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domingo, 6 de maio de 2018

Ó minha Mãe, minha Amada

Ó minha mãe, minha mãe
Ó minha mãe, minha amada

Canção popular e popularizado, por exemplo, por Zeca Afonso e pela Tuna Académica de Coimbra
Aqui: interpretação de José Carlos Soares, no final da Eucaristia, em dia da Mãe

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Tabuaço: Padre Victor em concerto acústico

No dia 18 de novembro de 2017, a Paróquia de Tabuaço, no âmbito e de acordo com o seu Plano Pastoral Paroquial, promoveu um concerto acústico com o Padre Victor Silva, pároco de Samodães e de Avões, com a banda que o acompanhou, no Auditório do Centro de Promoção Social de Tabuaço.

Algumas imagens, em formato de videoporama, com dois temas musicais do último Álbum do Padre Victor, Faces:

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Santa Cecília, Virgem e Mártir

Nota biográfica:
       O culto de S. Cecília, que deu o nome a uma basílica construída em Roma no século V, difundiu se amplamente a partir da narração do seu martírio em que ela é exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, que abraçou a virgindade e sofreu o martírio por amor de Cristo.
Oração de coleta:
       Ouvi, Senhor, benignamente as nossas súplicas e, por intercessão de Santa Cecília, concedei nos as graças que Vos pedimos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho na unidade do Espírito Santo.

Comentários de Santo Agostinho, bispo, sobre os Salmos

Cantai a Deus com arte e com júbilo

Dai graças ao Senhor com a cítara, tocai em sua honra o saltério de dez cordas. Cantai-Lhe um cântico novo. Despojai-vos do homem velho, pois conheceis já o cântico novo. Homem novo, testamento novo, cântico novo. O cântico novo não é para homens velhos. Só o aprendem os homens novos, que foram renovados pela graça despojando se do pecado e pertencem já ao novo testamento que é o reino dos Céus. Por ele suspira todo o nosso amor e lhe canta um cântico novo. Cante lhe um cântico novo, não a nossa língua, mas a nossa vida.
Cantai-Lhe um cântico novo, cantai-Lhe com arte e com alma. Cada qual pergunta como há de cantar ao Senhor. Canta para Ele, mas não cantes mal. Deus não quer ouvir um cântico que ofenda os seus ouvidos. Cantai bem, irmãos. Se te pedem que cantes para um bom apreciador de música de modo que lhe agrade, não te atreves a cantar se não tens preparação musical, pelo receio de lhe desagradar, porque um bom artista notará os defeitos que a qualquer outro passam despercebidos. Quem se atreverá a cantar para Deus, tão excelente conhecedor de cantores, juiz tão completo e tão bom apreciador de música? Como poderás oferecer Lhe tão excelente audição de canto que em nada ofendas ouvidos tão perfeitos?
Mas eis que Ele mesmo te sugere a maneira como Lhe hás de cantar. Não andes à procura de palavras, como se com elas pudesses expressar aquilo que agrada a Deus. Canta com júbilo. Cantar bem para Deus é cantar com júbilo. Que é cantar com júbilo? Compreender e não poder explicar com palavras o que se canta com o coração. Os que cantam na colheita, na vindima ou em qualquer trabalho intenso, começam a exultar de alegria com as palavras do cântico; mas depois, quando cresce a emoção, sentem que já não podem explicá la por palavras, desprendem se da letra das palavras e entregam se totalmente à melodia jubilosa.
O «júbilo» é aquela melodia que traduz a incapacidade de exprimir por palavras o que sente o coração. E a quem pode consagrar se este cântico de júbilo senão ao Deus inefável? É realmente inefável Aquele que não podes dar a conhecer por palavras. E se não tens palavras para O dar a conhecer e não deves permanecer calado, nada mais te resta senão cantar com júbilo. Sim, para que o coração possa expandir a imensidade superabundante da sua alegria sem se ver coarctado pelas sílabas das palavras, cantai ao Senhor com arte e com júbilo.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Laetare - Madalena

