A terceira Carta Encíclica de Bento XVI empresta o título a este blogue. A Caridade na Verdade. Agora permanecem a fé, a esperança e a caridade, mas só esta entra na eternidade com Deus. Espaço pastoral de Tabuaço, Távora, Pinheiros e Carrazedo, de portas abertas para a Igreja e para o mundo...
sábado, 19 de novembro de 2011
1.ª Mensagem de D. António Couto à Diocese de Lamego
Falaste bem, Mestre...
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
A felicidade à mão de semear!


quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Pedacinho de DEUS
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Parábolas sobre o Céu e o Inferno
Dois burros presos um ao outro, com dois fardos de erva, de cada lado. Cada um puxava para o seu monte e a corda não dava para que os dois chegassem ao respectivo monte em simultâneo. Cada um procurava comer do monte de erva que tinha pela frente. Resultou infrutífero. Era o inferno. Numa situação posterior, os dois burros juntaram-se e comeram primeiro de um monte e depois do outro. É o Céu. A partilha leva-nos a lucrar a todos. O egoísmo prejudica-nos a todos.
Pessoas com um rico manjar pela frente, à base de arroz. Uma condição: para comerem tinham que usar os pauzinhos (comer como os chineses), com dois metros de cumprimento. Cada qual tentava comer o seu manjar, sem se preocupar com o outro, apenas com a preocupação de não deixar nada. Nenhum conseguia comer. Era o inferno. A outra situação mostrava o mesmo manjar delicioso, com as pessoas, alegres e sorridentes, a estenderem a comida à pessoa que tinham à sua frente. Era o Céu. Todos conseguiam comer, saborear, apreciar o outro a comer!!! Partilha e solidariedade.
Ao procurarmos uma imagem que ilustrasse este post, encontramos a segunda imagem também blogada e talvez mais fiel à parábola original, aqui!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
CEP - Esperança em tempo de crise
– A nossa solidariedade ativa, como é exercida diariamente pelas instituições sociais católicas, com todas as possibilidades que tivermos e em franca colaboração com tudo o que se faça na sociedade em prol de um bem que tem de ser verdadeiramente comum e não deixe ninguém em condições desumanas.– A nossa insistência nos valores e princípios fundamentais da doutrina social da Igreja, que aliás compartilhamos com a racionalidade humana em geral, concretizando-se em quatro pontos axiais: a dignidade da pessoa humana; o bem comum; a subsidiariedade, que suscita e apoia a contribuição específica de cada corpo social; e a solidariedade, expressão da fraternidade, que nunca procura o bem particular sem ter em conta o bem de todos.– A certeza, mais uma vez afirmada, de que compartilhamos “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias” dos nossos concidadãos, querendo reproduzir agora os sentimentos daquele Cristo, que tendo nascido há dois mil anos, quer “renascer” também no Natal que se aproxima – e com a mesma luz para idênticas trevas.
O lodo e as estrelas
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
A nossa maratona
domingo, 13 de novembro de 2011
Pontos Cardeais (PC) - Tabuaço
PC-Tabuaço from Luisdemar Rodrigues on Vimeo.
sábado, 12 de novembro de 2011
Deixando-me perdoar, aprendo a perdoar...
São Josafat, Bispo e Mártir

sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Seminário e a generosidade e a tolerância
Seminaristas e a piedade popular...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Deus não é só uma palavra...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Deus não se retirou com o "big-bang"...
Deus mostrou-Se em Jesus Cristo. No rosto de Jesus Cristo, vemos o rosto de Deus. Nas suas palavras, ouvimos o próprio Deus a falar connosco.
Por isso, o elemento mais importante no caminho para o sacerdócio e ao longo de toda a vida sacerdotal é a relação pessoal com Deus em Jesus Cristo.
