A terceira Carta Encíclica de Bento XVI empresta o título a este blogue. A Caridade na Verdade. Agora permanecem a fé, a esperança e a caridade, mas só esta entra na eternidade com Deus. Espaço pastoral de Tabuaço, Távora, Pinheiros e Carrazedo, de portas abertas para a Igreja e para o mundo...
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sábado, 8 de setembro de 2018
Natividade de Nossa Senhora
Nota Histórica:
Oração (de coleta):
A vinda do Filho de Deus à terra, foi preparada, pouco a pouco, ao
longo dos séculos, através de pessoas e acontecimentos. Entre as pessoas
escolhidas por Deus para colaborarem no Seu projecto de salvação, houve
uma, à qual foi confiada uma missão única: Maria, chamada a ser a Mãe
do Salvador e cumulada, por isso, de todas as graças necessárias ao
cumprimento dessa missão.
O nascimento de Maria foi, portanto, motivo de esperança para o mundo
inteiro: anunciava já o de Jesus. Era a autora da salvação a despontar;
«Ela vem ao mundo e com Ela o mundo é renovado. Ela nasce e a Igreja
reveste-se da sua beleza». (Liturgia bizantina).
Felicitando a Mãe do Salvador, no dia do Seu aniversário natalício,
peçamos a graça de à Sua semelhança, colaborarmos, generosamente, na
salvação do mundo.

(Domenico Ghirlandaio, Cappella Tornabuoni, Santa Maria Novella, Florença)
Oração (de coleta):
Dai, Senhor, aos vossos servos o dom da graça celeste e fazei que a
festa do nascimento da bem-aventurada Virgem Maria, cuja maternidade
divina foi o princípio da nossa salvação, aumente em nós a unidade e a
paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na
unidade do Espírito Santo.
Dos Sermões de Santo André de Creta, bispoO que era antigo passou. Tudo se renova
Cristo é o fim da lei; Ele nos faz passar da escravidão da lei para a liberdade do espírito. N’Ele está a perfeição da lei, porque, sendo o supremo legislador, deu pleno cumprimento à sua missão, transformando em espírito a letra da lei e recapitulando em Si todas as coisas. A lei foi vivificada pela graça e foi posta ao seu serviço, formando com ela uma composição harmoniosa e perfeita. Cada uma delas conservou as suas características próprias, sem alteração nem confusão; mas o que na lei havia de penoso e servil tornou se, por uma transformação divina, fonte de suavidade e liberdade, e deste modo, como diz o Apóstolo, já não somos escravos dos elementos do mundo, nem oprimidos pelo jugo da letra da lei.
O mistério de Deus que Se faz homem e a consequente divinização do homem assumido pelo Verbo representam o compêndio perfeito dos benefícios de Cristo em nosso favor e o aniquilamento de toda a vã presunção da natureza humana. Mas convinha que a esplendorosa e surpreendente vinda de Deus aos homens fosse precedida por uma alegria especial que nos preparasse para o dom grandioso e admirável da salvação. Este é o significado da festa que hoje celebramos, porque o nascimento da Mãe de Deus é o princípio desses bens prometidos, princípio que terá o seu termo e conclusão na predestinada união do Verbo com a carne. Hoje nasce a Virgem Maria; será amamentada e crescerá, preparando se deste modo para ser a Mãe de Deus, Rei de todos os séculos.
Deste nascimento nos vem um duplo benefício: por um lado, eleva-nos ao conhecimento da verdade; e por outro, liberta nos de uma vida escravizada à letra da lei. De que modo e em que condições? A luz dissipa as trevas e a graça liberta nos da escravidão da lei. Esta é uma solenidade de confins entre o Antigo e o Novo Testamento: a verdade substitui os símbolos e as figuras, e a nova aliança substitui a antiga.
