Mais uma daquelas pregações que nos envolve do início ao fim. Amar-se, respeitar-se, dignificar o corpo... não ser praça pública, por onde todos passam, deitam o lixo, mas ninguém volta para cuidar... Não seja baldio, é de todos e não é de ninguém...
A terceira Carta Encíclica de Bento XVI empresta o título a este blogue. A Caridade na Verdade. Agora permanecem a fé, a esperança e a caridade, mas só esta entra na eternidade com Deus. Espaço pastoral de Tabuaço, Távora, Pinheiros e Carrazedo, de portas abertas para a Igreja e para o mundo...
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
A tigela de madeira!
É a mais bela mensagem que li em toda minha vida.
Deus abençoe o escritor que faz com que, a quem ler a mesma, se sinta tocado por ela.
Deus abençoe o escritor que faz com que, a quem ler a mesma, se sinta tocado por ela.
domingo, 12 de setembro de 2010
Limites - Mónica Monastério
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de nossos progenitores... e com o esforço de abolirmos os abusos do passado... somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado... os mais bobos e inseguros que já houve na história.

O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e mais “poderosas” que nunca!
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais... e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.
Os últimos que tivemos medo dos pais... e os primeiros que tememos os filhos.
Os últimos que cresceram sob o mando dos pais... e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E, o que é pior... os últimos que respeitamos nossos pais...(às vezes sem escolhas)... e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical... para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo... hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco o respeitem.
E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer; os papéis se inverteram. Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado. Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais... a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo... aos nos verem tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter... e de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão...

É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os... e não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.

O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e mais “poderosas” que nunca!
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais... e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.
Os últimos que tivemos medo dos pais... e os primeiros que tememos os filhos.
Os últimos que cresceram sob o mando dos pais... e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E, o que é pior... os últimos que respeitamos nossos pais...(às vezes sem escolhas)... e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical... para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo... hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco o respeitem.
E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer; os papéis se inverteram. Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado. Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais... a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo... aos nos verem tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter... e de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão...

É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os... e não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
NÃO ESPERE!...
Os dias passam e vamos adiando os acontecimentos que queremos ver acontecer, quando nos apercebemos, a vida passou… E o que fizemos? E o que gostaríamos de ter dito?… Não podemos agradar a todos, mas devemos agradar a nós, lutar pelos nossos sonhos e por quem queremos ser (claro que de forma respeitosa com quem nos rodeia).
Já diz a sabedoria popular: “não deixe para amanhã o que pode fazer hoje”, por isso, não espere! Faça!
Já diz a sabedoria popular: “não deixe para amanhã o que pode fazer hoje”, por isso, não espere! Faça!
Não espere por um sorriso para ser gentil…Autor: Desconhecido.
Não espere ser amado para amar…
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado…
Não espere pela doença para reconhecer quão frágil é a Vida…
Não espere pela dor para acreditar na Oração…
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante para si…
Não espere pelo melhor emprego para começar a trabalhar…
Não espere pela separação para procurar a reconciliação…
Não espere pela queda para se lembrar do conselho…
Não espere elogios para acreditar em si mesmo…
Não espere ter dinheiro aos montes para depois contribuir…
Não espere por pessoas perfeitas para depois se apaixonar…
Não espere pela mágoa para depois pedir perdão…
Não espere pelo dia da sua morte sem antes…
ACREDITAR NA VIDA.
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