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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O português traiçoeiro... ou saber alternativo!

       Supostamente retirada (ou não!) de uma prova escrita das «Novas Oportunidades»... O estudante acabou por entrar directamente para Medicina, depois de revista a prova e de passar para 20 valores a sua classificação... (parece mais uma prova de pensamento divergente...)
  1. Em que batalha morreu o Almirante Nelson? Na sua última.
  2. Onde foi assinada a Declaração de Independência? No fim da folha.
  3. O Rio Rave corre em que Estado? No estado líquido.
  4. Qual é a principal causa do divórcio? O casamento.
  5. Qual é a razão principal para falhar? Os exames.
  6. O que é que não se pode comer ao pequeno-almoço? O almoço e o jantar.
  7. O que parece uma metade de uma maçã? A outra metade.
  8. Se lançarmos uma pedra pintada de vermelho ao mar azul, no que é que se transforma? Num a pedra molhada.
  9. Como é que um homem consegue estar oito dias sem dormir? Facilmente ... dorme de noite.
  10. Como é que se pode levantar um elefante com uma mão? Não é possível encontrar um elefante só com uma mão.
  11. Se tiver 3 maçãs e 4 laranjas numa mão e 4 maçãs e 3 laranjas na outra, o que é que tem? Mãos muito grandes.
  12. Se foi preciso a 8 homens, 10 horas para construir um muro, quanto tempo demorarão 4 homens a fazê-lo? Nenhum .... o muro já tinha sido construído pelos outros.
  13. Como é que se consegue deixar cair um ovo em cima de um chão de cimento sem o partir? De qualquer maneira .... o chão de cimento dificilmente se parte.
Fonte: desconhecida

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Resultados da pequena sondagem

       A questão: de quem é esta expressão: "Talvez nós pudéssemos voar um pouco mais se não nos déssemos tanta importância".
       Várias possibilidades:
  • D. Manuel Clemente - 1 voto (7%)
  • Papa Bento XVI - 5 votos (38%)
  • Papa João Paulo II .- 4 votos (30%)
  • D. José Policarpo - 1 voto (7%)
  • José Saramago - 2 votos (15%)
  • Herman José - 0 votos (0%)
       A frase completa: "Todavia, saber o aspecto divertido da vida e a sua dimensão alegre, e não levar tudo tragicamente, isso, eu considero importante - diria até que é necessário... Um escritor afirmou que os anjos podem voar porque não levam as coisas tão a sério... Talvez pudéssemos voar um pouco mais se não nos déssemos tanta importância".

BENTO XVI, in Aura Miguel, As razões de Bento XVI, Texto Editores/Aura Miguel. 2010.

       Obrigado pela participação. O objectivo foi sobretudo mostrar outras mensagens importantes veiculadas pelo Papa actual, como a dimensão da alegria.

sábado, 17 de abril de 2010

Denúncia no Parlamento...

       Alguma semelhança com a realidade...
       É um vídeo de bom humor sobre uma denúncia que não pode ser denúncia, mas que ainda assim é denúncia... sobre algo, que não se pode dizer o que é, e sobre alguém que não se pode acusar, e sobre instituições que não podem ser nomeadas...

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ricardo Araújo Pereira: humor e ateísmo

       A relação do humor com a morte foi um dos aspectos centrais da intervenção de Ricardo Araújo Pereira na primeira sessão do ciclo “Deus: questão para Crentes e não-Crentes”.
       “Eu acredito que quando morrer – tenho mais ou menos a ideia que isso vai acontecer qualquer dia – vou exactamente para o mesmo sítio onde estava antes de ter nascido, ou seja, lugar nenhum. E isso é uma coisa que me transtorna”, referiu o escritor, que pediu desculpa por ser “titubeante” ao falar da “não experiência de Deus”, que classificou de “bastante caótica”.
       "Para nós, ateus, a morte é um sono sem sonhos e nós continuamos com um mau perder em relação a isso. Não é fácil. E por isso, onde é que eu vou buscar conforto? À Bíblia (não sei se já ouviram falar)”, disse o humorista.
       Ao interpretar o livro do Eclesiastes, Ricardo Araújo Pereira concluiu que “o tempo e o acaso acontecem a todos por igual” (“Era uma óptima pessoa – morreu. Era uma péssima pessoa – morreu também)”, ressalvando que “se Deus existir, há uma justificação para a nossa existência”.
       Depois de citar excertos do Antigo e do Novo Testamento para defender a tese de que “Deus não ri”, o humorista mostrou-se convicto de que o riso está relacionado com a percepção da morte.
       Referindo-se à cena de “Hamlet” (Shakespeare) em que o protagonista dialoga com uma caveira, Ricardo Araújo Pereira sublinhou que “o trabalho de humorista é fazer as pessoas rirem-se do facto de, por mais maquilhagem que ponham na cara, é àquele estado que vão chegar”.
       Os vídeos com a intervenção de Ricardo Araújo Pereira na Capela do Rato, a 11 de Março, continuarão a ser publicados durante esta semana no site do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.