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terça-feira, 1 de maio de 2018

São José, Operário

Nota biográfica:
       O primeiro de Maio, considerado hoje na Europa o dia da «Festa do trabalho», foi, durante muitos anos, nos fins do século XIX e princípios do século XX, um dia de reivindicações e mesmo de lutas violentas pela promoção da classe operária.
       A Igreja que se mostrou sempre sensível aos problemas do mundo do trabalho, quis dar uma dimensão cristã a este dia. Nesse sentido, Pio XII, em 1955, colocava a «Festa do trabalho» sob a protecção de S. José, na certeza de que ninguém melhor do que este trabalhador poderia ensinar aos outros trabalhadores a dignidade sublime do trabalho.
       Operário durante toda a sua vida, S. José teve como companheiro de trabalho, na oficina de Nazaré, o próprio Filho de Deus, Jesus Cristo.
       E foi, na verdade, Jesus que lhe ensinou que o trabalho nos associa ao Criador, dando-nos a possibilidade de aperfeiçoar a natureza, de acabar a criação divina. O trabalho é um serviço prestado aos irmãos. O trabalho é um meio de nos associarmos à obra redentora de Cristo. (Gaudium et Spes, 67).
Oração (colecta):
       Deus, criador do universo, que estabelecestes a lei do trabalho para todos os homens, concedei-nos que, a exemplo de São José e com a sua protecção, realizemos a obra que nos mandais e recebamos o prémio que nos prometeis. Por Nosso Senhor Jesus Cristo...


CATEQUESE DO PAPA FRANCISCO - 1 de maio de 2013:
       Caros irmãos e irmãs,
       Bom dia!
       Hoje, 1º de maio, celebramos São José Operário e iniciamos o mês tradicionalmente dedicado a Nossa Senhora. No nosso encontro de hoje, quero focar estas duas figuras importantes na vida de Jesus, da Igreja e nas nossas vidas, com duas breves reflexões: primeiro, sobre o trabalho, segundo, sobre a contemplação de Jesus.
       No Evangelho de São Mateus, em um dos momentos em que Jesus retorna à sua região, a Nazaré, e fala na sinagoga, destaca-se o espanto de seus compatriotas por sua sabedoria. Eles se perguntam: "Não é este o filho do carpinteiro?" (13,55). Jesus entra em nossa história, está entre nós, nascido de Maria pelo poder de Deus, mas com a presença de São José, o pai legal, de direito, que cuida d’Ele e também lhe ensina seu trabalho. Jesus nasce e vive em uma família, na Sagrada Família, aprendendo com São José o ofício de carpinteiro, na carpintaria em Nazaré, dividindo com ele seus compromissos, esforços, satisfação e as dificuldades do dia a dia.
       Isso nos lembra a dignidade e a importância do trabalho. O livro de Génesis nos diz que Deus criou o homem e a mulher dando-lhes a missão de encher a terra e sujeitá-la, o que não significa desfrutá-la, mas cultivá-la e protegê-la, cuidar dela com o seu trabalho (cf. Gen 1, 28; 2,15). O trabalho faz parte do plano de amor de Deus, somos chamados a cultivar e cuidar de todos os bens da criação, deste modo participamos da obra da criação! O trabalho é fundamental para a dignidade de uma pessoa. O trabalho, para usar uma imagem concreta, nos “unge” de dignidade, nos plenifica de dignidade, nos torna semelhantes a Deus, que trabalhou e trabalha, age sempre (cf. Jo 5, 17), dá a capacidade de nos manter, manter nossa família, contribuir para o crescimento da nação. E aqui penso nas dificuldades que, em vários países, se encontra hoje o mundo do trabalho e da empresa, eu penso naqueles que, não apenas os jovens, estão desempregados, muitas vezes por uma concepção puramente económica (mecanicista) da sociedade, que busca o lucro egoísta, fora dos parâmetros de justiça social.
       Eu gostaria de estender a todos o convite à solidariedade e, aos chefes do setor público, convidá-los ao encorajamento, a fazer de tudo para dar um novo impulso ao emprego, isso significa se preocupar com a dignidade da pessoa mas, acima de tudo, vos exorto a não perderem a esperança; São José também teve momentos difíceis, mas nunca perdeu a confiança e soube superá-los, na certeza de que Deus não nos abandona. E agora gostaria de falar especialmente a vós, meninos e meninas, a vocês jovens: esforçai-vos nas vossas tarefas diárias, no estudo, no trabalho, nas relações de amizade, contribuindo com os outros, o vosso futuro também depende de como vós ides viver esses preciosos anos de vida. Não tenhais medo do compromisso, do sacrifício e não olhem para o futuro com medo, mantenham viva a esperança: há sempre uma luz no horizonte.
       Acrescento uma palavra sobre uma outra situação de trabalho que me incomoda: refiro-me ao que definimos como “trabalho escravo”, o trabalho que escraviza. Quantas pessoas no mundo são vítimas deste tipo de escravidão, em que é a pessoa que serve o trabalho, enquanto deve ser o trabalho a oferecer um serviço à pessoa, para que tenhamos todos dignidade. Peço aos irmãos e irmãs na fé e todos os homens e mulheres de boa vontade, uma escolha decisiva contra o tráfico de pessoas, contexto no qual se constitui o “trabalho escravo”.
       Faço referência agora ao segundo pensamento: no silêncio das ações quotidianas, São José, juntamente com Maria, tem um centro comum de atenção: Jesus. Eles acompanham e protegem, com empenho e carinho, o crescimento do Filho de Deus feito homem por nós, refletindo sobre tudo o que acontecia. Nos Evangelhos, Lucas enfatiza duas vezes a atitude de Maria, que também é a de São José, “guardava todas estas coisas, meditando-as no seu coração” (2,19.51).Para ouvir o Senhor, devemos aprender a contemplá-Lo, perceber sua presença constante em nossas vidas; precisamos parar para dialogar com Ele, dar-lhe espaço na oração. Cada um de nós, meninas, meninos e, jovens, em grande número reunidos aqui nesta manhã, deve perguntar-se: qual o espaço dou ao Senhor? Eu paro para falar com Ele? Desde que éramos crianças, nossos pais nos acostumaram a começar e terminar o dia com uma oração, para nos ensinar a perceber que a amizade e o amor de Deus nos acompanhavam. Vamos nos lembrar mais do Senhor em nosso dia!
       E neste mês de maio, eu gostaria de lembrar a importância e a beleza da oração do Santo Terço. Recitando a Ave-Maria, somos levados a contemplar os mistérios de Jesus, refletir sobre os principais momentos de Sua vida, para que, como foi com Maria e São José, Ele seja o centro dos nossos pensamentos, da nossa atenção e de nossas ações. Seria bom que, especialmente neste mês de maio, rezássemos juntos, em família, com os amigos, na paróquia, o Santo Terço ou alguma oração a Jesus e à Virgem Maria! A oração feita em comunidade é um momento precioso para tornar ainda mais forte a vida familiar, a amizade! Aprendamos a rezar mais em família e como família!
       Queridos irmãos e irmãs, rogamos a São José e à Virgem Maria que nos ensinem a sermos fiéis a nossas tarefas diárias, a viver nossa fé nas ações do dia a dia e dar mais espaço ao Senhor em nossas vidas, a parar para contemplar Seu rosto.
       Obrigado.

sábado, 31 de dezembro de 2016

O Verbo Se fez carne e veio habitar no meio de nós

       "No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. No princípio, Ele estava com Deus. Tudo se fez por meio d’Ele e sem Ele nada foi feito. N’Ele estava a vida e a vida era a luz dos homens. A luz brilha nas trevas e as trevas não a receberam. Apareceu um homem enviado por Deus, chamado João. Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos acreditassem por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. O Verbo era a luz verdadeira, que, vindo ao mundo, ilumina todo o homem. Estava no mundo e o mundo, que foi feito por Ele, não O conheceu. Veio para o que era seu e os seus não O receberam. Mas àqueles que O receberam e acreditaram no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo fez-Se carne e habitou entre nós. Nós vimos a sua glória, glória que Lhe vem do Pai como Filho Unigénito, cheio de graça e de verdade. João dá testemunho d’Ele, exclamando: «Era deste que eu dizia: ‘O que vem depois de mim passou à minha frente, porque existia antes de mim’». Na verdade, foi da sua plenitude que todos nós recebemos graça sobre graça. Porque, se a Lei foi dada por meio de Moisés, a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. A Deus, nunca ninguém O viu. O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer" (Jo 1, 1-18).
       O texto do Evangelho que nos é proposto para hoje é o mesmo do dia de Natal, revelando-nos que Jesus Cristo é o Verbo encarnada, a Palavra que Se faz pessoa. A palavra criadora de Deus é também palavra salvadora. É Jesus Cristo que em definitivo nos revela o rosto de Deus. Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida, é por Ele que vamos ao Pai a Quem jamais alguém viu, o Filho é que O dá a conhecer.
       A grande alegria pelo nascimento de Jesus Cristo, o Deus que Se despoja da Sua grandeza, para comungar a humanidade connosco e de novo nos conduzir pelo caminho da vida, deve motivar-nos a viver cada vez melhor, cada vez em maior sintonia com o Senhor Jesus.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Profetiza Ana, na apresentação do Senhor...

