A terceira Carta Encíclica de Bento XVI empresta o título a este blogue. A Caridade na Verdade. Agora permanecem a fé, a esperança e a caridade, mas só esta entra na eternidade com Deus. Espaço pastoral de Tabuaço, Távora, Pinheiros e Carrazedo, de portas abertas para a Igreja e para o mundo...
Mostrar mensagens com a etiqueta EMRC. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EMRC. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 21 de março de 2022
domingo, 25 de novembro de 2012
Velho - Mafalda Veiga
Música/canção proposta na disciplina de EMRC, 9.º ano, sobre a dignidade humana. Aqui apresentada com imagens relacionadas com a letra...
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Na longa estrada de Jericó... com Jesus!
Canção/diaporama da canção "Estrada de Jericó", que faz parte da Unidade Letiva 1, EMRC, 9.º ano de escolaridade:
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Um estranho perto de minha casa

- Pergunto-me de onde veio - disse à mulher, nessa mesma noite. - Não é daqui da terra. A julgar pelas roupas, é originário das montanhas. Que vem fazer para aqui? Isto não me agrada nada. Isto não me agrada mesmo nada...
- Porque não vais cumprimentá-lo amanhã? - Aconselhou a mulher.
- Dá-lhe as boas vindas. De certeza que não conhece ninguém por estes lados.
- Nem penses nisso - ripostou o camponês. - Não sabes que os habitantes das montanhas são todos uns ladrões? Ignoremo-lo; com sorte, talvez até se vá embora.
Todos os dias, o camponês trabalhava no arrozal. Com a água pela barriga das pernas, arrancava as ervas daninhas e punha-as num balde. Uma manhã, descobriu que o balde não estava no sítio do costume.
- Eu sabia. - Vociferava, enquanto levantava a cama e espreitava por detrás do armário. - Eu sabia. O homem roubou-me. Roubou o meu balde!
A mulher perguntou-lhe:
- Quem te roubou o balde?
- Ora quem! - Sussurrou o homem - O montanhês!
- Ninguém te roubou nada - assegurou a mulher. - Sabes muito bem que passas a vida a perder tudo. Procura bem o balde e acabarás por encontrá-lo!
Mas o camponês não lhe deu ouvidos. Saiu de casa à socapa e foi espiar o vizinho. O jovem estrangeiro cuidava tranquilamente das suas tarefas, mas o camponês achou que ele tinha um ar suspeito.
- Não há dúvida - disse para consigo, semicerrando os olhos enquanto observava o montanhês. - Tem ar de ladrão de baldes, anda como um ladrão de baldes: é um ladrão de baldes!
- Bom-dia, vizinho - saudou-o o jovem, ao aperceber-se de que o camponês o espreitava por detrás de uma árvore.
O velho fugiu a correr. Quando chegou junto da mulher, disse-lhe, esbaforido:
- Estás a ver, até me cumprimenta para que não desconfie dele. É mesmo arrogante! Desafia-me! Ri-se de mim!
O camponês barricou-se em casa com a mulher, as dez galinhas e os três porcos.
- Meu pobre amigo - disse-lhe a mulher, abrindo a porta. - Perdeste mesmo a cabeça!
- Mas - gemeu o camponês - Agora que tem o meu balde, vai querer tudo o que eu tenho. E ainda não te disse tudo - acrescentou o homem, batendo os dentes. - Quando não são ladrões, os montanheses são assassinos!
A mulher encolheu os ombros e foi dedicar-se às tarefas do dia.
Ao cair da tarde, o camponês saiu de casa para beber água do poço. E o que viu ele, pousado no parapeito do poço? O seu balde! Lembrava-se agora que tinha ido buscar água para dar de beber aos animais. Tinha-se esquecido completamente de pôr o balde no lugar.
- Mas - repetia para si mesmo, envergonhado - O montanhês tinha mesmo ar de ladrão...
