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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Leituras: PABLO d'ORS - Sendino está a morrer

PABLO d'ORS (2014). Sendino está a morrer. A elegância do adeus. Prior Velho: Paulinas Editora. 80 páginas.
       Pablo d'Ors nasceu em Madrid em 1963. É sacerdote católico e escritor. É consultor do Pontifico Conselho da Cultura (Vaticano), por designação do Papa Francisco. Fundou a Associação Amigos do Deserto, para viver e aprofundar a prática da meditação. Publicou, entre outros títulos, a triologia do silêncio: O amigo do deserto (2009), O esquecimento de si (2013) e A biografia do Silêncio, que já aqui recomendámos.
       No pequeno livro que agora sugerimos, o autor parte da sua condição de capelão hospitalar, onde encontra a Dra. África Sendino, que lhe pedirá para ajudar a escrever um testemunho sobre a vida, a doença, o sofrimento, a morte e, sobretudo, a fé, a confiança em Deus, a entrega confiante nas mãos do Pai.
       Médica descobre que tem cancro da mama. Começa então um diálogo profundo com Deus. «Fui à capela de Traumatologia e ajoelhei-me - escreve: - "Senhor (rezei), só me ocorre dizer-te que quero que sirva para tua maior glória o que me tocar viver a partir de agora. Tu saberás o caminho que inicias. Tu saberás aonde me conduzes»".
       Pablo d'Ors conhece-a nas últimas semanas de vida e acabará com a missão de escrever o seu testemunho, pegando nas notas que ela vai escrevendo, cada vez com mais dificuldade, menos texto, pouco perceptível. Para o autor, conhecendo e convivendo com Sendino vai tendo a perceção que ela é santa, com as suas imperfeições e limitações, mas também com a sua serenidade e confiança em Deus. "O que a meus olhos faz com que Sendino seja grande não é a morte, mas o morrer, o ir morrendo, o modo de morrer".
       Um dos primeiros aspetos que Pablo d'Ors sublinha é a elegância com que Sendino está deitada na cama do hospital. "Sim, Sendino era bela: tinha um olhar franco e limpo, um sorriso tímido e amável - nunca coquete -, uma pele branca e lisa. umas mãos gráceis - embora grandes - e uma feminilidade totalmente natural, nada importada ou estudada e, por isso, talvez, tão encantadora como desconcertante".
       Outro os aspetos que o autor sublinha é a clareza no falar, exprimindo as ideias de forma consistente, talvez demasiado analítica. Dedicado ao ensino de medicina, facilidade da comunicação oral. Curiosamente, maior dificuldade na escrita.
       Outro dos aspetos relevantes: o seu altíssimo nível espiritual, embora Sendino vivesse a sua fé com descrição. "Viveu a sua doença na perspetiva da Anunciação. Como a Virgem Maria, também ela deu à luz uma criatura: por virtude da graça, Sendino alumiou-se a si mesma para a eternidade. Eu sou testemunha".
        Como confidencia a  Pablo d'Ors, pediram-lhe para escrever sobre a sua enfermidade e, por isso, pede ajuda ao autor. "Nunca vi um processo de declínio e morte tão eloquentemente refletido nas folhinhas que Sendino me entregava sempre que a ia visitar... A progressão do seu cancro não se percebia somente na brevidade dos seus escritos, mas também na sua forma estilística, progressivamente mais frouxa, e até na caligrafia que, no final, era ilegível".