       A Agência Ecclesia, diz-nos que Laetare "é uma banda portuguesa constituída a partir das actividades de um grupo de catequese da paróquia da Reboleira, diocese de Lisboa. Começaram por ajudar na animação musical das eucaristias e depois surgiu o desafio de criar um tema original para participar no festival vicarial da canção cristã.
       A banda é constituída por 2 elementos: Clara Raimundo (Voz) e Pedro Marques (Guitarra, Voz)".
       No dia 17 de MAIO atuaram, em concerto de oração, na Igreja Paroquial de Tabuaço
       Editaram o seu primeiro CD com 11 composições, Ao Teu Sopro. Uma melodia agradável, que nos ajuda a elevar o espírito, com uma forte mensagem cristão. Vale mesmo a pena escutar, meditar, rezar, louvar a Deus. Neste dia em que celebramos a festa de Santa Maria Madalena, aqui fica um tema proposto por este grupo de música cristã.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Entrevista com o Papa Francisco - Arte e Criatividade

       «Gostei muito de autores diferentes entre si. Gosto muitíssimo de Dostoiévski e Hölderlin. De Hölderlin quero recordar aquela poesia para o aniversário da sua avó, que é de grande beleza e que me fez tanto bem espiritual. É aquela que termina com o verso “Que o homem mantenha o que o rapaz prometeu”. Impressionou-me também porque amava muito a minha avó Rosa, e ali Hölderlin compara a sua avó a Maria que gerou Jesus, que para ele é o amigo da terra que não considerou ninguém estrangeiro. Li I Promessi Sposi três vezes e tenho-o agora sobre a mesa para reler. Manzoni deu-me muito. A minha avó, quando eu era criança, ensinou-me de cor o início dos Promessi Sposi: “Quel ramo del lago di Como, che volge a mezzogiorno, tra due catene non interrotte di monti…”(Dos dois braços que formam o lago de Como, um deles dirige-se para o sul, entre duas cadeias ininterruptas de montanhas…) Também gostei muito de Gerard Manley Hopkins».
        «Na pintura admiro Caravaggio: as suas telas falam-me. Mas também Chagall, com a sua Crucifixão Branca...».
        «Na música gosto muito de Mozart, obviamente. Aquele Et Incarnatus est da sua Missa em Dó é insuperável: leva-te a Deus! Gosto muito de Mozart executado por Clara Haskil. Mozart preenche-me: não posso pensá-lo, devo ouvi-lo. Gosto de ouvir Beethoven, mas prometeicamente. E o intérprete mais prometeico para mim é Furtwängler. E depois as Paixões de Bach. O trecho de Bach de que gosto muito é o Erbarme Dich, o pranto de Pedro da Paixão segundo São Mateus. Sublime. Depois, num outro nível, não tão íntimo, gosto de Wagner. Gosto de ouvi-lo, mas não sempre. A Tetralogia do Anel executada por Furtwängler no Scala nos anos 50 é, para mim, a melhor. Mas também o Parsifal executado em 1962 por Knappertsbusch».
        «Deveríamos também falar do cinema. La strada de Fellini é talvez o filme de que mais gostei. Identifico-me com aquele filme, no qual está implícita uma referência a São Francisco. Depois, creio ter visto todos os filmes com Anna Magnani e Aldo Fabrizi quando eu tinha entre 10 e 12 anos. Um outro filme de que muito gostei é Roma città aperta. Devo a minha cultura cinematográfica sobretudo aos meus pais, que nos levavam frequentemente ao cinema».
       «Em todo o caso, em geral gosto muito dos artistas trágicos, especialmente os mais clássicos. Há uma bela definição que Cervantes coloca na boca do bacharel Carrasco para fazer o elogio da história de Dom Quixote: “Os rapazes têm-na entre as mãos, os jovens lêem-na, os adultos entendem-na, os velhos elogiam-na”. Esta, para mim, pode ser uma boa definição para os clássicos».
                Apercebo-me de estar absorvido por estas suas referências e de ter o desejo de entrar na sua vida, pela porta das suas escolhas artísticas. Seria um percurso a fazer, imagino que longo. E incluiria também o cinema, do neo-realismo italiano até a A Festa de Babette. Vêm-me à mente outros autores e outras obras que ele citou noutras ocasiões, mesmo menores ou menos conhecidas ou locais: de Martín Fierro de José Hernández à poesia de Nino Costa, a Il grande esodo de Luigi Orsenigo. Mas penso também em Joseph Malègue e José María Pemán. E, obviamente, em Dante e Borges, mas também em Leopoldo Marechal, o autor de Adán Buenosayres, El banquete de Severo Arcángelo e Megafón o la guerra.
         Penso em particular precisamente em Jorge Luis Borges, porque Bergoglio, quando tinha 28 anos e era professor de Literatura em Santa Fé no Colegio de la Inmaculada Concepción, conheceu-o directamente. Bergoglio ensinava os últimos dois anos do Liceu e encaminhou os seus rapazes para a escrita criativa. Também eu tive uma experiência parecida à sua, quando tinha a mesma idade, no Istituto Massimo de Roma, fundando BombaCarta, e conto-lha. No final, peço ao Papa para me contar a sua experiência.
       «Foi uma coisa um pouco arriscada — responde. Devia fazer de tal modo que os meus alunos estudassem El Cid. Mas os rapazes não gostavam. Pediam-me para ler García Lorca. Então decidi que deveriam estudar El Cid em casa e durante as lições eu trataria os autores de que os rapazes mais gostavam. Obviamente, os jovens queriam ler as obras literárias mais “picantes”, contemporâneas como La casada infiel ou clássicas como La Celestina de Fernando de Rojas. Mas, ao ler estas coisas que os atraíam naquele momento, ganhavam mais gosto em geral pela literatura, pela poesia e passavam a outros autores. Para mim, esta foi uma grande experiência. Cumpri o programa, mas de modo desestruturado, isto é, não ordenado segundo aquilo que estava previsto, mas segundo uma ordem que resultava natural na leitura dos autores. E esta modalidade tinha muito que ver comigo: não gostava de fazer uma programação rígida, mas eventualmente saber mais ou menos onde chegar. Então comecei também a fazê-los escrever. No final decidi dar a ler a Borges dois contos escritos pelos meus rapazes. Conhecia a sua secretária, que tinha sido a minha professora de piano. Borges gostou muitíssimo e então ele propôs escrever a introdução de uma colectânea».
in BROTÉRIA.