Johanna Marin Coles & Lydia Maria Marin Ross. O balde. Retirado de Caminhos de Encontro, Manual de EMRC, 5.º Ano
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Pedacinho de DEUS
Esta é uma canção proposta no manual de EMRC do 6.º Ano de
escolaridade. Na unidade letiva 1 - Sou Pessoa - Deus é-nos apresentado
como PESSOA, que Se relaciona connosco, e que nós trazemos em nós, a
nossa identidade fala-nos de Deus, trazemos em nós os traços da
divindade, com a mesma capacidade criativa para amar e ser amado, para
construir, para renovar, para fazer "coisas novas". Pedacinho de Deus
recorda-nos o que há de melhor em nós.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Inocência de criança
Na pré-escola, na aula de Religião, a professora procurava saber como andava o relacionamento dos seus alunos com Deus.
Então ela sorridente perguntou a classe:
- Quando temos medo ou insegurança na vida, o que fazemos?
Carlinhos levantando a mão disse:
- Ah, professora, minha mãe me ensinou que quando eu tenho medo de alguma coisa, é só ajoelhar e rezar que o medo passa.
- Muito bem! Respondeu à professora, a oração sempre nos fortalece e acalma.
No mesmo instante João levantou as mãozinhas e disse a professora:
- Eu também rezo quando tenho medo.
- Eu também - falou Aninha levantando rápido sua mãozinha para que a professora a olhasse.
E assim, quase ao mesmo tempo, fizeram todos os alunos da sala, menos o Gabriel que se manteve sentado somente observando.
A professora, curiosa para saber porque somente ele não se manifestou, perguntou-lhe:
- E você Gabriel, também reza quando sente medo?
Gabriel então, calmamente e com uma inocência que só uma criança poderia ter, respondeu:
- Tia, quando eu era pequenino e não sabia falar, minha mãe me atendia por gestos, então quando eu sentia medo apenas levantava meus bracinhos e minha mãe me pegava no colo. Da mesma forma, Tia, eu faço agora que já sou um pouco maior. É certo que já sei falar, mas as vezes quando eu sinto muito medo e nem mesmo consigo rezar, eu olho para Jesus e estendo meus braços. Ele então que tudo sabe, entende meu gesto e no mesmo instante me pega no colo.
Muitas vezes em nossas vidas passamos por momentos de tribulações que não sabemos nem mesmo como orar. Então, como criancinhas, abra o seu coração, estenda o seu braço e diga “Te louvo Jesus, Te amo Jesus”. E evangelize!
(in www.padremarcelorossi.com.br)
Então ela sorridente perguntou a classe:
- Quando temos medo ou insegurança na vida, o que fazemos?
Carlinhos levantando a mão disse:
- Ah, professora, minha mãe me ensinou que quando eu tenho medo de alguma coisa, é só ajoelhar e rezar que o medo passa.
- Muito bem! Respondeu à professora, a oração sempre nos fortalece e acalma.
No mesmo instante João levantou as mãozinhas e disse a professora:
- Eu também rezo quando tenho medo.
- Eu também - falou Aninha levantando rápido sua mãozinha para que a professora a olhasse.
E assim, quase ao mesmo tempo, fizeram todos os alunos da sala, menos o Gabriel que se manteve sentado somente observando.
A professora, curiosa para saber porque somente ele não se manifestou, perguntou-lhe:
- E você Gabriel, também reza quando sente medo?
Gabriel então, calmamente e com uma inocência que só uma criança poderia ter, respondeu:
- Tia, quando eu era pequenino e não sabia falar, minha mãe me atendia por gestos, então quando eu sentia medo apenas levantava meus bracinhos e minha mãe me pegava no colo. Da mesma forma, Tia, eu faço agora que já sou um pouco maior. É certo que já sei falar, mas as vezes quando eu sinto muito medo e nem mesmo consigo rezar, eu olho para Jesus e estendo meus braços. Ele então que tudo sabe, entende meu gesto e no mesmo instante me pega no colo.
Muitas vezes em nossas vidas passamos por momentos de tribulações que não sabemos nem mesmo como orar. Então, como criancinhas, abra o seu coração, estenda o seu braço e diga “Te louvo Jesus, Te amo Jesus”. E evangelize!
(in www.padremarcelorossi.com.br)
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O Amor e a Beleza...
"A beleza vem do amor.
O amor vem da atenção.
A atenção simples ao simples,
a atenção humilde aos humildes,
a atenção viva a todas as vidas...
Beleza é algo de que Cristo nunca fala.
Só lida com ela, mas dando-lhe o seu verdadeiro nome: o amor.
