés de Nossa Senhora de Fátima as “aflições e esperanças” da humanidade inteira e em especial do “dilecto povo português”.
       Na tradicional mensagem que envia aos chefes de Estado ao deixar os países que visitou, o Papa renovou o agradecimento a Cavaco Silva pelo “acolhimento fidalgo” que lhe prestou e ao governo pela solicitude em assegurar “tranquila realização" da visita.
       Como ponto alto da viagem de quatro dias a Portugal, Bento XVI destacou a sua presença em Fátima, onde, refere, pode ajoelhar-se aos pés de Nossa Senhora.
       O Papa revela que nas orações junto à imagem de Nossa Senhora de Fátima entregou “no seu coração materno aflições e esperanças da família humana inteira e de modo especial do dilecto povo português”.
       Bento XVI termina o telegrama a Cavaco Silva invocando sobre o presente e o futuro dos portugueses “a luz protectora de Deus com propiciadora bênção apostólica”.
       O Papa terminou nesta Sexta-feira à tarde uma visita apostólica de quatro dias a Portugal destinada a assinalar o décimo aniversário da beatificação de Francisco e Jacinta Marto.
       Ao longo dos quatro dias, Bento XVI esteve em Lisboa, Fátima e Porto, celebrando três missas em cada uma das dioceses e pronunciando sete discursos, além das três homilias, uma saudação ao Santuário de Cristo Rei, e duas mensagens aos jovens, entre outras intervenções.

Fonte: página oficial, Bento XVI em Portugal.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Quanto custa dourar um microfone?!

       € 10,00 (dz euros). Quando se falou que o Papa iria falar com um micro dourado, a primeira reacção de muitos: é uma excentrecidade desnecessária, uma elevada despesa para alguns minutos. Afinal é uma oferta, da empresa Signinum, com a qual trabalhamos, mas cujo preço não é exuberante.
Veja a reportagem desta notícia.

domingo, 9 de maio de 2010

Curiosidades sobre a visita do Papa Bento XVI a Portugal

bento-xvi
Bento XVI
Reuters
A alguns dias da chegada de Bento XVI a Portugal, damos-lhe a conhecer algumas curiosidades sobre esta visita de quatro dias.
- Cerca de 2.150 profissionais de cerca de 140 órgãos de comunicação social de 24 países, incluindo Portugal, estão acreditados para a cobertura noticiosa da visita de Bento XVI ao nosso país.
- Os CTT vão lançar a 10 de Maio uma emissão de selos alusivos à visita de Bento XVI a Portugal.
- Os três canais de televisão portugueses vão transmitir a visita de Bento XVI a Portugal. A RTP será responsável pela passagem por Lisboa, nos dias 11 e 12, a TVI vai transmitir a emissão em Fátima, nos dias 12 e 13, enquanto a SIC se responsabiliza pela transmissão da visita no Porto, no dia 14.
- Para além de site oficial a visita de Bento XVI a Portugal possui uma página no Facebook (http://www.facebook.com/home.php?#%21/event.php?eid=111487195535141&ref=ts ), bem como no Twitter.
- O Benfica e o Sporting vão oferecer camisolas com as assinaturas dos jogadores dos clubes a Bento XVI no Terreiro do Paço, dia 11 de Maio, pelas 18h15.
- Os sinos das igrejas de Lisboa vão tocar às 11h00 do dia 11 de Maio para assinalar a chegada do Papa Bento XVI ao aeroporto da Portela.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Com o Papa: Paris 1997 - Porto 2010

