A terceira Carta Encíclica de Bento XVI empresta o título a este blogue. A Caridade na Verdade. Agora permanecem a fé, a esperança e a caridade, mas só esta entra na eternidade com Deus. Espaço pastoral de Tabuaço, Távora, Pinheiros e Carrazedo, de portas abertas para a Igreja e para o mundo...
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sábado, 3 de setembro de 2022
quinta-feira, 7 de maio de 2020
Paróquia de Tabuaço - Festa da Palavra 2020
Em cada ano da Catequese, para sublinhar o que se vai vivendo na catequese ao longo do ano, uma festa. No quarto ano de Catequese, a Festa da Palavra com a ENTREGA DA BÍBLIA.Este ano, seguindo a proposta do Papa Francisco para se assinalar o Domingo da Palavra, no terceiro Domingo do Tempo Comum, a opção de colocar aí também a Festa da Palavra.
Como música de fundo, a canção "Molda-me", do álbum "Perfume de Deus", do grupo Dabar - a Palavra, que na véspera nos presenteou com músicas deste álbum e do álbum "Jardineiro de Sonhos".
No dia 26 de janeiro, na Festa da Palavra, a Entrega da Bíblia ao meninos do 4.º Ano de Catequese, na Eucaristia dominical.
Créditos fotográficos: Paróquia de Tabuaço (Mara Longa, Sofia Barradas, Élia Seixas);
Como música de fundo, a canção "Molda-me", do álbum "Perfume de Deus", do grupo Dabar - a Palavra, que na véspera nos presenteou com músicas deste álbum e do álbum "Jardineiro de Sonhos".
No dia 26 de janeiro, na Festa da Palavra, a Entrega da Bíblia ao meninos do 4.º Ano de Catequese, na Eucaristia dominical.
Créditos fotográficos: Paróquia de Tabuaço (Mara Longa, Sofia Barradas, Élia Seixas);
Créditos musicais: Dabar - A Palavra
sábado, 6 de maio de 2017
Domingo IV da Páscoa - ano A - 7 de maio de 2017
1 – Há muitas situações que nos tiram o sono. Muitos momentos em que não conseguimos adormecer com a rapidez desejada e o sono é tão leve que acordamos cansados, parecendo que nem chegámos a dormir. Damos voltas e mais voltas e não adianta. Uma doença. A morte de alguém. Uma traição. Um negócio que correu mal. Um conflito com um colega. Um aborrecimento com um familiar.
A falta de saúde, o cansaço, o stress no trabalho ou a falta de trabalho – e a insegurança no trabalho – tudo isso são motivos fáceis de detetar. Ansiedade. Medo de não dormir bem, de acordar sem vontade de sair de casa, de chegar de manhã e continuar tudo igual.
Afinal de contas o que é que nos deixa mais inseguros e ansiosos? A vida não é branco e preto, mas podemos responder com segurança que é o nosso relacionamento com os outros que nos provoca medo, ansiedade, desgaste, agitação. O que os outros podem pensar de mim? Como vou reagir ao que me me vão dizer? Como me vou defender ou justificar? Como vou fazer calar o outro? Como é que lhe hei de mostrar que sei mais que ele? A conversa que tive com a minha mulher! A discordância com a atitude do meu filho! O raspanete que levei do meu pai! Como é que vou gerir a amizade com dois amigos que não se dão entre eles? Como vou exigir o que é meu por direito? Como é que vou explicar ao meu professor que não consegui estudar? Que é que a professora pensará de mim?
Cada um de nós precisa da aceitação do outro e ser reconhecido, antes de mais, como pessoa. Há quem se imponha pela maldade, pelo poder, pela violência. Há quem se afirme pela positiva, pela delicadeza, por ser prestável, útil, atencioso. Há alunos que chamam a atenção pela assertividade em relação aos professores e aos colegas. Há alunos que chamam a atenção pelos disparates que fazem a toda a hora. Ou como quem diz, ou vai ou racha.
