terça-feira, 22 de julho de 2014

Laetare - Madalena

       A Agência Ecclesia, diz-nos que Laetare "é uma banda portuguesa constituída a partir das actividades de um grupo de catequese da paróquia da Reboleira, diocese de Lisboa. Começaram por ajudar na animação musical das eucaristias e depois surgiu o desafio de criar um tema original para participar no festival vicarial da canção cristã.
       A banda é constituída por 2 elementos: Clara Raimundo (Voz) e Pedro Marques (Guitarra, Voz)".
       No dia 17 de MAIO atuaram, em concerto de oração, na Igreja Paroquial de Tabuaço
       Editaram o seu primeiro CD com 11 composições, Ao Teu Sopro. Uma melodia agradável, que nos ajuda a elevar o espírito, com uma forte mensagem cristão. Vale mesmo a pena escutar, meditar, rezar, louvar a Deus. Neste dia em que celebramos a festa de Santa Maria Madalena, aqui fica um tema proposto por este grupo de música cristã.

sábado, 19 de julho de 2014

XVI Domingo do Tempo Comum - ano A - 20 de julho

       1 – Deus é lento para a ira e rico de misericórdia, "é um Deus clemente e compassivo, sem pressa para Se indignar e cheio de misericórdia e fidelidade" (Ex 34, 6). É isto que Jesus volta a dizer-nos de forma clara e inequívoca.
       Depois da parábola do Semeador que sai a semear e cuja semente encontra terrenos diversos, Jesus propõe-nos a parábola do trigo e do joio. «O reino dos Céus pode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora. Quando o trigo cresceu e começou a espigar, apareceu também o joio».
       Apercebendo-se do que está a acontecer logo os seus servos querem cortar o mal pela raiz. Então o senhor diz-lhes: "Não! Não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo". Quando chegar a altura da ceifa, amadurecendo o trigo e o joio, terão oportunidade de separar o trigo e o joio. Ao nascer e no crescer o trigo e o joio confundem-se facilmente. Mas com o tempo, o trigo cresce acima do joio…
       Já em casa, Jesus volta a explicar aos discípulos a parábola do trigo e do joio. «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem e o campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino, o joio são os filhos do Maligno e o inimigo que o semeou é o Diabo. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os Anjos. Como o joio é apanhado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo».
       Em cada um de nós, cresce o trigo e o joio simultaneamente. Poderemos colocar os bons de um lado e os maus do outro lado. Nesse caso cortamos o joio antes da ceifeira. E de que lado nos situamos? Seremos os bons para excluir os maus? Ou seremos os maus que se querem perdidos na escuridão e no pecado?
       Amadureçamos a semente que Jesus lançou no nosso coração e na nossa vida, cuidemos da nossa terra, vamos mondando com cuidado para não destruir o que de bom vamos encontrando, criemos condições cada dia mais favoráveis para que o trigo seja mais forte e robusto e possa ir abafando o joio que há em nós.
        2 – Uma árvore ao cair faz muito mais barulho que todas as árvores da floresta a crescer.
       Uma notícia negativa gera uma maior atenção e tem direito a um tempo de antena alargado com todos os desenvolvimentos possíveis, os vários pontos de vistas, opiniões de quem viu e de quem não viu, emoções, sentimentos. Uma notícia positiva tem algumas dificuldades de afirmação, ainda que possa ser um bom sinal na medida em que o bem continua a ser expectável.
       A velha imagem que se adequa à parábola de Jesus, o risco de deitar fora a água suja e o bebé. Olhando para a vasilha só se vê a água turva, mas dentro está o bebé. É preciso cuidado e antes de deitar fora a água verificar que nada de bom e útil segue o mesmo destino.
       No recente Campeonato do Mundo de Futebol, 16 equipas, espalhadas pelos diferentes continentes conseguiram um feito meritório, entre muitas outras apuraram-se para a fase final. Luta, trabalho, sacrifício, para superar os adversários. Na fase final, algumas equipas obtiveram mais sucesso que outras. Até podem ter perdido jogos em que jogaram melhor futebol. Este tem uma dose elevada de sorte. Um primeiro golo pode derrubar por completo a confiança. Uma derrota ou a eliminação fez explodir, em relação a algumas seleções de futebol, como Portugal e Brasil, um rol infindável de críticas como se tudo tivesse corrido mal. Perante uma derrota é difícil ver o bem e avaliar de forma equilibrada, sem com isto desvalorizar a necessidade de se fazer uma avaliação sobre o correu bem e o que correu menos bem.