       Dos escritos confiados ao autor: "Chamo-me África Sendino e sou médica internista. Desde que me foi diagnosticado um cancro da mama, fui submetida a um tratamento cirúrgico de quimioterapia e radioterapia. Num sábado apalpo um nódulo e na segunda, às nove, fui recebida pelo patologista. Às nove e um quarto, saio do seu laboratório com um novo panorama vital: tenho cancro. De repente, eu era uma nova personagem: o médico adoece; e, depois, compreendi o que me tocava com a doença (uma conhecida com a qual até então eu tinha lutado diariamente) era dançar com ela. Também me veio à cabeça a imagem das duas margens de um rio. Inesperadamente, sem me consultar, tinham-me passado para a outra margem. Podia chorar, queixar-me, espernear... mas na verdade, o barco já se tinha ido embora. Teria de esperar que chegasse e, entretanto..., era apenas o que poderia fazer! Podia passear naquela margem, por exemplo, contemplar a outra minha nova perpetiva, deter-me tranquilamente diante desse rio, molhar os pés... O doente não deve ser apenas paciente; deve ser o protagonista da sua enfermidade" (Uma das primeiras entradas do diário de Sendino, dia em que lhe detetaram o cancro, 19 de outubro de 1999).
       As notícias que vão chegando não são animadoras. "Quero deixar claro - continua Sendino, quando relata a segunda fase do seu temor - que o facto de a doença pressupor um período de perdas não sentencia irremediavelmente que seja, realmente, um período de perda para mim mesma. Não, de modo nenhum! Mesmo sendo dolorosa a comprovação do fracasso do tratamento para erradicar o tumor, experimentei que a minha recaída tinha algumas vantagens: por exemplo, já não me esperariam tantas novidades, excetuando, naturalmente, a perpetiva de um desenlace final. Então, a morte apresentou-se como uma convidada para a festa".
       Mais adiante: "A doença vai ter connosco onde estamos. Quando me sobreveio a mim, soube que poderia vivê-la como uma circunstância adversa e até certo ponto irritante ou, ao contrário, como uma imensa e imerecida ocasião de aprendizagem. Decidi que a minha perpetiva seria a segunda. O meu primeiro desejo foi percorrer dignamente este caminho em benefício da Igreja. Aceitei ingressar num curso prático de patologia: a doença vivida na minha própria carne. Se superasse o cancro - disse a mim própria -, voltaria enriquecida à prática assistencial. Se saísse com vida, eu seria uma interlocutora vália para os doentes".
       Sendino apoia-se, para a oração, numa expressão de São Pedro: "Confiai a Deus todas as vossas preocupações, porque Ele tem cuidado de vós" (1 Ped 5, 7). "Desde o princípio da minha enfermidade - escreve neste mesmo sentido - compreendi que a minha forma de encará-la não era o resultado de uma grande fortaleza psicológica, mas um dom estritamente sobrenatural. Desde esse primeiro momento - continua - soube que só tinha um desejo: fazer esta minha peregrinação do melhor modo possível... Os enfermos são um tesouro para a Igreja".
       "O meu maior medo? Que a intensidade do meu sofrimento me tente a não louvar a Deus e a não dar graças ao seu nome. Só peço uma coisa: que a minha enfermidade não em afaste d'Ele; pois, se o fizesse, para quê e a quem serviria?... Aceito ser um despojo. Quero gastar-me e desgastar-me a cumprir a sua vontade".