2 – Neste 4.º Domingo de Páscoa temos dois modelos de assertividade, de empatia ou um modelo com dois rostos e que se multiplica por muitos rostos e muitas pessoas. Assim o queiramos. Por um lado, o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que evoca a figura do Bom Pastor, visualizável em Jesus Cristo. Por outro, o Dia da Mãe, que nos remete para Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, mas também para as nossas próprias mães.
O pastoreio fala-nos de pobreza e de trabalho, de honestidade e delicadeza. Os pastores eram pessoas simples e humildes. Levavam o seu trabalho a sério, pois disso dependia a sua sobrevivência. Pessoas que lidam com animais sabem como se lhes ganha afeição. Também os pastores se tornam pessoas delicadas, conhecendo as ovelhas pelo nome, cuidando delas para que nenhuma se perca, não deixando que nenhuma se afaste com o risco de se tornar presa fácil para os animais selvagens. Guardando as suas ovelhas ou da tribo/povoação, o cuidado é semelhante. É o seu ganha-pão.
David, antes de ser rei, era pastor. Ficou no imaginário dos judeus como uma referência do cuidado para com o Povo. Aqui e além, a sua fragilidade humana, mas sem lhe faltar a humildade para pedir perdão e interceder junto de Deus a favor do povo. A expectativa messiânica assenta na figura de David, o que há de ser, o Messias que está para vir, é um novo David ou filho de David, será um rebento de Jessé (pai de David). Em Domingo de Ramos, na entrada triunfal em Jerusalém, Jesus é aclamado como filho de David, isto é, o Messias prometido, agora reconhecido como tal.
Com efeito, o Pastor por excelência é o próprio Deus. Eu próprio irei para o meio do Meu povo, como pastor que apascenta o seu rebanho. Belíssimo o salmo com que hoje respondemos à Palavra de Deus: «O Senhor é meu pastor: nada me falta. Leva-me a descansar em verdes prados, conduz-me às águas refrescantes e reconforta a minha alma...não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo: o vosso cajado e o vosso báculo; me enchem de confiança».
3 – O Messias de Deus, Cristo Jesus, assume-Se como o Bom Pastor, a Porta pela qual entram as ovelhas, o Porteiro que abre a porta às ovelhas. Como Pastor, conhece cada ovelha pelo nome, levando aos ombros as que andam cansadas e abatidas, para que nenhuma se perca. As ovelhas, por sua vez, conhecem a voz do Seu Pastor, seguem a Sua voz, porque sabem que Ele as trata bem. «Eu vim para que as minhas ovelhas tenham vida e a tenham em abundância».
4 – O mês de maio desafia-nos a olhar com mais atenção para Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe. O primeiro dia do mês é dedicado às Mães, com uma referência muito peculiar a Santa Maria Mãe de Deus. N'Ela, as características que queremos encontrar nas nossas mães: a candura, a doçura, a capacidade de nos amar em todas as circunstâncias, de nos desculpar e justificar, a diplomacia para a paz e para unidade na família, defendendo-nos com unhas e dentes, procurando a harmonia na família, o diálogo, a disponibilidade para o esforço e sacrifício, para sofrer em nossa vez, a humildade e, em muitas situações, a sujeição à humilhação.
A vida de Maria mostra-nos a Sua delicadeza para com aqueles que precisam de ajuda, exemplo disso a pressa em ir ao encontro de Isabel ou a intervenção junto de Jesus para agir em favor dos noivos de Caná da Galileia; prontidão para se inteirar da vida do Filho, como quando lhe trazem más notícias. Respeita a Hora do Filho mas mantém-se por perto, vigilante.