domingo, 29 de setembro de 2013

Zé Perdigão - São Salvador do Mundo

       Belíssimo fado de Zé Perdigão - São Salvador do Mundo. Talvez homenagem a São Salvador do Mundo de São João da Pesqaueira. De qualquer forma, belíssimo fado, com a história de fé, crença, piedade popular:

       Uma Flor para a Madeira. Depois do flagelo das cheias, em 2010, na SIC. Uma das muitas e brilhantes prestações. Aqui com José Cid - Em Aranjuez com o teu amor:


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

domingo, 1 de abril de 2012

O Cireneu ajuda Jesus a levar a CRUZ

       O tempo da Quaresma convida-nos a meditar na vida de Jesus como entrega permanente à humanidade, na Sua vida pública, mas sobretudo no mistério da Sua morte redentora. A CRUZ como expressão máxima do amor de Deus para connosco. A Via-sacra mostra-nos de forma eloquente os últimos momentos da vida de Jesus, com esforço, com sacrifício, sujeito às injúrias, às bofetadas, mas também a gestos de ternura como o das mulheres de Jerusalém.
      A Banda Jota oferece-nos esta magnífica canção sobre Simão de Cirene que ajuda Jesus a carregar a Cruz. Ouça, medite, envolva-se na caminhada de Jesus:
             O papa João Paulo II propôs novas estações para a Via-sacra, baseando-se nos Evangelhos. Não estranhemos, pois, que umas vezes ouçamos/meditemos na Via-sacra tradicional, que as nossas Igrejas têm representadas, e a Via-sacra bíblica. A proposta de João Paulo II para a Via-sacra:

1.º Estação: A oração de Jesus no Horto das Oliveiras
2.º Estação: A traição de Judas e a prisão de Jesus
3.º Estação: O Sinédrio condena Jesus
4.º Estação: Pedro nega Jesus por três vezes
5.º Estação: Pilatos julga Jesus
6.º Estação: Flagelação de Jesus e coroação de espinhos
7.º Estação: Jesus com a cruz às costas
8.º Estação: Simão de Cirene ajuda Jesus a levar a cruz
9.º Estação: As mulheres de Jerusalém
10.º Estação: Jesus é crucificado
11.º Estação: O ladrão arrependido e perdoado
12.º Estação: Maria ao pé da cruz
13.º Estação: A morte de Jesus
14.º Estação: Jesus é sepultado
       Habitualmente acrescenta-se uma 15.º Estação: a Ressurreição de Jesus. Esta última coloca-nos na celebração festiva da Páscoa de Jesus, é a passagem da Morte à Vida. Se ficássemos pela 14.º Estação a nossa fé seria inútil, o nosso Salvador seria um fracassado...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Grão de uma romã - Hino contra a pobreza...

       A Associação CAIS apresenta este Hino Contra a Pobreza, como forma de assinalar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, comemorado cada ano a 17 de Outubro.

terça-feira, 11 de outubro de 2011