       Quando os pais de Jesus levaram o Menino a Jerusalém, a fim de O apresentarem ao Senhor, estava no templo uma profetiza, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada e tinha vivido casada sete anos após o tempo de donzela e viúva até aos oitenta e quatro. Não se afastava do templo, servindo a Deus noite e dia, com jejuns e orações. Estando presente na mesma ocasião, começou também a louvar a Deus e a falar acerca do Menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Cumpridas todas as prescrições da Lei do Senhor, voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré. Entretanto, o Menino crescia e tornava-Se robusto, enchendo-Se de sabedoria. E a graça de Deus estava com Ele (Lc 2, 36-40).
       Víamos ontem a figura do velho Simeão, homem justo e temente a Deus. Hoje é-nos dada a conhecer outra figura: a profetisa Ana. Não se sabe muito acerca dela, mas sabe-se que esteve casada sete anos, mas uma viuvez precoce deixou-a muitos e longos anos viúva. A sua vida é passada sobretudo no Templo, em oração e jejum. Em Deus encontra um sentido para a sua vida. Depois de um acontecimento negativo, as pessoas podem seguir por caminhos vários, alterando, muitas vezes o rumo. Algumas desacreditam e perdem-se. Ana encontrou um motivo para continuar a viver feliz dedicando-se a Deus, por inteiro.
       A proximidade física de Jesus, que faz saltar de alegria João Baptista, ainda no seio de sua mãe, que entusiasma de júbilo o velho Simeão, provoca também uma enorme festa nas palavras e na vida da profetisa Ana, que não deixando os seus créditos por mãos alheias nos diz claramente que Deus está com Aquele menino, Ele trará a paz e a libertação a todo o povo.
       Mais duas notas de reflexão:
       Primeira: veja-se como a Sagrada Escritura, mais uma vez, coloca a mulher numa missão importante. Na Bíblia há muitos momentos e sobretudo na vida de Jesus, em que as mulheres assumem um papel muito mais preponderante que a sociedade do tempo lhes atribuía.
       Segunda: o texto sublinha o crescimento de Jesus em robustez e sabedoria, dizendo-nos que a graça de Deus estava com Ele.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Percorrer hoje o caminho dos Magos

       «Magos vós sois os santos mais nossos, náufragos sempre neste infinito, porém sempre a tentar, a procurar, a pedir, a fixar os abismos do céu até queimar os olhos do coração» (Turoldo).
       Mensagens de esperança hoje: há um Deus dos que estão longe, dos caminhos, dos céus abertos, das dunas infinitas, e todos têm a sua estrada. Há um Deus que te faz respirar, que está numa casa e não no templo, em Belém, a pequena, não em Jerusalém, a grande. E os Herodes podem opor-se à verdade, abrandar a sua difusão, mas nunca bloqueá-la, ela vencerá seja como for. Mesmo se é frágil como uma criança.
       Tentemos percorrer o caminho dos Magos como se fosse uma crónica da alma.
       O primeiro passo está em Isaías: «Olha ao redor e vê». Saber sair dos esquemas, saber correr direito a um sonho, a uma intuição do coração, olhando mais longe.
       O segundo passo: caminhar. Para encontrar Deus é preciso viajar, com inteligência e com o coração. É preciso procurar, de livro em livro, mas sobretudo de pessoa em pessoa. Então estamos vivos.
       O terceiro passo: procurar em conjunto. Os Magos (não «três» mas «alguns», segundo o Evangelho) são um pequeno grupo que olha na mesma direção, fixam o céu e os olhos das criaturas, atentas às estrelas e atentos uns aos outros.
       O quarto passo: não temer os erros. O caminho dos Magos está cheio de enganos: chegam à cidade errada; falam da criança com o assassino de crianças; perdem a estrela, procuram um rei e encontram um bebé, não no trono mas entre os braços da mãe.
       Todavia não se rendem aos seus erros, têm a infinita paciência de recomeçar, até que ao verem a estrela experimentam uma imensa alegria. Deus seduz sempre porque fala a linguagem da alegria.
       Entrados em casa viram o Menino e sua Mãe… Não só Deus é como nós, não só é connosco, mas é pequeno entre nós. Ide informar-vos acerca do Menino e avisai-me para que também eu vá adorá-lo. Esse rei, esse Herodes assassino de sonhos ainda envolto em faixas, está dentro de nós: é o cinismo, o desprezo que destrói os sonhos do coração.
       Mas eu gostaria de resgatar as suas palavras e repeti-las ao amigo, ao teólogo, ao poeta, ao cientista, ao trabalhador, a cada um: encontraste o Menino?
       Procura agora, com cuidado, nos livros, na arte, na história, no coração das coisas; procura no Evangelho, na estrela e na palavra, procura nas pessoas, e a fundo na esperança; procura com atenção, fixando os abismos do céu e do coração, e depois faz-mo saber para que também eu venha adorá-lo.
       Ajuda-me a encontrá-lo e irei, com os meus pequenos presentes e com todo o orgulho do amor, proteger os meus sonhos de todos os Herodes da história e do coração.

