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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

São Gregório Magno, Papa e doutor da Igreja

       Gregório Magno nascem em 540, em Roma, numa família aristocrata, filho de Gordiaus e de Santa Sílvia. Foi senador e perfeito da cidade eterna. Cerca do ano 575, entra num mosteiro. E ele próprio faz da sua casa, no monte Célio, o mosteiro de Santo André, e fundou outros seis mosteiros em terras da família, na Sicília. Diácono e embaixador do Papa em Constantinopla.
       Foi eleito Bispo de Roma e, consequentemente, Papa da Igreja, a 3 de Setembro de 590.
       Preparou um grupo de missionários para evangelizar a Inglaterra, de onde saiu o primeiro Bispo de Cantuária. Deixou uma extensa obra de reflexão, sermões, comentários à Bíblia. É também responsável pela divulgação do canto que ficou com o seu nome, canto gregoriano.
       Morreu a 12 de Março de 604.

Oração (de colecta):
       Deus eterno e omnipotente, que velais pelo vosso povo com infinita misericórdia e o governais com inefável amor, por intercessão do papa São Gregório Magno, concedei o espírito de sabedoria àqueles que escolhestes como mestres e guias da Igreja, para que o progresso dos fiéis seja a alegria eterna dos seus pastores. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
HOMILIA de São Gregório Magno sobre o Profeta Ezequiel:

Por amor de Cristo, ao serviço da sua palavra nem a mim mesmo perdoo

Filho do homem, coloquei te como sentinela na casa de Israel. Deve notar se que o Senhor chama sentinela àquele que envia a pregar. De facto, a sentinela está sempre num lugar alto, a fim de perscrutar tudo o que possa vir ao longe. Todo aquele que é colocado como sentinela do povo, deve, portanto, pela sua vida, situar se bem alto, para ser útil com a sua previdência.
Oh como são duras para mim estas palavras que digo! Ao falar assim, estou a ferir me a mim próprio, porque nem a minha pregação nem a minha vida estão à altura da missão que desempenho.
Reconheço me culpado, confesso a minha tibieza e negligência. Talvez o próprio reconhecimento da culpa me alcance o perdão do piedoso Juiz.
Quando vivia no mosteiro, eu conseguia guardar a minha língua de conversas inúteis e manter quase continuamente o meu espírito em atitude de oração. Mas depois que tomei sobre meus ombros a responsabilidade pastoral, o espírito não consegue recolher se tão assiduamente como queria, porque se encontra solicitado por muitas preocupações.
Vejo me obrigado a ocupar me ora dos problemas das igrejas ora dos mosteiros e analisar muitas vezes a vida e actuação de cada pessoa em particular; ora a ocupar me de assuntos de ordem civil, ora a lamentar os estragos dos exércitos invasores dos bárbaros e a temer os lobos que ameaçam o rebanho que me foi confiado; ora a zelar pelos interesses daqueles que vivem submetidos a uma disciplina regular, ora a suportar com paciência certos assaltantes, ora a sair lhes ao encontro para salvaguarda da caridade.
Estando assim dividido e subjugado por tão numerosas e tão grandes preocupações, como poderá o meu espírito recolher se e concentrar se para se poder dedicar plenamente à pregação e não se afastar do ministério da palavra? Além disso, obrigado por dever de ofício, tenho de tratar muitas vezes com os homens do mundo, o que me leva por vezes a afrouxar o domínio da língua. Na verdade, se mantenho nesta matéria uma disciplina rigorosa, sei que isso afastará de mim os mais fracos e assim nunca poderei atraí los ao que pretendo. Por isso acontece muitas vezes que também ouço pacientemente as suas conversas inúteis. Mas porque também eu próprio sou fraco, deixo-me atrair um pouco para essas palavras ociosas e começo a falar de bom grado sobre aquilo que principiara a ouvir contrariado; e acabo por ficar com gosto, onde antes me repugnava cair.
Quem sou eu, portanto, ou que espécie de sentinela sou eu, que, em lugar de permanecer firme sobre a alta montanha, me encontro prostrado, pelo meu modo de proceder, no vale da fraqueza? Mas o Criador e Redentor do género humano é assaz poderoso para me conceder a mim, embora indigno, a altitude da vida e a eficácia da linguagem: é por seu amor que, ao serviço da sua palavra, nem a mim mesmo perdoo.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Leituras: SHUSAKU ENDO - SILÊNCIO