Cantem e exultem todas as criaturas e participem condignamente na alegria deste dia. Juntem-se nesta celebração festiva os céus e a terra, tudo o que há no mundo e acima do mundo. Porque hoje é o dia em que o Criador do universo edificou o seu templo; hoje é o dia em que a criatura prepara uma nova e digna morada para o seu Criador.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Nascimento e Vocação de Maria
Cada um de nós, no pensamento de Deus desde sempre, nasce com uma missão que não passa para outra pessoa. Ainda que viva segundos, aquele que chega a este mundo traz em si uma mensagem de Deus. Pela sua beleza ou pelo seu sofrimento, aquele que nasce é um desafio, uma provocação, para o mundo que o acolhe ou o rejeita, ou cujas circunstâncias não viabilizam a permanência por mais tempo…
Uma leitura de férias – Nascemos e jamais morreremos. Vida de Chiara Corbella Petrillo. Editorial A.O. –, visualiza a pessoa como ser único e irrepetível. Um testemunho impressionante de quem vive a vida para dar mais vida aos outros… Aquela família deu ao mundo dois filhos que sabia não iriam sobreviver. A primeira, Maria Grazia Letizia, anencéfala, viverá fora do ventre materno 30 minutos; o segundo, Davide Giovanni, cujas ecografias revelam que não tem uma perna, a outra é apenas um toco, não tens rins, não tem pulmões, viverá apenas 37 minutos. Os pais batizam-nos para que nasçam para Deus; acolhem-nos como filhos, como dádiva de Deus, certos que mesmo vivendo na terra pouco tempo cumpririam uma importante missão, trouxeram vida e alegria e preparam os pais para o que estava para vir. O terceiro filho, Francesco, sobreviverá. Também aqui Chiara, a quem foi detetado um carcinoma, dá a vida toda para que o Filho tenha as condições necessárias para sobreviver. O adiamento de tratamentos, até ao nascimento do filho, reduz as possibilidades de cura. Pode haver muitos argumentos, mas sobrevem a vivência profunda da fé e a certeza de que nenhuma vida é em vão.
“Antes de te haver formado no ventre materno, Eu já te conhecia; antes que saísses do seio de tua mãe, Eu te consagrei e te constituí profetas das nações” (Jer 1, 5). Na vocação de Jeremias poderemos ver a vocação de Maria, e de cada um de nós. Desde sempre, Deus chama Maria para ser Mãe. Prepara-A. Mas no final só Ela pode viabilizar, com o seu SIM, o projeto de Deus: “faça-se em Mim segundo a Tua Palavra” (Lc 1, 38).
“Eis que venho para fazer, ó Deus, a tua palavra” (Heb 10, 7). A Epístola aos Hebreus refere-se a Jesus, mas poderia referir-se a Nossa Senhora. É, aliás, semelhante à resposta dada por Maria ao Anjo de Deus. Maria nasce para fazer a vontade de Deus, e a vontade primeira será dar ao mundo o Filho de Deus.
Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós.
Reflexão proposta e publicada:
in Voz de Lamego, ano 85/41, n.º 4328, 8 de setembro
Pinheiros: 2.º dia da NOVENA DE SANTA EUFÉMIA
NOVENA DE SANTA EUFÉMIA | 2.º dia | 8 de setembroNatividade de Nossa Senhora.A Igreja celebra hoje a festa da...
Posted by Paróquia de Pinheiros on Terça-feira, 8 de Setembro de 2015
terça-feira, 9 de setembro de 2014
domingo, 8 de setembro de 2013
Novena de Santa Eufémia - Natividade da Virgem Maria
A novena em honra de Santa Eufémia é atravessada por duas importantes festas em honra de Nossa Senhor. No segundo dia, 8 de setembro, a natividade da Virgem Santa Maria. No último dia da novena, 15 de setembro, a memória de Nossa Senhora das Dores, um dia após a festa da exaltação da Santa CRUZ.
Deste modo, a novena está como dentro de uma inclusão mariana. Inicia e termina na evocação de Maria. Com efeito, Santa Eufémia, muitos anos depois, é, nas circunstância do seu tempo, uma digna imitadora de Nossa Senhora, procurando como Ela realizar, em palavras e obras, a vontade de Deus.
Honramos o nascimento de Nossa Senhora, na certeza que assume, na história e no tempo, o chamamento de Deus. Ela é escolhida desde toda a eternidade. Nasce para este mundo para no seu SIM a Deus nos abrir as portas da salvação em Jesus Cristo. Vale porque é a Mãe do Salvador. Vale porque procura em tudo ser aprazível a Deus, mesmo que isso lhe possa acarretar dificuldades.
Santa Eufémia nasce para ser santa. Como todos nós. Nasce numa ambiente cristão, numa família nobre e numa cidade onde floresce o cristianismo. Mas nem por isso tem a vida facilitada. Chega cedo a perseguição à Igreja e com a perseguição a morte de muitos cristãos, não porque tenham feito mal algum mas pelo simples facto de se afirmarem seguidores de Cristo e se manterem fiéis ao Evangelho da caridade e do perdão.
Santa Eufémia, por escolha própria, não deixará de testemunhar a sua fidelidade a Jesus Cristo, o seu amor, mesmo que para isso tenha de dar a vida. E quando vêm outros a serem arrastados para a tortura e para a morte, ela anima-os para que não desfaleçam e traiam as convicções cristãs.
