A terceira Carta Encíclica de Bento XVI empresta o título a este blogue. A Caridade na Verdade. Agora permanecem a fé, a esperança e a caridade, mas só esta entra na eternidade com Deus. Espaço pastoral de Tabuaço, Távora, Pinheiros e Carrazedo, de portas abertas para a Igreja e para o mundo...
sábado, 13 de agosto de 2016
VL – Etty Hillesum - a oração enraíza-nos em Deus
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
VL – Enraizados em Deus, para ver além do mal
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
VL – Enraizados em Deus, olhar o sofrimento de frente
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
VL – Enraizados em Deus, para viver a própria vida
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Leituras: MICHELLE KNIGHT - DEPOIS DO INFERNO
"Só através do perdão poderei recuperar a minha vida. Se não o perdoar, será como ficar presa duas vezes: primeiro, enquanto ele me sequestrou na sua casa e, agora, mesmo depois de ele ter morrido. Estou a deixar que o meu ódio por ele se vá esfumando para que eu possa verdadeiramente ter a minha vida de volta".
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Maria de Villota - Sem um olho, vejo melhor...
María de Villota - 32 anos - era piloto de Fórmula 1. Apaixonada pela velocidade e pelos carros, conseguira atingir o seu sonho. Era a única mulher num mundo dominado por homens. Um dia teve um acidente grave e azarado: regressando dos testes na pista - sem que se perceba porquê - acelerou e embateu contra a traseira de um camião. Na altura pensou-se que teria a vida em risco. "María, te hemos salvado la vida... pero tenemos que decirte que has perdido el ojo" - disse-lhe o médico, depois da operação. "Usted es cirujano?" - respondeu María - "… y usted necesita dos manos para operar? pues yo soy piloto de Fórmula 1 y necesito dos ojos!…". Passados três meses de recuperação, em conferência de imprensa, partilha com todos a transformação interior que sofreu: "…te dás cuenta que ves más que antes… porque yo antes sólo veía la Fórmula 1, sólo me veía encima de un coche compitiendo, y no veía lo que era realmente importante en la vida; la claridad de decir "joder, estoy viva" y que en ese momento no estaba valorando lo más grande que es que esa persona que estaba allí me haya salvado"; "este ojo me ha devuelto el Norte; me ha devuelto lo importante"; "esta nueva oportunidad la voy a vivir al cien por cien"; "hoy cuando me miro al espejo estoy orgullosa porque realmente pienso que mi aspecto actual dice más de quién es María de Villota"; "llevo mi historia y la llevo con mucho cariño y orgullo". Mais nada.
[Fotografia de GrandPrixMotoriOnline]
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Maria José Nogueira Pinto: servi o melhor que soube e pude!
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi-a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati-me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Como posso esquecer...
" Como posso esquecer os dias cinzentos... Se são eles que me trazem o sol! Como posso esquecer as derrotas...Se são elas que me proporcionam as vitórias! Como posso esquecer os erros...Se são eles que me dão lição de vida! Como posso esquecer os planos fracassados...Se só o fracasso, pode dar-me a ventura de sonhar! Como posso esquecer a solidão... se foi ela, que me trouxe os meus grandes amigos!"quarta-feira, 10 de novembro de 2010
A tigela de madeira!
Deus abençoe o escritor que faz com que, a quem ler a mesma, se sinta tocado por ela.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Uma lição de vida
“Quero ir contigo e ser teu companheiro.”
Puseram-se a caminho e chegaram à margem de um rio, onde se sentaram a comer. Levavam com eles três pães. Comeram dois e o terceiro sobrou.
Jesus levantou-se e foi ao rio dessedentar-se. Quando voltou, não encontrou o terceiro pão, pelo que perguntou ao homem:
“Quem tirou o pão?”
“Não sei” – respondeu o outro.
Jesus e o homem continuaram a caminhada e viram uma corça com dois veadinhos. Jesus chamou um deles, que foi ao seu encontro. Jesus matou-o, assou uma parte e comeu com o seu companheiro.
Depois disse ao veadinho:
“Levanta-te, com a permissão de Deus.”
O animal levantou-se e partiu.
Jesus voltou-se então para o companheiro:
“Pergunto-te, em nome d’Aquele que te mostrou este milagre: quem tirou o pão?”
“Não sei” – respondeu o homem.
Chegaram a um grande lago num vale. Jesus tomou o homem pela mão e caminharam sobre a água. Depois de terem atravessado, disse Jesus:
“Em nome d’Aquele que te mostrou este milagre, pergunto-te: quem tirou o pão?”
“Não sei” – respondeu o homem.
Chegaram depois a um deserto árido e sentaram-se no chão.
Jesus juntou um montinho de terra e areia e disse-lhe:
“Transforma-te em ouro, com a permissão de Deus.”
E assim aconteceu.
Jesus dividiu o ouro em três partes e disse:
“Um terço para mim, um terço para ti e um terço para quem tirou o pão!”
Disse o homem:
“Fui eu que tirei o pão!”
Disse Jesus:
“O ouro é todo teu.”
Jesus seguiu caminho e o outro ficou com o ouro.
Dois homens encontraram-no no deserto com o ouro e queriam roubá-lo e matá-lo.
Ele disse-lhes:
“Vamos dividi-lo entre os três e um de vós vai à cidade comprar comida.”