SHUSAKU ENDO (2017). Silêncio. (3.ª Edição) Alfragide: Publicações Dom Quixote. 272 páginas.
       Na Viagem à Polónia, o Papa Bento XVI, como já o tinha feito o Seu Predecessor, João Paulo II, deslocou-se ao campo de extermínio Auschwitz-Birkenau, no dia 28 de maio de 2006. As primeiras palavras do Papa Bento XVI: «Tomar a palavra neste lugar de horror, de acúmulo de crimes contra Deus e contra o homem sem igual na história, é quase impossível e é particularmente difícil e oprimente para um cristão, para um Papa que provém da Alemanha. Num lugar como este faltam as palavras, no fundo pode permanecer apenas um silêncio aterrorizado um silêncio que é um grito interior a Deus: Senhor, por que silenciaste? Por que toleraste tudo isto? É nesta atitude de silêncio que nos inclinamos profundamente no nosso coração face à numerosa multidão de quantos sofreram e foram condenados à morte; todavia, este silêncio torna-se depois pedido em voz alta de perdão e de reconciliação, um grito ao Deus vivo para que jamais permita uma coisa semelhante».
       O Papa alemão sublinha o silêncio de Deus e o grito das vítimas, 6 milhões de polacos, um quinto da sua população, que perderam a vida. E o discurso continuava: «Quantas perguntas surgem neste lugar! Sobressai sempre de novo a pergunta: Onde estava Deus naqueles dias? Por que Ele silenciou? Como pôde tolerar este excesso de destruição, este triunfo do mal? Vêm à nossa mente as palavras do Salmo 44, a lamentação de Israel que sofre: "... Tu nos esmagaste na região das feras e nos envolveste em profundas trevas... por causa de ti, estamos todos os dias expostos à morte; tratam-nos como ovelhas para o matadouro. Desperta, Senhor, por que dormes? Desperta e não nos rejeites para sempre! Por que escondes a tua face e te esqueces da nossa miséria e tribulação? A nossa alma está prostrada no pó, e o nosso corpo colado à terra. Levanta-te! Vem em nosso auxílio; salva-nos, pela tua bondade!" (Sl 44, 20.23-27). Este grito de angústia que Israel sofredor eleva a Deus em períodos de extrema tribulação, é ao mesmo tempo um grito de ajuda de todos os que, ao longo da história ontem, hoje e amanhã sofrem por amor de Deus, por amor da verdade e do bem; e há muitos, também hoje. Nós não podemos perscrutar o segredo de Deus vemos apenas fragmentos e enganamo-nos se pretendemos eleger-nos a juízes de Deus e da história».
       Estas palavras de Bento XVI bem podem servir de mote à leitura e a um possível enquadramento.
       Com a adaptação ao cinema, pela mão de Martin Scorsese, o romance de Shusaku Endo ganhou novo fôlego e por certo baterá alguns recordes de vendas. E será merecido. Boa literatura. Bom enredo. A história romanceada tem tudo para prender o leitor do início até ao fim.
Não sendo histórico, o romance parte da história de evangelização do Japão, onde os portugueses tiveram um papel importante, como por exemplo São Francisco Xavier. No Oriente outros desembarcaram para levar o Evangelho até o fim do mundo, como São João de Brito, missionário português que deu a vida na Índia, em tormentos, torturas e sofrimentos como os que são relatos neste romance.
