Mostrar mensagens com a etiqueta Flores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Flores. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

domingo, 22 de julho de 2012

Vejo um ramo de amendoeira e outras palavras em flor

D. ANTÓNIO COUTO, Vejo um ramo de amendoeira e outras palavras em flor. Paulus Editora, Apelação 20012.


       O LEMA episcopal de D. António Couto, Bispo de Lamego, é a resposta dada por Jeremias ao Senhor e à pergunta: o que vês? - Vejo um ramo de amendoeira. Como tem sublinhado o nosso Bispo, a amendoeira é a única flor que germina em pleno inverno, quando ainda não se vislumbra a primavera, é um sinal de fé e de esperança, que vai muito além da visibilidade.
       Neste livrinho (80 páginas), são-nos apresentados "três textos iguais e diferentes. O primeiro, intitulado «O Evangelho, Jesus, Paulo e Eu», vê-se bem que é como um espelho onde quotidianamente me revejo e me deixo atravessar por algumas pérolas bíblicas adquiridas também por figuras incontornáveis do Cristianismo. O segundo, intitulado «Vejo um ramo de amendoeira», é como uma profissão de fé, uma maneira de ver, de viver, um lema gravado a fogo na alma de Jeremias e na minha. O terceiro, intitulado «Daqui, desta planura: leitura do tempo em que vamos, constitui uma travessia pensada e prensada deste tempo que Deus me Deus".
Esta é a apresentação que o próprio autor faz dos textos.
       Lê-se com muito agrado, leve e profundo, com a sensibilidade dos poetas, com o desafio dos profetas.
"A amendoeira é uma das poucas árvores que floresce em pleno inverno. Ao responder: «Vejo um ramo de amendoeira», Jeremias já ergueu os olhos da invernia e da tempestade e do lodo e da lama e da catástrofe e da morte que tinha pela frente, e já os fixou lá longe, ou aqui tão perto, na frágil-forte-vigilante flor da esperança que a amendoeira representa. É de presumir que, se Jeremias tivesse respondido: «Vejo a tempestade, a ruína, a morte, a crise», que era que que tinha mesmo diante dos olhos, em vez de «Viste bem, Jeremias, viste bem!», Deus tê-lo-ia reprovado, dizendo: Viste mal, Jeremias, viste mal».

Senhor, afina o meu olhar pela flor que Tu quiseres.
Faz-me ver sempre bem, belo e bom.
Faz-me ver com olhar com que me vês,
e com que olhas a tua criação.
Contemplação."

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Julgamento

Não julgues...

Habitas num recanto mínimo desta terra.
Os teus olhos chegam
Até onde alcançam muito pouco...
Ao pouco que ouves
Acrescentas a tua própria voz.
Mantém o bem e o mal, o branco e o negro,
Cuidadosamente separados.
Em vão traças uma linha
Para estabelecer um limite.

Se houver uma melodia escondida no teu interior,
Desperta-a quando percorreres o caminho.
Na canção não há argumento,
Nem o apelo do trabalho...
A quem lhe agradar responderá,
A quem lhe agradar não ficará impassível.

Que importa que uns homens sejam bons
E outros não o sejam?
São viajantes do mesmo caminho.

Não julgues,
Ah, o tempo voa
E toda a discussão é inútil.
Olha, as flores florescem à beira do bosque,
Trazendo uma mensagem do céu,
Porque é um amigo da terra;
Com as chuvas de Julho
A erva inunda a terra de verde,
e enche a sua taça até à borda.
Esquecendo a identidade,
Enche o teu coração de simples alegria.
Viajante,
Disperso ao longo do caminho,
O tesouro amontoa-se à medida que caminhas.

Rabindranath Tagore, Abrigo dos Sábios.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Jardim de encantos

Nossa existência é um jardim de encantos,
Alegrias, flores, risos, dores, prantos,
Abrigo de ervas, de culturas mil.
Regatos despontam de dolentes fontes,
Alvoradas rompem por detrás dos montes,
Resplandece a vida num clamor febril.

Surgem os amores, ardem corações,
Curvam-se vontades ante as tentações
De humanos desejos, temperando vidas.
Mas as tempestades vão rompendo aos poucos
Laços de amizades, nos tornando loucos,
Egoístas, tristes, de almas sofridas.

Sendo esta vida um imenso jardim,
Busquemos tratá-lo, torná-lo, enfim,
Morada de amor, bondade, oração.
Pois se não regarmos os canteiros d’alma,
Se não cuidarmos do jardim com calma,
As daninhas ervas o exterminarão.

(autor Oriza Martins)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Vive como as flores

Num antigo mosteiro budista, um jovem monge perguntou ao mestre:
- Mestre, como faço para não me aborrecer com as pessoas? Algumas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes, sinto ódio vindo das que são mentirosas e sofro com as que me insultam.
- Vive como as flores. – aconselhou o mestre.
Não foi nenhum pessimista que descobriu o segredo das estrelas, ou  que navegou para terras desconhecidas, ou que abriu um novo caminho  para o espirito humano. (Helen Keller)
- Como é viver como as flores? – perguntou o discípulo.
- Repara nas flores. – continuou o mestre, apontando as flores que cresciam no jardim.
O cinico sabe o preço de tudo e o valor de nada. (Oscar Wilde)
- Elas nascem na terra suja, no entanto, são puras e perfumadas.
Nas profundezas do Inverno aprendi que havia em mim um Verão  invencivel. (Albert Camus)
- Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, sem permitir que o azedume da terra manche a frescura das suas pétalas.
A maior descoberta da minha geração é o Homem poder alterar a sua  vida alterando simplesmente a sua atitude mental. (James Truslow Adams)
- É justo angustiares-te com as tuas próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros te importunem. Os defeitos deles são deles e não teus.
Não há trabalhos menores, apenas atitudes menores. (William John  Bennett)
- Rejeita todo o mal que vem de fora e aceita todo o bem que venha até ti.
Uma atitude positiva poderá não resolver todos os nossos problemas  mas aborrecerá um número suficientes de pessoas para valer a pena o  esforço. (Herm Albright)
- Quando o conseguires, estarás a viver como as flores.
Retirado do blogue "A Árvore de Pérola"

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Cores garridas... extraordinário!

       A beleza da criação é divinal. Veja, neste diaporama, como a diversidade de cores (e de sons) e de vegetação, de paisagens, é algo extraordinariamente belo: