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quinta-feira, 17 de maio de 2018

VL – Passar da carne de Cristo para a carne dos irmãos

É o mistério da nossa fé, é a Páscoa de Jesus Cristo, é a Igreja, a Eucaristia.

A fé leva-nos à celebração do que professamos. Fazemos memorial, recordando o passado e tornando-o presente na nossa vida e no nosso tempo. Jesus deu-nos o Espírito Santo e o Espírito Santo dá-nos, na Igreja, nos Sacramentos, dá-nos Jesus no Seu mistério de entrega e de vida nova.

Por sua vez, a celebração do mistério pascal fixa-nos em Jesus Cristo, pois o que está em jogo é o Seu corpo, a Sua vida dada e recebida pelo Pai, dada e recebida pelos Seus seguidores. De uma vez para sempre, Jesus Se ofereceu até à morte na Cruz. Uma e outra vez, sempre, quando fazemos o mesmo que Ele faz, em comunidade, pela ação do Espírito Santo, anunciamos a Sua morte até que Ele venha, deixamos que a Sua ressurreição nos torne novas criaturas.

Isto vale para o Sacramento – a Eucaristia por excelência – vale para a vida. A instituição da Eucaristia e o Lava-pés surgem no mesmo contexto, a mesma entrega de Jesus que nos envolve no cuidado aos irmãos. Quem come a Sua carne, comungando-O, não pode deixar de comungar o Seu proceder, a Sua opção preferencial pelos mais frágeis. Não há Missa, bem celebrada, que não leve à missão. A Eucaristia eucaristia-nos!

Na última Audiência Geral das quartas-feiras (4 de abril), o Papa Francisco, culminando uma série de catequeses dedicadas à Eucaristia, evidenciava que «os cristãos não vão à missa para cumprir um dever semanal e depois se esquecer. Vão à missa para participar da ressurreição do Senhor e depois viver mais como cristãos… Participar na Eucaristia compromete-nos em relação aos outros, de maneira especial aos pobres, educando-nos a passar da carne de Cristo para a carne dos irmãos, onde Ele espera ser por nós reconhecido, servido, honrado e amado». A fé não nos espiritualiza, a fé encarna-nos na vida dos outros, pois também Jesus encarnou na nossa humanidade. Uma fé desencarnada não é, certamente, fé cristã!

Pode intuir-se que Tomé (cf. Jo 20, 19-31), e nós com ele, será mais feliz se tiver a capacidade de tocar as feridas dos irmãos e perceber que cuida das chagas dos irmãos.

Um jornalista disse a Santa Teresa de Calcutá que nem por um milhão dólares daria banho a um leproso. Ela respondeu-lhe que também não o faria, por preço nenhum, mas fazia-o por amor, lembrando que amar a Deus e amar os irmãos formam o mesmo mandamento de amor.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

O servo não é maior do que o seu Senhor

       A Páscoa que se estende por 50 dias, até à solenidade do Pentecostes, dá-nos nota da ação missionária da Igreja. O Livro dos Atos dos Apóstolos acompanha a formação das primeiras comunidades cristãs, a atualização e encarnação do Evangelho nas realidades novas que vão surgindo. Num primeiro momento faz-nos integrar a missão de Pedro, incluído no grupo dos Doze. Num segundo momento, o filme desenrola-se à volta do Apóstolo dos gentios, São Paulo. Víamos como a comunidade de Jerusalém teve algum receio em acolhê-lo, como foi importante Barnabé, garantindo-o junto da comunidade e, como depois, salvaguardando-o e à comunidade, o fizeram seguir para outras comunidades incipientes.
       Hoje vemo-lo em Antioquia da Pisídia e como dá testemunho na sinagoga acerca de Jesus:

