terça-feira, 9 de junho de 2015

Jovens de Tabuaço no XII Festival Diocesano Jovem

       O Grupo de Jovens de Tabuaço (GJT), desde há 4 anos, em quatro edições consecutivas, participa no Festival Diocesano da Canção de Mensagem, promovido e coordenado pelo SDPJ de Lamego, com o fito de...
  • Incentivar a criação poético-musical, partindo dos valores cidadania e humano-cristãos;
  • Promover a canção religiosa como valor na evangelização e no quotidiano dos jovens;
  • Possibilitar o encontro e o convívio são e construtivo entre os jovens da Diocese de Lamego.
       Como ao longo dos anos, antes do Festival a reunião para validar a participação, verificando se haveria condições e circunstâncias que permitissem levar uma nova canção. No caminho alguns contratempos quanto a disponibilidades mormente quanto a instrumentivas. Foram escolhidas as vozes - Márcia Alexandra, Cláudia Canelas, Mara Longa, Letícia Cardoso - sabendo-se da qualidade de outros elementos, lembrando que no coral da última Jornada da Juventude, em Cabaços, 13 elementos do Grupo colaboraram para que os cânticos da Eucaristia fossem uma ajuda preciosa à celebração. Ficaram reservados três lugares para os instrumentistas. Por outros compromissos assumidos, no final a disponibilidade do Grupo de Jovens de Tarouca, Arautos da Alegria, que viriam a ganhar o prémio para o melhor instrumental, e que nos permitiram mais uma presença no Festival Jovem, que se realizou no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego, no sábado, dia 6 de junho.
       Para aplaudir os participantes, especialmente o GJT, que de forma dedicada, humilde e generosa, nos deixaram agradecidos pela belíssima performance, que viria a ser premiada com o 2.º Lugar, logo depois do Grupo de Jovens da Sé. 8 grupos participaram, respondendo de forma brilhante e competente aos desafios do SDPJ de Lamego.
       Durante todo o dia, os diversos jovens participantes estiveram envolvidos em atividades lúdicas, formativas, desenvolvendo o tema do Festival e do Ano Pastoral Juvenil "Felizes os puros de coração...", cujo trabalhos permitiu construir um cubo com os pecados, para em conjunto, desafiando o que mata pudessem, todos, construir Jesus Cristo.
     
Além das imagens, vídeo com a interpretação dos nossos jovens.


Para ver todas as FOTOS que disponibilizamos,

sábado, 6 de junho de 2015

Santíssimo Corpo e Sangue de Jesus Cristo - 7.06.2015

       1 – A criança precisa de ver, de sentir o corpo da mãe, a mão do pai, precisa de ouvir vozes que lhe deem segurança. Pode não saber falar, pode não perceber o que se diz, mas sente a palavra, o toque, vê rostos que lhe são familiares. Sem articular palavras ou pensamentos elaborados, relaciona-se com o mundo, com as pessoas à sua volta, precisa de pessoas por perto, chama por elas da maneira como pode, com um sorriso, um balbuciar, uma gritaria.
       A celebração do Corpo de Deus vem da Idade Média e da necessidade da Igreja Católica reafirmar a presença de Jesus Cristo na hóstia e no vinho consagrados. Jesus, no mistério da Sua misericórdia, coloca-Se por inteiro, pelo Espírito Santo, no pão e no vinho. Uma presença não visível mas real, como é real mas não visível o amor, o que nos liga uns aos outros e nos faz querer ser vistos, reconhecidos e amados uns pelos outros.
       Primeiramente, a elevação da hóstia consagrada, para que todos contemplassem o mistério que ali se realizava. Por outro lado, se Jesus está no pão consagrado, Ele permanece Eucaristia depois da celebração da mesma e não apenas durante a liturgia. É claramente a fé católica. O pão eucarístico pode levar-se aos doentes, aos presos, pois permanece Corpo de Cristo. Pode adorar-se em toda a parte, na Igreja, na rua ou em casa a quem é levado. Jesus sacramentado permanece entre nós, nos sacrários das nossas igrejas. Também aqui a fé do povo (sensus fidei) é significativa na delicadeza com que se aproxima do sacrário, o adorna, zela para que a lamparina não se apague nunca, nem de dia nem de noite, indicando que ali se encontra a verdadeira LUZ e a VIDA verdadeira, ali se encontra Aquele que deu a vida por mim e por ti, e vela por todos.
       Todos precisamos de saber e de sentir que alguém olha por nós. Precisamos de ouvir, de ver, de abraçar, de tocar. Um dia São João Maria Vianney, o Santo Cura d'Ars, interrogou um camponês, que todos os dias entrava na Igreja e não mexia os lábios, sobre o que dizia a Deus. A resposta é sintomática: não digo nada, Ele olha para mim e eu olho para Ele.


