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sábado, 5 de outubro de 2019

Paróquia de Tabuaço | Profissão de Fé 2019

Celebração da Profissão de Fé, dos pré-adolescentes, como gostam de ser tratados, do 6.º Ano de Catequese, na nossa Paróquia habitualmente em dia de Solenidade de Pentecostes, a 9 de junho de 2019.
Acompanham as fotos, duas belíssimas músicas do grupo cristão de Vila Real, DABAR (A Palavra) - "Jardineiro de sonhos" e "À volta".

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

E vós, quem dizeis que Eu sou?

       Jesus fez-lhes esta pergunta: «Quem dizem os homens que Eu sou?». Eles responderam: «Uns dizem João Baptista; outros, Elias; e outros, um dos profetas». Jesus então perguntou-lhes: «E vós, quem dizeis que Eu sou?». Pedro tomou a palavra e respondeu: «Tu és o Messias». Ordenou-lhes então severamente que não falassem d’Ele a ninguém. Depois, começou a ensinar-lhes que o Filho do homem tinha de sofrer muito, de ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e pelos escribas; de ser morto e ressuscitar três dias depois. E Jesus dizia-lhes claramente estas coisas. Então, Pedro tomou-O à parte e começou a contestá-l’O. Mas Jesus, voltando-Se e olhando para os discípulos, repreendeu Pedro, dizendo: «Vai-te, Satanás, porque não compreendes as coisas de Deus, mas só as dos homens» (Mc 8, 27-33).
        O episódio do Evangelho desta quinta-feira diz-nos que a nossa relação com Jesus Cristo não é de mero conhecimento. Não basta saber muitas coisas sobre Jesus, mas saber quem é para nós, que implicações tem na nossa vida, como pode modificar as nossas opções?
       Diz-se, por exemplo, que ninguém conhece tão bem a Deus como o Diabo e nem por isso ele é crente ou seguidor da verdade que vem de Deus. Por outras palavras, o conhecer é importante, mas quando nos envolve e compromete com o seguimento.
       Este episódio, bem nosso conhecido, mostra por um lado como a opinião pública diverge das nossas opções concretas. É certo que não faz mal saber o que nos rodeiam e até o pensam de nós, mas não deve ser isso a decidir a nossa vida, mas a nossa convicção profunda, em que devem contar sobretudo a comunhão daqueles que nos são mais próximos. Jesus mostra aos seus discípulos que o importante é a adesão pessoal...

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Santo Estêvão, o primeiro mártir

Nota biográfica:
       Estêvão foi um dos primeiros sete Diáconos escolhidos pelos Apóstolos, com o fim de por eles serem aliviados de tarefas administrativas (Atos. 6, 1-6). Homem cheio do Espírito Santo, não limitou Estêvão o seu «diaconado» aos serviços caritativos. Com efeito, dedicou-se, com toda a sua alma, à evangelização, tornando-se testemunho de Cristo Ressuscitado. O livro dos Actos dos Apóstolos (Ato, 7) atribui-lhe um discurso, que, sendo o primeiro ensaio cristão da leitura dos textos do Antigo Testamento em função da vinda do Senhor, servirá de modelo aos primeiros arautos do Evangelho. Primeiro diácono, foi também o primeiro mártir da Igreja. Cerca do ano 36 da nossa era, com uma morte aceite com as mesmas disposições com que Jesus aceitou a Sua, Estêvão dava o supremo testemunho do Seu amor por Ele.
Oração de coleta:
       Ensinai-nos, Senhor, a imitar o que celebramos,amando os nossos inimigos, a exemplo do primeiro mártir, Santo Estêvão, que soube implorar o perdão para os seus perseguidores. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Atos dos Apóstolos:
       Naqueles dias, Estêvão, cheio de graça e fortaleza, fazia grandes prodígios e milagres entre o povo. Entretanto, alguns membros da sinagoga chamada dos Libertos, oriundos de Cirene, de Alexandria, da Cilícia e da Ásia, vieram discutir com Estêvão, mas não eram capazes de resistir à sabedoria e ao Espírito Santo com que ele falava. Ao ouvirem as suas palavras,estremeciam de raiva em seu coração e rangiam os dentes contra Estêvão. Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, de olhos fitos no Céu, viu a glória de Deus e Jesus de pé à sua direita e exclamou: «Vejo o Céu aberto e o Filho do homem de pé à direita de Deus». Então levantaram um grande clamor e taparam os ouvidos; depois atiraram-se todos contra ele, empurraram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas colocaram os mantos aos pés de um jovem chamado Saulo. Enquanto o apedrejavam, Estêvão orava, dizendo: «Senhor Jesus, recebe o meu espírito» (6, 8-10; 7, 54-49).
São Fulgêncio de Ruspas, bispo

As armas da caridade

Ontem celebrámos o nascimento temporal do nosso Rei eterno; hoje celebramos o martírio triunfal do seu soldado. Ontem, o nosso rei, revestido com o manto da carne, saindo do seio virginal, dignou-Se visitar o mundo; hoje, o soldado, saindo do tabernáculo do seu corpo, entrou triunfante no Céu.
O nosso Rei, o Altíssimo, humilhou-Se por nós; mas a sua vinda não foi em vão: Ele trouxe grandes dons aos seus soldados, a quem não só enriqueceu abundantemente, mas também fortaleceu para serem invencíveis na luta. Trouxe o dom da caridade que torna os homens participantes da natureza divina.
Ao repartir tão liberalmente os seus dons, nem por isso ficou mais pobre: enriquecendo de modo admirável a pobreza dos seus fiéis, Ele conservou a plenitude dos seus tesouros inesgotáveis.
Assim, a mesma caridade que Cristo trouxe do Céu à terra, fez subir Estêvão da terra ao Céu. A mesma caridade que precedeu no Rei, resplandeceu depois no soldado.
Estêvão, para merecer a coroa que o seu nome significava, tomou como arma a caridade e com ela triunfava em toda a parte. Por amor de Deus não cedeu perante os judeus que o atacavam; por amor do próximo, intercedia pelos que o apedrejavam. Pela caridade, argumentava contra os que estavam no erro para que se corrigissem; pela caridade, orava pelos que o apedrejavam para que não fossem castigados.
Confiado na força da caridade, venceu a crueldade de Saulo e mereceu ter como companheiro no Céu aquele que na terra foi seu perseguidor. Movido pela santa e infatigável caridade, desejava conquistar com a sua oração aqueles que não pôde converter com as suas palavras.
E agora, Paulo alegra-se com Estêvão, com Estêvão goza da glória de Cristo, com Estêvão triunfa, com Estêvão reina. Onde entrou primeiro Estêvão, martirizado pelas pedras de Paulo, entrou depois Paulo, ajudado pelas orações de Estêvão.
Oh como é verdadeira aquela vida, meus irmãos, em que Paulo não fica confundido pela morte de Estêvão, e Estêvão se alegra pela companhia de Paulo, porque em ambos exulta a mesma caridade. A caridade de Estêvão superou a crueldade dos judeus, a caridade de Paulo cobriu a multidão dos seus pecados; pela caridade mereceram ambos possuir o reino dos Céus.
A caridade é a fonte e origem de todos os bens, é a mais segura protecção, é o caminho que leva ao Céu. Quem caminha na caridade não pode temer nem errar; ela dirige, protege e leva a bom termo.
Por isso, irmãos, uma vez que Jesus Cristo nos deu a escada da caridade pela qual todo o cristão pode subir ao Céu, conservai fielmente a caridade verdadeira, exercitai a uns com os outros e, subindo por ela, progredi sempre no caminho da perfeição.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Paróquia de Tabuaço | Profissão de Fé | 2018