Pelos frutos se veem as árvores. Jesus não nasceu do ar, como extraterrestre, é de carne e osso. Ele aprendeu a ser delicado com os Seus pais, Maria e José. Com o Pai, o trabalho, a profissão, os valores do respeito e da honra, da palavra dada e do compromisso. Com a Mãe, a atenção aos outros, a doçura, a humildade, o olhar terno e a capacidade de se colocar – tanto quanto possível – no lugar dos outros, com as suas necessidades e dúvidas.
A história bíblica vai-nos mostrando que Deus é Pai que nos ama com amor de Mãe. Jesus transparece a beleza e a misericórdia de Deus Pai, nas palavras, na postura, nas imagens utilizadas na pregação, nos gestos assumidos. O seu último desejo, contudo, aponta para a Maria, dando-no-l'A por Mãe, assumindo-nos como irmãos, afiliando-nos a Maria: Eis a tua Mãe. Eis o teu filho.
5 – São Pedro, na primeira como na segunda leitura, falando e escrevendo, procura envolver-nos na salvação revelada e realizada por Jesus Cristo que veio de Deus para nos salvar, para nos reunir e congregar. Passou fazendo o bem, sofrendo por todos nós. E por nós foi crucificado.
A Sua postura é de bondade. Não responde com violência à violência de que é vítima. «Ele suportou os nossos pecados no seu Corpo, sobre o madeiro da cruz, a fim de que, mortos para o pecado, vivamos para a justiça: pelas suas chagas fomos curados. Vós éreis como ovelhas desgarradas, mas agora voltastes para o pastor e guarda das vossas almas».
Ele deu-nos o exemplo. Para que, imitando-O, morrendo n'Ele o que em nós é obscuro, pecado, inveja, revolta, vontade de vingança, com Ele possamos ressuscitar na alegria e na paz, na justiça e na verdade, na relação franca e transparente. O batismo sinaliza a nossa conversão e o compromisso permanente em sermos dóceis ao Espírito Santo que recebemos, ao espírito de filhos adotivos, para que a graça de Deus em nós produza abundantes frutos de redenção e de bênção.
Que o Espírito Santo, que nos habita, nos inspire à abertura do coração, à confiança na bondade dos outros, nos impele a despregar-nos da ansiedade doentia, do medo e das expectativas que nos tolhem na relação entre nós. Que a cuidado e delicadeza do Bom Pastor e a ternura e o amor da Virgem Mãe nos faça mensageiros da paz e da alegria e construtores de um mundo saudável e fraterno, inclusivo, acolhendo as diferenças que nos enriquecem, promovendo a dignidade que nos irmana como filhos amados de Deus.
Pe. Manuel Gonçalves
Textos para a Eucaristia (ano A): Atos 2, 14a. 36-41; Sl 22 (23); 1 Pedro 2, 20b-25; Jo 10, 1-10.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Paróquia de Tabuaço: Festa da Palavra 2016
Na memória do Santo Anjo da Guarda de Portugal, 10 de junho, a nossa Paróquia aproveitou o feriado para a celebração da Festa da Palavra, dos meninos do 4.º Ano de Catequese.
A festa marca um momento especial para os pais, para os meninos da catequese e para a comunidade paroquial, sublinhando um dos aspetos em evidência durante o ano de catequese, neste caso, a Palavra de Deus, que gera vida, que nos alimenta a alma, que nos desafia a sermos cada vez melhores, mais parecidos com Jesus, a Palavra de Deus que veio ao mundo e Se fez um de nós.
Algumas das fotos desta celebração:
Para as restantes fotografias disponíveis,
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segunda-feira, 1 de junho de 2015
Paróquia de Tabuaço | Festa da Palavra | 31.5.2015
Último dia de maio, DOMINGO, dia do Senhor, na Eucaristia comunitária, a Festa da Palavra, com os meninos do 4.º Ano de Catequese. A catequese de infância vai introduzindo as crianças na vida da comunidade paroquial, sabendo que agora já estão mais conscientes do que significa viver a fé, celebrá-la e procurar imitar Jesus, como um AMIGO a quem se quer bem e que nos quer bem.