Outro apontamento:
       "Um dos mistérios mais insondáveis da enfermidade é o do tempo: os sãos não têm tempo; em contrapartida, os doentes o que mais têm é precisamente tempo. Um dia pode ser infinito numa cama do hospital. Espera-se durante horas a visita de um médico que dura um minuto. Eu esperei esse médico e, agora, sou essa paciente que espera. Deus quis que eu dedicasse a minha vida a ajudar os outros, mas não quis que me fosse embora deste mundo sem deixar-me ajudar pelos outros. Deixar-se ajudar pressupõe um nível espiritual muito superior ao de simples ajudar. Porque, se ajudar os outros é bom, melhor é ser ocasião para que os outros nos ajudem. Quem se deixa ajudar parece-se mais com Cristo do que quem ajuda. Mas ninguém que não tenha ajudado os seus semelhantes saberá deixar-se ajudar quando chegar o seu momento. Sim, o mais difícil deste mundo é aprender a ser necessitado".

terça-feira, 29 de abril de 2014

PABLO D'ORS - A Biografia do Silêncio

PABLO D'ORS (2014). A Biografia do Silêncio. Breve ensaio sobre a meditação. Prior Velho: Paulinas Editora. 160 páginas.
       Este é certamente um livro diferente, e sobretudo na nossa mentalidade ocidental mais orientada para a ação, para a pressa, para o fazer coisas, participar em atividades, passear, viajar, ansioso por coisas novas. A não-ação, o silêncio e a paciência, a meditação, embora estejam presentes, são sobretudo vistas como descanso no meio das tarefas e das preocupações da vida.
       Sendo assim, esta será também uma leitura provocante. O autor, em jeito de testemunho pessoal, vai mostrando como a meditação revolucionou pacificamente a sua vida, pois meditar é viver e viver sem meditar significa não ir ao fundo do nosso autêntico eu. Pode custar a começar, por vezes exigindo algum esforço físico e mental. Mas pouco a pouco surge a necessidade de sentar e meditar, esvaziar-se de si e neste esvaziar-se de si a possibilidade de se encontrar com o verdadeiro eu, e com Deus. Maria acolhe no Seu ventre, Jesus Cristo, porque soube esvaziar-se de Si para se encher de Deus. "Deves esvaziar-te de tudo o que não és tu... Deus só pode entrar no que está vazio e está puro. Por isso, entrou Jesus Cristo no seio da Virgem Maria" (p 136).
       Meditar ajuda-nos a encontrar a fonte dos nossos medos. Quando não meditamos reagimos, discutimos, conflituamos, por vezes sem saber o que nos levou a isso. Meditando podermos encontrar o que deu origem a este ou aquele sentimento, a esta ou aquela reação, precavendo-nos para situações futuras, antecipando qualquer manifestação de ansiedade e tensão. "Pode-se viver sem lutar contra a vida. Mas, porque se há de ir contra a vida, se se pode ir a seu favor? Porquê apresentar a vida como um ato de combate, em de de um ato de amor?" (p 123).
(José Antonio Pagola e Pablo d'Ors)

O próprio a falar sobre a Biografia do Silêncio:
Vejamos o discurso do próprio Pablo d'Ors:
"Não penso que o homem seja feito para a quantidade, mas para a qualidade..." (p 14)
"Creio que para escrever, como para viver e amar, não nos devemos reter, mas desprender-nos. A chave de quase tudo está na magnanimidade do desprendimento. O amor, a arte e a meditação, pelo menos estas três coisas funcionam assim.
Quando digo que convém que estejamos soltos ou desprendidos, refiro-me à importância de confiar. Quando maior confiança tivermos em alguém, tanto melhor poderemos amá-lo; quanto mais o criador se entregar à sua obra, tanto mais ela lhe corresponderá. O amor - como a arte ou a meditação - é pura e simplesmente confiança... A meditação é uma prática da espera. Mas o que realmente se espera? Nada e tudo. Se se esperar alguma coisa concreta, essa espera deixará de ter valor, pois seria alimentada pelo desejo de uma coisa de que se carece... as esperas costuma ser aborrecidas e incómodas...  (pp 24-25)
"Nós, os seres humanos, costumamos definir-nos por contraste ou oposição, que é o mesmo que dizer, por separação ou por divisão" (p 34).
"É absurdo condenar a ignorância passada a partir da sabedoria presente" (p 35).
"Quando sou consciente, volto a minha casa; quando perco a consciência, afasto-me, sabe-se lá para onde. Todos os pensamentos e ideias nos afastam de nós mesmos. Somos o que resta, quando desaparecem os pensamentos" (p 42).
"NO amor autêntico não se espera nada do outro; no romântico, sim. E mais: o amor romântico é essencialmente a esperança de que o nosso parceiro nos dará a felicidade. Quando nos apaixonamos sobrecarregamos o outro com as nossas expectativas... O ser amado não existe para que o outro não se perca, mas para se perderem juntos, para viverem, em companhia, a libertadora aventura da perdição" (pp 46-47).
"Tanto a arte como a meditação nascem sempre da entrega; nunca do esforço. E o mesmo acontece com o amor. O esforço põe em funcionamento a vontade e a razão; a entrega, pelo contrário, a liberdade e a intuição..." (p 54).
"TRISTE NÃO É MORRER, MAS FAZÊ-LO SEM TER VIVIDO" (p 95).
"Não importa qual tenha sido o teu passado. Não conta que bagagem levas contigo. Tu, só tu é que contas, e tudo o resto é indiferente ou, até, pode chegar a ser um estorvo" (p 106).
"Só sofremos porque pensamos que as coisas deveriam ser de maneira diferente. Quando abandonamos essa pretensão, deixamos de sofrer" (p 126).
"Um ser humano é tanto mais nobre quando maior for a sua capacidade de hospedagem ou de acolhimento. Quanto mais vazios de nós estivermos, mais caberá dentro de nós. O vazio de si, o esquecimento de si, é diretamente proporcional ao amor aos outros" (p 127).
"A meditação concentra-nos, devolve-nos a casa, ensina-nos a conviver com o nosso ser, fende a estrutura da nossa personalidade até que, de tanto meditarmos, esta fenda vai crescendo e a velha personalidade rompe-se e, como a flor, começa a emergir outra nova. Meditar é assistir a este fascinante e tremendo processo de morte e renascimento" (contracapa).