       2 – Em Cristo, Deus faz-Se como nos fez, verdadeiro HOMEM, limitado e finito, visível e concretizável num CORPO como o nosso. Nasce de uma Mulher – a Imaculada Virgem Maria – a quem Se liga pelo cordão umbilical como qualquer um de nós em relação às nossas mães. Liga-Se primeiramente pelo corpo, dentro de outro corpo, alimentando-Se desse corpo materno e sendo protegido enquanto Se prepara para vir ao mundo.
       Não quiseste sacrifícios, formaste-Me um Corpo. Eu venho ó Deus para fazer a Tua vontade (cf. Heb 10, 5-10).
       Esta intuição está presente no Antigo Testamento, num desafio crescente para que os sacrifícios sejam substituídos pela conversão, pela justiça, pela prática do bem. «Oferecer-Vos-ei um sacrifício de louvor, invocando, Senhor, o vosso nome. Cumprirei as minhas promessas ao Senhor, na presença de todo o povo» (Salmo).
       As práticas religiosas aproximam-nos uns dos outros e identificam-nos como povo diante de Deus. Comprometem-nos com o mesmo Deus, levam-nos a cuidar uns dos outros.
       Na primeira leitura, vemos como Moisés, depois de pôr por escrito as palavras do Senhor, ordena a oferenda de holocaustos e sacrifícios, imolando novilhos. Diz-nos o autor sagrado que Moisés derramou o sangue dos novilhos sobre o altar, depois leu, em voz alta, o Livro da Lei ao povo e sobre este aspergiu a outra metade do sangue recolhido, dizendo: «Este é o sangue da aliança que o Senhor firmou convosco, mediante todas estas palavras».
       O rito não é mágico, operando o que quer que seja, mas promove a vivência dos mandamentos da Lei: «Faremos quanto o Senhor disse e em tudo obedeceremos».
       Veremos como Jesus leva à plenitude o sacrifício e a própria Lei.


       3 – O povo judeu celebra a festa da Páscoa assinalando a passagem da escravidão à terra nova da promessa e da liberdade. Fá-lo de modo semelhante ao de Moisés, imolando o cordeiro pascal, recordando os feitos de Deus a favor de todo o povo. Aos mais novos são lembradas as maravilhas que Deus operou, desafiando-os a agradecer-Lhe, mantendo-se no Seu caminho.
       Jesus e os seus discípulos, como judeus, seguem as tradições de seus pais. Mas algo está para acontecer. Dois dos discípulos vão adiante e preparam o que é necessário para comer a Páscoa. Longe de imaginarem que esta seria uma Páscoa diferente, provisória e antecipadora da verdadeira Páscoa, a morte e a Ressurreição de Jesus. O sangue de Jesus selará uma nova Aliança.
       “Enquanto comiam, Jesus tomou o pão, recitou a bênção e partiu-o, deu-o aos discípulos e disse: «Tomai: isto é o meu Corpo». Depois tomou um cálice, deu graças e entregou-lho. E todos beberam dele. Disse Jesus: «Este é o meu Sangue, o Sangue da nova aliança, derramado pela multidão dos homens. Em verdade vos digo: Não voltarei a beber do fruto da videira, até ao dia em que beberei do vinho novo no reino de Deus». Cantaram os salmos e saíram para o monte das Oliveiras”.
       Jesus prepara a ausência do Seu corpo com a promessa e a certeza da Sua presença no pão e no vinho, sempre que em Seu nome nos reunirmos, invocando de Deus Pai o Espírito Santo. Ele estará sempre connosco até ao fim dos tempos, se vivermos em Sua memória, imitando-O.
       O culto provisório de Moisés, passa a pleno e definitivo em Jesus, o sumo-sacerdote por excelência, que “não derramou sangue de cabritos e novilhos, mas o seu próprio Sangue, e alcançou-nos uma redenção eterna. Na verdade, se o sangue de cabritos e de toiros e a cinza de vitela, aspergidos sobre os que estão impuros, os santificam em ordem à pureza legal, quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno Se ofereceu a Deus como vítima sem mancha, purificará a nossa consciência das obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!”


