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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Santa Bakhita, de escrava negra a santa

       Hoje celebra-se a memória de Santa Bakhita. Deixamos aqui a sugestão de um livro, que tem traços muito interessantes sobre esta Santa...

Roberto Italo Zanini, BAKHITA. Uma santa para o século XXI. Paulinas: 2010.

        "A ex-escrava africana, torturada e maltratada, ao serviço de um poderoso mercador árabe e de um general turco. Resgatada em Cartum, em fins do século XIX, pelo vice-cônsul italiano, e levada para Veneto, foi ama de uma criança, baptizou-se, tornou-se freira na Ordem das Filhas da Caridade, de Madalena de Canossa, e fez-se santa, vivendo por cinquenta anos naquele quarto do Convento das Canossianas, na Rua Fusinato, em Schio, na província de Vicenza.

       Um pouco sudanesa, um pouco italiana. Extra-comunitária ante litteram. Raptada em criança para ser escrava. Vendida e comprada cinco vezes, como tantas crianças, ainda hoje, em África e no mundo. Não tem recordações nenhumas da sua família. Não se lembra do nome que o seu pai e a sua mãe lhe deram. Recorda apenas o nome árabe, imposto por ironia, pelos esclavagistas que a raptaram: Bakhita, isto é, a Afortunada".
       Este é um pedaço de texto que caracteriza Santa Bakhita, proclamada Beata, em 17 de Maio de 1992, e Santa, em 1 de Outubro de 2000, que no-la apresenta como santa para o século XXI. Terá nascido no Darfur, no Sudão, em 1969, e morreu a 8 de Fevereiro de 1947.
       Este Livro retrata a sua epopeia e a grande atracção que provoca, em vida e em morte, nas pessoas que dela se aproximam. É também uma grande esperança para o continente africano, sinal de libertação...
       É uma leitura escorreita, fácil, agradável, que nos leva a percorrer página a página com a ânsia de saber mais coisas, facilmente perceptível. Mostra-nos uma pessoa muito simples, (quase) analfabeta, fala atabalhoadamente, ri-se de si mesmo, mas cativante para os ouvintes, bem humorada, que vive para O Patrão de tudo e de todos.

Roberto Italo Zanini, BAKHITA. Uma santa para o século XXI. Paulinas: 2010.
       As edições paulinas editaram o livro, que aqui recomendámos, e também o filme (baseado no livro): Bakhita, de escrava a santa. Veja a apresentação, falada em português:

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Bento XVI com Religiosas e Professores Universitários

       Foram vários os desafios que o Papa deixou aos jovens professores universitários que o ouviram no Mosteiro do Escorial, em Espanha. Bento XVI mostrou-se conhecedor da vida universitária e pediu aos professores que não se deixem conquistar pela vaidade.
        “Havemos de considerar que a verdade em si mesma está para além do nosso alcance. Podemos procurá-la e aproximar-nos dela, mas não possuí-la totalmente; antes, é ela que nos possui a nós e estimula. Na actividade intelectual e docente, a humildade é também uma virtude indispensável, pois protege da vaidade que fecha o acesso à verdade. Não devemos atrair os estudantes para nós mesmos, mas encaminhá-los para essa verdade que todos procuramos. Nisto vos ajudará o Senhor, que vos propõe ser simples e eficazes como o sal, ou como a lâmpada que dá luz sem fazer ruído”, afirmou. 
Foi neste sentido que o Papa defendeu que professores e estudantes devem procurar, juntos, a verdade em todos os saberes.
       “Encarecidamente vos exorto a não perderdes jamais tal sensibilidade e encanto pela verdade, a não esquecerdes que o ensino não é uma simples transmissão de conteúdos, mas uma formação de jovens a quem deveis compreender e amar, em quem deveis suscitar aquela sede de verdade que possuem no mais fundo de si mesmos e aquele anseio de superação. Sede para eles estímulo e fortaleza”, apelou.
       Outro aspecto focado pelo Santo Padre é o exemplo do mestre. Não basta ser erudito e ensinar bem, é preciso comprometer-se com aquilo que ensina. 
       “Como se sabe, quando a mera utilidade e o pragmatismo imediato se erigem como critério principal, os danos podem ser dramáticos: desde os abusos duma ciência que não reconhece limites para além de si mesma, até ao totalitarismo político que se reanima facilmente quando é eliminada toda a referência superior ao mero cálculo de poder. Ao invés, a genuína ideia de universidade é que nos preserva precisamente desta visão reducionista e distorcida do humano”, considerou.
       Antes, o Papa dirigiu-se a milhares de jovens freiras, que o receberam com um enorme entusiasmo. 

Notícia: Rádio Renascença. Ver também Agência Ecclesia.


A partir da Agência Ecclesia:

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

BAKHITA: a escrava que se tornou santa

Leitura recomendada:
Roberto Italo Zanini, BAKHITA. Uma santa para o século XXI. Paulinas: 2010.

       "A ex-escrava africana, torturada e maltratada, ao serviço de um poderoso mercador árabe e de um general turco. Resgatada em Cartum, em fins do século XIX, pelo vice-cônsul italiano, e levada para Veneto, foi ama de uma criança, baptizou-se, tornou-se freira na Ordem das Filhas da Caridade, de Madalena de Canossa, e fez-se santa, vivendo por cinquenta anos naquele quarto do Convento das Canossianas, na Rua Fusinato, em Schio, na província de Vicenza.

       Um pouco sudanesa, um pouco italiana. Extra-comunitária ante litteram. Raptada em criança para ser escrava. Vendida e comprada cinco vezes, como tantas crianças, ainda hoje, em África e no mundo. Não tem recordações nenhumas da sua família. Não se lembra do nome que o seu pai e a sua mãe lhe deram. Recorda apenas o nome árabe, imposto por ironia, pelos esclavagistas que a raptaram: Bakhita, isto é, a Afortunada".
       Este é um pedaço de texto que caracteriza Santa Bakhita, proclamada Beata, em 17 de Maio de 1992, e Santa, em 1 de Outubro de 2000, que no-la apresenta como santa para o século XXI. Terá nascido no Darfur, no Sudão, em 1969, e morreu a 8 de Fevereiro de 1947.
       Este Livro retrata a sua epopeia e a grande atracção que provoca, em vida e em morte, nas pessoas que dela se aproximam. É também uma grande esperança para o continente africano, sinal de libertação...
       É uma leitura escorreita, fácil, agradável, que nos leva a percorrer página a página com a ânsia de saber mais coisas, facilmente perceptível. Mostra-nos uma pessoa muito simples, (quase) analfabeta, fala atabalhoadamente, ri-se de si mesmo, mas cativante para os ouvintes, bem humorada, que vive para O Patrão de tudo e de todos.
       O livro foi convertido em filme, tendo também a chancela das Paulinas.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Monjas locas y bellas

Um fenómeno no mínimo curioso: Comunidade Monástica das Clarissas de Lerma (Espanha). Num dos blogues, que seguimos, Água Viva,encontramos este vídeo sobre esta comunidade que vive a a fé com alegria, com entusiasmo.
O sacerdote que faz a reportagem é o Pregador "oficial" do Vaticano, o Padre Raniero Cantalamessa, "prega" retiros para o Papa e para os Cardeais da Santa Sé..