       A história parte da apostasia de Cristóvão Ferreira, enviado pela Companhia de Jesus em Portugal para a evangelização do Japão. Submetido à tortura da fossa, de mãos e pés atados, de cabeça para baixo, sobre excrementos de pessoas e de animais... Era superior provincial, era um exemplo para clero e leigos. Mas apostatou.
       Sebastião Rodrigues (a personagem principal do romance), com Francisco Garpe, também pertencentes à Companhia de Jesus, não querendo acreditar no que sucedeu a Cristóvão Ferreira - tinha sido professor deles e era uma referência intelectual, moral, espiritual - querem tirar a limpo o que sucedeu e vão para o Japão. Acolhidos numa aldeia, mas colocando em perigo os aldeões, separam-se e fogem. Sebastião Rodrigues é apanhado. Com ele, a reflexão sobre o silêncio de Deus e o grito de tantos cristãos que morrem em nome de Cristo, por serem cristãos. Para entrarem no Japão, fazem-no através de Macau. Para isso contam com Kichijiro, que tinha fugido, atraiçoado toda a família, atraiçoa Rodrigues, por duas vezes, vendendo-o como Judas a Cristo. Aqui entra a reflexão de Endo, japonês e católico. Rodrigues renuncia à fé ou publicamente nega a Cristo para defender os outros cristãos? Tal como Cristóvão Ferreira, abjurando permite que outros cristãos sejam libertados.
       Vale a pena ver a leitura do provincial dos Jesuítas em Portugal, em entrevista à Agência Ecclesia, em que sublinha a grande oportunidade - o filme / romance - para confrontar as várias dimensões da fé. A obra recorda uma página histórica do encontro difícil entre o cristianismo (e o Ocidente) e as tradições japoneses que inicialmente acolheram com benevolência o cristianismo e depois moveram-lhe uma grande perseguição. Para o Padre José Frazão Correia é uma grande oportunidade para revisitar a questão dramática da fé. A dificuldade em permanecer firme num ambiente de extrema perseguição. Revisitar a experiência da fé a partir da sua dimensão dramática e equívoca, várias perspetivas possíveis para enquadrar a questão da adesão a Jesus e da sua visibilidade pública.
       O filme/romance não nos permite fazer uma leitura a branco e preto, bem e mal, afirmação da fé pelo martírio ou negação da fé pela apostasia. Aqui percebemos que a aproximação à fé, a afirmação de fé em contextos de grande perseguição, de um grande sofrimento, põe em reserva um juízo demasiado fácil… Publicamente o personagem principal, o padre Sebastião Rodrigues, renuncia à fé, mas o realizador, tal como o autor, faz-nos perceber que no íntimo do padre jesuíta há um percurso de fé e estamos longe de concluir que a sua apostasia pública seja uma renúncia à fé no mais íntimo do seu coração.
       O filme tem provocado diversos apontamentos e, claro, também a leitura do romance. Segundo Laurinda Alves - o que não gostei no Silêncio - falta sublinhar as razões da fé dos japoneses, o amor de Deus para connosco e de nós para com Deus. «No século XVII os missionários convertiam a partir do testemunho de Jesus e não de uma ideia de Deus distante, castigador, do Antigo Testamento. Por isso, esperava ver no filme este amor novo dos filhos e amigos, dos irmãos e companheiros de Jesus que querem viver para amar e servir, também ele traduzido em imagens e diálogos. Isto para que o amor de Deus ficasse a fazer eco a par do Seu silêncio e dos dramas da negação sob tortura».