Por isso, queridos amigos, é muito importante aprenderdes a viver em permanente contacto com Deus. Quando o Senhor fala de «orar sempre», naturalmente não pede para estarmos continuamente a rezar por palavras, mas para conservarmos sempre o contacto interior com Deus. Exercitar-se neste contacto é o sentido da nossa oração. Por isso, é importante que o dia comece e acabe com a oração; que escutemos Deus na leitura da Sagrada Escritura; que Lhe digamos os nossos desejos e as nossas esperanças, as nossas alegrias e sofrimentos, os nossos erros e o nosso agradecimento por cada coisa bela e boa, e que deste modo sempre O tenhamos diante dos nossos olhos como ponto de referência da nossa vida. Assim tornamo-nos sensíveis aos nossos erros e aprendemos a trabalhar para nos melhorarmos; mas tornamo-nos sensíveis também a tudo o que de belo e bom recebemos habitualmente cada dia, e assim cresce a gratidão. E, com a gratidão, cresce a alegria pelo facto de que Deus está perto de nós e podemos servi-Lo".

terça-feira, 8 de novembro de 2011
Oração na Semana dos Seminários
Senhor Jesus, Bom Pastor,
que em obediência ao Pai
dais a vida pelas ovelhas,
concedei-nos as vocações sacerdotais
de que a Igreja e o mundo tanto necessitam.
Fazei que as nossas famílias e comunidades
sejam campo fértil, onde possam germinar.
Abençoai o trabalho apostólico
dos sacerdotes, catequistas e educadores
para que acompanhem a vocação sacerdotal
daqueles que escolheis.
Dai aos jovens seminaristas a coragem de Vos seguir
e o dom de configurarem o seu coração com o Vosso.
E que Santa Maria, Vossa Mãe, Rainha dos Apóstolos,
os guie e proteja, até chegarem a ser
pastores consagrados a Deus e ao seu Povo.
ÁMEN.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Mensagem de D. Jacinto: Semana dos Seminários
sábado, 5 de novembro de 2011
XXXII Domingo do Tempo Comum (ano A) - 6 de Novembro
Na semana em que celebrámos a eternidade, na solenidade de Todos os Santos e na evocação dos fiéis defuntos, e quando nos aproximamos do final do ano litúrgico, a Palavra de Deus interpela-nos para a vivência do tempo presente, como resposta vivida e antecipada perante o desenlace certo da nossa existência na história e no tempo.
A comemoração dos fiéis defuntos coloca-nos numa atitude de gratidão por tudo o que os antepassados nos legaram. Agora é a nossa vez e o tempo de fazermos alguma coisa pelos outros e pelo mundo que habitamos, para o deixarmos a outros melhor do que o encontramos. É o nosso compromisso, a nossa sina, se queremos dar sentido à nossa vida terrena.
Do mesmo modo, a celebração dos SANTOS nos recorda que muitos homens e mulheres, de todas as raças, cores e feitios, tornaram úteis as suas vidas e fizeram com que as qualidades pessoais estivessem ao serviço dos outros, na promoção da paz, da justiça, do bem pessoal, familiar e social. Eles cumpriram. Viveram não apenas para si mesmos, mas no serviço caritativo aos demais. Foram rosto de Deus para os irmãos. Agora está nas nossas mãos.
2 – Jesus conta-nos mais uma parábola sobre o reino de Deus, mas desta feita sobre a hora em que estaremos na presença de Deus, na passagem deste mundo para a eternidade. 10 virgens, cinco sensatas e cinco imprudentes. Quem vai para o mar prepara-se em terra. Depois não há nada a fazer. Não se pode voltar para trás, o barco segue o seu rumo, também a vida segue connosco ou sem nós, nem abandonar o barco, seria desistir de nós e comprometer a viagem dos outros, somos sempre co-responsáveis uns pelos outros.
Cinco virgens preparam-se para serem recebidas pelo noivo, as outras cinco deixam-se dormir. Quando se aproxima a hora dão-se conta que não têm azeite para manter acesas as suas lâmpadas. Que fazer? Ir à procura de azeite? E por que não pedir às outras cinco virgens? Mas depois nem umas nem outras terão azeite suficiente! Pelo menos cinco ficam garantidas. Vão então à procura de azeite, mas quando regressam a porta já está fechada.
