BYUNG-CHUL HAN (2020). A sociedade Paliativa. A dor nos nossos dias. Lisboa: Relógio D'Água. 80 páginas.
A terceira Carta Encíclica de Bento XVI empresta o título a este blogue. A Caridade na Verdade. Agora permanecem a fé, a esperança e a caridade, mas só esta entra na eternidade com Deus. Espaço pastoral de Tabuaço, Távora, Pinheiros e Carrazedo, de portas abertas para a Igreja e para o mundo...
sábado, 2 de outubro de 2021
BYUNG-CHUL HAN - A SOCIEDADE PALIATIVA
domingo, 23 de junho de 2013
Papa Francisco - experiência da oração
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Papa Francisco - dor e ressentimento
Papa Francisco - o perdão e justiça
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Papa Francisco - prática do diálogo e do amor
Papa Francisco - a cultura do encontro
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Papa Francisco - o católico paga impostos
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Papa Francisco - uma Igreja acidentada ou doente
Creio sinceramente que a opção básica da Igreja, na atualidade, não é diminuir ou retirar prescrições ou tornar mais fácil isto ou aquilo, mas é sair para a rua a conhecer as pessoas, conhecê-las pelo seu nome. E não só porque esta é a sua missão, sair a anunciar o Evangelho, como também porque o não o fazer se torna nocivo.
In SERGIO RUBIN e FRANCESCA AMBROGETTI,
Papa Francisco. Conversas com Jorge Bergoglio.
domingo, 16 de junho de 2013
Papa Francisco - não é bom católico procurar o negativo
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Papa Francisco - o perdão do coração
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Papa Francisco - a cultura do naufrágio e educação
domingo, 12 de maio de 2013
Papa Francisco - CREDO de Bergoglio
«Quero crer em Deus Pai, que me ama como filho, e em Jesus, o Senhor, que me infundiu o seu Espírito na minha vida, para me fazer sorrir e levar-me assim ao reino eterno da vida.
Creio na minha história que foi trespassada pelo olhar amoroso de Deus e, num dia de Primavera, 21 de Setembro, saiu ao meu encontro para me convidar a segui-lo.
Creio na minha dor, infecunda pelo egoísmo, onde me refúgio.
Creio na mesquinhez da minha alma, que procura engolir sem dar… sem dar.
Creio em que os outros são bons, e que devo amá-los sem temor, e sem trai-los nunca à procura de segurança para mim.
Creio na vida religiosa.
Creio que quero amar muito.
Creio na morte quotidiana, ardente, de que fujo, mas que me sorri convidando-me a aceitá-la.
Creio na paciência de Deus, acolhedora, boa como uma noite de Verão.
Creio que o meu papá está no Céu junto do Senhor.
Creio que o padre Duarte também lá está intercedendo pelo meu sacerdócio.
Creio em Maria, a minha mãe, que me ama e nunca me deixará só.
E espero a surpresa de cada dia na qual se manifestará o amor, a força, a traição e o pecado, que me acompanharão até ao encontro definitivo com esse rosto maravilhoso que não sei como é, de que me desvio continuamente, mas que quero conhecer e amar.
Ámen.»
Conversas com Jorge Bergoglio - Papa Francisco
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Papa Francisco - Transitar em paciência
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Papa Francisco - sobre a DOR
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Onde coloca o sal?

- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse, outra mão cheia de sal,e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água corria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - Disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? Perguntou o Mestre.
- Não - disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer, é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser "copo",
para tornar-se um "lago". Somos o que fazemos, mas somos principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.
(autor desconhecido)
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Com Santa Eufémia, fiéis a Jesus Cristo
sábado, 3 de abril de 2010
A Alegria que desponta no horizonte

Tenho-a visto passar, cantando, à minha porta,
E às vezes, bruscamente, invadir o meu lar,
Sentar-se à minha mesa, e a sorrir, meia morta,
Deitar-se no meu leito e o meu sono embalar.
Tumultuosa, nos seus caprichos desenvoltos,
Quase meiga, apesar do seu riso constante,
De olhos a arder, lábios em flor, cabelos soltos,
A um tempo é cortesã, deusa ingénua ou bacante...