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Para relaxar e meditar...

É um vídeo espectacular... ajudou-me a buscar força interior. As suas palavras são mesmo profundas e tocantes...
Penso que, quem ler isto com atenção, vai conseguir captar uma mensagem positiva e a pensar nos seus problemas e outras situações diárias de uma forma diferente e mais calma...
Fiquei sem palavras, porque aqui neste vídeo consegui relaxar, mas acima de tudo consegui encontrar resposta para algo que pensava que não conseguiria encontrar...
É uma mensagem de Deus, para nós...

domingo, 4 de abril de 2010

PÁSCOA...

JESUS...

Páscoa significa renascimento, renascer. Desejo que neste dia, em que nós, todos juntos, comemoramos o Teu renascimento para a vida eterna, possamos renascer também em nossos corações. Que, neste momento tão especial de reflexão, possamos lembrar-nos daqueles que estão aflitos e sem esperanças. Possamos fazer uma prece por aqueles que já não o fazem mais, porque perderam a fé em um novo recomeçar, pois esqueceram que a vida é um eterno ressurgir. Não nos deixes esquecer que mesmo nos momentos mais difíceis do nosso caminho, Tu estás connosco em nossos corações, porque mesmo que já Te tenhamos esquecido ,jamais nos esqueces... Pois, padeceste o martírio da cruz em nome do Pai e pela humanidade, que muitas e muitas vezes esquece disso. Esquecem-se de Ti e do Teu sacrifício,
- Quando agridem o seu irmão,
- Quando ignoram aqueles que passam fome,
- Quando ignoram os que sofrem a dor da perda e da separação,
- Quando usam a força do poder para dominar e maltratar o próximo,
- Quando não lembram que uma palavra de carinho, um sorriso, um afago, um gesto podem fazer o mundo melhor.

JESUS...

Concede-me a graça de ser menos egoísta, e mais solidária para com aqueles que precisam. Que jamais me esqueça de Ti e de que sempre estarás comigo, não importa quão difícil seja o meu caminhar
.
Obrigado, Senhor. Pelo muito que tenho e pelo pouco que possa vir a ter. Por minha vida e por minha alma imortal.

Obrigado, Senhor!

domingo, 7 de março de 2010

O silêncio da alma.


       Neste lindo texto de Neale Donald Walsch, uma bonita mensagem de espiritualidade ao som de Chopin.

sexta-feira, 5 de março de 2010

As pedrinhas da vida...

Certa vez,
um homem caminhava pela praia
numa bela noite de luar.
Pensava desta forma:
Se tivesse um carro novo, seria feliz!
Se tivesse uma óptima casa, seria feliz!
Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz!
Se tivesse um grande amor, seria feliz!
Nesta caminhada, tropeçou
numa sacola cheia de pedras.
Ele começou a jogar as pedrinhas
uma a uma no mar, cada vez que dizia:
Ah! Como seria feliz se tivesse...
No final da caminhada
sobrou apenas uma pedrinha na sacola.
Decidiu guardá-la.
Ao chegar a casa percebeu
que aquela pedrinha pequenina
era um belíssimo diamante.
Imagine quantos diamantes
ele jogou ao mar
sem parar para pensar?
Assim são as pessoas...
jogam fora seus preciosos tesouros
por estarem sonhando
e desejando o que não têm,
sem dar valor aos tesouros que já possuem.
Se olhássemos ao redor, parando para observar,
perceberíamos quão afortunados nós somos.
Muito perto de nós está a felicidade.
Cada pedrinha precisa ser avaliada.
Pode ser um diamante valioso.
Cada dia de nossa vida pode ser considerado
um diamante precioso, valioso e insubstituível.
Depende de cada um aproveitá-lo
ou lançá-lo ao mar do esquecimento
para nunca mais recuperá-lo.
Onde tem jogado as suas pedrinhas?
Pode não ser tarde para voltar e encontrá-las.


