Mostrar mensagens com a etiqueta Acolhimento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Acolhimento. Mostrar todas as mensagens

domingo, 3 de dezembro de 2017

Paróquia de Tabuaço | Festa do Acolhimento | 2017

       Festa do Acolhimento aos meninos do 1.º Ano de Catequese. Conforme o nome indica, esta festa pretende acolher aqueles que entram pela primeira vez para a catequese, para que se sintam em casa, com os pais, familiares e amigos, e se sintam mais próximos dos outros meninos da catequese, catequistas e comunidade paroquial.
       Dentro da Eucaristia vespertina, a 25 de novembro de 2017, alguns gestos que colocaram em evidência os membros mais novos da comunidade, mas também os seus pais e as catequistas, todos firmaram o compromisso de participar com alegria e contribuir para a vivência alegre da fé.

       Créditos: Mara Longa | Paróquia de Tabuaço.

domingo, 8 de novembro de 2015

Paróquia de Tabuaço: Festa do Acolhimento | 2015

       Sábado, 7 de novembro, cerca de um mês depois do início da catequese paroquial, a Festa do Acolhimento.
       Esta é a primeira festa da catequese. Visa ACOLHER aqueles que entram pela primeira vez para a catequese. A preocupação que os meninos se sintam acolhidos pelos mais velhos e pela comunidade paroquial. Uma festa simples, mas uma excelente oportunidade para os nossos mais pequeninos saberem que são muito importantes e que a comunidade se alegra com a sua presença, com o seu sorriso, com a vida que trazem à celebração.
       É um momento também essencial para a família das crianças se integrar e se envolver ainda mais na visa da comunidade paroquial.

Para ver outras fotos, visite a Paróquia de Tabuaço no Facebook.
e no nosso GOOGLE +

sábado, 6 de dezembro de 2014

Paróquia de Tabuaço: Festa do Acolhimento - 2014

       A festa do Acolhimento aos meninos e meninas do 1.º Ano da Catequese é sempre uma momento de grande ternura e grande festa, ainda que esta seja simples, procurando que aqueles que pela primeira vez frequentam a catequese se sintam acolhidos na comunidade e, esta por sua vez, sinta a missão especial de acolher bem os que vêm.
       Este ano, a festa do acolhimento foi inserida dentro da novena da Imaculada Conceição, no sábado imediatamente anterior à grande solenidade, 6 de dezembro de 2014. Algumas imagens desta celebração:
Para ver outras fotos visitar a página da Paróquia de Tabuaço no Facebook
e no nosso perfil de GOOGLE +

domingo, 24 de novembro de 2013

Catequese | Festa do Acolhimento | Magusto | 2013

       No dia 9 de novembro, na proximidade do São Martinho, na nossa paróquia, antecipando este dia comemorativo, realizámos o Magusto, mais orientado para a catequese, mas aberto a toda a comunidade cristã. Antes do Magusto a primeira festa de catequese, a Festa do Acolhimento aos meninos do primeiro ano de catequese.
       É uma festa muito simples, dentro da Eucaristia vespertina, com crianças, sublinhando precisamente o ACOLHIMENTO que lhes queremos dar, como comunidade, começando por saber quem são. Par eles certamente, foi uma oportunidade de festejar a sua entrada na catequese e uma participação mais ativa na celebração da Eucaristia.
Algumas fotos desta jornada catequética:
Para mais fotos poderá visitar a página da
Paróquia de Tabuaço no Facebook,
ou no GOOGLE +

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Pe. Tolentino Mendonça: Que fizemos nós da Alegria?