       O trigo e o joio, o bem e o mal, o branco e o preto, a vida e a morte, a luz e as trevas. As antíteses até podem ser atraentes, mas a vida não é assim, é multicolor e tem diversas matizes, uma definição não encaixa em todas as pessoas do mesmo modo.
       Temos pressa e queremos resultados imediatos. Bento XVI, no início do Seu pontificado, dizia de uma forma muito acessível que a nossa pressa destrói, precipita-nos. A paciência de Deus, que brota do amor, da compaixão, da Sua misericórdia infinita, constrói. Deus é paciente, espera por nós. Sempre.
       Num grupo eclesial, numa turma (escolar), num clube de futebol, num partido, numa empresa, um incidente, uma momento infeliz, pode destruir rapidamente tudo o que se construiu com carinho e dedicação. Caindo em rápidos juízos de valor, o sério risco de colocarmos tudo em causa, desanimarmos, fazermos com que os outros desanimem.
       Paga o justo pelo pecador. Algo correu mal. Aconteceu o que não era suposto acontecer. Alguém tem de pagar as favas, ou pagam todos. Um elemento saiu fora da linha, então desiste-se por completo do projeto em causa.
       3 – Deus age, por vezes silenciosamente, em nós e através de nós. Podemos ter vontade e desejo de transformar o mundo inteiro, mas nem a nossa vida transformaremos senão deixarmos que o Espírito Santo nos envolva e reaviva em nós a memória e a identidade de filhos adotivos de Deus.
       Com o tempo, tomamos consciência que o nosso esforço não obtém resultados imediatos nem tampouco os frutos que eram esperados diante do muito que fizemos. A reação pode levar-nos a desistir e a conformar-nos com as situações vigentes. Porém, tal como na parábola do trigo e do joio, contamos com a paciência e compaixão de Deus. Para que a semente dê fruto abundante e maduro é preciso cuidado, trato, mas sobretudo deixar que Deus opere na terra que somos, solo ávido da Palavra de Deus e da Sua presença amorosa.
       Jesus explicita o agir de Deus e a confiança que nos deve suscitar através de mais duas parábolas:
  • «O reino dos Céus pode comparar-se ao grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Sendo a menor de todas as sementes, depois de crescer, é a maior de todas as plantas da horta e torna-se árvore, de modo que as aves do céu vêm abrigar-se nos seus ramos».
  • «O reino dos Céus pode comparar-se ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado».
       Também por aqui se vê que Deus não age pelo exterior, pela força, pelo espetacular, mas pelo humilde e delicado, a partir do nosso interior. Deus age apenas e só através do amor com que nos cria e salva em Cristo Jesus, pela força do Espírito Santo. Por mais pequena que seja a semente, com Deus produzirá em abundância. O que fizermos só por nós pode ser muito, mas será sempre pouco. O que fizermos com Deus, ou deixarmos que Deus faça em nós e através de nós, ainda que seja pouco, será sempre muito, será sempre amor, e não correremos o risco de desanimar com a mesma facilidade de nos centrarmos apenas em nós. Sozinhos não existimos. Alguém duvida?

       4 – Na verdade, diz-nos o Apóstolo, "o Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza, porque não sabemos que pedir nas nossas orações; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. E Aquele que vê no íntimo dos corações conhece as aspirações do Espírito, pois é em conformidade com Deus que o Espírito intercede pelos cristãos". Na oração encontramo-nos com o mesmo Deus, que dilata o nosso coração, envolvendo-nos na compaixão com o próximo.
       O Senhor Deus é o garante da nossa vida presente e futura, Ele que nos criou e em Cristo nos redimiu. Desde sempre, Deus cuida de nós, usando de misericórdia e paciência. "Vós, o Senhor da força, julgais com bondade e governais-nos com muita indulgência, porque sempre podeis usar da força quando quiserdes. Agindo deste modo, ensinastes ao vosso povo que o justo deve ser humano e aos vossos filhos destes a esperança feliz de que, após o pecado, dais lugar ao arrependimento".
       Como é belo saber que o nosso Pai – como os nossos pais terrenos – está sempre de coração disponível e de braços abertos para nos acolher em casa, mesmo quando fomos injustos, ingratos, rebeldes. Por mais que nos tenhamos afastado, o coração do Pai (e dos pais) está pronto para nós. Faz toda a diferença. Sabemos que ainda que tudo corra mal, temos um poiso, um lugar em Quem nos encontrarmos e para onde voltarmos. A nossa casa é onde estão os que nos querem bem.