       No dia 20 de maio de 2018, Solenidade de Pentecostes, celebrou-se a Profissão de Fé na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Tabuaço, dentro da solene Eucaristia de Domingo. 10 adolescentes, do 6.º Ano de Catequese, proclamaram a sua Fé em Deus Pai, Filho, Espírito Santo e na Santa Igreja Católica e em tudo o que o Evangelho anuncia e a comunidade propõe.
      Profissão de Fé do Artur António, do António Pedro, do Pedro Egger, do Miguel Silva, do João Manuel, da Matilde Silva, da Eva, da Carolina Martins, do Pedro Macedo, do João Gonçalves.
      Créditos: Diana e Maria Inês Silva | Paróquia de Tabuaço Música: Claudine Pinheiro - "Fica, Senhor".

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Paróquia de Tabuaço | Profissão de Fé | 2017

       A Profissão de Fé, festa do 6.º ano de catequese tem sido celebrada na Salinidade de Pentecostes, enriquecendo este dia. Este ano, caiu a 4 de junho de 2017. Professaram a sua fé, em festa, a Cláudia Feição, a Joana Filipa, o Fábio Alexandre, o Guilherme, o João Pedro, a Lara Sofia, o João Rafael, o Jorge Daniel, o João Miguel, a Adriana Filipa e a Rita Alexandra.



       A celebração iniciou na Capela de Santa Bárbara e prosseguiu na Igreja Matriz de Tabuaço. Alguns momentos mais sublinhados como o acender da Vela no Círio Pascal e o benzer-se (cada um) na Pia Batismal, evocando desta forma o Batismo, no qual pais e padrinhos assumiram, com a sua fé e pertença à Igreja, a missão de educar os filhos ou afilhados na fé da Igreja. À medida que vão crescendo, os filhos e afilhados vão assumindo, no desejo, nas palavras e na participação na vida da comunidade, a fé que os une à Igreja, aos outros cristãos, para integrarem e enriquecerem a família de Deus.

Algumas imagens da Profissão de Fé:


Outras fotos disponíveis: Paróquia de Tabuaço no Facebook

sábado, 3 de junho de 2017

Solenidade de Pentecostes - 4 de junho de 2017

       1 – «Se mandais o vosso espírito, retomam a vida e renovais a face da terra».
       Na resposta salmódica à palavra de Deus reconhecemos que só Ele é o Senhor da Vida, que a dá e a retoma, que no-la devolve. «Como são grandes, Senhor, as vossas obras! A terra está cheia das vossas criaturas. Se lhes tirais o alento, morrem e voltam ao pó donde vieram. Se mandais o vosso espírito, retomam a vida». É o Espírito do Senhor que nos dá a vida. É n'Ele que somos ressuscitados em Cristo Jesus. Surge, neste contexto, a oração de súplica: enviai/mandai o Vosso Espírito, renovai a face da Terra. Parafraseando o nosso Bispo, D. António Couto, na homilia do Crisma, em Tabuaço, é o Espírito de Deus que nos capacita, não para tornar o mundo melhor, mas para criar um mundo novo. Melhor do que o que está poderá ser ainda mau. É urgente criar um mundo novo, com o olhar cheio de Jesus, com o coração cheio do amor de Deus. A salvação já se deu, com a morte e ressurreição de Jesus. Cabe-nos transparecê-la, através das palavras e das obras, através do nosso compromisso sério uns com os outros, sob a dinâmica (ou, nas palavras de D. António, dinamite) do Espírito Santo.
       É esse o dinamismo com que Jesus, no primeiro dia da semana, primeiro dia da Nova Criação, Se apresenta vivo no meio dos discípulos e Lhes comunica a paz, dando-lhes o Espírito Santo: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos».
      O Espírito que recebemos é dinamismo que nos envia. A mensagem de Jesus é clara. A paz que Ele nos traz, a paz que nos dá, não é para nos adormecer, mas para nos comprometer. Recebei o Espírito e ide, perdoai. Como o Pai Me enviou também Eu vos envio a vós. Recebeste de graça, dai de graça.
       2 – «Se mandais o vosso espírito, retomam a vida e renovais a face da terra».
       O Espírito que nos renova, tornando-nos criaturas novas, envia-nos de imediato. Não é para amanhã. Não é para quando estivermos bem-dispostos. Não é para quando nos convém. Não é para quando as circunstâncias forem mais favoráveis. Não é para quando tivermos tempo e/ou disponibilidade. É para ontem. Hoje já é tarde. O Espírito Santo é fogo que arde em nós e nos preenche e nos provoca. A paz que Eu vos dou não é a paz do mundo, a paz que Eu vos dou há de inquietar-vos até que a todos chega a vida, chegue a paz, chegue a Boa Nova da salvação.
       No relato do Pentecostes, no livro dos Atos dos Apóstolos, o Espírito Santo inunda todo o espaço e sobretudo encharca de luz os Apóstolos. É um vento forte. São como que línguas de fogo que repousam em cada um deles. Todos ficam cheios do Espírito Santo. Não há portas nem janelas que impeçam a chegada de Jesus ao meio dos Seus discípulos; não há obstáculos que impeçam a inundação do Espírito Santo. Só nós, cada um de nós, pode impedir que Jesus continue vivo; só nós, cada um de nós, pode impedir que o Espírito Santo seja chama, fogo, luz, vida nova!
       Naquele dia, os apóstolos perderam o medo e a vergonha. O que é decisivo já não sou eu, já não és somente tu. O decisivo é a ação do Espírito Santo em mim que me faz portador da Boa Nova de Jesus. O decisivo passa a ser a responsabilidade e o compromisso que tenho para com os outros. De graça recebi para dar gratuitamente. Já. Aqui e agora. Como Jesus. Falando uma linguagem percetível a todos. Jesus faz-Se entender pela docilidade, pela compaixão, pela ternura; faz-Se compreender pela proximidade, pela delicadeza, pelo amor. É também essa a linguagem que nos aproxima uns dos outros, nos aproxima de Deus e nos leva ao encontro de todos.
       3 – «Se mandais o vosso espírito, retomam a vida e renovais a face da terra».
       O Espírito Santo irmana-nos, mas não nos anula. Aproxima-nos, mas não nos massifica. Identifica-nos como discípulos de Jesus, mas não nos uniformiza. Por um lado, é o Espírito Santo que verdadeiramente nos torna cristãos. Somos batizados na água e no Espírito. É Ele que nos garante a fé e a profissão da mesma. Sem Espírito Santo como perderíamos dizer que Jesus é o Messias, o Filho de Deus?
       Por outro, dá-nos a sabedoria e a fortaleza para nos colocarmos em atitude de saída e de serviço. Saindo de nós, para nos encontrarmos com os outros, fazendo comunidade e servindo-os de todo o coração. O primeiro serviço é precisamente o anúncio do Reino de Deus. Um anúncio que há de frutificar na caridade, reconhecendo que esta será sempre a referência para as palavras e para as obras. Não há pregação que não nos comprometa com a saúde, a alimentação, a habitação, a dignidade da pessoa humana concreta. Mas a caridade só será autêntica se não se fixar em nós mas apontar para Deus, para o Alto, apontar para Jesus, mesmo que essa orientação se fique num primeiro momento por esses gestos preenchidos de alegria, de confiança e de carinho.
       A fraternidade constrói-se com o contributo de cada um. Não nos diluímos, desaparecendo, uns nos outros, mas somos diante e com os outros. Temos por fundamento e modelo a Santíssima Trindade: Um só Deus em Três Pessoas, comunhão perfeita de vida e de amor. Com efeito, somos um só Corpo, pois recebemos um só Espírito, todos fomos batizados na morte e na ressurreição de Jesus Cristo.
       «Há diversidade de dons espirituais, mas o Espírito é o mesmo. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo». É Deus que opera em nós e cada um recebe d'Ele os dons, não para seu benefício, para em prol do bem comum. O corpo é um todo constituído por diversos membros. Também nós em Cristo, judeus e gregos, portugueses e chineses, somos um só Corpo.
       4 – «Se mandais o vosso espírito, retomam a vida e renovais a face da terra».
       A oração é o ambiente natural do cristão. Assim é para Jesus. No meio da azáfama arranja tempo para estar com Deus a sós. A sua vida, pode dizer-se com segurança, é oração constante. Isso, porém, não O dispensa de Se retirar para orar, por vezes passando a noite em oração. Os Seus discípulos, para que a sintonia e a sincronização com a vontade de Deus seja permanente, terão de O imitar, dando prioridade à oração. Esta, em nenhuma situação tira tempo para o serviço e o cuidado aos outros.
       «Deus do universo, que no mistério do Pentecostes santificais a Igreja dispersa entre todos os povos e nações, derramai sobre a terra os dons do Espírito Santo, de modo que também hoje se renovem nos corações dos fiéis os prodígios realizados nos primórdios da pregação do Evangelho».
       A oração da Eucaristia (hoje) faz-nos louvar a Deus pela santificação da Igreja presente nos povos de toda a terra, suplicando pelos Seus dons, para que em nós e através de nós as Suas maravilhas continuem a iluminar o mundo.