A beleza vem do amor,
como o dia vem do sol,
como o sol vem de Deus,
como Deus vem de uma mulher esgotada pelo parto".
Christian Bobin, Um Deus à Flor da Terra. Postado a partir de Abrigo dos Sábios.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Opções com Sentido
Opções com Sentido: Blogue dedicado à disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), da Escola EB 2,3/S Abel Botelho, de Tabuaço. Será um espaço para informações acerca da disciplina e de tudo o que a envolve, a religião, a catequese, a educação, os valores e os princípios, a cultura e a educação, a escola; será espaço para colocar trabalhos dos alunos de EMRC, trabalhos preparados para as aulas, bem como porta de entrada para outras ligações internautas relacionadas com a disciplina, com a Igreja, e com a comunidade educativa de Tabuaço.
Queremos que seja um espaço interactivo no âmbito da disciplina de EMRC, e que ajude a fazer opções com sentido, na partilha solidária, na justiça e na alegria, na vida e no bem.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Que fizeste do tempo?!
Outro texto que vale a pena descobrir. O Pe. José Augusto Marques, Pároco de Resende e Felgueiras, Professor de EMRC, Assistente dos Escuteiros, escreve habitualmente uma coluna do Boletim "Sê", dos Agrupamento de escuteiros, no género deste que aqui encontramos. Pode consultar o texto no Perfil Hotmail do Pe. José Augusto Marques:
“O tempo é o único bem totalmente irrecuperável. Recupera-se uma posição, um exército e até um país, mas o tempo perdido, jamais”.
Napoleão Bonaparte
O ritmo alucinante em que se desenrola a nossa vida actualmente faz com que “o tempo” se torne como um dos bens mais preciosos. A nossa vida transforma-se muitas vezes numa luta feroz contra o tempo que nos parece escapar das mãos como areia movediça. A nossa vida tornou-se, em muitas circunstâncias, escrava do tempo.
Este facto traz consigo inúmeras consequências quer ao nível pessoal, quer para a sociedade em geral. Sentimo-nos muitas vezes profundamente divididos - por um lado sentimo-nos comprometidos a aproveitar bem o tempo e a administrar da melhor forma um conjunto de oportunidades que nos são dadas; por outro lado sentimos que nos falta tempo para realizar coisas essenciais e nem sempre somos capazes de gerir bem as opções que se nos deparam. É aqui que se joga tantas vezes o sentido da vida e da nossa realização pessoal - saber distinguir o essencial do acessório é o segredo duma vida realizada e feliz.
Impõe-se por isso a grande questão: que fizeste do tempo? Da resposta a esta pergunta depende a nossa qualidade de vida. Podemos distinguir vários tempos entre os quais a nossa vida se desenrola: tempo para Deus, tempo para mim, tempo para os outros, tempo para as coisas. Todos eles são importantes, mas, dependendo da hierarquia que nós fizermos deles, assim definimos as prioridades da nossa vida e, consequentemente, o maior ou menor sentido da nossa realização.
Em primeiro lugar devemos estabelecer o tempo para Deus. É Ele que nos dá todo o tempo, é a Ele que nós devemos oferecer o nosso tempo - quando rezamos ou trabalhamos, quando descansamos ou nos divertimos, quando estudamos ou convivemos, tudo são oportunidades imperdíveis de louvar o Senhor de todas as coisas. Quando ouvimos dizer às pessoas que não têm tempo para rezar, então é sinal que o Senhor do tempo fica fora do nosso tempo. Que ingratidão!
Muito importante é também o tempo para mim. É necessário que eu prescinda do ritmo rotineiro da vida que me projecta constantemente para o exterior para poder mergulhar dentro de mim e pensar a minha vida. Fazer projectos, avaliar resultados, redefinir caminhos… são condições essenciais para que a minha qualidade de vida melhore. Às vezes limitamo-nos a ser escravos do tempo em vez de sermos administradores do tempo, porque nos falta encontrar este momento especial de encontro connosco próprios.