Pe. Manuel Gonçalves


Textos para a Eucaristia (ano A): Sab 12, 13. 16-19; Sl 85 (86); Rom 8, 26-27; Mt 13, 24-43.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração...

       Jesus exclamou: «Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve» (Mt 11, 28-30).
        Jesus é o nosso conforto, o lugar em que nos descobrimos e nos encontramos como irmãos uns dos outros e como filhos bem amados de Deus. Qual o melhor conforto que nos pode ser dado senão a amizade, a compreensão, um significado envolvente para a vida, a promessa da imortalidade, a garantia que a nossa vida tem uma sentido que nos transcende e transcende o tempo presente e o mundo actual?!
       Jesus é esta promessa de definitividade. É a nossa esperança. Mais, é uma promessa que se cumpre com a Sua morte e ressurreição. As suas palavras, à luz da Ressurreição, adquirem um novo prisma, de promessa passam a cumprimento. Ele coloca as nossas esperanças na eternidade.
       A certeza de que Ele está connosco em todo o tempo e lugar, e por todo o sempre, descansa a nossa sede permanente de nos transcendermos, ou pelo menos, dá-lhe uma objectividade que nos atrai.
        O convite de Jesus confirma a preocupação de ser habitação de todos, especialmente daqueles que vivem em maiores dificuldades morais, afectivas, sociais, aqueles que cansaram da vida, das pessoas. O encontro com Jesus Cristo há-de ser de libertação, de descanso, de encontro consigo próprio, de realização do melhor que há em nós.
       Por outro lado, e como já refletimos por aqui (XIV do tempo Comum - A), Ele ensina-nos a mansidão e a humildade, que nos abrem para o futuro e que nos permitem a comunhão com os outros...

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Nem um copo de água ficará sem recompensa

       "Ainda que multipliqueis as vossas preces, não lhes darei atenção, porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos, afastai dos meus olhos a malícia das vossas acções, deixai de praticar o mal e aprendei a fazer o bem. Respeitai o direito, protegei o oprimido, fazei justiça ao órfão, defendei a causa da viúva" (Is Is 1, 10-17). 
       Disse Jesus aos seus apóstolos:
      "Disse Jesus aos seus apóstolos: «Não penseis que Eu vim trazer a paz à terra. Não vim trazer a paz, mas a espada. De facto, vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora da sua sogra, de maneira que os inimigos do homem são os de sua casa. Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim. Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não é digno de Mim. Quem encontrar a sua vida há-de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la. Quem vos recebe, a Mim recebe; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou. Quem recebe um profeta por ele ser profeta, receberá a recompensa de profeta; e quem recebe um justo por ele ser justo, receberá a recompensa de justo. E se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa». Depois de ter dado estas instruções aos seus doze discípulos, Jesus partiu dali, para ir ensinar e pregar nas cidades daquela gente" (Mt 10, 34 - 11, 1).
       Na primeira leitura da liturgia da palavra deste dia, do profeta Isaías, acentua-se que o essencial aos olhos de Deus não é o cumprimento de ritos, de leis, de tradições, mas a vivência solidária com os outros, a conversão de coração, a justiça, a solidariedade, o bem. Os ritos, como a religião, têm sentido quando nos ajudam a ajudar os outros.
       No Evangelho, por sua vez, Jesus alerta os seus discípulos para a inquietação que devem sentir na transformação do mundo, gastar a vida para a ganhar, viver na dedicação permanente ao próximo, não esperar tranquilidade na missão. A paz conquista-se pelo compromisso com os outros. Paulo VI lembrava que o desenvolvimento é outro nome para a paz, pois esta não é alcançável quando existe pobreza, guerra, dependência, corrupção, quando lei do mais forte impera, escravizando, controlando, retirando aos outros a liberdade e a capacidade de autodeterminação. A paz exige escolhas ativas a favor da transformação do mundo e das estruturas de pecado, para que a injustiça, as desigualdades sociais, o défice de acesso à saúde, à educação e à cultura, sejam minoradas em ordem à fraternidade.
       O caminho para Jesus é o serviço, a caridade, a atenção e cuidado sobretudo às pessoas que se encontram em situações de desfavor, num mundo paralelo, deficitário, de exclusão social, política e religiosa. Aos seus discípulos diz claramente qual é o caminho: serviço, caridade. Nem um copo de água dado em nome de Jesus ficará sem recompensa.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Tabuaço | Encerramento da Catequese | 2014 | Sabroso