Paulo e os seus companheiros largaram de Pafos e dirigiram-se a Perga da Panfília. Mas João Marcos separou-se deles para voltar a Jerusalém. Eles prosseguiram de Perga e chegaram a Antioquia da Pisídia. A um sábado, entraram na sinagoga e sentaram-se. Depois da leitura da Lei e dos Profetas, os chefes da sinagoga mandaram-lhes dizer: «Irmãos, se tendes alguma exortação a fazer ao povo, falai». Paulo levantou-se, fez sinal com a mão e disse: «Homens de Israel e vós que temeis a Deus, escutai: O Deus deste povo de Israel escolheu os nossos pais e fez deles um grande povo, quando viviam como estrangeiros na terra do Egipto. Com seu braço poderoso tirou-os de lá e durante quarenta anos sustentou-os no deserto e, depois de exterminadas sete nações na terra de Canaã, deu essas terras como herança ao seu povo. Tudo isto durou cerca de quatrocentos e cinquenta anos. Em seguida, deu-lhes juízes até ao profeta Samuel. Então o povo pediu um rei e Deus concedeu-lhes Saul, filho de Cis, da tribo de Benjamim, que reinou durante quarenta anos. Depois, tendo-o rejeitado, suscitou-lhes David como rei, de quem deu este testemunho: ‘Encontrei David, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará sempre a minha vontade’. Da sua descendência, como prometera, Deus fez nascer Jesus, o Salvador de Israel. João tinha proclamado, antes da sua vinda, um baptismo de penitência a todo o povo de Israel. Prestes a terminar a sua carreira, João dizia: ‘Eu não sou quem julgais; mas depois de mim, vai chegar Alguém, a quem eu não sou digno de desatar as sandálias dos seus pés’». (Atos 13, 13-25).
       O Evangelho mostra as consequências ou exigências do discipulado, partindo do gesto significativo do Lava-pés. A Quinta-feira Santa doa-nos a Eucaristia, Sacramento da Caridade divina, mas que não está, de todo, separada do compromisso com os outros. Jesus dá o exemplo. E justifica. Eu que Eu vos fiz, fazei-o uns aos outros. O servo não é maior do que o seu Senhor. Sereis felizes se o puserdes em prática: serviço. E conclui, dizendo: «Quem recebe aquele que Eu enviar, a Mim recebe; e quem Me recebe a Mim, recebe Aquele que Me enviou», incentivando-nos a receber bem aqueles que vêm em nome de Jesus...

Quando Jesus acabou de lavar os pés aos seus discípulos, disse-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: O servo não é maior do que o seu senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Sabendo isto, sereis felizes se o puserdes em prática. Não falo de todos vós: Eu conheço aqueles que escolhi; mas tem de cumprir-se a Escritura, que diz: ‘Quem come do meu pão levantou contra Mim o calcanhar’. Desde já vo-lo digo antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis que Eu Sou. Em verdade, em verdade vos digo: Quem recebe aquele que Eu enviar, a Mim recebe; e quem Me recebe a Mim, recebe Aquele que Me enviou» (Jo 13, 16-20).

terça-feira, 20 de março de 2018

VL – Descalça-te, vou lavar-te os pés

O Lava-pés (Jo 13, 1-17), por ocasião da Última Ceia, em quinta-feira santa, é um dos episódios mais expressivos na vida de Jesus. O evangelista São João situa-nos no decorrer da Ceia: Jesus levanta-Se, coloca o manto à cintura e lava os pés aos discípulos.

É um gesto de grande humildade e de grande intimidade. Dois aspetos interligados. Quem nos lava os pés? As nossas mães! Enfermeiras, cuidadores de doentes e de idosos. Os pés e o corpo inteiro! A nudez diante de alguém pressupõe intimidade, delicadeza, para que se preserve a dignidade da pessoa. Em bebés, a intimidade expressa a espontaneidade do amor! Na idade adulta, pode ser por “obrigação”, por amor, por gratidão ou por compromisso profissional!

Nas peregrinações a Fátima, um dos serviços mais úteis é precisamente o cuidado dos pés que caminham, suam, se esfolam, ficando mesmo em carne viva, com unhas a saltar dos dedos. Os voluntários têm consciência do bálsamo que são para os peregrinos!

Se olharmos mais longe, vemos que quem lava os pés e prepara o banho dos seus senhores, são precisamente os escravos. Estão para servir! Não têm outra opção. Lavar os pés, tratar das feridas, cuidar da casa, pôr a mesa, arrumar as trapalhadas é uma obrigação imposta. Jesus lava os pés por opção. Como escolha. Como exemplo! Podia ter dito muitas coisas. Poderia fazer um tratado de teologia para explicar como era importante e fundamental que nos puséssemos ao serviço uns dos outros, pois era essa a vontade de Deus. Uma parábola também assentava bem, como por exemplo a exemplar parábola do Bom Samaritano. Com efeito, agora vê-se como o Bom Samaritano nos lava os pés, cuida de nós, trata-nos das feridas corporais mas sobretudo espirituais.

Tu vais lavar-me os pés? Longe te ti! Era o que mais faltava que o Senhor lavasse os pés aos servos! Não, a mim não me vais lavar os pés! Pedro está resoluto, acha-se mais que os outros, também pela afirmação da sua hipotética humildade. A resposta de Jesus é contundente: se Eu não te lavar os pés, não terás parte comigo! A comunhão só é possível a partir do serviço recíproco! Fazei isto em memória de Mim. A Eucaristia faz-se vida no dia-a-dia, no cuidado aos outros! Como Eu fiz, fazei-o vós também uns aos outros! Vai e faz tu do mesmo modo! Dai-lhes vós de comer! Está tudo aqui. Sem serviço não há comunhão, não há Igreja, não há Eucaristia, não há comunidade, não há discípulos de Cristo! O serviço humaniza-nos, irmana-nos e cristianiza-nos.