       4 – Quando precisa de sair ou de fazer alguma coisa e vê que o filho começa a fazer beicinho, a choramingar, a mãe arranja um brinquedo que possa colmatar a sua ausência. Cristo deixa o Seu corpo no pão e no vinho para estar sempre connosco, com o claro convite a acreditarmos mesmo que não O vejamos fisicamente (cf. Jo 20, 29).
        Mas não é fácil, ou pelo menos, não é garantido. Veja-se a pergunta de Maria ao Anjo: como será isso se eu não conheço Homem? (cf. Lc 1, 34). Pressupõe a importância do Corpo, isto é, da pessoa, da relação corporal com o outro. Do mesmo jeito a morte de um familiar ou amigo. O que dói mais é a ausência do corpo, e por isso se retém o corpo o mais tempo possível, pois é a lembrança, a visualização sensível da pessoa e da sua presença connosco, ainda que a fé nos garanta a sua permanência espiritual, sobretudo na oração. Ou então, a ausência de um corpo para fazer o luto, um desaparecido, um náufrago, uma vítima de acidente aéreo. A dor é muito mais intensa do que diante de um corpo, ainda que morto e/ou desfigurado.
       Outra situação que nos remete para a importância do Corpo e do inteiro Corpo de Jesus: a pessoa a quem foi amputado um braço ou uma perna e que sente e visualiza afetivamente o braço ou a perna. Ou o caso das pessoas que ainda "veem" os seus entes queridos, quando se dão conta estão a falar com eles, a colocar um prato na mesa, a ir à sala ver se já chegou, a sentir o seu odor…
        Não há outra maneira mais humana e sensível de estar entre nós que não seja através do Seu Corpo, a Sua vida por inteiro. E Jesus, mesmo antes de morrer, deixa claro que a morte não O retirará aos Seus discípulos, Ele estará sempre com eles, nada O separará daqueles que O invocam e O querem tornar presente. Por isso nos deixa por herança maior o mistério da Sua presença no Corpo e no Sangue que agem pelo Espírito Santo nas espécies do pão e do vinho.

       5 – Rezemos ao Senhor com a oração da Eucaristia desta solenidade e tantas vezes rezada na Adoração do Santíssimo Sacramento: «Senhor Jesus Cristo, que neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial da vossa paixão, concedei-nos a graça de venerar de tal modo os mistérios do vosso Corpo e Sangue que sintamos continuamente os frutos da vossa redenção».
       A celebração da presença de Cristo na Eucaristia Se faça presença na nossa vida quotidiana.

Pe. Manuel Gonçalves


Textos para a Eucaristia (B): Ex 24, 3-8; Sl 115; Hebr 9, 11-15; Mc 14, 12-16.22-26.

Ela, na sua pobreza, ofereceu tudo o que tinha

        Jesus ensinava a multidão, dizendo: «Acautelai-vos dos escribas, que gostam de exibir longas vestes, de receber cumprimentos nas praças, de ocupar os primeiros assentos nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes. Devoram as casas das viúvas com pretexto de fazerem longas rezas. Estes receberão uma sentença mais severa». Jesus sentou-Se em frente da arca do tesouro a observar como a multidão deitava o dinheiro na caixa. Muitos ricos deitavam quantias avultadas. Veio uma pobre viúva e deitou duas pequenas moedas, isto é, um quadrante. Jesus chamou os discípulos e disse-lhes: «Em verdade vos digo: Esta pobre viúva deitou na caixa mais do que todos os outros. Eles deitaram do que lhes sobrava, mas ela, na sua pobreza, ofereceu tudo o que tinha, tudo o que possuía para viver» (Mc 12, 38-44).