P. Ermes Ronchi, © SNPC (trad.) | 05.01.14,

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Paróquia de Tabuaço: Missa do Galo 2013

       A tradicional Missa do Galo, ou Missa da Meia-Noite, contou este ano, de novo, com o grupo de jovens, que se empenhou em preparar a encanção do Evangelho, dando mais alegria e envolvência a uma noite fria e sobretudo muito chuvosa. Os tons de festa, de acolhimento, de alegria estiveram presentes em toda a celebração, numa belíssima interação entre o grupo coral e o grupo de jovens. 
       Ficam algumas imagens desta noite:
Para outras fotos visitar a página da Paróquia de Tabuaço no facebook
ou no nosso GOOGLE +

terça-feira, 19 de março de 2013

Solenidade de São José, Esposo de Maria

Nota biográfica:
       Nos desígnios de Deus, José foi o homem escolhido para ser o pai adoptivo de Jesus. É no seio da sua família modestíssima que se realiza, com efeito, o Ministério da Incarnação do Verbo. Intimamente unido à Virgem-Mãe e ao Salvador, José situa-se num plano muito superior ao dos mais profundos místicos: amando Jesus, amava o Seu Deus; toda a ternura respeitosa, com que envolvia Maria, dirigia-se à Imaculada Mãe de Deus.
      Figura perfeita do «justo» do Antigo Testamento, homem de uma fé a toda a prova, no cumprimento da sua missão, mostrará sempre uma disponibilidade total, mesmo nos acontecimentos mais desconcertantes.
       Protector providencial de Cristo, continua a sê-lo do Seu Corpo Místico. O exemplo da sua vida é sempre actual para todos quantos querem situar a sua vida na âmbito dos desígnios de salvação do Senhor.

Oração:
       Deus todo-poderoso, que na aurora dos novos tempos confiastes a São José a guarda dos mistérios da salvação dos homens, concedei à vossa Igreja, por sua intercessão, a graça de os conservar fielmente e de os realizar até à sua plenitude. Por Nosso Senhor Jesus Cristo...
 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Sagrada Família de Jesus, Maria e José

 
Oração da Família:
Senhor, nosso Pai,
Tu quiseste que o Teu Filho
nascesse e crescesse
no seio de uma família como as outras.
Assim, ao longo de uma vida simples,
Ele aprendeu, pouco a pouco,
de José e de Maria
a tornar-Se adulto e a descobrir a sua missão.


Por isso, Senhor, nosso Pai,
nós Te pedimos que as famílias de hoje
sejam fortes, estáveis e vivam em harmonia.
Que cada um atinja o pleno desenvolvimento
na alegria de estar juntos, até ao perdão.
Que elas escutem todos os apelos
vindos de fora.


Pai, tu que és todo Ternura,
concede às famílias feridas pela doença,
o luto, a divisão ou a ruptura,
a coragem de continuarem a crescer
e a esperar em Ti,
sem nunca perderem a confiança um no outro.


Que cada família acolha o Teu Espírito
e, dia após dia, d’Ele receba a inspiração. Amém.
(Cardeal G. Dannels, Bélgica)

sábado, 24 de dezembro de 2011

É NATAL, Jesus Cristo nasceu...

       Mais um belíssimo trabalho de Arménio Rodrigues, in Faz-te ao Largo, sobre o NATAL, nascimento do Salvador, Deus omnipotente que Se revela na fragilidade de um bebé...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Os Reis Magos