VL – Lavou-me os pés e não cessou de os beijar

Jesus foi convidado para comer em casa de um fariseu. Uma mulher conhecida na cidade como pecadora aproxima-se de Jesus e começa a lavar-Lhe os pés com as suas lágrimas, a enxugá-los com os cabelos e a ungi-los com perfume. É uma descrição completa (Lc 7, 36-50). O fariseu, Simão de seu nome, interroga-se sobre Jesus: se fosse profeta saberia que esta mulher é pecadora e portanto não a deixaria tocar-lhe!

Humildade e intimidade! Jesus está novamente descalço, com os pés no chão, nesta terra que há de absorver o sangue da Sua entrega a favor da humanidade inteira, a escorrer da Sua carne chicoteada, ferida, crucificada! Porquanto há alguém que se aproxima, a meio de uma refeição e, sem cerimónias, banha-Lhe os pés com as lágrimas. A humilhação! Esta mulher não tem nada a perder. É uma desgraçada, é inferior a um escravo ou a um animal de estimação. Serve para o que serve, vende o corpo mas há muito que perdeu a alma. Ninguém a reconhece como ser humano, apenas como um objeto! Sente-se atraída por Aquele Jesus de Nazaré! Por certo ouviu falar d’Ele, das Suas palavras, do Seu jeito de acolher, de amar, de perdoar! Vai expor-se? Mas exposta já há muito que anda. Em todo o caso sujeita-se a ser escorraçada, uma vez mais, escarnecida, mas atreve-se, o seu coração sussurra-lhe de que poderá estar diante de Alguém que a reconhecerá como pessoa. 

O gesto desta mulher é visto como atrevimento, e parece pôr Jesus em maus lençóis. Ele come com publicanos e pecadores, rodeia-se de maltrapilhos, de mulheres, de crianças, de doentes! Como é que pode ser Profeta? Uma pessoa de bem não se mistura com escumalha! É uma prostituta que Lhe lava os pés! Os gestos traduzem intimidade. É possível que alguns dos convidados de Simão tivessem recorrido aos serviços desta mulher! É possível que tenha sido algum destes a dar-lhe o perfume com que unge os pés de Jesus. Para eles, não passa de uma mulher de má vida, pecadora. Para Jesus, é uma Pessoa a necessitar de atenção e de salvação, pois também ela é filha amada de Deus. 

Também aqui os pés de Jesus servem para aproximar e curar! 

O cuidado ao próximo gera intimidade, comunhão, gera perdão, salva. Claro que Jesus veio para servir e não para ser servido, mas deixa que esta Mulher Lhe lave os pés, não precisando de nenhum discurso para mostrar que o arrependimento, a oração, a súplica não caem em saco roto!

VL – Na planta dos pés, o mapa do caminho percorrido!


Aproximamo-nos da festa das festas cristãs, a Páscoa de Jesus Cristo, celebração do mistério que nos dá Deus na plenitude da oferenda do Seu amado Filho, nos faz participantes da vida divina, enraizando-nos na redenção do mundo, incorporando-nos à Igreja, Seu Corpo mísitico, Sacramento de salvação para a humanidade, fazendo-nos portadores da alegria e da esperança, alicerçadas na certeza que Jesus está vivo no meio de nós. 

Um dos momentos plasticamente significativos é a Ceia do Senhor, instituição da Eucaristia e da Igreja, envio dos Apóstolos. Jesus, sabendo que vai ser entregue, anuncia e torna visíveis as regras do jogo: entregando-Se permanecerá presente através do Seu corpo, a Igreja, através da Sua vida, visível à história nas espécies do pão e do vinho, e, por conseguinte, mandata os Apóstolos para que façam o que Ele faz e o façam em Sua memória. A Sua Ressurreição dará vida à missão evangelizadora dos Seus discípulos, transformará o pão e o vinho em Seu Corpo e Sangue, reunirá a Igreja, sob a ação do Espírito Santo, fazendo-nos viver hoje o Seu mistério pascal. 

Na Última Ceia, Jesus exemplifica o caminho que os discípulos devem seguir para O tornarem presente através da história. E o caminho, está bem de ver, é do serviço. Jesus prostra-Se diante dos Seus discípulos e lava-lhes os pés. 

E porquê a escolha dos pés? 