       Conhecemos bem este episódio em que Jesus dá prioridade e relevância à qualidade em detrimento da quantidade. Antes de ensinar a oração do Pai-nosso aos seus apóstolos, Jesus recomenda-lhes algo de semelhante: "Nas vossas orações não sejais como os gentios, que usam de vãs repetições, porque pensam que, por falarem muito, serão atendidos. Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais antes de vós lho pedirdes" (Mt 6, 7-8). Assim como assim, as aparências nem sempre mostram o que é a pessoa, os seus sentimentos, o seu carácter, as suas qualidades humanas.
       Para algumas pessoas o que conta é o que se vê, o que se tem. A pessoa vale pelas coisas que possui, pela capacidade de mostrar que tem o que os outros podem ter. Para Jesus conta o coração. O homem vê as aparências, Deus olha o interior. Nesta passagem fica clara a delicadeza, atenção e observação de Jesus. Há muitos que deitam quantidades avultadas no tesouro do tempo. Aliás, aproveitam quando há mais pessoas para que mais possam testemunhar a sua religiosidade e a sua prática de esmoleres.
       Vem uma pobre viúva, deita duas moedas. Jesus alerta os seus discípulos: Ela deitou mais que todos os outros, eles deitaram do que lhes sobra em abundância, ela ofereceu tudo o que tinha. Para Deus não podemos reservar pequenas fortunas, mas dar tudo. Não nos cabe dar sobras, mas dar a vida, colocar a vida toda diante de Deus, sem reservas. Esta mulher sente que a sua vida depende muito mais da misericórdia de Deus de quantas riquezas possa ter.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

FRANCISCO: misérias sociais que afetam as famílias

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Nestas quartas-feiras temos refletido sobre família e sigamos adiante neste tema, refletir sobre família. E a partir de hoje, as nossas catequeses se abrem, com a reflexão à consideração da vulnerabilidade que tem a família, nas condições da vida que a colocam à prova. A família tem tantos problemas que a colocam à prova.

Uma dessas provas é a pobreza. Pensemos em tantas famílias que povoam as periferias das megapolis, mas também nas zonas rurais. Quanta miséria, quanta degradação! E depois, para piorar a situação, em alguns lugares chega também a guerra. A guerra é sempre uma coisa terrível. Essa também afeta especialmente as populações civis, as famílias. Realmente a guerra é a “mãe de todas as pobrezas”, a guerra empobrece a família, uma grande predadora de vidas, de almas e dos afetos mais sagrados e mais queridos.

Apesar disso tudo, há tantas famílias pobres que com dignidade procuram conduzir a sua vida quotidiana, muitas vezes confiando abertamente na bênção de Deus. Esta lição, porém, não deve justificar a nossa indiferença, mas sim aumentar a nossa vergonha pelo fato de existir tanta pobreza! É quase um milagre que, mesmo na pobreza, a família continua a se formar e até mesmo a conservar – como pode – a especial humanidade das suas relações. O fato irrita aqueles progrmadores de bem-estar que consideram os afetos, as relações familiares como uma variável secundária da qualidade de vida. Não entendem nada! Em vez disso, nós deveríamos nos ajoelhar diante dessas famílias que são uma verdadeira escola de humanidade que salva a sociedade das barbáries.

O que nos resta, de fato, se cedemos à chantagem de César e do Dinheiro, da violência e do dinheiro, e renunciamos também aos afetos familiares? Uma nova ética civil chegará somente quando os responsáveis da vida pública reorganizarem os laços sociais a partir da luta contra a espiral perversa entre família e pobreza, que nos leva ao abismo.

A economia de hoje muitas vezes é especializada no gozo do bem-estar individual, mas pratica largamente a exploração dos laços familiares. Esta é uma contradição grave! O imenso trabalho da família não é cotado nos balanços financeiros, naturalmente! De fato, a economia e a política são mesquinhas de reconhecimento a tal respeito. No entanto, a formação interior da pessoa e a circulação social dos afetos têm justamente ali o seu pilar. Se os tiram, tudo vem a baixo.

