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domingo, 18 de outubro de 2015

Ambientação | entrega de diplomas | Crisma 2015

       Dia Mundial das Missões, na Paróquia de Tabuaço, a entrega de diplomas aos jovens e adultos que celebraram o Crisma no passado dia 4 de julho.
       Para ambientação litúrgica a seguinte introdução:
Neste domingo, 29.º do Tempo Comum, penúltimo de outubro, celebramos o Dia Mundial das Missões. Uma jornada para nos lembrarmos que a Igreja é essencialmente missionária. Por outras palavras, a Igreja, e os cristãos que a compõem, vive para anunciar Jesus Cristo, para O viver e O testemunhar em todas as situações da vida.
A Igreja é um organismo vivo, é o Corpo de Cristo, do qual nós somos membros. E se somos membros…
… para que o Corpo se mantenha vivo, belo e saudável, precisa de ser cuidado pela oração, rejuvenescido pela escuta e meditação da palavra, e curado pelo anúncio do Evangelho, para que outros tenham possibilidade de conhecer e amar Jesus, e assim o Corpo que é Cristo, e que somos nós, possa desenvolver-se frutificando.
Os biólogos definem a vida com três características: capacidade de usar energia, de incorporar matéria e de eliminar desperdícios, mas sobretudo, a capacidade de reprodução. Assim, ou “produzimos” mais cristãos e cristãos mais convictos, ou morremos como Igreja, ficámos uma Igreja doente, raquítica, estagnada!
Lembra-nos o Papa Francisco, na Mensagem para este dia, que “a missão faz parte da «gramática» da fé, é algo de imprescindível para quem se coloca à escuta da voz do Espírito, que sussurra «vem» e «vai». Quem segue Cristo não pode deixar de tornar-se missionário, e sabe que Jesus «caminha com ele, fala com ele, respira com ele, trabalha com ele. Sente Jesus vivo com ele, no meio da tarefa missionária».
No passado dia 4 de julho, celebramos o Sacramento do Crisma, com a presença de D. António Couto, Bispo da Diocese de Lamego, à qual pertencemos. O Crisma, dom o Espírito Santo em nós, confirma-nos no amor e no compromisso com Jesus e com a Igreja. A nossa vida missionária começa pela nossa pertença e pelo empenho na comunidade, para que no dia-a-dia, em casa, na família, na escola, possamos transparecer Jesus, na Sua postura de serviço, de proximidade, de ousadia, de sonho, de provocação. Para com Ele construirmos uma sociedade mais humana, mais fraterna, mais saudável.
Que neste domingo em que alguns de nós vão receber o seu diploma de Crisma, o Espírito Santo nos dê a coragem, a garra, a lucidez para acolhermos Jesus, na comunidade e O levarmos connosco para todas a parte.
Como somos frágeis, invoquemos a Misericórdia e a bondade de Deus...
FOTOS disponíveis na página da Paróquia de Tabuaço no Facebook: AQUI.

Sacramento do Crisma | Entrega dos Diplomas | 2015

       No dia 4 de julho de 2015, 19 jovens e adultos celebraram o Sacramento do Crisma.



       D. António Couto começou por se encontrar, na véspera, com o grupo de crismandos, para os conhecer melhor, aproveitando para os desafiar a serem corajosos, desenvergonhados, ousados no testemunho de Jesus Cristo. Desafio que sublinharia no dia do Crisma.
       Passados três meses, no Dia Mundial das Missões que a todos compromete com o anúncio do Evangelho, anúncio feito de palavras mas sobretudo com a vida toda, testemunhando-O em todas as situações do dia a dia, a entrega dos Diplomas, reforçando o compromisso assumido, sensibilizando para a integração na comunidade, para que esta seja edificada como Casa de Oração e de Misericórdia e possa acompanhar-nos para onde formos, onde estivermos, quem encontrarmos.
       Algumas das imagens deste dia:

domingo, 12 de julho de 2015

Paróquia de Tabuaço | Sacramento do Crisma | 2015

       No dia 4 de julho, a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Tabuaço acolheu, com júbilo, o Senhor Bispo, D. António Couto, para a administração do Sacramento do Crisma a 19 jovens e adultos.

       No dia anterior, na sexta-feira, D. António Couto reuniu com os crismandos, no Centro Paroquial de Tabuaço, para refletir a importância e o significado do Sacramento do Crisma.
       O Senhor Bispo começou por sublinhar que com a unção está completa a instrução, o que falta é colocar em prática o que se aprendeu. Debruçou-se sobre os gestos: a invocação do Espírito Santo, com as mãos abertas, de Quem tudo dá, para que como num puzzle possamos também de mão abertas receber e compartilhar, e a crismação – para que o azeite, que penetra, nos transforme a mente e o coração e nos leve a militar na vivência e anúncio do Evangelho, estando atentos uns aos outros, não deixando que nenhum se perca. As mãos abertas em Adão e Eva deram lugar às mãos fechadas e os dons passaram a ser posse. O melhor da vida não tem preço, não se compra nem se vende. Tudo dar como Jesus. O que baralhou os apóstolos, mormente Pedro, não foi Jesus estar disposto a dar a vida pelos amigos. Também Pedro está disposto a dar a vida por Jesus. O que fez Pedro num oito foi a disponibilidade e a decisão de Jesus dar a vida por todos, até por aqueles que O vão matar...

