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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O Semeador de Estrelas

Esta estátua está localizada em Kaunas, na Lituânia. De dia não parece fazer muito sentido, mas à noite tudo fica claro!

Na verdade, as estrelas são um grafitti, arte urbana. A estátua originalmente chama-se apenas O Semeador, e retrata um fazendeiro.

O artista planejou o que iria desenhar para compor algo interessante com a sombra da estátua. Vale a pena visitar o blog do artista, Morfai, que conta com arte de rua, arte convencional, wallpaper e muita coisa criativa.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Bebé cantando na Igreja...

"Deus cuidará de ti...Deus cuidará de ti, no teu viver, no teu sofrer... sim cuidará de ti, Deus cuidará de ti"-título em português.Ouçam e vejam a candura da criança.Vale a pena...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Amizade...


‎"Se alguém te procura com lágrimas,é porque tens o lenço.
Com dor, é porque tens o remédio.
Com palavras, é porque tens mel.
Com dúvidas, é porque tens o caminho.
Com desanimo, é porque tens estímulos.
Com fantasia, é porque tens a realidade.
Com desespero, é porque tens serenidade.
Com confiança, é... porque, tens força.
Ninguém chega até ti por acaso"

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Mensagem

Lembre-se do quanto você tem de riqueza, nesta vida.
O amor , a alegria , a família e os amigos valem mais do que qualquer quantidade de dinheiro.
A própria vida é um presente sem preço, dado por Deus.
Aproveite as verdadeiras riquezas da vida.
Comemore o tesouro de sua existência.
...
No final, a única riqueza que você pode levar desta vida é o amor, a alegria e a felicidade que você criou nela.( DARC)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Ondas a 80 Km do Mar ...

Conhecer Portugal é uma prioridade...Conheça o maravilhoso concelho de Castanheira de Pêra, em plena Serra da Lousã.

A Praia Fluvial das Rocas é um complexo de lazer, animação e divertimento situado num lago com quase 1 km de extensão, bem no coração de Castanheira de Pera.
Uma ilha no cen
tro da Praia, uma piscina de ondas com 2100 m2 (a maior do país), uma albufeira e uma ponte secular constituem um ambiente onde o sonho e a realidade se confundem.
As águas límpidas da Ribeira de Pera espraiam-se, formando um local de encanto onde palmeiras tropicais convivem harmoniosamente com a Serra da Lousã que espreita lá do alto.
Pode, ainda, desfrutar de um passeio em barco a remos ou em gaivota e pernoitar num dos veleiros atracados na marina, deixando-se embalar pelo suave balouçar da corrente fluvial, ou num dos 6 bungalows perfilados na margem da albufeira, com vista privilegiada sobre o enorme espelho de água.
Desde 2005, ano em que a Praia das Rocas abriu as suas portas ao público, registaram-se cerca de 400 mil entradas.

E você já visitou a Praia das Rocas? as Rocas?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Nada em troca!...

Só DEUS não te pede nada em troca de seu amor ...Não aceite, nunca, um prémio ou presente que não o tiver merecido por seu esforço próprio.— Desconfie, sempre conferindo, das ofertas, em geral, inclusive, amorosas, que você não tenha feito algo para merecê-las.— Quase ninguém dá nada a alguém sem esperar a retribuição, não fora isso, não veríamos os moradores de ruas, com frio e fome... ( DARC)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sem etiqueta!...Sem preço!...

Nestes tempos, em que "o ter" se sobrepõe "ao ser", em que tudo que é considerado relevante, é, ao mesmo tempo, consumível e descartável, fico contente por este trabalho ser uma semente de
reflexão para as pessoas.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Provérbios do mundo

Não há árvore que o vento não tenha abanado.


"A sabedoria da vida é sempre mais profunda e mais vasta do que a sabedoria dos homens." (Máximo Gorki)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Como um padre cativa os jovens...

Um padre húngaro no séc. XXI , cativa os jovens, desta forma, para ouvirem as palavras de Jesus !


(Recebido por e-mail)

sábado, 7 de agosto de 2010

SORRISO!...



Minhas rugas mais bonitas,
são aquelas marcas de expressão que eu adquiri
por tanto sorrir,
muitas vezes, quando o coração chorava.

-Silvana Duboc-

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Um texto sem a letra “A”. Isto é possível?