A Festa da Palavra convida-nos à escuta, à estarmos em rede, ligados pela oração, pela escuta e meditação da Palavra de Deus. A sensibilidade para escutar Deus, através dos pais, catequistas, pelos membros da comunidade, está agora mais apurada.
O grupo de catequese que celebrou a Festa da Palavra, no passado dia de 31 de maio de 2015:
Outras fotos:

Outras fotos:
Para ver todas as fotos, visitar a Paróquia de Tabuaço no Facebook.
sábado, 17 de agosto de 2013
XX Domingo do Tempo Comum - ano C - 18 de agosto
1 – De que é que precisamos para nos sentirmos realizados? O que é mais importante no nosso dia-a-dia? O que é imprescindível para sermos felizes e nos considerarmos pessoas?
Ao longo dos últimos domingos, Jesus tem exposto as prioridades para o discipulado. O essencial para nos inserirmos no Seu projeto, e consequentemente, num caminho que nos guie para uma felicidade duradoura, dignificante, e verdadeiramente humana, dentro do Reino de Deus, é a fé, a caridade, ou a fé que se concretiza e traduz pelo serviço, pela partilha, pela conciliação, dando primazia aos bens espirituais, colocando Deus em primeiro lugar para n’Ele descobrimos os outros como irmãos, acolhendo sobretudo os mais frágeis.
Ele próprio assume esta opção preferencial, como inclusão de todos, para que os excluídos sejam incluídos, para que os pobres tenham instrumentos para um trabalho honesto e as condições para viver dignamente, para que todos os que são descriminados pela raça, pela religião, pelo género, sejam assumidos como filhos de Deus. Ouvíamos as palavras inequívocas de Jesus: acolher Deus como tesouro e n'Ele colocar o nosso coração, a nossa vida. Quem se sente salvo por Deus, em Jesus Cristo, pelo Espírito Santo, não poderá deixar de testemunhar com alegria, procurando que outros se deixem contagiar por este AMOR, esta PRESENÇA, na certeza que o dom da fé só o é verdadeiramente se nos compromete na caridade. O DOM (recebido) é para ser dado (e não retido ou usurpado).
2 – Jesus traz-nos Deus. Ele mesmo é Deus, Filho Bem-amado, assumindo-nos como irmãos. Traz-nos a eternidade. É PORTA que torna acessível o Coração de Deus para cada um de nós. É o Príncipe da Paz. O seu messianismo assenta na graça de Deus, no amor sem limites para a redenção de todos os pecadores. Os pilares do Seu reino são o amor, a justiça e a paz.
Curiosamente, as palavras do Evangelho para este domingo parecem apontar noutro sentido:
«Eu vim trazer o fogo à terra e que quero Eu senão que ele se acenda? Tenho de receber um baptismo e estou ansioso até que ele se realize. Pensais que Eu vim estabelecer a paz na terra? Não. Eu vos digo que vim trazer a divisão. A partir de agora, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois e dois contra três. Estarão divididos o pai contra o filho e o filho contra o pai, a mãe contra a filha e a filha contra a mãe, a sogra contra a nora e a nora contra a sogra».
Aparentemente, Jesus traz a divisão, o conflito, o fogo. Voltemos a ler o evangelho. Neste e noutros ambientes, Jesus assume as dificuldades em propagar o Evangelho, a verdade, na denúncia da hipocrisia, da falsidade, do abuso do poder civil e religioso, relevando a priorização do serviço, em todas as dimensões da vida social, política e religiosa. As suas palavras geram respostas diferentes. Aqui e além são alimento que salva, mas também geradoras de discussões, de irritação e revolta. Desde o início, na Sinagoga de Nazaré, a terra em que foi criado, que Jesus experimenta variadas reações, destacando-se a incredulidade de muitos e a vontade de O expulsarem da sinagoga e da cidade, querendo mesmo precipitá-l'O do alto da colina. Mais à frente há de dar contas da Sua postura, com injúrias, acusações, com a prisão, os açoites e a morte.