Diz a Sagrada Escritura
Que, quando Jesus nasceu,
No céu, fulgurante e pura,
Uma estrela apareceu.
Estrela nova ... Brilhava
Mais do que as outras; porém
Caminhava, caminhava
Para os lados de Belém.
Avistando-a, os três Reis Magos
Disseram: “Nasceu Jesus!”
Olharam-na com afagos,
Seguiram a sua luz.
E foram andando, andando,
Dia e noite a caminhar;
Viam a estrela brilhando,
sempre o caminho a indicar.
Ora, dos três caminhantes,
Dois eram brancos: o sol
Não lhes tisnara os semblantes
Tão claros como o arrebol
Era o terceiro somente
Escuro de fazer dó ...
Os outros iam na frente;
Ele ia afastado e só.
Nascera assim negro, e tinha
A cor da noite na tez :
Por isso tão triste vinha ...
Era o mais feio dos três !
Andaram. E, um belo dia,
Da jornada o fim chegou;
E, sobre uma estrebaria,
A estrela errante parou.
E os Magos viram que, ao fundo
Do presépio, vendo-os vir,
O Salvador deste mundo
Estava, lindo, a sorrir
Ajoelharam-se, rezaram
Humildes, postos no chão;
E ao Deus-Menino beijaram
A alava e pequenina mão.
E Jesus os contemplava
A todos com o mesmo amor,
Porque, olhando-os, não olhava
A diferença da cor ...

(autor Olavo Bilac)

domingo, 2 de janeiro de 2011

Epifania do Senhor!...

Epifania

A caminho da estrela… Os magos tinham o hábito de perscrutar os astros. Eles viram uma estrela, sem dúvida nova para os seus olhos, então puseram-se a caminho… Aquele que procuravam parece querer fazer-se conhecer, um sinal basta para estes magos. Param, experimentam uma grande alegria, prostram-se e oferecem os seus presentes. A criança que eles descobrem não é uma criança como as outras: é rei, então oferecem-lhe oiro; é Deus, então queimam incenso; passará pela morte antes de ressuscitar, então apresentam a mirra. Para o regresso, não têm necessidade de estrela. Deus convida-os a regressar por outro caminho. O verdadeiro rei não é Herodes, mas esta criança que acaba de nascer.
.
• Os “magos” são apresentados como os “homens dos sinais”, que sabem ver na “estrela” o sinal da chegada da libertação… Somos pessoas atentas aos “sinais” – isto é, somos capazes de ler os acontecimentos da nossa história e da nossa vida à luz de Deus? Procuramos perceber nos “sinais” que aparecem no nosso caminho a vontade de Deus?

• Os “magos”: viram a “estrela”, deixaram tudo, arriscaram tudo e vieram procurar Jesus. Somos capazes da mesma atitude de desinstalação, ou estamos demasiado agarrados ao nosso sofá, ao nosso colchão especial, à nossa televisão, à nossa aparelhagem, ao nosso computador? Somos capazes de deixar tudo para responder aos apelos que Jesus nos faz através dos irmãos?

• Os “magos” representam os homens de todo o mundo que vão ao encontro de Cristo, que acolhem a proposta libertadora que Ele traz e que se prostram diante d’Ele. É a imagem da Igreja – essa família de irmãos, constituída por gente de muitas cores e raças, que aderem a Jesus e que O reconhecem como o seu Senhor.

Vídeo: Epifania do Senhor


Retirado de "Faz-te ao largo"

sábado, 25 de dezembro de 2010

É NATAL, Jesus Cristo nasceu...

       Mais um belíssimo trabalho de Arménio Rodrigues, in Faz-te ao Largo, sobre o NATAL, nascimento do Salvador, Deus omnipotente que Se revela na fragilidade de um bebé...

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Solenidade de N A T A L

       1 - É Natal.
       Deus entre nós. Deus um connosco. Deus encarna, faz-Se homem. Em Jesus Cristo, a divindade assumiu a fragilidade e a finitude humana e, num projecto de dádiva permanente, dá-nos a vida em abundância, para que o sentido da nossa existência se abra até ao infinito, até à eternidade.
       "E o Verbo fez-Se carne e habitou entre nós. Nós vimos a sua glória, glória que Lhe vem do Pai como Filho Unigénito, cheio de graça e de verdade" (Evangelho do dia). Cada ser humano pode ser morada do Senhor. Ele veio habitar em nós e entre nós, e trazermos a graça e a verdade, para nos tornamos irmãos uns dos outros.
       Deixemos que a luz que nos é dada por Deus que Se faz menino, expondo-se no mais simples e humilde, nos guie na verdade, nos impele para a vivência do perdão e da caridade. Não cruzemos os braços, não baixemos a esperança, pois tudo pode aquele que confia em Deus, não desistamos de viver no bem, com honestidade e justiça, fazendo com que o NATAL, nascimento de Jesus, revolucione efectivamente o nosso coração, o nosso olhar sobre o mundo e sobretudo sobre as pessoas, num compromisso com o novo céu e a nova terra que Jesus nos dá com a Sua vida, mensagem, morte e ressurreição.