Como Maria, também Eufémia, vem ao mundo para fazer a vontade de Deus.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Homilia de D. António na Festa de Nª Sª dos Remédios
- O Evangelho deste Dia faz desfilar diante de nós uma admirável litania de nomes. Esta longa, lenta e bela melodia ensina-nos que, para chegarmos junto de Jesus e de Maria é necessário primeiro atravessar, com sentida emoção e repassada alegria, a lição de todo o Antigo Testamento, sentir o pulsar do coração dos «justificados» que o habitam, e entrar, juntamente com eles, nessa imensa peregrinação ou procissão de esperança que nos leva até «José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus» (Mateus 1,16). É uma teia de 44 nomes que nos leva a esse cume inundado de Luz, que nos encandeia e nos cega os olhos, e nos faz ver este mistério inefável e profundo, legível só à outra luz do coração.
- Admirável litania de nomes e gerações,/ longa, lenta e bela melodia,/ que nos ensina que para chegarmos junto de Jesus e de Maria, / é necessário subir a escadaria.
- Prosseguindo o Evangelho deste Dia, também se vê bem que «o essencial é invisível para os olhos», e que «só se vê bem com o coração». É assim que José, o justo, pensa em sair de cena, silenciosamente, amorosamente, para não atrapalhar ninguém, e deixar a cena toda livre para Deus. E é também assim que Deus desce na passividade de um sonho e entrega a José o que é, na verdade, coisa própria de Deus: a esponsalidade e a paternidade. Deus é o Esposo, o verdadeiro Esposo, tantas vezes dito nas páginas do Antigo e do Novo Testamento. Deus é o Pai, o verdadeiro Pai, tantas vezes dito nas páginas do Antigo e do Novo Testamento. É só por graça que José recebe Maria como esposa, e é só por graça que é o pai do Filho de Deus, nascido de Maria. Na verdade, diz bem Tiago, juntamente com o Apóstolo Paulo, que «toda a paternidade, como todo o dom perfeito, vêm do Alto, descem do Pai das Luzes» (Efésios 3,15; Tiago 1,17).
- Subamos, pois, mais alto. Desçamos, pois, mais fundo. Caríssimos pais e mães, os filhos que gerais e que vos nascem, são, antes de mais, vossos ou são de Deus? Dir-me-eis: este filho é nosso, fomos nós que o geramos, fui eu que o dei à luz, nasceu no dia tal. E eu pergunto ainda: sim, mas porquê esse, e não outro? É aqui, amigos, que entra o para além da química e da biologia. É aqui, amigos, que entramos no limiar do mistério, na beleza incandescente do santuário, onde o fogo arde por dentro e não por fora. É aqui que caímos nos braços da ternura de um amor novo, maternal, patente neste colo virginal de Nossa Senhora dos Remédios, que nenhuma pesquisa biológica ou química explicará jamais. Todo o nascimento traz consigo um imenso mistério. Sim, porquê este filho, e não outro? Porquê este, com esta maneira de ser, este boletim de saúde, este grau de inteligência, esta sensibilidade própria? Sim, outra vez, porquê este filho, e não outro, com outra maneira de ser, outro boletim de saúde, outro grau de inteligência, outras aptidões? Fica patente e latente que, para nascer um bebé, não basta gerá-lo e dá-lo à luz. Quando nasce um filho, é também Deus que bate à nossa porta, é também Deus que entra em nossa casa.
- A Bíblia é um livro cheio de nascimentos. Hoje é o dia de anos de Maria, o aniversário de Maria, que aqui, nesta sua Casa, saudamos de perto sob a invocação de Nossa Senhora dos Remédios. O humilde profeta Miqueias, saudou-a de longe, à distância de oito séculos no tempo, e de trinta quilómetros no espaço, lá do meio dos seus campos de Moreshet-Gat, a sua aldeia natal. Daí, levantou os seus olhos claros e carregados de verdade como árvores carregadas de frutos, e viu a cidade capital, Jerusalém, cheia de vícios, de vazio religioso, exploração dos pobres pelo rei e pelos poderosos. Miqueias denuncia esta situação escandalosa com uma linguagem duríssima. Escreve ele: Por acaso, não cabe a vós, chefes de Jacob, dirigentes de Israel, conhecer o direito, vós que odiais o bem e amais o mal, que arrancais a pele do meu Povo, lhe comeis a carne, cortando-a em pedaços e cozendo-a na panela, e lhe roeis os ossos?» (Miqueias 3,1-3).