«Deixo-vos a paz; dou-vos a minha paz. Não é como a dá o mundo, que Eu vo-la dou. Não se perturbe o vosso coração nem se acobarde» (Jo 14, 27). Ele vem para nos redimir, chamando-nos a dar o melhor de nós, a darmos Deus aos outros. Isto é algo que inquieta, que perturba, que não nos pode deixar sossegados no nosso canto, com as nossas coisas, na nossa capelinha, achando que já fazemos mais do que nos é pedido. Em Cristo, tudo o que fizermos é pouco. Somos servos inúteis se fizermos o que nos compete. É a nossa vida. A nossa salvação. O que nos inquieta é também o que nos traz a paz de Jesus. Paz comprometida com os outros, pró-ativa, ao jeito de Maria, na atenção cuidada às necessidades alheias, respondendo mesmo antes de nos ser solicitado.
3 – A prossecução deste desiderato pode trazer-nos dissabores, incompreensões, e por vezes até insegurança e desânimo. Nem tudo correrá como esperado. Acontece com Jesus. Também Ele sente a incompreensão, a começar por aqueles que tinham maior obrigação de compreender, de acolher e de O seguir. Os Apóstolos, sempre que detetam o perigo, escondem-se atrás d’Ele, ou desviam-se do caminho, mantêm-se à distância e fogem, negam, fecham-se em casa.
Hoje como ontem. Com Jesus como no tempo dos profetas. Remar contra a maré não é fácil. Muito mais fácil é desistir, deixar-nos ir na corrente, até onde nos levar. Perder-nos-emos, a corrente levar-nos-á a outros destinos; tornar-nos-emos vítimas das circunstâncias. Conduzir-nos-ão por atalhos, talvez mais fáceis, talvez libertos de ondas e tempestades, mas será a vida dos outros não a nossa vida, não a nossa felicidade. Esta conquista-se, vive-se, com o nosso esforço e dedicação, com os nossos fracassos e desencontros, na descoberta da verdade que liberta e da caridade que preenche a alma.
Jeremias, na primeira leitura, experimenta a perseguição, a calúnia, a tortura, a ameaça de morte. Chamado e enviado por Deus, a Sua palavra é fogo, é como espada de dois gumes, que denuncia a prepotência, os desvios dos mandamentos, a idolatria, o poder abusivo do rei, contrapondo com a vontade de Deus. O rei é também ungido do Senhor, por conseguinte deverá servir não os propósitos pessoais, mas o povo de Deus, promovendo a inclusão de todos, sobretudo os mais desfavorecidos. “Os ministros disseram ao rei de Judá: «Esse Jeremias deve morrer, porque semeia o desânimo entre os combatentes que ficaram na cidade e também todo o povo com as palavras que diz. Este homem não procura o bem do povo, mas a sua perdição». O próprio rei se deixa levar pela corrente. Não contrapõe. Fazei o que quiserdes. Lembra Pilatos. Daqui lavo as minhas mãos, é lá convosco.
Eis que surge alguém com vida própria, com convicções, um estrangeiro, etíope, Ebed-Melec, que chama o rei à razão: «Ó rei, meu senhor, esses homens procederam muito mal tratando assim o profeta Jeremias: meteram-no na cisterna, onde vai morrer de fome, pois já não há pão na cidade». O rei altera o mal feito: «Leva daqui contigo três homens e retira da cisterna o profeta Jeremias, antes que ele morra». Não embarquemos nas tendências gerais, pelo menos, sem refletirmos seriamente.