Não é somente questão de dinheiro. Falamos de trabalho, falamos de educação, falamos de saúde. É importante entender bem isso. Ficamos sempre muito comovidos quando vemos imagens das crianças desnutridas e doentes, que nos são mostradas em tantas partes do mundo. Ao mesmo tempo, também nos comove muito o olhar brilhante de muitas crianças, privadas de tudo, que estão em escolas feitas de nada, quando mostram com orgulho sua caneta e o seu caderno. E como olham com amor o seu professor ou a sua professora! Realmente, as crianças sabem que o homem não vive só de pão! Mesmo o afeto familiar; quando há a miséria as crianças sofrem, porque elas querem o amor, as relações familiares.
Nós cristãos devemos estar sempre mais próximos às famílias que a pobreza coloca à prova. Mas pensemos, todos nós, conhecemos alguém: um pai sem trabalho, uma mãe sem trabalho…e a família sofre, as relações se enfraquecem. Isso é ruim. De fato, a miséria social atinge a família e às vezes a destrói. A falta ou a perda de trabalho, ou a sua forte precariedade, incidem pesadamente sobre a vida familiar, colocando à dura prova as relações. As condições de vida nos bairros mais desfavorecidos, com os problemas de habitação e de transportes, bem como a redução dos serviços sociais, de saúde, de escola, causam dificuldades. A estes fatores materiais se soma o dano causado à família pelos pseudo-modelos, difundidos pelos meios de comunicação baseados no consumismo e o culto da aparência, que influenciam as classes sociais mais pobres e incrementam a desagregação das relações familiares. Cuidar das famílias, cuidar do afeto, quando a miséria coloca a família à prova!

A Igreja é mãe e não deve esquecer este drama dos seus filhos. Também essa deve ser pobre, para se tornar fecunda e responder a tanta miséria. Uma Igreja pobre é uma Igreja que pratica uma simplicidade voluntária na própria vida – nas suas próprias instituições, no estilo de vida dos seus membros – para abater todo muro de separação, sobretudo dos pobres. É preciso oração e ação. Rezemos intensamente ao Senhor, que nos sacode, para tornar as nossas famílias cristãs protagonistas desta revolução da proximidade familiar, que agora é tão necessária! Dessa, dessa proximidade familiar, desde o início, é feita a Igreja. E não esqueçamos que o julgamento dos necessitados, dos pequenos e dos pobres antecipa o julgamento de Deus (Mt 25, 31-46). Não esqueçamos isso e façamos tudo aquilo que podemos para ajudar as famílias a seguir adiante na provação da pobreza e da miséria que atingem os afetos, as relações familiares.

Eu gostaria de ler outra vez o texto da Bíblia que escutamos no início e cada um de nós pense nas famílias que são provadas pela miséria e pela pobreza, a Bíblia diz assim: “Meu filho, não negues esmola ao pobre, nem dele desvieis os olhos. Não desprezes o que tem fome, não irrites o pobre em sua indigência. Não aflijas o coração do infeliz, não recuses tua esmola àquele que está na miséria; não rejeiteis o pedido do aflito, não desvieis o rosto do pobre. Não desvieis os olhos do indigente, para que ele não se zangue” (Eclo 4,1-5a). Porque isso será aquilo que fará o Senhor – o diz no Evangelho – se não fazemos essas coisas.

PAPA FRANCISCO
Vaticano, Audiência Geral, 3 de junho de 2015

terça-feira, 2 de junho de 2015

GJT vai ao Festival para cantar ao Senhor...

       No próximo sábado, 6 de junho, realiza-se o XII Festival Diocesano de Mensagem, promovido pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil de Lamego (SDPJ de Lamego), como anteriormente noticiado.
       O GJT (Grupo de Jovens de Tabuaço) é um dos grupos que participa no Festival. O SDPJ solicitou uma breve apresentação do grupo. O GJT fez um pequeno vídeo, com a ajuda do Prof. Abel Rodrigues...