       No sábado, pelas 17h00, a Igreja Paroquial encheu-se de pessoas, de alegria e de festa para acolher o Senhor Bispo.
       A celebração do Crisma, nesta como em outras paróquias, é um momento de especial importância não apenas para os crismandos e suas famílias, mas para a comunidade no seu conjunto, envolvendo o trabalho e a dedicação de muitas pessoas e dos vários grupos paroquiais – catequese, zeladoras da Igreja, grupo coral, acólitos, conselho económico, conselho pastoral. O cuidado na preparação visualiza-se mais nestes dias, para que aqueles que vêm, mormente o Senhor Bispo, se sintam bem acolhidos e com vontade de cá voltar.
       O grupo de crismandos resultou de dois grupos de catequese, que frequentaram o 10.º ano de catequese nos últimos anos pastorais, de 2013-2014 e de 2014-2015, e de alguns adultos que se prepararam mais proximamente com as Escolas da Fé. Nas últimas semanas houve uma preparação mais intensiva, à base do YOUCAT – Crisma, terminando com um tríduo de pregação, com o Pe. Jorge Giroto, refletindo sobretudo nos sacramentos de Iniciação Cristã – Batismo, Crisma e Eucaristia.
       Na concelebração da Eucaristia, a presença dos reverendos sacerdotes, Pe. Jorge Giroto, Pe. Filipe, Pe. Ildo e Pe. João Carlos, Pró Vigário Geral da Diocese de Lamego, e Pe. Manuel Gonçalves, pároco desta comunidade.

       No decorrer da Eucaristia, na homilia, D. António Couto desafiou os jovens, e toda a comunidade, a imitar Ezequiel, cuja fragilidade acentua a presença e a força de Deus; a imitar Paulo, cuja conversão o mostra a cair não do cavalo mas de si próprio, para que na sua fraqueza sobrevenha a força de Jesus Cristo, e a sua vida transforma-se por completo; a imitar Jesus que vai/vem à sua terra, e dá-Se por inteiro. Entre os seus parentes e amigos, que somos também nós, na sua terra que é nossa, mas também é a Sua terra, Jesus encontra dificuldades em comunicar a vida nova que traz do Céu. Por vezes andamos tão centrados nas coisas da terra que deixamos de olhar para o Céu.
       Durante a sua reflexão, D. António falou da esperança que é necessário alimentar, a partir de um poema de Charles Péguy. A esperança é uma menina de 9 anos que não cresce, e é levada pelas mãos pelas suas irmãs mais velhas, a Caridade e a Fé. Olhando mais atentamente, não é a esperança que é levada, é ela que empurra a Fé e a Caridade. Assim os jovens crismados hão-de ser esta esperança, e levar a esperança, ainda que pequena, para as suas vidas, para a família, para a escola, para o trabalho. Sem desistir. A comunidade deve acolher os crismados, não deixar que nenhum se perca e os crismados, por sua vez, deverão inserir-se nas diversas dinâmicas da comunidade.
       Depois da solene Eucaristia, com a administração do Crisma, realizou-se um convívio paroquial com os crismados e suas famílias, com as crianças da catequese, com a comunidade paroquial e com o Senhor Bispo e os sacerdotes que o acompanharam.

in Voz de Lamego, n.º 4320, ano 85/34, de 7 de julho de 2015

sábado, 4 de julho de 2015

D. António Couto em encontro com os Crismandos

       Para melhor viver a celebração do Sacramento do Crisma, D. António Couto, Bispo da nossa Diocese de Lamego, deslocou-se à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Tabuaço, na véspera, sexta-feita, 3 de julho, pelas 17h00, no Centro Paroquial de Tabuaço.
       Oportunidade de conhecer um pouco os crismandos e, ao mesmo tempo, de refletir e acentuar os aspetos mais importantes na celebração do Crisma.
       D. António Couto precisou, desde logo, a preferência de Crisma em vez de Confirmação, ainda que se utilizem os dois termos. Crisma pois no remete para Cristo e para nós cristãos. Partindo da primeira Carta de São João (2, 20), D. António Couto sublinhou que com a unção está completa a instrução, o que falta é colocar em prática o que se aprendeu. Passou depois a acentuar os gestos, da invocação do Espírito Santo, com as mãos abertas, de Quem tudo dá, para que como num puzzle possamos também de mão abertas receber e compartilhar. A crismação, para que o azeite que penetra nos transforme a mente e o coração e nos leve a militar na vivência e anúncio do Evangelho, estando atentos uns aos outros, não deixando que nenhum se perca. Evocando o pecado de Adão e Eva a partir do momento que a dádiva de Deus se tornou posse. As mãos abertas deram lugar às mãos fechadas e os dons passaram a ser posse. O melhor da vida não tem preço, não se compra nem se vende.
       Tudo dar como Jesus. O que baralhou os apóstolos, mormente Pedro, não foi Jesus estar disposto a dar a vida pelos amigos. Também Pedro está disposto a dar a vida por Jesus. O que fez Pedro num oito, foi a disponibilidade e a decisão de Jesus dar a vida por todos, até por aqueles que O vão matar...