A terceira Carta Encíclica de Bento XVI empresta o título a este blogue. A Caridade na Verdade. Agora permanecem a fé, a esperança e a caridade, mas só esta entra na eternidade com Deus. Espaço pastoral de Tabuaço, Távora, Pinheiros e Carrazedo, de portas abertas para a Igreja e para o mundo...
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
VL – Não deixeis que vos roubem a esperança
sábado, 31 de dezembro de 2016
Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus - 2017
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Paróquia de Tabuaço: Reflexão para a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus - Pe- João carlos
Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus - 01.01.2016
"Quando se completaram os oito dias para o Menino ser circuncidado, deram-Lhe o nome de Jesus, indicado pelo Anjo, antes de ter sido concebido no seio materno". Ele é o Filho de Deus, mas está ao cuidado de Maria e de José, que Lhe dão o nome e a casa. "Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sujeitos à Lei e nos tornar seus filhos adotivos. E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: «Abá! Pai!». Assim, já não és escravo, mas filho. E, se és filho, também és herdeiro, por graça de Deus".
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Santa Maria, Mãe de Deus - ano C - 1.janeiro.2013
domingo, 1 de janeiro de 2012
SANTA MARIA, MÃE DE DEUS, RAINHA DA PAZ
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Quinta-feira da Ascensão - Dia da Espiga
Quinta-feira da Ascensão é também, tradicionalmente, o Dia da Espiga. Um ritual cristão que celebra os primeiros frutos. O ramo, composto por uma espiga que celebra o pão, um ramo de oliveira, a paz e papoilas que representam o amor e alegria, deve ser mantido de ano para outro. Em tempos, fazia-se uma romaria aos campos para apanhar o ramo de espiga. Hoje, em Lisboa, vendem-se à porta das estações do metro e dos comboios. É uma tradição que se vai mantendo viva nos lisboetas, na sua grande maioria, com origens em outras regiões rurais do país.
domingo, 2 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz

LIBERDADE RELIGIOSA É CAMINHO PARA A PAZ
Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz (Resumo )Os cristãos são as principais vítimas de perseguição religiosa no mundo, afirma o Papa Bento XVI na Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2011, que se assinala a 1 de Janeiro. O Santo Padre destaca a situação de violência contra as comunidades cristãs no Iraque, condenando o ataque, em 31 de Outubro passado, à catedral siro-católica de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Bagdade, que provocou a morte a mais de 50 fiéis e a dois sacerdotes.
No texto, intitulado «Liberdade religiosa, caminho para a paz», Bento XVI considera ser «doloroso constatar que, em algumas regiões do mundo não é possível professar e exprimir livremente a própria religião sem pôr em risco a vida e a liberdade pessoal».
«Noutras regiões há formas mais silenciosas e sofisticadas de preconceito e oposição contra os crentes e os símbolos religiosos», refere o Papa. No caso do Ocidente, lamenta «a hostilidade e os preconceitos contra os cristãos pelo facto de estes pretenderem orientar a própria vida de modo coerente com os valores e os princípios expressos no Evangelho».
Para o Papa, «a liberdade religiosa deve ser entendida não só como imunidade de coacção, mas também, e antes ainda, como capacidade de organizar as próprias opções segundo a verdade». A pessoa «não deveria encontrar obstáculos se quisesse eventualmente aderir a outra religião ou não professar religião alguma».
Bento XVI deixa votos de que a Europa saiba «reconciliar-se» com as suas raízes cristãs, que considera «fundamentais para compreender o papel que teve, tem e pretende ter na história».
É HORA DE PAZ

E fez-se então, a hora da paz
Os povos calaram-se
simultaneamente
E ouviram a voz das águas
Das montanhas, da natureza
Dos animais, e nada mais
O ar soprou forte
Fazendo folhas rodopiarem
Ninguém agiu nem falou
Ninguém se moveu
E então,
A humanidade entrou
Na imensidão do silêncio
E vivenciou
A mais perfeita paz
Naquela hora
Nenhuma arma foi accionada
Nenhuma máquina foi ligada
Nenhuma agressão foi cometida
Nenhuma sirene soou
Nenhum alarme disparou
Apenas funcionava
O que da vida cuidava
E, pela primeira vez
A humanidade conheceu a paz
Minutos antes de terminar
Todos estavam armados
Com uma pequena semente
Que ao soar o sinal programado
Foram lançadas à terra
Em todo o mundo
A paz foi semeada
Na Terra
E no coração
De cada um
O sábio que profetizou
A hora da paz
Proclamou à humanidade:
E uma nova linguagem há de vir
Há de vir para ficar
Que traduz união
Justiça, igualdade
É a linguagem da paz
Somos todos irmãos
Somos todos iguais
Somos filhos da Terra
do Sol, da Água, do Ar
Somos todos peregrinos
Por esta Terra a viajar
Entrando para o novo milénio
Com a mais intensa missão
A missão de promover a paz
Uma nova linguagem
Há de vir
Há de vir para pacificar
Que traduz a Fé
A esperança, o amor
É a linguagem da paz
Que será falada, sentida, cantada
De norte a sul, de leste a oeste
Em todo planeta terrestre
Ecoará pelos confins da alma
E se expandirá pelo imenso universo
É a linguagem da paz
Que todos conhecerão
Que virá de dentro de cada ser
Para promover a união
Até que um só povo
Um povo multicor
De mãos dadas dançará
Entoando a mais bela canção
Todos a uma só voz
Unidos
Em nome da PAZ!
Retirado do blogue "Revista Cotovia"