4 – Na convocação do Ano da Fé, Bento XVI, na Carta Porta da Fé, diz-nos que “será decisivo repassar, durante este Ano, a história da nossa fé, que faz ver o mistério insondável da santidade entrelaçada com o pecado. Enquanto a primeira põe em evidência a grande contribuição que homens e mulheres prestaram para o crescimento e o progresso da comunidade com o testemunho da sua vida, o segundo deve provocar em todos uma sincera e contínua obra de conversão para experimentar a misericórdia do Pai, que vem ao encontro de todos”.
4 – Na convocação do Ano da Fé, Bento XVI, na Carta Porta da Fé, diz-nos que “será decisivo repassar, durante este Ano, a história da nossa fé, que faz ver o mistério insondável da santidade entrelaçada com o pecado. Enquanto a primeira põe em evidência a grande contribuição que homens e mulheres prestaram para o crescimento e o progresso da comunidade com o testemunho da sua vida, o segundo deve provocar em todos uma sincera e contínua obra de conversão para experimentar a misericórdia do Pai, que vem ao encontro de todos”.
Acolha-se o testemunho de homens e mulheres que se tornaram boas notícias para os seus coetâneos, deixando-se transformar e transportar pela fé. Olhar fixo em Jesus Cristo. Pela fé, a Virgem Maria acolheu o desafio de Deus e colocou-Se a caminho; os Apóstolos deixaram tudo para O seguir; os discípulos formaram as primeiras comunidades; pela fé, o testemunho dos mártires e de tantos homens e mulheres que se consagraram na docilidade do Espírito; tantos cristãos se comprometeram e comprometem com a justiça social; pela fé, tantos e tantas que nos legaram a alegria de seguir Jesus, ilustrando a beleza do Evangelho. “Pela fé, diz-nos Bento XVI, vivemos também nós, reconhecendo o Senhor Jesus vivo e presente na nossa vida e na história”.
É também esta dinâmica em que se insere na Carta aos Hebreus:
“Estando nós rodeados de tão grande número de testemunhas, ponhamos de parte todo o fardo e pecado que nos cerca e corramos com perseverança para o combate que se apresenta diante de nós, fixando os olhos em Jesus, guia da nossa fé e autor da sua perfeição. Renunciando à alegria que tinha ao seu alcance, Ele suportou a cruz, desprezando a sua ignomínia, e está sentado à direita do trono de Deus. Pensai n’Aquele que suportou contra Si tão grande hostilidade da parte dos pecadores, para não vos deixardes abater pelo desânimo”.
5 – Questionemo-nos de novo: o que verdadeiramente nos faz felizes? O dinheiro? Os bens materiais? Sermos melhores que os outros? A amizade? A família? Os afetos? O bem que fazemos? A imagem que os outros têm de nós? O que é que nos dignifica? O nome e a honra que impusemos? A verdade da nossa vida? A honestidade? O que vale mais, o mundo inteiro a nossos pés ou o trabalho honesto e dedicado e a ajuda que prestamos aos outros? Em que situações nos sentimos melhor? Como perguntava o Papa Francisco, no Brasil, em que pessoas nos miramos? Em Pilatos que lava as mãos e se coloca em atitude de indiferença? Ou em Maria que se apressa para casa de Isabel e em Caná intervém vigorosa junto de Jesus?
Textos para a Eucaristia (ano C): Jer 38, 4-6.8-10; Hebr 12, 1-4; Lc 12, 49-53.
Reflexão Dominical na página da Paróquia de Tabuaço.
domingo, 21 de abril de 2013
Festa da Palavra / Entrega da Bíblia 2013
O tempo de Páscoa, para a paróquia de Tabuaço, acolhe as diferentes festas da catequese. Sábado, 20 de abril, Festa da Palavra/Entrega da Bíblia, para os meninos e meninas do 4.º ano da catequese. Durante a celebração da Eucaristia a acentuação da Bíblia e da Palavra de Deus como alimento dos cristãos. Algumas fotos deste momento de festa, de oração, de reflexão.
Para mais fotos desta festa e das Festas da Catequese
visite a página da Paróquia de Tabuaço no facebook.
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