- Visto isto, Miqueias levanta ainda mais os seus olhos muito puros, lancinantes, como estremes facas de dois gumes, e eis que vê nascer, ainda que à distância e em claro contraponto, um futuro novo, um mundo novo, que se condensa, não na figura de um rei, rico, viciado, explorador, mas no puro recorte de uma mãe que há-de dar à luz e amamenta um menino (Miqueias 5,2). Uma mãe que amamenta um menino. Este quadro, vê-o Miqueias, não a surgir da viciada Jerusalém, mas dos campos da humilde terra de Belém (Miqueias 5,1). Por isso também, não se atreve Miqueias a dar o título de rei (melek) ao senhor desse mundo novo, a raiar; em vez de rei, será um guia (môshel), que sabiamente irá à frente do seu Povo (Miqueias 5,1).
- Uma Mãe que amamenta um menino. Se vejo bem, estou mesmo a ver o quadro luminoso de Nossa Senhora dos Remédios. E compreendo melhor a razão porque a amamos tanto. Está ali, bem à vista, a Mãe e o Menino, mas também o coração,/ a respiração,/ a pulsação,/ a lalação,/ a aleitação./ Vida recebida,/ amada,/ mimada,/ acariciada./ Nunca enlatada.
- Não há no mundo braços tão fortes como os de uma Mãe. Da nossa Mãe. Por isso vimos aqui de dia e de noite. Respira-se aqui outra cultura, outro amor, outra alegria. Por isso vimos aqui, de noite e de dia, entregar a Maria as nossas dores e as nossas flores. Aqui encontramos a cura do amor verdadeiro e sem ruga. Daqui saímos sempre renovados, porque aqui sentimo-nos amados e embalados nos teus braços maternais, Mãe. Aqui, aqui, aqui começa o mundo, Mãe.
- Encarecidamente imploro ao Senhor Reitor deste Santuário de Nossa Senhora dos Remédios e à Real Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios, que tudo façam para que este lugar nunca seja um des-lugar, mas seja cada vez mais, não apenas o ex-libris de Lamego, mas o mais belo lugar de Lamego, o mais terno lugar de Lamego, o mais aconchegado lugar de Lamego, o património mais comovido de Lamego. Os pobres, os nossos irmãos que doem, têm de encontrar aqui a sua Casa. E as esmolas e as ofertas aqui depositadas pelos nossos irmãos que doem e que dão têm de nos merecer um infinito respeito, e não podem ser gastas em qualquer coisa, de qualquer maneira, sem estremecimento nosso. Têm de ser obrigatoriamente gastas, exclusivamente gastas, escrupulosamente gastas em abraços maternais, sem outras contabilidades, calculismos ou exercícios financeiros. A Real Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios tem aqui a sua vocação e a sua missão mais nobre, mais pura, mais sublime, mais humana, mais divina. E nós, todos nós, que mais de perto sentimos o chão e o Céu deste Santuário temos todos a estrita obrigação de nos gastarmos também em abraços maternais.
- Encarecidamente imploro às queridas Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, que são quem mais tempo passa neste Santuário e a ele mais se dedica, a graça de continuarem a dar-se de corpo inteiro, coração inteiro e tempo inteiro, a encher de amor este bocadinho de chão e de Céu. Eu sei que vós sabeis, melhor do que ninguém, como fazer deste espaço um regaço e um abraço.
- Senhora dos Remédios, Senhora da Embalação e da Aleitação, pega em nós ao colo, vela por nós, fica à nossa beira. É bom ter uma Mãe como companheira, médica e enfermeira.
Lamego, 08 de Setembro de 2012, Solenidade de Nossa Senhora dos Remédios
+ António José da Rocha Couto, Bispo de Lamego
domingo, 12 de agosto de 2012
Nota Pastoral sobre a festa de Nossa Senhora dos Remédios
SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS
Nota Pastoral
Nota Pastoral
1. No próximo dia 8 de Setembro, dia em que a Igreja celebra a Festa da Natividade da Virgem Santa Maria, a Igreja que vive na Cidade de Lamego celebra a Solenidade de Nossa Senhora dos Remédios, sua Padroeira principal.
2. Nossa Senhora dos Remédios é, com certeza, nas suas coordenadas culturais e religiosas, o ponto mais alto (falo de outras alturas) da cidade de Lamego, mas também de toda a nossa Diocese de Lamego, e ainda de muita gente humilde e devota do inteiro Portugal e até do estrangeiro, que acorre a este lugar alto (a Bíblia chama «lugar alto» [maqôm], mais alto do que eu, aos santuários de Deus) para, juntamente connosco, bater a esta porta aberta desta Casa da Mãe de Deus e nossa Mãe, à procura de algum consolo para as suas dores e de um bocadinho de esperança para a sua vida.