Pe. Manuel Gonçalves

Textos para a Eucaristia (ano A): Atos 2, 1-11; Sl 103; 1 Cor 12, 3b-7. 12-13; Jo 20, 19-23.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Paróquia de Tabuaço | Festa do Credo | 2016

       No dia 15 de maio de 2016, solenidade de Pentecostes, a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Tabuaço viveu mais uma festa da Catequese, a Festa do Credo. Nos últimos anos, esta solenidade tem sido valorizada com a festa da Profissão de Fé. Porém, este ano e infelizmente, não existe o 6.º Ano de Catequese, pelo que também não há lugar à Profissão de Fé. Credo e Profissão de Fé assemelham-se. Daí a opção por colocar a festa na Solenidade do Pentecostes, na certeza que só o Espírito Santo nos faz professar a fé em Deus que é Pai, criador do universo, que é Filho, que encarna para viver connosco, é morto e ressuscita, que Espírito Santo, que gera a vida e nos santifica, e na Igreja na qual Jesus vive e Se manifesta ao mundo.
       Os meninos do 5.º Ano, com as suas catequistas, apresentaram-se felizes e com vontade de festejar o Credo. Alguns momentos sublinhados: a oração de fiéis, evocando os dons do Espírito Santo, e a Profissão de Fé - Credo, envolvendo catequistas, sacerdote, pais, padrinhos/madrinhas de batismo e, claro, os catequizandos.
       Fotos desta festa, simples mas muito significativa, para os intervenientes diretos e suas famílias e para a comunidade paroquial:

Para outras fotos disponíveis, visitar a Paróquia de Tabuaço no Facebook

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Paróquia de Tabuaço - Profissão de Fé - 2014

       Solenidade de Pentecostes e como em anos anteriores, a celebração da Profissão de Fé, com os adolescentes do 6.º ano de catequese. O Pentecostes remete-nos imediatamente para o Sacramento da Confirmação/Crisma, precisamente o Sacramento em que a profissão de fé, a renovação das promessas batismais, o compromisso cristão, são feito pelos crismandos. A Profissão de Fé, como festa da Catequese, prepara e antecipa o Sacramento do Crisma.
Eduarda Pastor, Liliana, Mafalda Azevedo, Margarida Silva, Marco Eduardo, Virgilio Silva, José Pedro, Gustavo Eduardo,Luciano Santos, Marta, Inês Filipa, com as suas catequistas, Luisa Ferraz Serodio e Sónia Castro. Algumas fotografias da Paróquia de Tabuaço:
Para ver o nosso álbum completo visitar:

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Tabuaço - Profissão de Fé - 2013

       Imagens da Profissão de Fé, na paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Tabuaço, no dia 19 de maio, solenidade do Pentecostes, em forma de diaporama/vídeo. A música de fundo foi proposta para cântico de entrada na XXVIII JDJ, que se realizou no Santuário de Santa Maria do Sabroso, no dia 18 de maio.

domingo, 28 de outubro de 2012

Escola da Fé - CREIO EM DEUS PAI - Pe. Ricardo Barroco

       No dia 26 de outubro, sexta-feira, como previamente divulgado, a "primeira aula" da Escola da Fé, prevista para todos os meses, com acentuação formativa e/ou orante.
       Estando no ANO DA FÉ, respondendo ao desafio do nosso Bispo, D. António Couto, laçamos bases para que estes encontros sejam uma verdadeira escola de fé, aprofundando as razões da nossa fé, motivações para a alegria e para a esperança, rezando a vida, com um Deus que em Jesus nos mostra a face de um Deus meigo, amigo, companheiro, e fazendo a experiência de fé com os outros.
       Os temas, na acentuação formativa, partirão da formulação do CREDO, o que nos identifica como comunidade cristã. O primeiro tema - CREIO EM DEUS PAI.
       Para nos ajudar nesta primeira reflexão/formação, contamos com a presença do Pe. Ricardo Jorge Barroco, que será também o pregador da Novena e Festa da Imaculada Conceição. A novena, como retiro aberto, é também uma verdadeira escola de fé.
       O Pe. Ricardo procurou desmontar as imagens tradicionais de Deus, como bombeiro, como juiz, Deus "General", "Génio da Lâmpada", "Estrela de cinema", Deus "sádico", "Intelectual",... para nos mostrar o Pai e sobretudo Amigo com que Deus é revelado em Jesus. Por outro lado, vincando a urgência das nossas celebrações, e a nossa vida toda, espelhar a alegria da salvação.
       Abaixo algumas imagens deste encontro:
 
Para mais fotografias deste encontro consultar o perfil da:

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Santa Eufémia - feliz mesmo na tormenta - 6.º Dia

       Seguindo os itens da NOVENA publicada pela paróquia, hoje a expressão proposta para reflexão - A Alegria no rosto de quem ama - enquadra-se em perfeição com o Evangelho das Bem-aventuranças (Lc 6, 20-26) proclamado na Eucaristia.
        "Bem-aventurados sereis, quando os homens vos odiarem, quando vos rejeitarem e insultarem e proscreverem o vosso nome como infame, por causa do Filho do homem. Alegrai-vos e exultai nesse dia, porque é grande no Céu a vossa recompensa".
       Santa Eufémia sente-se "afortunada", bem-aventurada, por ser digna de dar a vida pela fé em Jesus Cristo, Ela mostra-nos uma alegria contagiante diante dos perigos que a afligem. Sabe que se aproxima o seu martírio. Mas não são as adversidades que a desmobilizam ou a paralizam. Mantém o discernimento muito vivo: morrer por Jesus Cristo é uma honra que a levará a receber a coroa de glória na eternidade. Manifesta ao perseguidor a pressa em se juntar ao grande número de mártires, para assim se encontrar em definitivo com o seu Amado: Jesus Cristo.
       Tudo o mal deve ser combatido, e todo o sofrimento deverá ser evitado, ou curado, quando é possível e está ao nosso alcance ou da medicina. Em todo o caso, mesmo no sofrimento, e quando nos fazem mal, é possível que queiramos e persigamos o bem. Nada nos devará separar do amor de Deus, nem a própria morte. Somos bem-aventurados quando damos prioridade ao bem, à verdade, à justiça, ao amor de Deus, mesmo que isso nos custe a perseguição, a difamação ou a própria morte.
       Que, em Santa Eufémia, encontremos a firmeza na afirmação positiva da nossa fé em Jesus Cristo e no seu evangelho de amor.