É possível sim…
Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.
Pode dizer-se tudo, com sentido completo, como se isso fosse mero ovo de Colombo, desde que se tente. Sem se inibir, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis resolvem-se com sinónimos.
Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo.
Brinque-se mesmo com tudo.
É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o “E” ou sem o “I” ou sem o “O” e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o “P”, “R” ou “F”, o que quiser escolher. Podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir.
Porém, mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objecto escolhido, sem impedimentos.
Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem hoje o nosso português, culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Porquê?
Cultivemos o nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, oh moços estudiosos, escritores e professores!
Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, púgil, de heróis e de nobres descobridores de mundos novos!
Autor: Desconhecido

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ópera... Emocionante e arrebatador!

A música além de linguagem universal faz-nos reflectir que um novo mundo é possível; ali desapareceram os negros, os brancos, os semitas, islâmicos, orientais...foram transformados em simples humanos, sentimentais humanos.Lindo!
É caso para dizer,quando Maomé não vai à montanha, esta vem a Maomé.
Imagine mais de 30 membros da Companhia de Opera da Filadélfia, no meio do povo num mercado, como transeuntes comuns e de repente começam a cantar" La Traviata".

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Como um camponês aprendeu o Padre-nosso




Tinha um coração duro, e não era de dar esmolas. Foi-se confessar uma vez, e o confessor deu-me por penitência rezar sete vezes o Padre-Nosso.
– Não o sei, e nunca o pude aprender, respondeu o aldeão.
– Pois nesse caso, tornou o confessor, imponho-te por penitência dar a crédito um alqueire de trigo a todas as pessoas que te forem pedir da minha parte.
No dia seguinte de manhã apresentou-se o primeiro pobre.
«Como te chamas? perguntou-lhe o camponês.»
«Padre – Nosso – Que – Estais – No – Céu, respondeu o pobre.»
«E o teu apelido?»
«Seja – Santificado – O – Vosso – Nome.»
E o pobre foi-se embora com o seu alqueire de trigo.
Ao outro dia chega segundo pobre.
«Como te chamas?»
«Venha – A – Nós – O – Vosso – Reino.»
«E o teu apelido?»
«Seja – Feita – A – Vossa – Vontade.»
E partiu com o seu alqueire de trigo.
Veio terceiro pobre.
«Como te chamas?»
«Assim – Na – Terra – Como – No – Céu.»
«E o teu apelido?»
«Dai-nos – Hoje – O – Pão – Nosso – De – Cada – Dia.»
E levou o seu alqueire.
Vieram ainda dois pobres sucessivamente, e passou-se tudo da mesma forma até chegar ao Amém.
Pouco tempo depois o confessor encontrou o aldeão.
– Então já sabes o Padre-Nosso?
– Não, senhor cura, sei só os nomes e apelidos dos pobres a quem emprestei o meu trigo.
– Quais são? tornou o padre.
E o aldeão enumerou-mos a seguir, e pela ordem em que cada um se tinha apresentado.
– Já vês, disse o confessor, que não era muito difícil aprender o Padre-Nosso, porque já o sabes perfeitamente.

Guerra Junqueiro, Contos para a Infância

Boa Sentença

Um homem rico, mas avarento, tinha perdido dentro dum alforge uma quantia em oiro bastante avultada. Anunciou que daria cem mil réis de alvíssaras a quem lha trouxesse. Apresentou-se-lhe em casa um honrado camponês levando o alforge. O nosso homem contou o dinheiro, e disse:
— Deviam ser oitocentos mil réis, que foi a quantia que eu perdi; no alforge encontro apenas setecentos; vejo, meu amigo, que recebeste adiantados os cem mil réis de alvíssaras: estamos pagos por conseguinte.»
O bom camponês, que nem por sombras tocara no dinheiro, não podia nem devia contentar-se com semelhantes agradecimentos. Foram ter com o juiz, que, vendo a má fé do avarento, deu a seguinte sentença:
— Um de vós perdeu oitocentos mil réis; o outro encontrou um alforge apenas com setecentos: Resulta daí claramente que o dinheiro que o último encontrou não pode ser o mesmo a que o primeiro se julga com direito. Por consequência tu, meu bom homem, leva o dinheiro que encontraste, e guarda-o até que apareça o indivíduo que perdeu somente setecentos mil réis. E tu, o único conselho que passo a dar-te, é que tenhas paciência até que apareça alguém que tenha achado os teus oitocentos mil réis.

Guerra Junqueiro, Contos para a Infância