       Mas o que é a alegria? A alegria é expansão pessoalíssima e profunda. Não há duas alegrias iguais, como não há duas lágrimas ou dois prantos iguais. A alegria é uma gramática singular. Por um lado, tem uma expressão física, mas, por outro, conserva uma natureza evidentemente espiritual. Não se reduz a uma forma de bem-estar ou a um conforto emocional, embora se possa traduzir também dessas maneiras. A alegria é uma revelação da vida profunda. É abrir uma porta, um caminho, um corredor para a passagem do Espírito.
       No espaço teológico e eclesial, infelizmente, a alegria tornou-se um motivo tratado com alguma parcimónia. Falamos pouco do Evangelho da Alegria e, entre tudo aquilo que assumimos como dever, como tarefa, raramente ele está. O dever da alegria, estarmos quotidianamente hipotecados à alegria, enviados em nome da alegria, não nos é tantas vezes recordado quanto devia. As nossas liturgias, pregações, catequeses e pastorais abordam a alegria quase com pudor.
       Isto para dizer que a alegria tornou-se um tópico mais ou menos marginal, uma espécie de subtema e, por vezes, até uma espécie de interdito. Nietzsche dizia que o cristianismo seria mais credível se os cristãos parecessem alegres. Que fizemos nós do Evangelho da Alegria?
       Definimo-nos culturalmente como homo faber, homem artesão, fabricante, aquele que se realiza na própria ação. E distanciamos da nossa própria vida o horizonte do homo festivus, isto é, o que é capaz de celebrar, aquele que conduz a criação à sua plenitude.
       A alegria nasce do acolhimento. Nasce quando aceitamos construir a vida numa cultura de hospitalidade. Há um filme de Ingmar Bergman em que uma personagem é uma rapariga anoréxica - e sabemos como a anorexia é uma forma de desistir da própria vida, de desinvestir afetivamente. A rapariga vai falar com um médico e ele diz-lhe isto, que também vale para todos nós: “Olha há só um remédio para ti, só vejo um caminho: em cada dia deixa-te tocar por alguém ou por alguma coisa”. A alegria é esta hospitalidade.
 
Pe. Tolentino Mendonça, Editorial da Agência Ecclesia.

domingo, 11 de agosto de 2013

Távora - festa da catequese 2013

       No primeiro domingo de agosto, aproveitando a presença dos emigrantes, e a proximidade da festa popular que se realiza no segundo domingo, a festa da catequese, envolvendo 22 crianças, distribuídas por vários anos, com as respetivas acentuações: acolhimento, Pai-nosso, Primeira Comunhão, palavra de Deus, Credo, Profissão de fé, Vida, Compromisso, Bem-aventuranças.
       Num clima de festa, e com grande participação dos familiares e amigos, a Eucaristia sublinhou a dinâmica da catequese como resposta ao compromisso assumido pelos pais e padrinhos no dia do Batismo, dos seus filhos e/ou afilhados.
       Algumas fotografias do momento.

Para visualizar as restantes visitar o perfil da Paróquia de Távora no facebook
ou no nosso GOOGLE +

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Maria vai para a casa do sim dito a um homem

       Na prova, caem as máscaras, dissolvem-se as ilusões, emerge o essencial. Na prova, cada um vale quanto vale a sua fé, quanto valem os seus amores. Cada história de amor põe a nu, mais do que qualquer outro evento, este incansável buscador de amor, mas quase sempre esquecido de cada evento de amor é sempre decretado pelo céu... José, posto a nu na prova, descobre que ama aquela mulher, que a ama, mesmo sem querer possuí-la como coisa sua. Virgindade: amor sem posse.
       ... Amar, palavra do verbo morrer, palavra do verbo viver, que significa dar sem nunca tomar, que significa amar em primeiro lugar, amar em perda, amar sem contar que, como queria o justo José, significa sair do meio quando se arrisca comprometer a paz de uma casa, não respeitar o destino do outro...
       Maria deixa a casa do sim dito a Deus e vai para a casa do sim dito a um homem, vai como mulher apaixonada, ama o seu homem com coração de carne, em ternura e castidade. Maria é uma mulher do sim, mas o seu primeiro sim disse-o a José: o anjo encontra-a já noiva, já ligada e apaixonada.