Paróquia de Tabuaço: próximas festas da Catequese

       As festas da catequese, que integram o itinerário catequético, são uma oportunidade para sublinhar um aspeto importante da catequese, no respetivo ano, e para celebrar a fé, o que se viveu e o que se aprendeu, inserindo-se na comunidade paroquial. São um ponto de chagada mas sobretudo de partida, para outros anos de catequese, para uma maior integração na comunidade, para uma participação mais consciente e assídua na vida da paróquia.
       O mês de maio concentrou, como tradicionalmente, o maior número de Festas da Catequese. Seguem-se mais três, a Primeira Comunhão, meninos do 3.º ano, no próximo Domingo, 7 de junho, solenidade do Corpo de Deus, pelas 15h00. No sábado seguinte, dia 13 de junho, na Eucaristia da catequese, Compromisso e Envio dos jovens do 9.º ano e, no sábado, dia 20 de junho, as Bem-aventuranças, do 7.º ano de catequese.
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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Participação do GJT no XII Festival Jovem

       No próximo dia 6 de junho, o SDPJ de Lamego (Secretariado/Serviço Diocesano da Pastoral Juvenil da Diocese de Lamego) promove o XII Festival Diocesano da Canção de Mensagem, cujo lema é "Cantarei ao Senhor", e com a temática para as músicas participantes: "Felizes os Puros de Coração".
       O Festival tem como objetivos:
  • Incentivar a criação poético-musical, partindo dos valores cidadania e humano-
  • cristãos;
  • Promover a canção religiosa como valor na evangelização e no quotidiano dos jovens;
  • Possibilitar o encontro e o convívio são e construtivo entre os jovens da Diocese de Lamego.

       O Grupo de Jovens de Tabuaço tem vindo a participar nesta iniciativa nos últimos anos. Este ano, se Deus quiser, lá estará com as intérpretes Márcia Alexandra, Cláudia Canelas, Mara Longa e Letícia Cardoso.
       O Festival realiza-se, como nos últimos anos, no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego. Lá estarão membros do GJT, familiares e amigos a aplaudir todos os participantes mas de forma particular os jovens que representam a nossa comunidade paroquial.
       Imagens de um dos Ensaios com o professor Abel a quem agradecemos a prestimosa colaboração:

No ano passado foi assim:

Paróquia de Tabuaço | Festa da Palavra | 31.5.2015

       Último dia de maio, DOMINGO, dia do Senhor, na Eucaristia comunitária, a Festa da Palavra, com os meninos do 4.º Ano de Catequese. A catequese de infância vai introduzindo as crianças na vida da comunidade paroquial, sabendo que agora já estão mais conscientes do que significa viver a fé, celebrá-la e procurar imitar Jesus, como um AMIGO a quem se quer bem e que nos quer bem.
       A Festa da Palavra convida-nos à escuta, à estarmos em rede, ligados pela oração, pela escuta e meditação da Palavra de Deus. A sensibilidade para escutar Deus, através dos pais, catequistas, pelos membros da comunidade, está agora mais apurada.

O grupo de catequese que celebrou a Festa da Palavra, no passado dia de 31 de maio de 2015:

Outras fotos:

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Paróquia de Tabuaço: Festa da Vida | 30.maio.2015

       As festas da catequese são uma oportunidade para celebrar a fé, renovando o compromisso de viver ao jeito de Jesus Cristo, transparecendo-o através das escolhas que fazemos e da postura que assumimos perante os outros, o mundo e a Igreja.
       Mais crescidos, tendo entrando na adolescência, há uma maior consciência do que se aprende e reflete na catequese. No sétimo ano, a acentuação das Bem-aventuranças, sintonizando com a opção de Jesus pelos mais frágeis, melhor, a opção pela ternura e pala compaixão, por todos, em todas as circunstâncias.
       No 8.º ano de Catequese, a Festa da Vida, acolhendo e celebrando Jesus como Caminho, Verdade e Vida, que nos dá Deus e nos desafia a alimentar-nos de Deus, da Sua vida e do seu amor. Acentua-se a VIDA vivida e oferecida por Jesus, na CRUZ para que todos tenhamos vida e vida em abundância.
É este o grupo do 8.º Ano de catequese:


Outras fotos:


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