Um deles partiu, dizendo consigo mesmo:
“Por que hei-de dividir o ouro com estes dois? Vou antes envenenar a comida e ficar com o ouro para mim!”
E foi o que fez.
Entretanto, os que tinham ficado disseram um para o outro:
“Por que havemos de dar-lhe um terço do ouro? Em vez disso, vamos é matá-lo quando regressar e dividimos o ouro entre os dois.”
Quando o terceiro regressou, os outros mataram-no, comeram a comida e morreram.
O ouro ficou no deserto com os três homens mortos.
Jesus passou pelo local, encontrou-os naquele estado e disse aos discípulos:
“Assim é o mundo. Tende cuidado com ele.”»
Autor desconhecido
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
CERTIDÃO DE NASCIMENTO: nascida durante aborto por envenenamento salino...
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Onde coloca o sal?

- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse, outra mão cheia de sal,e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água corria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - Disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? Perguntou o Mestre.
- Não - disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer, é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser "copo",
para tornar-se um "lago". Somos o que fazemos, mas somos principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.
(autor desconhecido)
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
O Amor vai Além, (a Ponte e o Trem).
Ninguém tem amor maior do que Aquele que dá a vida por aqueles que ama.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
A Mensageira da Providência
Em 1837, por volta das onze horas da manhã, José Cottolengo deixou a "Pequena casa", retornando meia hora depois, completamente pálido e abatido.Irmã Gabriela, que cuidava da recepção, vendo-o chegar tão ansioso e arrasado, pergunta-lhe o que está acontecendo, se ele está sofrendo ou se necessita de alguma coisa.
"Não" - responde ele -. "Eu só estou precisando de repouso, sem que ninguém me incomode." Não obstante, a religiosa lhe oferece uma bebida, um chá de ervas, e volta ao seu posto.
Pouco depois, uma senhora desconhecida se apresenta, e pede para falar com Cottolengo. Com uma voz maravilhosamente suave, ela diz, com muita delicadeza, que, longe de contrariar o Padre, a sua visita lhe seria agradável, e pediu que Irmã Gabriela, a encarregada da portaria, passasse por cima da ordem recebida - a de não incomodá-lo -, e que o chamasse.
Espantada com as doces palavras pronunciadas, a irmã fixa os olhos na sua interlocutora e nota-lhe um porte tão majestoso, os olhos tão brilhantes que ela se sente tomada por um grande sentimento de admiração e respeito, a ponto de não mais ousar dirigir-lhe o olhar.
Irmã Gabriela corre, então, para avisar Cottolengo e lhe descreve o ar distinto e majestoso da Senhora que chegara.
Assim que Cottolengo chegou até onde estava a senhora, esta começou a consolá-lo de suas aflições e desgosto; encorajou-o, dizendo-lhe que devia confiar, sempre, na divina Providência. Em seguida, deu-lhe um anel com uma pedra preciosa, e disse: "Isto servirá para pagar uma parte de suas dívidas. O que restar dela será pago de outra forma." Ela o anima, novamente, e parte.
Irmã Gabriela que, durante este tempo, tentava adivinhar quem seria aquela senhora, desejava fixar seus olhos nela, antes que partisse; contudo, o respeito que lhe havia inspirado o seu primeiro olhar fora tão profundo, que ela não ousou levantar os olhos para contemplá-la.
Desejosa, entretanto, de saber alguma coisa de concreta, a irmã se dirigiu novamente para perto do padre e o encontrou repousado, rejuvenescido e bem feliz.
- Padre, disse-lhe toda contente, afinal, quem é esta senhora tão majestosa que eu não ousei olhar, não ousei fixar meus olhos em seus olhos?
- Esta senhora, respondeu-lhe o santo, não veio daqui debaixo, como a senhora possa, talvez, imaginar; e sim, do alto. Era a Santíssima Virgem.
Só então, contou-lhe o acidente que tivera, confessando-lhe que, se havia retornado à "Pequena Casa" tão transtornado, era porque um dos seus credores o havia ultrajado e maltratado na rua, de maneira brutal.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
7 verdades do Bambu

- A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
- Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
- Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado. Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
- A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita – comunidade - o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
- A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” (e não de eu’s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
- A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
- Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exactamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Desejos finais de Alexandre Magno
- Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
- Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados como prata, ouro e pedras preciosas;
- Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
- Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
- Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
- Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
domingo, 9 de maio de 2010
O menino e o cachorrinho.
Um menino entra na lojinha de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda. - Entre 30 e 50 euros, respondeu o dono.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- Mas, eu só tenho 10 euros… Poderia ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando de forma visível. O menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
- O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário o tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril e mancaria para sempre.
O menino animou-se e disse com enorme alegria no olhar:
- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
- Não, você não vai comprar esse. Se quiser realmente ficar com ele, eu dou-lho de presente.
O menino emudeceu e, com os olhos marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e disse:
- Eu não quero que você mo dê. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu dou 10 euros agora e 1 euro por mês, até completar o preço total.
Surpreso, o dono da loja contestou:
- Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.
O menino ficou muito sério e levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar… Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
- Veja… eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.
O dono da loja, assim como a gente, ficou mudo neste momento…
Chris Degaut