ERMES RONCHI, As casas de Maria

terça-feira, 28 de maio de 2013

OSSOS - Vivência católica - Matrimónio - Compromisso

       Bones é uma série americana e que passa num dos canais por cabo ou satélite. Uma daquelas séries de investigação criminal.
       Num dos episódios da temporada 8, episódio 14, um dos protagonistas Seeley Booth (David Boreanaz), que vive com a Dra. Temperance "Bones" Brennan (Emily Deschanel), está envolto num pequeno mistério pessoal que vai sendo revelado.
       Primeiro, a companheira vai-lhe dizendo que o pode ajudar, no dia em que ele vai ao hospital e não pode ir buscar a filha de ambos.
       Os colegas apercebem-se que todas as sextas-feiras ele sai e não diz para onde.
       Um dos colegas interroga-o diretamente sobre aquelas saídas...:
       - Já sei, vais-te confessar...
       Booth é católico. Vem rápida a resposta, tranquila, sem ondas, direta, convicta:
       - Não me posso confessar. Não estou casado. Para se confessar é preciso fazer o propósito de não voltar ao mesmo, não voltar a pecar... eu não pretendo separar-me da minha companheira. Damo-nos bem, somos felizes.
        A visão é católica, de um crente e certamente de um católico praticante. Pois não acentua, como tanto se vê, mesmo em meios muito católicos, uma impossibilidade derivado ao estado conjugal, mas aceitação de um facto.
       Isso não impede de outros compromissos e que dimanam do ser pessoa, cidadão, católico. O mistério vai sendo revelado. Ele prepara uma feira para crianças doentes, cancerosas, com diversas atividades. Fá-lo discretamente, pois assim deve ser a caridade cristã.
       A mulher (companheira) revela então a outra colega, que faz um trabalho como voluntário, comprometido com a fé e a comunidade católica, com descrição, com grande generosidade. Não quis que ninguém o soubesse. (É citado um texto bíblico, da Carta de São Paulo aos Coríntios (1 Cor 12, 31 – 13, 13): a caridade é benigna, paciente, não se irrita, não é altiva nem orgulhosa... salientando que para ajudar os outros não é preciso badalar o sino...).
       Chamou-e a atenção este episódio. Não significa que esteja a recomendar a série, ou a considerá-la uma referência de moral e bons costumes. Mas sublinho o facto de tratarem de um tema sério, delicado, por vezes doloroso, com elevação, e respeito pela vivência e pela fé católica.
      O personagem sabe em que condições vive, maritalmente. Sabe o que envolve e que consequências traz para a prática religiosa, mas sabe também que isso não o impede de um compromisso ativo, sério, generoso.

       Como lembrou em diversas ocasiões o papa Francisco, a Igreja há de ser um espaço de fé, de testemunho, de acolhimento, de ternura. A questão, no entanto, diz o mesmo, não passa por facilitar ou relaxar as leis e os princípios, mas de encontrar formas (novas) para que ninguém se sinta menos amado, menos acolhido, menos protegido.
       Algumas mensagens rápidas do papa Francisco, lidas apressadamente, parecem mostrar que as leis da Igreja vão mudar, de uma hora para a outra. É curioso ver como o Papa Francisco cita Bento XVI para alertar para o relativismo das ideias e convicções como algo que mina a Igreja, e a mensagem do Evangelho, da verdade.
       Uma das últimas intervenções do Papa é extraordinária: a Igreja não pode ter fiscais da fé, mas deve ter as portas abertas para todos os que vêm, dando o exemplo de uma mãe solteira que se dirige à paróquia para pedir o batismo do filho, e que encontra um proibição, quanto deveria encontrar acolhimento.
       Dá outro exemplo, uma mulher depois da Missa dirige-se a um sacerdote para lhe pedir a bênção. O sacerdote responde que já recebeu a bênção na Missa. Vem outro sacerdote que lhe dá a bênção.
       No primeiro exemplo encontramos muitas opiniões. Em todo o caso o Papa não diz nada de novo, a este propósito. A prática nas comunidades cristãs vêm sendo alteradas nesse sentido: o batismo é concedido a todos para quem é solicitado, filhos de pessoas casadas, civil ou catolicamente, solteiras, juntas, recasadas, ainda que as práticas não sejam iguais em todas as paróquias, em algumas, na situação em que os pais da criança podem casar-se pela Igreja, aconselham a batizar por ocasião da Primeira Comunhão dos filhos, ponderando se o que pedem para os filhos não devem pedir também para si próprios, a graça do Sacramento?! Na maioria, no entanto, a opção de batizar sem adiamentos, mas esclarecendo sobre a posição da Igreja. A verdade também é uma forma de acolher.
       Voltando à série... Há circunstâncias da vida, e das nossas limitações humanas, que nos permite viver a caminho, apostando não no que nos é proibido, mas no muito que nos é permitido, olhando mais longe. Deus é sempre maior.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Festa de Acolhimento - 1.º Ano de catequese - 2012

       No dia 10 de novembro, sábado, realizou-se a primeira festa da Catequese, a Festa do Acolhimento, com os meninos do 1.º ano de catequese. Oportunidade para os fazer sentir em casa. A festa é um momento de aproximação. A comunidade participa com alegria na entrada de novos membros para participarem mais assiduamente na celebração da Santa Missa. Os meninos que entram sentir-se-ão parte importante da comunidade, onde são estimados e acarinhados, como o devem ser todas as pessoas.
       Ficam algumas imagens da celebração da Eucaristia, com o destaque para os meninos que fizeram a Festa do Acolhimento. No mesmo dia, no Centro Paroquial, o Magusto da catequese, aberto aos pais e à comunidade paroquial, de que ficam também algumas imagens.
        Para outras fotos da Festa do Acolhimento e para outras fotos do Magusto da catequese visite o perfil da paróquia de Tabuaço no facebook.
A seguir em formato de vídeo/diaporama veja as fotos, com música apropriada à catequese e ao momento:
 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Nem sequer os santos compreendem os santos...