       Se Deus quiser, no próximo dia 14 de Maio, encontrar-nos-emos como Sua Santidade o Papa Bento XVI, na cidade do Porto. De Tabuaço, haverá pessoas em Fátima, os Guias e Escuteiros da Europa, pessoas a título individual, os que já partiram de Pinheiros a pé. Ao Porto, estamos a organizarmo-nos para irmos de Comboio para participar na última celebração de Bento XVI em terras portuguesas.
       Obviamente, nestes dias há muita, demasiada confusão. Ficar em casa e ver o Papa pela televisão é uma opção mais confortável e as celebrações podem apreciar-se de outra forma, mas não é a mesma coisa que estar no mesmo espaço.
       Veja-se a este propósito, a ida dos adeptos ao Estádio para ver o seu clube jogar, quando se vê melhor na televisão, até porque há repetições. Mas a emoção do estádio não se compara, mesmo quando não se gosta de confusões/multidões.
       Ou um concerto de música, correndo o risco de não ficar nas primeiras filas ou em lugar próximo do palco e ver o seu artista tão longe que mal dê para o distinguir a não ser por ecrãs gigantes.
       Ou então a visita dos lugares santos. Para fazer a experiência de Deus não precisamos de sair de casa, ou das nossas comunidades... e ainda assim há um mundo que vai a Fátima, um mundo que vai aos lugares ligados à vida e morte de Jesus...
       Ter a oportunidade de estar no mesmo espaço que o Papa, acolhendo-O como sucessor de Pedro, é algo de extraordinário. Pode até acontecer que só se veja a algumas dezenas de metros, ou através dos plasmas gigantes, mas a emoção está lá: sentir que a fé move corações e o que nos leva ali, a Lisboa, a Fátima, ao Porto, nos liga a muitos outros cristãos, que fazem, como nós, experiência de fé comunitária.
       Em 1997, tive a oportunidade de participar nas Jornadas Mundiais da Juventude. Inesquecível, para lá da fé partilhada, do acolhimento das famílias franceses, o avistar do Papa João Paulo II, junto à Torre Eiffel, na recepção, passou a escassos cinco/sete metros, e depois em Longchamps, no Hipódromo, na Vigília e a Missa de encerramento. Víamos o Papa lá bem ao fundo, viamo-lo melhor nos ecrãs, ouvíamos a sua voz pelas colunas.
       Era então seminarista. Da Diocese de Lamego, estavámos jovens de Tabuaço, da Sé e de Almacave, de Castro Daire e de Penude, minha terra natal. Foi uma alegria imensa estar no mesmo espaço, ao mesmo tempo, que o grande Papa João Paulo II. Só por essa razão teria valido a pena ir a Paris, à JMJ 1997. Mesmo que seja apenas por essa razão será uma alegria enorme ir ao Porto, em 2010, mesmo que na televisão se possa ver melhor a figura do grande Papa Bento XVI.
       Não é a mesma coisa! Acompanhar o Papa pela televisão, ou estar no mesmo espaço e ao mesmo tempo... Quem tiver condições, verá que é uma experiência memorável, de fé, de partilha, de comunidade...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

D. Manuel Clemente e a recepção ao Papa

       D. Clemente, bispo do Porto, convida à participação dos cristãos, na Avenida dos Aliados, no Porto, no dia 14 de Maio, na Missa presidida por Bento XVI.

       Nesta mesma linha o Cardeal Patriarca, D. José Policarpo, convida os cristãos a sair de casa para participar desta festa de recepção ao Sucessor de Pedro, Bento XVI.

terça-feira, 4 de maio de 2010

O Porto saúda Bento XVI...

       Neste diaporama poderemos encontrar a resposta a algumas curiosidades sobre a Visita de Bento XVI a Portugal e concretamente ao Porto: a cadeira que vai usar, o altar, o percurso...


quinta-feira, 18 de março de 2010

Altar a usar por Bento XVI no Porto

       A estrutura onde vai assentar o altar da missa presidida por Bento XVI no Porto foi inspirada pela Sé, pela composição da diocese e pelo Barroco, um dos estilos mais preponderantes da arquitectura religiosa da cidade.


       O conjunto, de 39 por 12 metros, ficará localizado na Praça General Humberto Delgado, diante do edifício da Câmara Municipal.
       O projecto apresentado hoje em conferência de imprensa transpõe a planta da catedral para o espaço da eucaristia: a nave central equivale à Avenida dos Aliados, ao passo que o transepto (parte que atravessa perpendicularmente a nave) será evocado pela estrutura que receberá o altar, bem como representantes do clero e autoridades civis.
       A cobertura da estrutura será caracterizada por uma clarabóia que permite a entrada de luz e abre a zona do altar para o céu, evocando a cúpula existente na Sé.
       A cadeira do presidente da celebração (cátedra) ficará apoiada numa plataforma constituída por três degraus, em alusão à Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo).
       Vai ser criado um cenário ao fundo da estrutura com 27 componentes, representando a Diocese, as quatro Regiões Pastorais e as 22 Vigararias.
       A construção em painéis pré-fabricados de madeira permitirá, de acordo com os designers, “uma analogia pictórica com a talha dourada dos altares barrocos” das igrejas da cidade.
       Os espaços para as sacristias e para o clero serão instalados na Autarquia, que ficará ligada à estrutura através de uma das rampas do edifício.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

D. Manuel Clemente - Prémio Pessoa 2009

Foi atribuído a D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, o Prémio Pessoa 2009. Veja a reacção a esta atribuição:


O vídeo do anúncio da atribuição do Prémio Pessoa, na página da Sic Notícias.