Voltemos à história do mar. Imaginando 10 tripulantes que deveriam levar alimento para todos os dias da viagem, mas cinco esqueceram-se de levar a sua parte, ou por pensarem que o dos outros chagava, ou que iriam encontrar alimento alternativo. Que fazer? Os cinco que se prepararam em terra dividem, correndo o risco de morrerem todos à fome uma vez que, dividindo, o alimento só dá para meia viagem?!
A questão colocada na parábola é pertinente e obriga-nos a pensar a nossa vida a partir do fim, a partir do cemitério, a partir da eternidade. Quando morrermos, já nada poderemos fazer, a não ser confiar na misericórdia de Deus. Porquanto, com mais ou menos talentos, com mais ou menos contrariedades, ainda podemos fazer algo por nós, pelos outros, pelo mundo em que vivemos e pelo qual também somos responsáveis. Podemos lamentar-nos. Ou podemos fazer (ou pelo menos tentar) a nossa parte, fazendo o que está ao nosso alcance, deixando que Deus opere em nós, abrindo-nos à Sua graça e à Sua força, movendo-nos para que os nossos braços, a nossa voz, os nossos passos, possam prestar-se a realizar a vontade de Deus, o que Lhe é agradável: nossa e a felicidade dos outros, vivendo na caridade.
3 – Nesta lógica, o Apóstolo São Paulo, acalenta a nossa esperança: "Se acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, do mesmo modo, Deus levará com Jesus os que em Jesus tiverem morrido... Consolai-vos uns aos outros com estas palavras". A morte e a ressurreição de Jesus antecipa o que sucederá connosco.
A morte temo-la como certa, só não sabemos nem o dia nem a hora. A ressurreição é uma garantida da nossa fé em Jesus e da fé na eternidade e no próprio Deus. Não adiantaria de muito ter um Deus que não assegurasse o nosso futuro, preservando a nossa identidade e a nossa memória. Com a morte perder-nos-íamos para sempre. De pouco teria valido, nesse caso, fazermos algo de bom, pois seria esquecido, ainda que tivesse tido a dita de nos fazer sentir bem connosco.
A esperança na ressurreição dos mortos, seguindo a Ressurreição de Jesus Cristo, exige que vivamos n'Ele, para que Ele, que nos atrai de junto de Deu, nos leve (e eleve) para Deus. Consolamo-nos com estas palavras, para estarmos vigilantes e vivermos procurando imitá-l'O no perdão e na caridade.
Com este propósito, procuremos a sabedoria que nos vem do alto: "a Sabedoria é luminosa e o seu brilho é inalterável; deixa-se ver facilmente àqueles que a amam e faz-se encontrar aos que a procuram", para que os nossos caminhos não se afastem do d'Ele, Senhor nosso Deus.
Textos para a Eucaristia (ano A): Sab 6,12-16;1 Tes 4,13-18; Mt 25,1-13.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Sê bondoso para contigo!
Ser bondoso para contigo significa
olhares para ti com humanidade.
Ser bondoso significa sentires-te bem contigo próprio.
É reconhecer a criança ferida que existe em ti
e usares de misericórdia para com ela;
olhar para as próprias feridas
com o olhar compassivo do coração
e agir com uma dedicação sincera.
Não deves enfurecer-te com as tuas próprias fraquezas,
mas sim olhá-las com amor e aceitá-las.
Só um olhar carinhoso pode fazer com que as nossas fraquezas se transformem.
Não dificultes a tua vida
ao levar demasiado a sério aquilo que não te agrada em ti
e o que te aborrece nos outros.
Vive e deixa viver.
Vê para lá das coisas.
Sê criativo na forma como levas alegria
à vida das pessoas que vais encontrando.
As rosas que fazes florescer para os outros
não perfumam apenas a vida delas.
Também inebriam a tua.
Também enchem o teu coração de amor e alegria.