        Jesus está a afastar-se de casa. Como tantos, talvez como todos os progenitores, Maria e José sentem que, afinal, os filhos não são seus, mas pertencem a Deus, ao mundo, à sua missão, aos seus amores, à sua vocação, aos seus sonhos e, até, às suas limitações...
       Maria e José são óptimos pais e, contudo, não compreendem o filho; até são profetas, visitados pelos anjos, mas não compreendem o que acontece em sua própria casa. Nem sequer os santos compreendem os santos...
       Nem a melhor das famílias está isenta da incompreensão mútua.
       Mas há uma diferença: eles vão juntos a Jerusalém, regressam juntos a Nazaré e juntos procuram o filho. Juntos. Este gesto cada vez mais raro para estas família, onde cada um vive o seu caminhos, as suas metas, os seus segredos; onde não se faz quase nada juntos, muito menos as coisas do Pai.
       E mais uma diferença. Maria pergunta: «Porque nos fizeste isto?» Inicia um diálogo, mas um diálogo sereno, sem ressentimentos, sem acusações, que sabe interrogar e escutar, e até sabe acolher uma resposta incompreensível....

ERMES RONCHI, As casas de Maria

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A Igreja nasce de um corpo ausente

       A beleza de Cristo. Humana e divina; à procura da ovelha perdida, abraçado ao filho pródigo, perdoando aos crucificadores, pobre a quem só resta aquele pouco de madeira e de ferro que basta para morrer pregado. Morrer de amor.
       ...
       Chegar a Deus amando a humanidade de Jesus, agora menino nos braços da sua mãe e, depois, homem das estradas e amigo dos publicanos, os seus anos escondidos e os seus gestos públicos, as suas mãos sobre os doentes e os seus olhos nos olhos dos réis, os seus pés e o pó dos caminhos da Palestina e, depois o nardo que desce e, depois, o sangue que escorre. E, por fim, o seu corpo ausente. A Igreja nasce de um corpo ausente.

ERMES RONCHI, As casas de Maria

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A alternativa: viver confiados a Deus ou esquecidos

      Para o Evangelho, a verdadeira oposição não está entre viver e morrer, entre vencer ou perder, mas a verdadeira diferença está entre viver como esquecidos, como lançados fora, entre cair como uma pedra que alguém atirou para trás das costas e viver como acolhidos e hospedados nas mãos de um Pai. Eis a alternativa bíblica: ou viver confiados semente a si mesmos ou como confiados à solicitude de Deus.

ERMES RONCHI, As casas de Maria

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Não são as ideias, mas os encontros que mudam a vida

       Não são as ideias, mas os encontros que mudam a vida. Não são as teorias, mas as pessoas. Por isso, se tivermos dificuldade em mudar, talvez se deva ao facto de não sermos capazes de encontrar, de viver o encontro com o espanto e conservá-lo no coração.

ERMES RONCHI, As casas de Maria

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Todos nós vivemos graças à misericórdia de uma mulher

       Eis a misericórdia por excelência: quando uma mãe recebe em si um filho. Todos nós vivemos porque, um dia, uma mulher nos deu o seu sim, nos recebeu e acolheu. Todos nós vivemos, graças à misericórdia de uma mulher. Maria é mãe de misericórdia para com Deus, recebe-o no seu seio. Diante dela, Deus inclina-se e espera misericórdia primordial que só ela pode conceder-lhe, o seio onde poderá fazer-se carne. Maria é misericordiosa com Deus. E o mesmo acontece connosco; sermos misericordiosos com Deus. Depois, talvez sejamos misericordiosos uns para com os outros.

       Acolher, um verbo que gera vida; acolher, a nossa tarefa, a nossa missão humaníssima, porque o homem torna-se aquilo que acolhe. Se acolheres vaidades tornar-te-ás vazio, oco; se acolheres paz, darás paz. O homem torna-se aquilo que habita. Verdadeira vida é ser e estar habitado por Deus.

       A casa não é apenas o lugar onde habitamos, não é somente morada que nos restaura: é a porta aberta para o infinito, porque Deus fala-nos primeiro que tudo onde somos nós mesmos, em silêncio e à escuta, com atenção livre.
       Casa, o primeiro lugar da proximidade de Deus. Lugar da boa batalha da fé.

ERMES RONCHI, As casas de Maria