       No passado sábado, o primeiro de julho, dia 5, o ENCERRAMENTO da CATEQUESE da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Tabuaço, no Santuário de Santa Maria do Sabroso, na Paróquia de Santa Maria de Barcos, da Zona Pastoral de Tabuaço. Algumas fotos desta tarde, com jogos e animação, com as Catequistas e o Grupo de Jovens (GJT), a celebração da Eucaristia, o lanche partilhado. Os pais foram convidados a estarem presente e alguns fizeram questão, bem assim como outras pessoas da nossa comunidade paroquial de Nossa Senhora da Conceição.
Mais FOTOS disponíveis na página da

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Procurai o bem e não o mal

       Procurai o bem e não o mal, para que vivais. Assim, o Senhor, Deus do Universo, estará convosco, como vós dizeis. Detestai o mal e amai o bem, restabelecei a justiça no tribunal. Talvez o Senhor, Deus do Universo, tenha compaixão dos sobreviventes de José. Eu detesto e desprezo as vossa festas, desgostam-Me as vossas reuniões sagradas. Se Me ofereceis holocaustos e oblações, Eu não quero aceitá-los; e para os vossos sacrifícios de animais gordos, nem sequer Me digno olhar. Afastai de Mim o barulho dos vossos cânticos, que Eu não quero ouvir o som das vossas harpas. Mas fazei que o direito corra como as águas e a justiça como rio inesgotável (Am 5, 14-15.21-24).
       O profeta Amós, de forma clarividente, mostra a relação entre a fé e a vida, entre o amor a Deus, a religião, e o amor ao próximo, a fraternidade. As orações, os cânticos de louvor, as oblações, os ritos do templo, não têm qualquer significado se a justiça e o direito não forem restabelecidos. Como muitas vezes ouviremos no Novo Testamento, o amor a Deus e o amor ao próximo são concumitantes, interligam-se mutuamente, não existem separados.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Tabuaço: Festa do Pai-nosso - 2014 - 2.º ano de Catequese

       A Solenidade do martírio dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, 29 de junho de 2014, foi o dia escolhido para mais uma festa da catequese, a última deste ano catequético, a Festa do Pai-nosso, com os meninos do 2.º ano de catequese. Fotos de alguns momentos da celebração da Eucaristia, com a alegria e a simplicidades das crianças, ressalvando-se o trabalho dedicado das catequistas, deste ano e de todos os anos de catequese:
      Para visualizar outras fotos disponíveis,
visite a página da Paróquia de Tabuaço no Facebook.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Leituras - ANTÓNIO REGO - A Ilha e o Verbo