Alguns comentários-entrevistas: 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

VL: Queria que a Mãe morresse… para ir para o Céu – 2

       A afirmação inocente de Santa Teresinha será o seu modo de agir. É o seu desejo para consumar o encontro definitivo com Jesus Cristo. Aos 15 anos entra para o convento, por sua insistência, para viver uma vida inteiramente dedicada a Jesus, à oração, à contemplação.
       Quer ser santa. E tudo o que faz, o trabalho mais humilde, a paciência com os outros, o sofrimento em silêncio, a aceitação da zombaria por parte de outras irmãs, a oração e o tempo de recreio, em tudo procura ser agradável a Jesus Cristo, o Seu único Esposo, bem-amado, com Quem se quer em definitivo na eternidade.
       Não é caso único. Santa Teresinha tem a vida resolvida. Quer viva quer morra será para glória de Deus. Quer ir para o Céu, mas se for melhor permanecer viva, então aceita, pois dessa forma ajudar outros a encontrar-se com Jesus.
       O Apóstolo São Paulo, o maior missionário de todos os tempos, vive a mesma dualidade. A identificação a Jesus – «Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim» (Gál 2, 20) – deixam-no pronto para ascender à glória de Deus Pai. Todavia, o mais importante será cumprir a vontade de Deus: “Cristo será engrandecido no meu corpo, quer pela vida quer pela morte. É que, para mim, viver é Cristo e morrer, um lucro. Se, entretanto, eu viver corporalmente, isso permitirá que dê fruto a obra que realizo. Que escolher então? Não sei. Estou pressionado dos dois lados: tenho o desejo de partir e estar com Cristo, já que isso seria muitíssimo melhor; mas continuar a viver é mais necessário por causa de vós. E é confiado nisto que eu sei que ficarei e continuarei junto de todos vós, para o progresso e a alegria da vossa fé, a fim de que a glória, que tendes em Cristo Jesus por meio de mim, aumente com a minha presença de novo junto de vós” (Fil 1, 19-26).
       Noutra missiva, o Apóstolo reafirma o mesmo dilema: “Permanecendo neste corpo, vivemos exilados, longe do Senhor, pois caminhamos pela fé e não pela visão... Cheios dessa confiança, preferimos exilar-nos do corpo, para irmos morar junto do Senhor. Por isso também, quer permaneçamos na nossa morada, quer a deixemos, esforçamo-nos por lhe agradar” (2 Cor 6-9). 
       Mas outros santos tinham o mesmo desejo e o mesmo compromisso. Santa Fustina de Kowalska, Santo Inácio de Antioquia, Santa Eufémia de Calcedónia… Viver u morrer para glória e louvor de Deus Pai!

Publicado na Voz de Lamego, n.º 4387, de 15 de novembro de 2016

VL: Queria que a Mãe morresse… para ir para o Céu – 1

       No Arciprestado de Moimenta da Beira – Sernancelhe - Tabuaço, procurando responder ao Plano Pastoral da Diocese de Lamego, sob o lema “Ide e anunciai o Evangelho a toda a criatura” (Mc 16, 15), proposto, fundamentado e refletido por D. António Couto na Carta Pastoral dirigida a toda a Diocese, acolhemos uma iniciativa pastoral – “Um santo missionário por mês”.
       No Jubileu da Misericórdia havia um conjunto de santos mais ligados, pelas palavras e pelos gestos, à misericórdia e que nos ajudavam a viver a fé e a vida sob o prisma da misericórdia, da compaixão e da ternura, testemunhando e transparecendo a misericórdia divina. Quando nos centramos numa dinâmica missionária, como tem sido ao longo dos últimos anos na nossa Diocese, com a referência e convite permanentes “Ide”, há santos cuja vida visualiza a pressa em levar o Evangelho a toda a parte, a todas as pessoas.
       Desta feita, em 2016-2017, a missão evangelizadora alarga-se e aprofunda-se: “todos, tudo, sempre, em toda a parte”. Em diversas paróquias do Arciprestado, a oportunidade de nos deixarmos envolver com o testemunho de santos missionários como Santa Teresa do Menino Jesus (outubro) e São Francisco Xavier (novembro), Padroeiros das Missões; Santa Faustina de Kowalska (dezembro), missionária da misericórdia ou Santa Teresa De Calcutá, missionária da caridade.
       Em épocas distantes, em ambientes diferentes, em dinâmicas variadas, os santos missionários permitem-nos ver como é possível viver a santidade em casa, num convento, indo ao encontro dos outros, na família, no meio dos jovens, na prática da caridade, na oração.
       Nesta dinâmica pastoral, a entrega de uma pagela com o santo missionário do mês, com uma tarefa para o mês que pode passar por um pai-nosso pelas missões, uma oração, a prática de uma das obras de misericórdia, levar um convite e/ou mensagem ao vizinho, visitar um doente individualmente ou em grupo. Desdobráveis, boletins paroquiais ou dominicais, escolas da fé, para aprofundar o conhecimento sobre o respetivo santo missionário, procurando, pelo sua intercessão e pelo seu testemunho, assumir a mesma paixão missionária de viver o Evangelho, levando-o a todos.
       Na Paróquia de Tabuaço, na primeira sessão da escola da fé, desta iniciativa pastoral, o responsável arciprestal, reverendo Pe. Giroto, acerca de Santa Teresa do Menino Jesus e como provocação inicial, apresentou-nos um pedaço de um filme, em que Teresa ainda menina diz à Mãe que quer que ela morra. Ao porquê, responde que, segundo lhe disse a própria Mãe, só morrendo a Mãe poderá ir para o Céu.