Copiado do blogue "Ideias de Quiron".

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Frases de Santa Teresa

Para quem não conhece os escritos desta Santa maravilhosa, aqui vão umas frases:

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho”

“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”

“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”

“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”

“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”

“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a Oração”

“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”

“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”

“Humildade é a verdade”

“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas”

“Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde”

“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter”

“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se vós não me desamparardes, não faltarei eu a vós”

“Quem vos ama de verdade, Bem meu, vai seguro por um amplo caminho real, longe do despenhadeiro, estrada na qual, ao primeiro tropeço, Vós, Senhor, dais a mão; não se perde, por alguma queda, nem mesmo por muitas, quem tiver amor a Vós, e não às coisas do mundo”

“Se tiver humildade, não tenha receio, o Senhor não permitirá que se engane nem engane os outros”

“Uma prova de que Deus esteja connosco não é o facto de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda”

“Se não dermos ouvidos ao Senhor quando Ele nos chama, pode acontecer que não consigamos encontrá-Lo quando o quisermos”

“São felizes as vidas que se consumirem no serviço da Igreja”

“Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro”

“Não me parecia que eu conhecesse a minha alma, tão transformada eu a via”

“O olhar de Deus é amar e conceder graças”

“Eu quero ver a Deus e para isso é necessário morrer. Não morro, mas entro na vida”

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Espalhe esta onda...

Você pensa que são poucos,
e na verdade são muitos:

– os que jogam papéis nas ruas;
– os que bebem além da conta;
– os que tem um caso fora do casamento;
– os que usam drogas;
– os que brigam no trânsito;
– os que não suportam o sucesso dos outros;
– os que maltratam os animais;
– os que maltratam as crianças e os idosos;
– os que não ouvem conselhos;
– os que começam alguma coisa e não terminam;
– os que falam, mas não fazem, pedem, mas não dão;
– os que podem fazer muito pelo próximo, mas
não fazem nada…

Você pensa que são muitos,
mas na verdade são poucos:

– os que doam sangue com regularidade;
– os que doam seus órgãos e avisam a família;
– os que falam do bem e assim agem;
– os que defendem a justiça plena;
– os que visitam doentes e presidiários desconhecidos;
– os que reciclam seus lixos;
– os que cuidam da saúde (quando estão saudáveis);
– os que verdadeiramente buscam a Deus;
– os que se importam com o próximo;
– os trabalhadores da seara bendita;
– os que dizem sim para o trabalho voluntário;
– os que se importam com você.

Pense nisso!

(Paulo Roberto Gaefke)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Os que fazem a vontade de Deus

O Evangelho deste dia mostra-nos Maria, com os seus familiares próximos (irmãos: primos direitos de Jesus), preocupada com a saúde mental de seu Filho.
O facto de se acentuar a presença de Maria, revela a sua preocupação de mãe. Ter-lhe-á chegado aos ouvidos que o seu Filho não estava bem e que seria necessário chamá-lo à razão.
E lá vai Ela... toda apressada, saber de Jesus,
com o coração nas mãos.
Jesus aproveita a ocasião para mostrar que cada um de nós pode ser seu parente, na medida em que escuta a Palavra de Deus e a põe em prática. Isto vale também para Nossa Senhora, sua Mãe santíssima.

Rezar ao bom Deus, sem complicar...

"Eis o que te peço, ó Deus, esta manhã: a capacidade de rezar sem complicar. Rezar com simplicidade, sem artificialismos, expondo-me ao teu olhar acolhedor e misericordioso; ao teu olhar paterno...
Rezar como teu Filho, Jesus Cristo, nos ensinou: sem palavreado pagão ou arrogância farisaica...
Rezar com a ternura de quem se sabe amado tal como é.

Pe. João Aguiar, Acordar com Deus. Oração da Manhã da Rádio Renascença.