3. A nós, Igreja de Deus que vive nesta Cidade e nesta Diocese de Lamego, compete-nos, portanto, pôr a mesa e acender a lareira, para que esta Casa da nossa Mãe seja um lar belo e acolhedor, onde todos aprendamos outra vez a sentir-nos verdadeiramente filhos e irmãos.
4. Ouso, por isso e para isso, apelar a todos os Movimentos e a todas as Comunidades Paroquiais espalhadas pelo espaço da nossa Diocese de Lamego, com os seus párocos e fiéis, acólitos e porta-estandartes, a marcarem presença activa, peregrinante e orante, de modo a enchermos de Fé, de Amor e de Esperança todos os caminhos que vão dar ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.
5. O Dia Grande é o Dia 8 de Setembro. Nesse Dia haverá no Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, às 10 horas, a Solene Celebração da Eucaristia. E às 16 horas terá lugar a Solene Procissão que, saindo da Igreja das Chagas e atravessando as ruas da cidade, se dirigirá para o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.
6. Toda a grande Celebração requer que nos preparemos condignamente para ela. Nesse sentido, o Santuário oferece um itinerário de preparação, que decorrerá de 30 de Agosto a 7 de Setembro, com dois momentos altos em cada um dos dias desta novena: às 6 horas da manhã, haverá a Recitação do Terço, Adoração e Celebração da Eucaristia; e às 18 horas, haverá um tempo de oração mariana, orientado pelas Irmãs Franciscanas Hospitaleiras. No dia 6, no final da Oração da manhã, a imagem de Nossa Senhora dos Remédios será levada em Procissão para a Igreja das Chagas, de onde sairá no dia 8, em Solene Procissão, às 16 horas.
7. Aproveitemos este tempo de graça para renovarmos a nossa Alegria cristã e a nossa Dedicação à Mãe de Deus e Mãe nossa, que sempre nos acolhe na sua Casa e nos conforta nos seus braços maternais.
2. Nossa Senhora dos Remédios é, com certeza, nas suas coordenadas culturais e religiosas, o ponto mais alto (falo de outras alturas) da cidade de Lamego, mas também de toda a nossa Diocese de Lamego, e ainda de muita gente humilde e devota do inteiro Portugal e até do estrangeiro, que acorre a este lugar alto (a Bíblia chama «lugar alto» [maqôm], mais alto do que eu, aos santuários de Deus) para, juntamente connosco, bater a esta porta aberta desta Casa da Mãe de Deus e nossa Mãe, à procura de algum consolo para as suas dores e de um bocadinho de esperança para a sua vida.
3. A nós, Igreja de Deus que vive nesta Cidade e nesta Diocese de Lamego, compete-nos, portanto, pôr a mesa e acender a lareira, para que esta Casa da nossa Mãe seja um lar belo e acolhedor, onde todos aprendamos outra vez a sentir-nos verdadeiramente filhos e irmãos.
4. Ouso, por isso e para isso, apelar a todos os Movimentos e a todas as Comunidades Paroquiais espalhadas pelo espaço da nossa Diocese de Lamego, com os seus párocos e fiéis, acólitos e porta-estandartes, a marcarem presença activa, peregrinante e orante, de modo a enchermos de Fé, de Amor e de Esperança todos os caminhos que vão dar ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.
5. O Dia Grande é o Dia 8 de Setembro. Nesse Dia haverá no Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, às 10 horas, a Solene Celebração da Eucaristia. E às 16 horas terá lugar a Solene Procissão que, saindo da Igreja das Chagas e atravessando as ruas da cidade, se dirigirá para o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.
6. Toda a grande Celebração requer que nos preparemos condignamente para ela. Nesse sentido, o Santuário oferece um itinerário de preparação, que decorrerá de 30 de Agosto a 7 de Setembro, com dois momentos altos em cada um dos dias desta novena: às 6 horas da manhã, haverá a Recitação do Terço, Adoração e Celebração da Eucaristia; e às 18 horas, haverá um tempo de oração mariana, orientado pelas Irmãs Franciscanas Hospitaleiras. No dia 6, no final da Oração da manhã, a imagem de Nossa Senhora dos Remédios será levada em Procissão para a Igreja das Chagas, de onde sairá no dia 8, em Solene Procissão, às 16 horas.
7. Aproveitemos este tempo de graça para renovarmos a nossa Alegria cristã e a nossa Dedicação à Mãe de Deus e Mãe nossa, que sempre nos acolhe na sua Casa e nos conforta nos seus braços maternais.
Lamego, 11 de Agosto de 2012, memória de Santa Clara de Assis
+ António Couto, Bispo de Lamego
+ António Couto, Bispo de Lamego
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