ANTÓNIO REGO (2014). A Ilha e o Verbo. Dos vulcões da Atlântida à Galáxia digital. Lisboa: Paulinas Editora. 288 páginas.
       O Padre António Rego é bem conhecido do público português. É também conhecido como o Padre Televisão, precisamente pela presença nos ecrãs de televisão ao longo de muitos anos. Completando 50 anos de sacerdote, grande parte dos quais comprometido com os meios de comunicação social ligados à Igreja Católica em Portugal, chega-nos agora esta biografia-entrevista, com um ou outro texto sobre temas fundamentais do Pe. António Rego. 50 anos de vida sacerdotal. Tempo de agradecer. Olhar para trás, revendo como Deus vai guiando a vida e a história. Agradecendo, para continuar a trabalhar em prol da Igreja e da sociedade.
       Natural dos Açores, pouco tempo depois virá para o continente, ficando para sempre ligado ao Patriarcado de Lisboa, iniciando o compromisso com a Rádio Renascença, mas também comprometido com o trabalho paroquial. Projetos como Renascença, colaborações na RTP e na RDP, programas como 70x7, Ecclesia, Fé dos Homens, Secretariado Nacional das Comunicações Sociais, TVI, o canal atribuído à Igreja Católica, mas passando progressivamente para grupos financeiros, mantendo-se a presença da Igreja Católica e do Pe. Rego nomeadamente com a transmissão da Eucaristia dominical, com o programa 8.º Dia. Alguns dos projetos foram continuados por outros, mas têm o impulso inicial do Pe. António Rego, ou pelo menos a sua colaboração, como a transmissão da Eucaristia na RTP.
       No projeto TVI, de que foi também Diretor de Informação, criou como que uma escola de jornalistas para uma tratamento humanista das notícias e onde o religioso tivesse tratamento igual a outros âmbitos, prevalecendo com um lugar próprio, pois o espiritual e o religioso fazem parte do desenvolvimento do ser humano.
       As entrevistas são conduzidas, de forma inteligente, pelo bem conhecido Paulo Rocha, Diretor da Agência Ecclesia, integrando o Secretariado Nacional das Comunicações Sociais e colaborou em muitos projetos do Pe. António Rego.
       Na parte final, textos assinados pelo Padre/Cónego António Rego, Grandes Temas: Mar, Liberdade, Concílio Vaticano II, Meios de Comunicação Social, Arte, Açores, Oração.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

São Josemaria Escrivá

Nota Biográfica:
       Nasceu em Barbasto (Espanha) em 1902 e foi ordenado sacerdote em 1925. No dia 2 de Outubro de 1928 fundou o Opus Dei que abriu na Igreja uma nova via para que homens e mulheres de todas as condições vivessem plenamente a sua vocação cristã, santificando as suas actividades no meio do mundo. O Opus Dei foi erigido como Prelatura Pessoal em 1982. A sua pregação e escritos contribuíram para que inumeráveis fiéis se tornassem conscientes da sua peculiar missão eclesial.
       Faleceu em Roma no dia 26 de Junho de 1975.
Oração (de colecta):
       Senhor, nosso Deus, que, na Igreja, escolhestes São Josemaria, sacerdote, para anunciar a vocação universal à santidade e ao apostolado, concedei-nos, por sua intercessão e exemplo, que, através do trabalho quotidiano, nos identifiquemos com Cristo, vosso Filho, e sirvamos com amor ardente a obra da Redenção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo...