Publicado na Voz de Lamego, n.º 4386, de 8 de novembro de 2016

terça-feira, 19 de outubro de 2010

ORAÇÃO PELAS MISSÕES

Ó Deus, Pai bondoso, que quereis a salvação e a união de todas as pessoas junto de vós, olhai por todas as famílias e por todos que se prepara para receber a graça das Missões.

Jesus, fortalecei nossa vontade de continuar sempre nossas reuniões, reflectindo, rezando e ajudando uns aos outros, como faziam os primeiros cristãos.

Espírito Santo santificador, iluminai aqueles que estão sem fé, afastados e separados de vossa Igreja pelo pecado e pelo esquecimento. Reuni-nos todos numa família para que nos amemos como irmãos.

Maria, Mãe da Igreja, alcançai-nos a graça da perseverança nesta vida de comunhão com Deus e com os irmãos! Amém!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

São Gregório Magno, Papa e doutor da Igreja

       Gregório Magno nascem em 540, em Roma, numa família aristocrata, filho de Gordiaus e de Santa Sílvia. Foi senador e perfeito da cidade eterna. Cerca do ano 575, entra num mosteiro. E ele próprio faz da sua casa, no monte Célio, o mosteiro de Santo André, e fundou outros seis mosteiros em terras da família, na Sicília. Diácono e embaixador do Papa em Constantinopla.
       Foi eleito Bispo de Roma e, consequentemente, Papa da Igreja, a 3 de Setembro de 590.
       Preparou um grupo de missionários para evangelizar a Inglaterra, de onde saiu o primeiro Bispo de Cantuária. Deixou uma extensa obra de reflexão, sermões, comentários à Bíblia. É também responsável pela divulgação do canto que ficou com o seu nome, canto gregoriano.
       Morreu a 12 de Março de 604.

Oração (de colecta):
       Deus eterno e omnipotente, que velais pelo vosso povo com infinita misericórdia e o governais com inefável amor, por intercessão do papa São Gregório Magno, concedei o espírito de sabedoria àqueles que escolhestes como mestres e guias da Igreja, para que o progresso dos fiéis seja a alegria eterna dos seus pastores. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

PAI NOSSO!...


O Pai-Nosso cantado por missionários em África. Bem criativa esta versão do Pai Nosso cantada pelo grupo sevilhano "Siempre Así", mas traduzida em português. Entre as frases originais da oração foram inseridas interpolações, ou seja, algo como complementos, comentários…
O grupo sevilhano Siempre Así acaba de lançar o seu novo projecto,intitulado "La Misa de la Alegría"(A Missa da Alegria).
"La Misa de la Alegría" é uma viagem espiritual por Espanha, África e América Latina, que segue fielmente a estrutura da Missa católica, e que inclui uma grande variedade de ritmos e "cores" musicais. Assim, se juntam as clássicas "rumbas corales" do grupo sevilhano com ecos cubanos, centro-americanos e africanos.

Ouça, relaxe e reze neste Domingo do Senhor...