Sempre que te aproximas dos outros,
há algo em ti que se agita, que te faz sentir livre e expansivo.
Anselm Grün, em "Em cada dia... um caminho para a felicidade", a partir de ABRIGO dos SÁBIOS
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Perto da fogueira - estória para refletir...
Quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Bento XVI e a oração pelos fiéis defuntos
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Solenidade de Todos os Santos - 1/Novembro
1 – “Homens sede homens”. As palavras do Papa Paulo VI, em Fátima, no dia 13 de Maio de 1967, remetem-nos para a raiz da nossa identidade.
Se levarmos a sério a nossa humanidade, na abertura aos outros e aos desafios que a vida nos coloca, chegaremos, como cristãos, à interpelação de Jesus: “sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste” (Mt 5, 48).
Fomos criados à imagem e semelhança de Deus, não na aparência das formas, mas na capacidade de amar, de criar, de cuidar do mundo em que vivemos, de promover laços que nos relacionem reciprocamente no bem, na justiça e na paz.
Em Cristo Jesus, com a Sua morte e ressurreição, somos assumidos como filhos de Deus e, concomitantemente, como irmãos de Jesus. Ele vem para viver a humanidade em plenitude e nos ensinar, com as Suas palavras e gestos, a viver humanamente. É a nossa natureza humana que Ele coloca à direita de Deus Pai, donde nos atrai constantemente.
Temos as ferramentas para chegarmos ao Céu, como pessoas e como crentes. Ele desvendou-nos o mistério da nossa salvação.
2 – A vocação universal à santidade, veiculada pelo Concílio Vaticano II, decorre da nossa identidade cristã. Não é uma opção aleatória, é uma consequência natural do ser cristão/cristã.
O nosso compromisso baptismal aponta claramente nesse sentido: amar a Deus e ao próximo como Jesus nos ensinou, viver ao jeito do Mestre.
Fez-Se um de nós, assumindo as nossas limitações e finitude, para nos elevar para Deus, para nos guiar pelo caminho da santidade. Vive humanamente, carrega, como filho de Deus, as nossas dores, sofrimentos e pecados, traz luz onde só existia treva. Na Sua cruz, Ele leva o amor até às últimas consequências, morre por amor à humanidade.
Os SANTOS branquearam as suas vestes, a sua vida, no sangue do Cordeiro; neles a oração fez-se partilha solidária no serviço ao próximo. Iluminados em Cristo, pelo Espírito de Amor, transformaram a sua fé em dádiva a favor dos irmãos.
3 – Cada um de nós é santo (em potência). Lembremos que os cristãos inicialmente eram, precisamente, chamados de santos. Ser cristão é ser santo, ou caminhar na santidade.
A Igreja reconhece e propõe alguns como referência e estímulo, como promessa e como certeza que Deus continua a actuar na humanidade, em nós e através de nós.
Eles fizeram o seu caminho – quer os que oficialmente são reconhecidos, quer os muitos e muitos santos que ficaram no anonimato, mas que vivem no coração de Deus –, com mais ou menos dificuldades, mais popular ou mais discretamente, na família, na Igreja, na sociedade, nos conventos, nas missões, em ambientes cristãos, em lugares adversos ao cristianismo. Eles cumpriram, com a ajuda de Deus.
Hoje, somos nós “a geração dos que procuram o Senhor, que procuram a face de Deus”. Contudo, não caminhamos sozinhos. Deus caminha connosco. Envia-nos o Seu Filho que nos dá o Espírito Santo, com a Sua morte e ressurreição. Em cada Sacramento, o Espírito Santo devolve-nos Jesus Cristo.
Caminham connosco, igualmente, os SANTOS que iluminam, exemplificam, testemunham, com as suas vidas e intercessão, a vida nova que receberam de Deus.
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Textos para a Eucaristia (ano C): Ap 7,2-4.9-14; 1Jo 3,1-3; Mt 5,1-12
