São Josemaria Escrivá de Balaguer, Presbítero

Rumo à Santidade

Sentimo-nos tocados, com o coração a bater com mais força, quando ouvimos com toda a atenção este brado de S. Paulo: esta é a vontade de Deus: a vossa santificação. Hoje, mais uma vez o repito a mim mesmo e também o recordo a cada um e à Humanidade inteira: esta é a vontade de Deus, que sejamos santos. Para pacificar as almas com uma paz autêntica, para transformar a Terra, para procurar Deus Nosso Senhor no mundo e através das coisas do mundo, é indispensável a santidade pessoal. Chama cada um à santidade, pede amor a cada um: jovens e velhos, solteiros e casados, sãos e doentes, cultos e ignorantes, trabalhem onde quer que trabalhem, estejam onde quer que estejam. Há um único modo de crescer na familiaridade e na confiança com Deus: a intimidade da oração, falar com Ele, manifestar-Lhe – de coração a coração – o nosso afecto.
Primeiro uma jaculatória, e depois outra e outra... Até que parece insuficiente esse fervor, porque as palavras se tornam pobres...: e abrem-se as portas à intimidade divina, com os olhos postos em Deus sem descanso e sem cansaço. Vivemos então como cativos, como prisioneiros. Enquanto realizamos com a maior perfeição possível, dentro dos nossos erros e limitações, as tarefas próprias da nossa condição e do nosso ofício, a alma anseia escapar-se. Vai até Deus como o ferro atraído pela força do íman. Começa-se a amar Jesus de forma mais eficaz, com um doce sobressalto.
Mas não esqueçamos que estar com Jesus é seguramente encontrar-se com a sua Cruz. Quando nos abandonamos nas mãos de Deus, é frequente que Ele permita que saboreemos a dor, a solidão, as contradições, as calúnias, as difamações, os escárnios, por dentro e por fora: porque quer conformar-nos à Sua imagem e semelhança e permite também que nos chamem loucos e que nos tomem por néscios. Quando admiramos e amamos deveras a Santíssima Humanidade de Jesus, descobrimos, uma a uma, as suas Chagas. E nesses tempos de expiação passiva, penosos, fortes, de lágrimas doces e amargas que procuramos esconder, sentiremos necessidade de nos meter dentro de cada uma daquelas Feridas Santíssimas: para nos purificarmos, para nos enchermos de alegria com esse Sangue redentor, para nos fortalecermos.
O coração sente então a necessidade de distinguir e adorar cada uma das pessoas divinas. De certo modo, é uma descoberta que a alma faz na vida sobrenatural. E entretém-se amorosamente com o Pai e com o Filho e com o Espírito Santo; e submete-se facilmente à actividade do Paráclito vivificador, que se nos entrega sem o merecermos. As palavras tornam-se supérfluas, porque a língua não consegue expressar-se; o entendimento aquieta-se. Não se discorre, olha-se! E a alma rompe outra vez a cantar um cântico novo, porque se sente e se sabe também olhada amorosamente por Deus a toda a hora.
Com esta entrega, o zelo apostólico ateia-se, aumenta dia-a-dia – pegando esta ânsia aos outros – porque o bem é difusivo. Não é possível que a nossa pobre natureza, tão perto de Deus, não arda em desejos de semear no mundo inteiro a alegria e a paz, de regar tudo com as águas redentoras que brotam do lado aberto de Cristo, de começar e acabar todas as tarefas por Amor.
Que a Mãe de Deus e nossa Mãe nos proteja a fim de que cada um de nós possa servir a Igreja na plenitude da fé, com os dons do Espírito Santo e com a vida contemplativa.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Festa do Município de Tabuaço - São João Batista - 2014

       Festas sanjoaninas de Tabuaço.
       O Município de Tabuaço tem como Padroeiro, e como feriado municipal, São João Batista. O dia solene é a 24 de junho, com a celebração da Eucaristia e da Procissão com os Padroeiros das paróquias e de alguns povos.
       O espaço pastoral que nos está confiado: Paróquia de NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO de Tabuaço, paróquia de acolhimento, Paróquia de SÃO JOÃO BATISTA de Távora, Paróquia SANTA EUFÉMIA de Pinheiros, Paróquia de SÃO SALVADOR de Carrazedo, fizeram-se presente com os respetivos padroeiros e com pessoas que acompanharam de perto as respetivas imagens/andores.
Andor de Nossa Senhora da Conceição
Andor de São Salvador
Andor de Santa Eufémia
Andor de São João Batista

Pode ver o conjunto de imagens da Festa de São João Batista,
mas também as referentes a cada uma das Paróquias deste espaço pastoral:

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Tabuaço: Primeira Comunhão e Corpo de Deus - 2014

       Como habitualmente na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Tabuaço, celebração da Primeira Comunhão dos meninos do 3.º Ano de Catequese, no dia em que se celebra a grande Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus, popularmente reconhecida como Festa do Corpo de Deus. Este ano a 22 de junho, domingo, e tivemos 10 meninos a comungarem pela primeira vez.
       Algumas fotos que ilustram vários momentos, ofertório, comunhão, ação de graças, procissão do Santíssimo, oferta de flores a Nossa Senhora, entrega de diplomas, para recordar e para viver no compromisso de fidelidade a Jesus Cristo.
Foto de Grupo
       Os 10 meninos, do 3. ano de Catequese (ordem alfabética): Cláudia Beatriz; Fábio Alexandre; Guilherme; Joana Filipa; João Miguel; João Pedro; João Rafael; Jorge Daniel; Leonor; Rita Alexandra. O Pároco. E as respetivas catequistas: Eva La Salette; Graça Ferraz e Ângela Teixeira.
Outras fotos e outros momentos:
Para outras fotografias visite a página da Paróquia de Tabuaço no Facebook.