Quando ela passa, a luz dos seus olhos deslumbra;
Tem como o Sol de Inverno um brilho encantador;
Mas o brilho é fugaz, — cintila na penumbra,
Sem que dele irradie um facho criador.
Quando menos se espera, irrompe de improviso;
Mas foge-nos também com uma presteza igual;
E dela apenas fica um pálido sorriso
Traduzindo o desdém duma ilusão banal.
Onda mansa que só à superfície corre,
Toda a alegria é vã; só a Dor é fecunda!
A Dor é a Inspiração, louro que nunca morre,
Se em nós crava a raiz exaustiva e profunda!
No entanto, eu te saúdo e louvo, hora dourada,
Em que a Alegria vem extinguir, de surpresa,
Como chuva a cair numa planta abrasada,
A fornalha em que a Dor se transmuta em Beleza!
Pensar, é certo, eleva o espírito mais alto;
Sofrer torna melhor o coração; depura
Como um crisol: a chispa irrompe do basalto,
Sai o oiro em fusão da escória mais impura.
A Alegria é falaz; só quem sofre não erra,
Se a Dor o eleva a Deus, na palavra que O louve;
A Alma, na oração, desprende-se da terra;
Jamais o homem é vão diante de Deus que o ouve!
E contudo, — ilusão! — basta que ela sorria,
Basta vê-la de longe, um momento, a acenar,
Vamos logo em tropel, no capricho do dia,
Como ébrios, evoé! atrás dela a cantar!
Mas se ela, de repente, ao nosso olhar se furta,
Todo o seu brilho é pó que anda no sol disperso;
A Alegria perfeita é uma aurora tão curta,
Que mal chega a doirar as cortinas do berço.
Às vezes, essa luz, de tão frágil encanto,
Vem ainda banhar certas horas da Vida,
Como um íris de paz numa névoa de pranto,
Crepitação, fulgor duma estrela perdida.
Então, no resplendor dessa aurora bendita,
Toma corpo a ilusão, e sem ânsias, sem penas,
O espírito remoça, o coração palpita
Seja a nossa alma embora uma saudade apenas!
Mas efémera ou vã, a Alegria... que importa?
Deusa ingénua ou bacante, o seu riso clemente,
Quando, mesmo de longe, ecoa à nossa porta,
Deixa em louco alvoroço o coração da gente!
Momentânea ou falaz, é sempre um dom divino,
Sol que um instante vem a nossa alma aquecer...
Pudesse eu celebrar teu louvor no meu Hino!
Momentâneo, falaz encanto de viver!
O teu sorriso enxuga o pranto que choramos,
E eu não sei traduzir a ventura que exprimes!
Nesta sentimental língua que nós falamos,
Só a Dor e a Paixão têm acordes sublimes!
António Feijó, in 'Sol de Inverno', postado a partir de "O Banquete da Palavra".
quarta-feira, 24 de março de 2010
Aceitar
Senhor, que me deste o dom de descobrir-Te nas aparências das coisas, e de merecer-Te no tempo, faz que eu veja mais nitidamente os traços da Tua mão salvadora nos acontecimentos de que for testemunha ou actor:
- nas decepções que eu tiver,
- nas surpresas que me alegrarem e naquelas que me trouxerem angústia ou mesmo raiva,
- nas dores que eu sentir ou de que for testemunha,
- na mentira que eu for, ou na mentira que eu tiver de suportar.
Que em tudo o que for bom ou menos bom eu saiba ler um aceno da Tua vontade e do Teu plano salvador.
Que eu saiba aceitar com confiança, mesmo que não entenda a lógica do Teu discurso nas coisas, nos acontecimentos e nas pessoas que vou encontrando no meu dia-a-dia.
(MANUEL, Henrique - Mas há sinais. Prior Velho: Paulinas, 2003)
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Tragédia na Madeira...
Unidos na mesma fé, os católicos elevaram a Deus as suas preces, por especial intercessão de Nossa Senhora. Neste momento de dor, também eu rezo e convido todos os católicos a rezar, confiando o sofrimento de todos, nesta hora, a DEUS que é grandioso...