O tempo para os outros deve ser resultado do reconhecimento óbvio da nossa condição de seres humanos que vivem em sociedade e em família. Não vivemos isolados, dependemos uns dos outros e temos necessidade de dar de nós o melhor em reconhecimento pelo muito que recebemos dos outros e dessa grande herança que nos foi legada ainda antes de nós o merecermos. Dar tempo aos outros fazendo da vida uma missão de serviço, administrar a vida sempre com o sentido de quem põe ao serviço do bem comum o melhor que há em si, dá-nos uma sensação de paz, de dever cumprido, de realização. “Dar de si, antes de pensar em si” - este lema rotário lembra-nos a necessidade de focalizarmos o objectivo nos outros em vez de o focalizarmos em nós, desprende-nos do nosso egoísmo e torna-nos pessoas melhores. “Há mais alegria em dar do que em receber”, diz Jesus.
Finalmente o tempo para as coisas. Também é importante dedicar tempo às coisas de que gostamos. Ter tempo para apreciar a natureza e cultivar um jardim ou uma horta, ter tempo para o lazer e o desporto, ter tempo para a aventura e o descanso, ter tempo para cuidar da casa e da sua imagem, etc. Tudo é importante na vida quando realizado com amor e há pequenos pormenores nas nossas ocupações que fazem grandes diferenças. O que marca essa diferença é sempre o objectivo que nos move em cada realização.
Administrar bem o tempo é, pois, o grande desafio que se coloca diante de nós. Um dia, quando comparecermos diante do Senhor do tempo, Ele nos perguntará: que fizeste do Meu tempo? A resposta a esta pergunta deparar-se-á diante de nós em ecrã gigante e a verdade das nossas prioridades definirá a assertividade ou não da nossa vida. De uma coisa podemos estar certos - não teremos nova oportunidade para viver o que foi vivido. O tempo é coisa tão rara quanto preciosa, não nos podemos permitir desperdiçar as oportunidades que nos foram dadas com amor.
Quando o nosso tempo coincidir com o tempo de Deus, então seremos plenamente felizes, mas esse momento deixará de chamar-se tempo e será eternidade!
Pe. José Augusto
domingo, 27 de setembro de 2009
Consenso alimentar
(Peixe: símbolo dos cristãos.
As iniciais em grego correspodem à expressão: Jesus Filho de Deus Salvador)
"Poucas carnes, pouco açucar, poucas gorduras, de preferência de ave ou de peixe, muitos frutos e legumes, pratos que apresentem variedade de alimentos, um bom copo de vinho e, de vez em quando, uma barra de chocolate ou um cálice de uma bebida alcoólica... Não é na verdade um regime de asceta. E isso não nos impede de matarmos o nosso porco ou o nosso borrego para festejarmos".
(AA.VV, Viver mais e melhor. Editorial Presença: Barcarena 2006;
Imagem: Desafios. EMRC 7.º Ano)
Obrigado, Senhor, pela vida
Obrigado, Senhor,
por me teres dado a vida
e me teres ensinado e chamado a usá-la
como Tu fizeste com a tua.
Chamas-me todos os dias a ser Tua testemunha
na Igreja a que pertenço e no mundo em que vivo.
Chamas-me todos os dias
a viver com os outros e para os outros
na mesma entrega incondicional
em que Tu viveste e deste a vida por todos.
Chamas-me todos os dias a ser mensageiros da tua Ressurreição,
nomeadamente para aqueles que correm perigo de sucumbir
sob o peso doloroso da sua cruz.
Tu, que vês a minha vida e conheces todo o meu ser.
Ajuda-me a descobrir e a viver plenamente a minha vocação,
seguindo pelos teus caminhos, Senhor.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Dar banho a um leproso
Um jornalista, entrevistando Madre Teresa, disse:
- Nem por um milhão de dólares eu daria banho a um leproso.
Ao que a Madre Teresa respondeu:
- O senhor não daria banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não. Só por amor se pode dar banho a um leproso.
In Alicerces. A Civilização do amor. EMRC. Ensino Secundário.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Provérbios ao amor...
- O amor não envelhece, morre criança.
- O amor é um passarinho que não aceita gaiola.
- O amor é como a Lua, quando não cresce, mingua.
- Onde manda o amor, não há outro senhor.
- As ausências curtas, acirram o amor; as longas, fazem-no morrer,
- O amor dos asnos entra aos coices e sai aos bocados.
- Quando o amor nos visita, a amizade se despede.
- O amor novo vai e vem, mas o velho se mantém.
- O amor olha de tal maneira que o cobre parece ouro.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