Pedimos emprestadas as palavras de Luigi Epicopo (Só os doentes se curam): 

«Talvez o faça porque debaixo da planta dos pés da pessoa está o mapa do caminho que percorreu. Onde foi, em que poça caiu, que veredas fatigantes percorreu ou quanta erva fresca calcou. Os pés são o símbolo de tudo aquilo que percorremos com a nossa vida. Lavá-los significa libertar-se de toda aquela terra, muito frequentemente feita de dor, que ficou agarrada a eles. Só quando alguém se afastou significativamente da sua própria história é que pode sentar-se à mesa com Jesus e ouvi-l'O; diferentemente, continuará manter o pensamento naquela terra, naquela dor, naqueles pedras cravadas na carne, e já não haverá tempo para aperceber-se de mais nada além dos seus próprios pés. Não haverá pores-do-sol ou paisagens, rostos ou amor, esperanças ou silêncios, cores ou músicas. Toda a atenção se fixará sempre no seu mapa secreto relegado para o fundo do nosso corpo, naquela parte que toca a terra com todo o resto do corpo, da cabeça ao coração... Jesus liberta os discípulos de uma atenção errada e habilita-os a sentir, a ver, a aperceber-se, a comer, a saborear, a chorar...»

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Quinta-feira santa: Instituição da Eucaristia e Lava-pés

       A Semana Santa é vivia com diversas celebrações. Nas paróquias de Pinheiros, Távora e Tabuaço, em Quinta-feira Santa (2 de abril de 2015) a celebração da Eucaristia, com a comemoração da Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio e com a cerimónia do Lava-pés.
(Paróquia de Pinheiros)
(Paróquia de Távora)
(Paróquia de Tabuaço)

Depois da celebração da Eucaristia, e do Lava-pés, a traladação do Santíssimo para um altar lateral (Pinheiros e Távora) e para a Capela de Santa Bárbara, em Tabuaço.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Quinta-feira Santa | Missa da Ceia do Senhor | Lava-pés

       A quinta-feira, 17 de abril de 2014, santa faz-nos rever um dos gestos mais luminosos na vida de Jesus, durante a última Ceia, Jesus lava os pés aos seus discípulos, assinalando dessa forma qual o caminho do seguimento: servir como Ele, amar como Ele, dar a vida como Ele, a favor dos irmãos.
       Neste espaço pastoral, a celebração em Pinheiros (fotos), em Távora e em Tabuaço (fotos).
       Deixamos algumas imagens que exemplificam este momento de fé, devoção, de vivência da Semana Santa:
Para mais fotos visitar a página de Paróquia de Pinheiros no facebook

sexta-feira, 29 de março de 2013

Cerimónia de Lava-pés e Instituição da Eucaristia

       Quinta-feira Santa, nas comunidades paroquiais de Pinheiros, Távora e Tabuaço, a celebração da Missa Vespertina da ceia do Senhor, com o momento do Lava-pés, recordando a Instituição da Eucaristia:

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Tabuaço - Semana Santa 2012

       A Páscoa continua. A Quaresma conduz-nos a um novo começo, ou ao começo por excelência, à vida nova que Jesus Cristo nos traz pela Sua ressurreição. O túmulo está vazio. É tempo, agora, de O procurar onde Se pode encontrar, em casa, no coração, no mundo, na oração, na escuta da Palavra, e essencialmente nos Sacramentos, que se prolongam no compromisso quotidiano com as pessoas que nos rodeiam.
       Porém, para que a Páscoa seja mais efetiva, importa não esquecer a travessia, o que nos conduziu à celebração festiva da Ressurreição. Fizemos quaresma, celebrámos a Semana Maior da nossa fé, envolvemo-nos na festa. A Semana Santa é (deve ser) aglutinadora da vivência da comunidade crente. Aqui ficam alguns recortes, em imagens, em formato de vídeo, desta Semana Santa, deste ano da graça de 2012, na paróquia de Nossa Senhora da Conceição:

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Em quinta-feira santa... o Lava-pés e a Eucaristia

       Da paróquia de Tabuaço, algumas imagens da celebração vespertina da Ceia do Senhor, com a comemoração da Instituição da Eucaristia e do Lava-pés.
       Para ver todas as imagens da SEMANA SANTA 2012, da paróquia de Tabuaço, clique AQUI.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Quinta-feira Santa, em Tabuaço

       Celebração da Missa da Ceia do Senhor, com a Instituição da Eucaristia e do Lava-pés, dois momentos que se interligam, a Eucaristia compromete-nos no serviço aos irmãos. Viver verdadeira e conscientemente a Eucaristia leva-nos à caridade. Aliás, a Eucaristia é já Sacramento da Caridade, de Deus para com a humanidade, e na humanidade/divindade de Jesus Cristo, a construção dos novos céus e da nova terra entre todos.
       Duas imagens que exemplificam a nossa celebração, com a presença do reverendo Pe. João Carlos.