       2 - Mas escutemos as palavras sagradas que nos falam do nascimento do Messias de Deus, o Salvador do Mundo:
       "Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais, pelos Profetas. Nestes dias, que são os últimos, falou-nos por seu Filho, a quem fez herdeiro de todas as coisas e pelo qual também criou o universo" (Hebr 1,1-6).
       "Enquanto ali se encontravam, chegou o dia de ela dar à luz e teve o seu Filho primogénito... Disse-lhes o Anjo: «Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria para todo o povo: nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor»" (Lc 2,1-14).
       "O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam nas sombras da morte uma luz começou a brilhar" (Is 9,1-6).
       O nascimento de Jesus, para nós, crentes cristãos, responde às promessas feitas por Deus ao povo eleito, e que os profetas anunciam permanentemente. Com o Seu nascimento, a expectativa em relação ao futuro torna-se certeza do passado e do presente, Deus veio em Jesus Cristo, o Céu desceu à terra, a Eternidade entrou no tempo, entrou na história da humanidade.
       Não mais haverá trevas, porque uma grande luz nos é dada em Jesus Cristo, nasceu-nos o Salvador, chegamos à plenitude dos tempos.

       3 - As palavras que configuram a certeza da presença de Deus em nós e entre nós, mobilizam o nosso coração, mas igualmente o nosso compromisso com os outros, com o mundo, com a transformação das realidades que ainda não viram a luz da salvação.
       Também nós, como outrora os profetas, e como o Messias de Deus, devemos ser mensageiros de Deus, mensageiros do bem e do amor, mensageiros da paz e da vida. "Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz" (Is 52,7-10).
       Ao espreitarmos o Presépio, acolhamos a alegria e o amor que irradia de Jesus, de Maria e de José. Com o coração a transbordar da paz que Ele nos dá, testemunhemo-lo aos outros, com palavras e obras, testemunhemo-lo ao mundo inteiro.

A todos os que por aqui passam...

       Bom dia e feliz NATAL.
       A todos os que por aqui passam, os que nos visitam de passagem, os que diariamente nos acompanham, os que partilham da nossa mundividência cristã, os que deixam comentários que incentivam, os que casualmente aparecem neste espaço de encontro, de reflexão e de partilha, aos que voltarão, e àqueles que não fazem tenções de cá voltar, aos amigos do blogue, e a todos os que tenham algum momento com este blogue, um Santo Natal, e que a ternura do Presépio, onde nos encontramos com Jesus, Maria e José, acalentem a nossa esperança e nos comprometam com o bem e com a verdade, na vivência da caridade cristã, ao jeito de Jesus Cristo, Aquele que dá a vida por nós...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

El Tamborilero

Natal

Os sinos anunciam a chegada do menino de Belém,

que veio habitar entre nós, trazendo amor, alegria e paz.
Ele é o grande presente enviado por Deus Pai para alegrar
o coração da humanidade.
É o Salvador anunciado pelos profetas, aguardado com
amor pela Virgem Maria.
Ele veio ao mundo para nos salvar!

Natal...

É tempo de recordar o Menino Jesus da Manjedoura.
É tempo de renovar a esperança de que o nascimento de Jesus seja uma
realidade em nossa vida e, com isto, renasça no mundo
a bondade, a solidariedade,e a fraternidade.

Natal...

É tempo de nos inspirarmos a realizar grandes e pequenas coisas...
É tempo de amar, sonhar, e renovar as nossas esperanças...
É tempo de família unida e reunida, de oração, de partilha, de
revisão de vida, de relembrar os belos momentos, de acolher
os pedidos de perdão e de recomeçar.

Natal ...

É tempo de paz, luz,e esperança de salvação, por meio daquele que veio para
nos deixar uma mensagem de fé, alegria e amor!
É tempo de reflexão, de feliz espera e uma renovada busca de motivações.
É tempo de cultivar a fé, de celebrar a vida, e agradecer a
alegria do renascer a cada ano.
O Salvador Jesus, deseja ardentemente nascer em nossos corações!
Que Jesus nasça em nossos corações e que nosso Natal seja uma festa de muita
paz,harmonia e esperança!

"O anjo então lhes disse: 'Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo; hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor!"
(Lc 2,10-11)

(autora Rosemary de Ross)

História de Natal em formato digital

       Esta é a história do nascimento de Jesus "contada" neste meio, a Internet, à velocidade de breves instantes, veja e encante-se... é um vídeo interessantíssimo...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Alecrim, uma erva sagrada...

Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim: quando Maria fugiu para o Egipto, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estende-las. "O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais.

Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao sol durante toda a manhã.
- Obrigado, gentil alecrim! Disse Maria. Daqui por diante, ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando.
- E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos.
Eu abençoe folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria...e assim foi!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Um presente para o Menino Jesus



Perto da meia-noite, as crianças se prepararam às escondidas e saíram pela janela. Carregavam com muito cuidado a caixa contendo o precioso presente.
Aquela pitoresca aldeia da Alemanha parecia feita de marzipã. Era dezembro, e as casas tinham seus telhados cobertos por um manto alvíssimo, reluzente à tênue luz do sol de inverno, que parecia brincar de esconder com as nuvens. À noite, as bolinhas coloridas das árvores natalinas, a densa fumaça das chaminés e o perfume dos pães de mel faziam tudo adquirir aparência de sonho. Uma atmosfera jubilosa tomava conta dos corações e as crianças começavam a confeccionar, com as próprias mãos, presentes para serem ofertados ao Menino Jesus depois da Missa do Galo, na matriz.

Rudolf era o filho mais velho de uma numerosa família. Ajudava a mãe no cultivo de legumes e tinha muita prática com as coisas do campo. Naquele momento achava- -se serrando, com decisão e energia, uma grande tora de madeira conseguida no bosque.
Aos poucos foram chegando os irmãos para ajudá-lo. Juntos, decidiram dar de presente para o Divino Infante um novo bercinho, pois o do presépio da matriz era tosco e estava muito gasto. Serraram, lixaram, bateram pregos, poliram e o ornamentaram com palha e ramos de pinheiro. Ficou pronto e lindo o movelzinho, feito com tanto amor.
Horas mais tarde chegou a mãe, dona Gertrudes. Havia se tornado uma mulher amarga depois da morte do marido. Mas o pior fora sua súbita perda da fé. Como a família era pobre, com quatro crianças ainda pequenas, ela precisava trabalhar lavando roupas e fazendo faxina em outras casas para manter os filhos. Mas em vez de pedir auxílio ao Céu, confiando no bom Deus, que a ninguém desampara, revoltara-se com sua situação. Vendo o bercinho e adivinhando sua finalidade, tomou-se de cólera e atirou-o na lareira, dizendo:
- Já lhes disse que neste ano não teremos Natal! Que vamos celebrar? Se o Menino Jesus existisse nos ajudaria... E, ademais, não temos dinheiro para a lenha. Estes pedaços de madeira vieram bem a calhar, porque faz frio e necessitamos alimentar o fogo.

Com a fisionomia fechada, retirou-se à cozinha para preparar a refeição.

As crianças começaram a chorar. Franz disse baixinho, entre soluços:

- Rudolf, quer dizer que... nem poderemos oferecer um presente ao Menino Jesus?

- Ânimo! Vamos pensar em algo... Helga, a caçulinha, replicou:

- Podemos fazer-Lhe uma bonita roupinha!

Procuraram alguns retalhos na caixa de costura da mãe. Mas não tinham tecido e muito menos mãos hábeis para confeccioná-la... Anette teve a ideia de prepararem bolachas e pães de mel, mas a falta de mantimentos e dotes culinários lhes tirou a alegria. Ralf ainda pensou em compor uma música. Pegou sua flautinha e começou a tocar, mas a desafinação foi geral.

Dona Gertrudes, atraída pela algazarra, dirigiu-se à sala.

- Parem com este bulício, pois a vizinhança daqui a pouco vai querer saber o que está acontecendo!

Helga, com voz trêmula, replicou:

- Mas, mãe, só nossa família não vai comemorar o Natal!

- Isso não me importa! Se esse Jesus, de quem vocês falam, fosse Deus de verdade, já teria melhorado nossa mísera condição. Todos ficaram muito tristes e aborrecidos. Quando a mãe saiu, Franz disse aos irmãos:

- Vamos rezar, pedindo a Nossa Senhora para nos ajudar a conseguir um presente para seu Divino Filho!

- E para tocar o duro coração de mamãe. - acrescentou Anette.

Ajoelharam-se todos e rezaram com muita devoção e piedade.

Alguns dias depois, Rudolf foi à aldeia vizinha para vender os produtos cultivados na horta. No fim do trabalho, uma senhora, observando sua responsabilidade e empenho, deu-lhe uma bela rosa de seu jardim de inverno, para agradar-lhe.

A fisionomia de Rudolf se iluminou! Ali estava o presente do Menino Jesus! Uma flor tão bela como aquela, em pleno inverno, era uma raridade! Regressou apressado, a fim de mostrar aos irmãos como Nossa Senhora atendera suas orações. Mas tiveram a precaução de esconder muito bem a flor numa caixa, para não ser destruída pela mãe.

Chegada a véspera do Natal, dona Gertrudes decretou que todos deveriam ir para a cama antes das dez horas. Os outros lares da aldeia, até os mais humildes, estavam engalanados, alegres e cheios de iguarias. Os camponeses vestiam suas melhores roupas para participar da Missa do Galo. Só a casa de Gertrudes permanecia triste e apagada.

Porém, perto da meia-noite, as crianças se prepararam às escondidas e saíram pela janela para ir à igreja. Carregavam com muito cuidado a caixa contendo o precioso presente.

Chegando à matriz, abriram-na para dar uma olhadinha e... grande espanto! A rosa estava completamente murcha! E agora? Sem ter outra solução, decidiram entregá-la assim mesmo, certos de que o Menino Jesus conheceria a intenção de seus corações.

Depois da Missa, ao som do Stille Nacht, as crianças se dirigiram em cortejo ao presépio para entregar seus regalos: trajezinhos de veludo, incenso, perfumes, toda espécie de marzipãs e chocolates, cestas de frutos secos arranjadas com primor. Também os filhos de Gertrudes se aproximaram e, quando Rudolf abriu a caixa... Oh, prodígio! Não havia uma, mas cinco belíssimas rosas de cores variadas, unidas em gracioso buquê por uma delicada fita de seda!

Nesse mesmo instante, entrou na matriz dona Gertrudes. Ao sentir-se envolvida pelo ambiente carregado de bênçãos e contemplar a fé inocente das crianças, a pobre mãe irrompeu em pranto. Entre lágrimas, ajoelhou--se diante do presépio, pediu perdão a Deus por suas faltas e ofereceu ao Divino Infante, diante de todos, seu coração contrito e humilhado.
O povo amava esta senhora tão sofrida, apesar de todas suas rabugices e desfeitas. Condoia-se pela mísera vida evada por ela e tinha pena dos sofrimentos de seus filhos. Por isso, ao vê-la milagrosamente arrependida, a greja inteira explodiu em um maravilhoso cântico de ação de graças.

A partir desta noite, tudo começou a melhorar para aquela família. Rudolf achou um excelente emprego, erto de casa. Ralf, Franz, Anette e Helga cresciam dando alegrias à boa Gertrudes, a qual se tornara uma extremosa mãe e prestativa vizinha, além de uma das mais piedosas paroquianas da aldeia.

(Revista Arautos do Evangelho, Dezembro/2010, n. 108, p. 46-47)
Beatriz Alves dos Santos - 2010/12/06

sábado, 27 de novembro de 2010

A D V E N TO - à espera do tempo novo!

       Magnífico trabalho, mais um, de Arménio Rodrigues, no canal Faz-te ao Largo, sobre o tempo de Advento, como tempo de espera, de renoação, de vinda do Deus que salva, que renova todas as coisas. O projecto de Deus é conduzir-nos a todos à felicidade, mas por vezes o nosso coração fecha-se à graça de Deus. Mas Deus não desiste de nós, nunca e, por conseguinte, envia-nos o Seu Filho Jesus para nos re-introduzir no reino de Deus...
       Aprecie a beleza do diaporama, reflicta nas palavras escritas, deixe-se enlevar pela melodia, reze em seu coração, com Jesus, o Deus connosco.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Oração a São José


Ó Jesus, nosso amabilíssimo Redentor, que, vindo do céu para ser luz do mundo com a doutrina e com o exemplo, quisestes passar a maior parte da Vossa vida mortal humilde e submisso a Maria e a José na pobre casa de Nazaré, para santificar esta família que devia ser o modelo da família cristã:
- dignai-Vos acolher benignamente as nossas famílias que agora se dedicam e consagram a Vós;
- protegei-as, guardai-as e fazei que nelas reinem,
- com o divino modelo da Vossa Sagrada Família,
- e todos sem exceção de ninguém,
- mereçam alcançar a eterna felicidade.

Ó Maria, Mãe amorosíssima de Jesus e nossa Mãe, fazei, por vossa piedosa intercessão, que Jesus acolha benignamente a oferta que Lhe fazemos de nossas famílias e nos conceda as Suas bênçãos e graças.

Ó São José, guarda amorosíssimo de Jesus e Maria, concedei-nos o socorro do vosso patrocínio em todas as necessidades espirituais e temporais, a fim de que possamos, com a Bem-Aventurada Virgem Maria e convosco, louvar e bendizer eternamente a Jesus Cristo, nosso Divino Redentor.
Amém.